terça-feira, 29 de março de 2011

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ELEITORAL EM 29 DE ABRIL DE 2011











                                “SÃO PAULO FORTE, PARA UM BRASIL UNIDO”
             SOCIEDADE  VETERANOS  DE  32 - M.M.D.C.

                       (Reconhecida de Utilidade Pública pela Lei Estadual Nº 5.530 de
                               14/01/1960 e Decreto Municipal Nº 8.790 de 23/05/1970
                             Rua Anita Garibaldi, 25 - Fones:  - Fax 3105-8541
                                             CEP. 01018-020 - SÃO PAULO - SP



                                       

SÃO PAULO, 18 DE MARÇO DE 2011.



EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL

De conformidade com os artigos 34 e 35 do Estatuto da Sociedade Veteranos de 32-MMDC, convoco todos os associados para a ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL a realizar-se no dia 29 de abril de 2011, a partir das 15:00 horas, na Sede da Sociedade, Rua Anita Garibaldi, nº 25, Centro de São Paulo, para eleição dos presidentes da Diretoria Executiva, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal.

         A Assembléia Geral Eleitoral dará posse aos eleitos m 7 de julho de 2011 em horário a ser marcado.    

Os associados deverão estar quites com os cofres da Sociedade até 3 (três) dias úteis à realização da Assembléia Geral Eleitoral.



GINO STRUFFALDI
Capitão Combatente de 1932
Presidente

segunda-feira, 28 de março de 2011

KAFKA E A COMISSÃO DA (IN)VERDADE


Kafka e a Comissão
     O renomado escritor alemão Franz Kafka ficou célebre por suas herméticas obras de ficção. “A Metamorfose”, “O Processo” e “O Castelo” ilustram o seu admirável currículo.
     Seu estilo literário apresenta indivíduos preocupados em um pesadelo de um mundo impessoal e burocrático. Assim é o seu personagem Joseph K, retratado no romance “O Processo”, no qual é julgado e condenado por um crime que ele mesmo ignora.
     Aqui, a realidade poderá ser mais cruel do que as ficções de Kafka. Anuncia-se o início de um processo sui generis. É como se Joseph emergisse das catacumbas para acusar aqueles que o vigiaram, prenderam e condenaram.
     Na verdade, será uma procissão de Josephs.
     No indigesto processo que se avizinha, uma pergunta não poderá ser formulada, o “por quê” ?
     Os nossos Josephs poderão dramatizar, representar, acusar, narrar com riqueza de detalhes a sua odisséia de sofrimento, apontar algozes, angariar simpatias, tornarem – se heróis por sua capacidade em resistir e em lutar contra a opressão.
     Porém, não responderão, pois nunca lhes será perguntado, o “por quê” ?
    Sim, indagam os curioso. Mas “por quê” ?
     Foram presos. Qual o motivo? Por seus bons antecedentes? Será que, como personagens kafkianos, meros e inocentes cidadãos foram aleatoriamente apanhados ? Desfilarão às deliberações da Comissão tristes vítimas de escolhas sumárias, singelos e inofensivos postos à merce de celerados e paranóicos ?
     Ninguém da imparcial Comissão(não citaremos o nome dela para evitar contratempos) perguntará ou buscará traçar uma ligação dos depoentes com as causas de seu infortúnio?
     Assim como Joseph, que nada sabia, a procissão dos vitimados, também, de nada saberá?
     Estamos prestes a assistir ao impossível, algo muito mais tenebroso do que as obras ficcionais de kafka.  Veremos o desfilar de acusações e lamúrias de pobres mortais, e se assaltaram, mataram, sequestraram e aterrorizaram, nada importa (afinal, para que serviu a anistia?).
     Importa sim, que cândidos querubins foram inocentes vítimas, como Joseph, sem nenhuma culpa no cartório.
     “Não é justo”, dirão os puros de espírito e sucumbirão afirmando, ou calarão, por ser legal e proibido comentar.
     Contudo, esta é a regra do jogo, o “por quê”, não interessa. É, na prática, a sublimação do fato consabido de que no contexto atual ”os fins justificam os meios”. Por mais torpes que sejam(ambos).
     A Comissão não quer saber os “por quês”, talvez, porque tenha medo da verdade.
     Os “por quês” nada justificam, mas respondidos, poderiam mostrar a verdadeira face dos nossos Josephs.
Brasilia,DF, 27 de março de 2011
Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

domingo, 27 de março de 2011

27 DE MARÇO DE 2011 POR UM MUNDO MAIS DIGNO


POR UM MUNDO MAIS DIGNO
LEIAM E REPASSEM! O MUNDO SERÁ MAIS FELIZ QUANDO O AMIGO ACABAR DE LER ESTE DOCUMENTO! Voltaire defendia o direito de todo homem expressar livremente suas opiniões e crenças. "Tratado sobre a Tolerância" foi escrito há quase 250 anos, mas você vai perceber que ele ainda é atual.
O CÉLEBRE "TRATADO SOBRE A TOLERÂNCIA; DE VOLTAIRE - 1763
"Não é mais aos homens que me dirijo. É à você, Deus de todos os seres, de todos os mundos e de todos os tempos: Que os erros agarrados à nossa natureza não sejam motivo de nossas calamidades Você não nos deu coração para nos odiarmos nem mãos para nos enforcarmos. Faça com que nos ajudemos mutuamente a suportar o fardo de uma vida penosa e passageira.
Que as pequenas diferenças entre as vestimentas que cobrem nossos corpos, entre nossos costumes ridículos, entre nossas leis imperfeitas e nossas opiniões insensatas não sejam sinais de ódio e perseguição. Que aqueles que acedem velas em pleno dia para Te celebrar, suportem os que se contentam com a luz do sol.
Símbolos religiosos
Que os que cobrem suas roupas com um manto branco para dizer que é preciso Te amar, não detestem os que dizem a mesma coisa sob um manto negro.
Que aqueles que dominam uma pequena parte desse mundo, e que possuem algum dinheiro, desfrutem sem orgulho do que chamam poder e riqueza e que os outros não os vejam com inveja, mesmo porque, Você sabe que não há nessas vaidades nem o que invejar nem do que se orgulhar.
Que eles tenham horror à tirania exercida sobre as almas, como também execrem os que exploram a força do trabalho. Se os flagelos da guerra são inevitáveis, não nos violentemos em nome da paz.
Que possam todos os homens se lembrar que são irmãos!
Frases de Voltaire
"A primeira lei da natureza é a tolerância, já que temos todos uma porção de erros e fraquezas.;
"Pense por si mesmo e dê às outras pessoas o direito de fazer o mesmo.; "Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo."
"A ignorância afirma ou nega veementemente; a ciência duvida.;
"Julgue-se um homem mais pelas suas perguntas do que pelas suas respostas."
Voltaire era o pseudônimo de François-Marie Arouet. Ele foi ensaísta, escritor e filósofo iluminista. Suas idéias tiveram influência nos processos da Revolução Francesa e da Independência dos Estados Unidos. Nasceu em Paris, em 21 de novembro de 1694 e lá morreu, em 30 de novembro de 1778. REPASSEM!
GRUPO GUARARAPES.

TERCEIRA EDIÇÃO DO "32 EM MOVIMENTO" E ENCONTRO EM INDAIATUBA

            PARA VER O JORNAL "32 EM MOVIMENTO" - EDIÇÃO DE MARÇO 2011 -PROCURAR NO SITE:
            Sociedade Veteranos de 32-MMDC


           PARA VER FOTOS DO 1º ENCONTRO DO GBB, EM INDAIATUBA ACESSAR O LINK

           http://grupobarrobranco.blogspot.com/2011/03/1-encontro-dinadaiatubaos-oficiais-do.html

sexta-feira, 25 de março de 2011

CARTA A UM DESEMPREGADO


CARTA A UM DESEMPREGADO
Em 25 de março de 2011 | 0h 00
*João Mellão Neto - O Estado de S.Paulo
Caro cidadão Luiz da Silva, como você está se sentindo agora que retornou à planície? Na verdade, apenas trocou de Planalto - para o Paulista. É duro ficar ocioso. Permanecer em casa o dia inteiro é uma coisa enfadonha. Ainda mais quando não se tem o hábito da leitura.
A sua mulher não deve estar gostando nem um pouco dessa situação. A presença constante dos maridos no lar, como se sabe, perturba o andamento das lides domésticas.
Problemas financeiros, ao que parece, você não tem. Como é sabido, os seus antigos amigos - com grande desprendimento - cuidam de lhe prover de tudo. Mas haja tédio. Além da insegurança quanto ao futuro, essa condição abala a autoestima das pessoas.
Quase todos os governantes, enquanto estão no comando, acreditam que vão tirar de letra. E quando seus mandatos terminam caem em depressão.
São poucos os que o visitam na sua casa e são raros os que ainda lhe telefonam.
E se, de repente, você ouvir ruídos na porta?
Não se preocupe. São apenas folhas secas levadas pelo vento.
Por que você não telefona para a nova intendente? Ela, por enquanto, ainda vai atendê-lo. Anotará, atenciosamente, as suas recomendações e depois fará tudo diferente. Não fique aborrecido. Já está muito bom. Pior vai ser quando ela trocar os telefones e não lhe comunicar os novos números.
"A companheira tem muito que fazer", deduzirá você. Procurará, então, deixar um recado com a secretária dela. Impossível. Virá à linha uma assessora, com voz impessoal para lhe dizer que, no momento, a secretária da chefa não pode atender.
"Por quê?"
"Ela está "em reunião". Daria para o senhor adiantar o assunto?"
"O que é isso, companheira?! Aqui quem está falando é o ex-presidente!"
"Qual deles? Tem tantos..."
"Eu, é claro!"
"Ah! Eu acho que estou reconhecendo a sua voz. "Você" não é aquele senhor sexagenário que desceu a rampa no dia do réveillon?"
"Sou! Veja aí, no caderno de "autoridades" que deve estar em sua mesa!"
"Não vai dar, não. A agenda que tem aqui é antiga, do ano passado."
"Então eu vou pessoalmente até aí, amanhã!"
"Pode vir. O problema é que a porta que dá para a rampa fica trancada durante a semana. Venha no domingo, que fica aberto para visitação."
Você, enraivecido, desliga o telefone. Vai abordar a "companheira-em-chefe" em alguma cerimônia pública. Isso se os seguranças dela permitirem.
Por falar nisso, cidadão, por que você faltou ao almoço em homenagem àqueles americanos que estavam aqui, em férias? Sua ausência não pegou bem. Deu a impressão de que não gosta dos gringos. Ou, então, que não vai a festas em que os holofotes não estejam sobre você.
Todos os seus antigos colegas foram. E olhe que muitos deles, apesar de aposentados, ainda estão na ativa. Ficou feio para você.
Mudando de assunto, você pretende voltar ao serviço? Eu estou lhe perguntando isso porque, se você tem essa intenção, o grande problema é que a senhora sua sucessora vai querer renovar o contrato. E nesse cargo só cabe um.
Em outras palavras, o que acontece é o seguinte: para você se dar bem ela tem de se dar mal. E vice-versa. Entendeu agora por que ela não segue os seus conselhos?
A gente não tem ainda uma imagem clara de como será a sua gestão. Ela tem aparecido pouco, mas dizem que é competente. Ou seja, o contrário de você.
Ao menos para o paladar da "zelite", ela é muito melhor do que você e a sua "companheirada". A "zelite" somos todos nós que lemos jornais. Eu daria a isso outro nome: opinião pública bem informada.
Bem, para que a gente não brigue, vamos falar de outras coisas. O que é que você pretende fazer da vida, por enquanto?
Pelo que corre por aí, ora você pretende montar um instituto, ora você se oferece para atuar em algum órgão internacional. Você mesmo já declarou que pretende passar o ano inteiro percorrendo o Brasil para provar que nunca houve corrupção na sua gestão.
Já ouvi também que o seu "sonho de consumo" é ser eleito secretário-geral da Organização das Nações Unidas. O pessoal de lá, diplomaticamente, já mandou avisar a você que não vai dar. O titular desse cargo - alegam eles - é eleito pelo critério de rodízio entre os continentes. A nossa vez já passou.
Como isso não será possível, fala-se por aí que você aceitaria um posto menor: iria morar em Roma e trabalhar na Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
A ideia, nesse caso, seria a de levar aos desvalidos do mundo - principalmente da África - a sua tecnologia de "combate à fome". Por acaso você pretende ressuscitar o finado Fome Zero? Ou vai propor a eles algum tipo de Bolsa-Família? Cuidado para não ser acusado de plágio. Ao que eu saiba, não foi você que criou. Você apenas pegou alguns programas que já existiam e tratou de juntá-los em um só.
Aliás, por falar nisso, onde é que anda o Amorim? Alguém falou que ele iria trabalhar com você no "instituto". E também ouvi que ele está ainda indeciso entre outras três propostas internacionais de emprego: da Bolívia, da Venezuela e do Irã.
Outro dia pude ler aqui, no jornal, uma justificativa sua por não ter comparecido ao banquete de Brasília: você não queria ofuscar a sua sucessora.
Você ainda não entendeu que fora do poder - e não sendo mais novidade - aquilo que faz não é mais notícia.
Como dizem os árabes, "uma mosca escura, numa mesa escura, numa noite escura: somente Deus a vê".
Cidadão Luiz Inácio, é melhor você aprender a rezar.
*JORNALISTA, FOI DEPUTADO ESTADUAL, DEPUTADO FEDERAL, SECRETÁRIO E MINISTRO DE ESTADO

CLUBE MILITAR CELEBRA GOLPE COM CRITICA À COMISSÃO DA VERDADE


25/03/2011 - 18h45
Clube Militar celebra golpe com críticas à Comissão da Verdade
RODRIGO RÖTZSCH
DO RIO
O Clube Militar realizou na tarde desta sexta-feira o painel "A Revolução de 31 de Março de 1964 - Com os Olhos no Futuro", com a participação do general da reserva Sergio de Avellar Coutinho, do advogado Ives Gandra Martins e da ex-deputada Sandra Cavalcanti, com a mediação do economista Rodrigo Constantino.
No debate, acompanhado por cerca de 200 pessoas, na sede do Clube Militar, do Centro do Rio, os participantes defenderam a necessidade do golpe em 1964 para frear o comunismo e criticaram a intenção de setores ligados ao governo federal de criar uma comissão da verdade sobre a ditadura militar.
Constantino começou o debate dizendo que ele é oportuno por acontecer num momento em que "coisas como a comissão da verdade e outras iniciativas, que querem tudo menos a verdade, pretendem reescrever a história sob um prisma falso e eivado de uma ideologia perversa".
"Eles não querem resgatar a verdade, porque a verdade deles não existe, é uma mentira. Memória histórica tem que ser resgatada por historiadores, com imparcialidade. Essa comissão da verdade é uma comissão da vingança", disse Martins.
Ele afirmou que a verdadeira intenção por trás da comissão é revogar a Lei de Anistia, mas duvidou que a tentativa tenha chances de prosperar.
Já Cavalcanti e Coutinho disseram considerar que a democracia está atualmente ameaçada no país. "O Brasil vem mantendo a sua versão de democracia, não uma democracia de fato. Sub-repticiamente, nós vivemos hoje sob uma tirania. Está em pleno andamento hoje uma república sindicalista", disse a ex-deputada.
Já para o general, "a revolução se encerrou em 1985, mas a perseverança dos comunistas, é preciso reconhecer, não acabou e continua até hoje".
Ele denunciou uma tentativa deliberada de solapar as Forças Armadas --com restrições orçamentárias, transferência de unidades e iniciativas revanchistas-- para eliminar barreiras a uma futura tentativa de instalar um regime totalitário de viés comunista. "A democracia é usada para a destruição da própria democracia", lamentou.
Nenhum dos debatedores chegou a propor uma nova revolução, mas Coutinho lamentou que não exista hoje uma figura e um partido para mobilizar os conservadores como o jornalista e governador da Guanabara Carlos Lacerda (1914-1977) e a UDN.
Menos radical que os demais debatedores, Martins disse que a presidente Dilma Rousseff --qualificada por Cavalcanti como "farinha do mesmo saco" de João Goulart, o presidente derrubado pelo golpe-- dá mostras de que não pretende ceder ao "núcleo pequeno, mas ainda forte, de radicais do governo" no revisionismo do passado. "Apesar de ter sido guerrilheira, ela está muito mais preocupada em governar eliminando arestas do que criando novas arestas", afirmou.
Sent: Friday, March 25, 2011 8:05 PM
Subject: [grupobarrobranco] Fwd: [GBB] O 47° ANIVERSÁRIO DA CONTRARREVOLUÇÃO
Amigos, participe deste debate:
Parabéns ao Gen. Heleno
De: Cel Ciapina <ciapina.gbb@gmail.com>
Data: 25 de março de 2011 13:10 Assunto: [GBB] C 47° ANIVERSÁRIO DA CONTRARREVOLUÇÃO
Para: ciapina.gbb@gmail.com
Com os meus cumprimentos, prazerosamente estou repassando.
José Américo
Eu também participei integrando o GRUPO TÁTICO/4 do qual fazia parte a minha Unidade: 2º G Can 40 de Barueri e ficamos dois meses acampados em Curitiba até que João Goulart, Brizola e sua trupe fugiram do Brasil.
Cel Ciapina
Editorial Reservaer
47° ANIVERSÁRIO  DA CONTRARREVOLUÇÃO
1964 / 2011 
A Espada de Dâmocles, fábula do século IV AC, aplica-se com precisão ao desconforto dos vencidos de 1964, muitos deles ora encastelados em nichos do governo, na mídia subvencionada, em ONG's espúrias e movimentos tutelados de ideologias anacrônicas importadas.
Agraciados pela Lei da Anistia, beneficiados com indenizações milionárias e pensões vitalícias isentas de tributos, além de sinecuras no aparelhamento da Administração Pública, chegaram ao Poder conservando suas ideologias e propósitos inconfessáveis de aniquilar a democracia, da qual se valeram aplicando os ensinamentos de Gramsci, visando a implantação do socialismo moderno e perpetuação no Poder.
Recalcados com a derrota inesquecível e inconformados por não disporem ainda das condições desejadas de avançar com sua agenda oculta, criam atalhos na decisão do Supremo Tribunal Federal com distorções políticas camufladas nos direitos humanos, com nomeação de comissões oficiais (unilaterais), propaganda enganosa e outras atividades afins igualmente deletérias. Como exemplo, essa requentada campanha publicitária visando deturpar a verdade histórica, voltada para fatos ocorridos durante os governos militares, financiando produção de filmes, publicação de artigos tendenciosos, inúmeros recursos de propaganda e agora com lançamento de novelas em canais de TV, onde não escondem a intenção de desmoralizar os militares federais.
Faz sentido. Atingir e solapar o alto conceito das Forças Armadas consolidado na população brasileira, conforme pesquisas de opinião pública (Ibope, FGV e AMB), é o objetivo determinante dessa campanha promovida pelos subversivos remanescentes na tentativa de persuadir os incautos (mais uma vez) e remover o maior obstáculo que enfrentam desde sempre. 
Tentam intrigar os militares no serviço ativo com os inativos, que à época combateram e venceram aquele extremismo que aterrorizava a Nação. Criam novas denominações como "Exército de ontem e de hoje" ou "militares profissionalizados". Já lhes foi esclarecido que o Exército é um só, o de Caxias, e os militares sempre foram profissionais de ideais patrióticos.
Na comemoração deste 47° aniversário da Contrarrevolução Democrática de 31 de março de 1964 que salvou o Brasil, vamos brindar a vitória alcançada e lembrar aos vencidos a fábula da Espada de Dâmocles, que atravessou seis milênios, porque mantém sua moral válida até os nossos dias. Como gatos escaldados, eles temem o fervor latente do principal reduto de resistência aos seus expedientes insidiosos - as Forças Armadas e seus componentes.


Postado por Cel Ciapina no GBB em 3/25/2011 01:10:00 PM

quinta-feira, 24 de março de 2011

23 de março de 2011

ARTHUR AMERIGO PORTO RUDGE CASTILHO é o mais novo associado da Sociedade Veteranos de 32-MMDC, com a idade inferior a um ano de existência (nasceu a 13 de junho de 2010). ALEXANDRE RUDGE CASTILHO inscreveu seu filho na data de hoje. Recebe o número 10.374. Sua mãe é dona FERNANDA RUDGE CASTILHO. Vem a ser bisneto de dona DIRCE PACHECO E SILVA, ex-comandante do Exército Constitucionalista (foi a primeira mulher a exercer esse cargo). PARABÉNS ao ALEXANDRE por tomar essa nobre iniciativa. Precisamos de valores iguais a esse para dignificar nossos ideais de Justiça, das crenças maiores da Nação, tais como aconteceram naquele longinquo 1932, mas tão presente nos dias atuais. Carecemos enormemente da honestidade, da moralidade, da ética, valores deturpados por pessoas que estão nos altos escalões do poder do País. 

quarta-feira, 23 de março de 2011

Quem Poupa o Lobo mata as Ovelhas (*) Luís Mauro Ferreira Gomes Em 16 de março de 2011 Aquele que busca a verdade, seja ela científica ou filosófica, deve, antes de qualquer consideração, assegurar-se de que mantém a mente livre de idéias preconcebidas e daquelas a que não se tenha chegado por meio da comprovação ou do raciocínio lógico. É fundamental que as premissas das quais partimos não sejam falsas, o que invalidaria todo o esforço empreendido para se chegar à verdade. Reconhecemos que tudo isso é tão óbvio e já foi repetido tantas vezes, por tantas pessoas, que deveria ser desnecessário abordá-lo aqui. Mas não é assim. Muitos de nós deixaram-se influenciar pela propagando do inimigo a tal ponto, que perderam a capacidade de distinguir o falso do verdadeiro. Acreditar nas próprias mentiras é uma bobagem e um vício muito prejudicial à compreensão da realidade, mas transformar em suas verdades os “slogans” subversivos da propaganda ideológica adversa não é mais um vício no processo de busca da verdade nem uma ingenuidade de cidadão desavisado, é uma completa estupidez suicida. Infelizmente, é o que vem acontecendo de forma paroxística no Brasil destes tempos conturbados em que vivemos. Temos visto recrudescer, outra vez mais, campanha sórdida e violenta contra as Forças Armadas Brasileiras. Tudo começou com a descabida insistência do governo em implantar a dita comissão da verdade. A mentira já começa nos argumentos usados em sua defesa. O ministro da justiça, o desconhecido Senhor José Eduardo Cardozo, disse a O Globo (edição de 16 de março de 2011) que “é um dever do Estado criar a tal comissão”. Talvez ele pense que “L’État c’est lui” (**). A maioria esmagadora do eleitorado nem desconfia de que assunto se trata, e todas as pessoas esclarecidas e dotadas de honestidade de propósito rejeitam a comissão, como o comprovam as cartas aos leitores em todos os jornais. Disse ainda o ministro que “a sociedade brasileira quer a verdade”. Sim, todos queremos a verdade, mas a verdade resguardada pelos cuidados a que nos referimos no início deste artigo. Somente os bandidos, os terroristas, os subversivos de ontem, hoje travestidos de “autoridades”, querem a mentira do ministro. Todos os brasileiros, inclusive os militares, queremos, sim, a verdade, mas a verdade completa, não a verdade unilateral do governo, como a quer, também, Senhor José Dirceu. Disse ele em seu Blog de 10 de março: Querem a reciprocidade, investigar a oposição e a resistência à ditadura? Investigar quem foi preso, torturado, condenado? Quem foi demitido e exilado, perseguido e viu sua família se desintegrar? Quem teve que viver na clandestinidade e no exílio para não ser preso e assassinado? Não, Senhor Dirceu, não queremos investigar nada disso. Queremos que sejam investigados quem roubou, quem assaltou, quem seqüestrou, quem assassinou, quem justiçou seus próprios companheiros suspeitos de traição, quem praticou atos de terrorismo, quem explodiu bombas, quem optou, voluntariamente (ou seduzido por mentores irresponsáveis), por pegar em armas contra o Estado para implantar uma ditadura do proletariado no País. Queremos saber quem matou pessoas como Pedro Funchal Garcia, entre tantos outros. Queremos que todos saibam quem praticou todos esses crimes. Nós queremos resgatar a verdade, a começar pela exposição da mentira que serve de base para a própria tentativa de criar-se essa comissão da “verdade”. Como norma, os militares não torturam ninguém. E se alguns o fizeram, esses casos excepcionalíssimos, estatisticamente insignificantes quando comparados com o universo dos integrantes das Forças Armadas, seriam as exceções a confirmar a regra. A maioria dos casos de tortura que houve durante os chamados Governos Militares foi praticada por civis, sem qualquer amparo institucional. A tortura, sempre condenável, era uma prática comum nas delegacias, herdada do passado anterior à Revolução Democrática de 31 de Março, cujo aniversário comemoraremos no último dia deste mês. Era tortura como a que ainda hoje existe por aí e só causa arrepios quando a vítima é terrorista. Não vemos ninguém preocupado com os outros criminosos, os comuns, que foram torturados naquela época e continuam a sê-lo, ainda hoje. Por que não procuram julgar os presidentes destes tempos pelos casos de tortura existentes nas delegacias de polícia? Mas qual seria a causa dessa nova onda antimilitarista? Entre as possibilidades existentes, destacaremos duas: 1) Alas mais radicais do PT podem querer criar uma situação de fato que impeça o governo de desistir, forçando-o a criar a comissão; 2) A situação econômica é muito grave, decorrente, entre outros desmandos, dos gastos irresponsáveis do antecessor para eleger o governo, que talvez enfrente forte insatisfação popular e grande perda de popularidade e, por isso, queira prevenir-se, mantendo as Forças Armadas acuadas. Seja qual for a razão, é preciso dar um basta no assédio moral que algumas autoridades vêm praticando não somente contra os que os combateram e os venceram, mas contra todos os militares de uma forma geral. É inaceitável que dinheiro público possa ter sido usado para subornar um empresário e forçá-lo a editar uma novela sem nenhum compromisso com a verdade, em que se denigrem as Forças Armadas, apresentando os militares de forma caricata como monstros torturadores, numa inversão de papéis, onde os bandidos são apresentados como heróis e estes, como vilões. É preciso que se tomem medidas judiciais para que a verdade seja preservada e as ofensas reparadas. E o ministro da defesa? Este, pelo menos, não engana mais. Surgiu cheio de bravatas até ser confrontado pelo Alto-Comando do Exército. Ao tentar reagir, percebeu toda a sua fragilidade. Mudou de tática. Aproximou-se dos Militares e passou a fazer um discurso próximo do que nós pensamos. Foi a maneira que encontrou para se blindar contra o próprio presidente, com quem o expediente funcionou. Foi, assim, tornando-se cada vez mais poderoso e poucos viam que a fonte do seu poder eram as Forças Armadas. Quando, no ano passado, em meio à crise do III PHDH, os Comandantes Militares renunciaram a seus cargos, sentindo-se poderoso, acompanhou-os no ato, roubando para si os bônus do fato, cuja importância residia na renúncia dos Comandantes e não na do ministro. A sua participação no episódio permitiu-lhe, ainda, um ajuste de contas na disputa por espaço político com o então ministro da justiça, o Senhor Tarso Genro. Enquanto fingia ser amigo dos militares, trabalhou para a neutralização das Forças Armadas, por meio da estratégia nacional de defesa e da nova estrutura do seu ministério, com as quais usurpou várias competências constitucionais do presidente da república. Talvez por ignorância total, o Senhor da Silva o aceitou. Ao assumir a presidência, a Sra. Dilma Rousseff viu-se obrigada a mantê-lo no cargo por pressão do antecessor, possivelmente relacionada com a mal explicada insistência pela escolha dos Rafales. Ela sustou a compra dos aviões e desprestigiou-o, recebendo os Comandantes Militares a sós, apesar da insistência com que o Senhor Jobim se quis fazer presente. A imprensa começou, então, a noticiar que poderia ser substituído. Mais uma vez, percebendo a sua fragilidade e, coerente com o seu caráter, imediatamente mudou de tática novamente. Pressuroso, aceitou o Senhor José Genoíno, guerrilheiro, mensaleiro petista, réu em processo no STF, derrotado nas eleições passadas para deputado federal, como seu “assessor especial”, aquilo que a sabedoria popular convencionou chamar de “aspone”. Passou, também, a defender a criação da comissão da verdade contra a vontade dos militares, que, atendendo a solicitação do próprio ministro, já se haviam manifestado desfavoráveis, ainda no ano passado, pelas razões já expostas acima. Quem sabe, tenha ele próprio vazado o documento, ajudando a deflagração de intensa campanha sobre o fato em todos os meios de comunicação. Onde está o “amigo dos militares”, o “melhor ministro da defesa que já tivemos”, como o conseguiram ver alguns amigos de extrema boa fé? Felizmente, os militares estão sós outra vez. Antes sós do que mal acompanhados. Talvez, agora, possam fazer o que precisa ser feito, sem intermediários. Respeitamos a hora de calar. Depois veio a hora de falar e continuamos calados. Veio a hora de gritar e permanecemos mudos. Agora é a hora de bater, e bater com todas as nossas forças, em defesa dos nossos valores, das nossas tradições, da nossa honra e da nossa dignidade. Não somente por nós, mas, também, por aqueles que nos antecederam, cuja herança não temos o direito de aviltar. Os atuais governantes não são racionais nem têm bons sentimentos. Estão completamente dominados pelo ódio e cegos pela ideologia. Deles nada obteremos, sendo bons moços. É impossível conciliar-se com quem não quer conciliação. Fomos generosos: demos-lhes a anistia. Responderam com a difamação, a injúria e a calúnia. Chegou a hora de lhes tomar o que lhes demos, de lhes impor limites. De estabelecer fronteiras das quais não os deixaremos passar. Vencer eleições, ainda que não tivessem usado recursos ilegais, não lhes daria o direito de delinqüir nem salvo conduto para violentar a Constituição. Todos os brasileiros têm o dever de usar todos os meios à sua disposição para exercer o direito de legítima defesa da Pátria. Matemos o lobo, antes que ele mate as ovelhas. Esta é a hora de bater. Se a perdermos, somente restará a hora de morrer. Morrer de vergonha. Pelo menos, os que ainda a têm. Notas do autor: (*) Aforismo inspirado na citação de Victor Hugo “Une bonne action peut donc être une mauvaise action. Qui sauve le loup tue les brebis” (Uma boa ação pode ser uma má ação. Quem salva o lobo mata as ovelhas). (**) Ele é o Estado: alusão ao Rei de França Luís XIV que, supostamente, teria dito “L’État c’est moi” (O Estado sou eu). 1) Observações: 2) O autor é Coronel-Aviador reformado e, atualmente, Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa;

HOMENAGEM AO MARECHAL CASTELLO BRANCO


HOMENAGEM AO MARECHAL
CASTELLO BRANCO

CONVITE
REPASSEM
Fiéis ao BRASIL, ao comemorarmos o 47º aniversário da Revolução Democrática de 31 de Março de 1964, na pessoa do Marechal Castello Branco, o presidente da Comissão Organizadora, reunindo o Círculo Militar Fortaleza, a Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados das Forças Armadas no Ceará, a Representação do Clube Militar em Fortaleza, o Grupo Guararapes, a Associação dos Oficiais da Reserva da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, a associação do Ex-Alunos do Colégio Militar de Fortaleza e o Fórum Democrático Brasileiro/Ceará, convida V Exa/ V Sa para os eventos a seguir relacionados:
Programação
• Solenidade Comemorativa
Local: Batalhão Marechal Castello Branco – Quartel do 23º BC, Av. 13 de Maio, 1589.
Data/hora: 31 de março de 2011, às 10 horas.
Exaltação ao Marechal Castello Branco, pelo Gen Div Francisco Batista Torres de Melo
• Coquetel Comemorativo do Aniversário da ASORFAC e da passagem do cargo de Presidente
Local: Círculo Militar de Fortaleza, Rua Canuto de Aguiar, 425
Data/hora: 31 de março de 2011, às 20h30min.
(Traje nos dois eventos: esporte fino)

Objetivos
Enaltecer a postura sem jaça do Presidente Castello Branco, evidenciada na sua conduta moral e ética, e na sua ampla visão de estadista que em planejado desenvolvimento econômico-social deu início a sérias medidas restauradoras e a grandes obras a que deram sequência os demais presidentes militares que o sucederam, levando o BRASIL a tornar-se a 8ª economia do mundo.
Informar os que desconhecem os fatos, em especial os mais jovens, sobre a nossa história.

terça-feira, 22 de março de 2011

1º ENCONTRO DO GBB (GRUPO BARRO BRANCO) EM INDAIATUBA NO DIA 19 DE MARÇO DE 2011


            Por uma iniciativa felicissima e impar o MAJOR PM WALDEMAR conseguiu realizar a façanha de reunir na cidade hospitaleira de INDAIATUBA uma pleiade de coronéis da PMESP, que são amigos virtuais no chamado GBB.    
                                Coronel Mário, conforme sua solicitação, encaminho lhe a relação do pessoal, na ordem de chegada. Sexta ou no final da semana colocarei o video e fotos e o senhor dá uma conferida.

                                     1 ) Coronel Almeida e esposa;
                                     2 ) Coronel Bueno;
                                     3 ) Coronel Lima;
                                     4 ) Coronel Ciapina e esposa;
                                     5 ) Coronel Mário Ventura;
                                     6 ) Coronel Cleber, esposa e filha;
                                     7 ) Coronel Di Sessa;
                                     8 ) Coronel Neves e esposa;
                                     9 ) Coronel Antonio Valdir e esposa;
                                   10 ) Coronel José Renato;
                                   11 ) Capitão Motooka;
                                   12 ) Major José Onério;
                                   13 ) Coronel França Filho;
                                   14 ) Coronel Américo Salvato e esposa;
                                   15 ) Coronel Péricles  Caramaschi;
                                   16 ) Coronel José Américo e esposa;
                                   17 ) Coronel Rafael de Araujo;
                                   18 ) Coronel Jairo Siqueira e esposa;
                                   19 ) Coronel Denisalli e esposa;
                                   20 ) Coronel Taneo;
                                   21 ) Coronel Jorge Gonçalves e esposa;
                                   22 ) Coronel Alvaro Batista Camilo e esposa;
                                   23 ) Coronel Debiagi e esposa;
                                   24 ) Coronel Galasso e esposa;
                                   25 ) Coronel Watanabe;
                                   26 ) Dr. Luiz Antonio Freury Filho;
                                   27 ) Coronel Sinésio;
                                   28 ) Coronel Luiz Carlos dos Santos e esposa;
                                   29 ) Coronel Pettinato e esposa;
                                   30 ) Coronel Chiari;
                                   31 ) Capitão José Eduardo;
                                   32 ) Coronel José Américo e esposa;
                                   33 ) Major Waldemar Batista e esposa.


                                                      Segue sua solicitação, quanto as memórias de meu  irmão,  Sub Tenente P.M. Mauro Baptista, falecido aos 46 anos em 13 / 09 / 1.985.

                                                       Poderíamos viver séculos, e não chegaríamos a perfeição, mas Deus nos dá a cada momento, a oportunidade de sermos melhores.
                                                       Seja  bom a cada segundo de sua vida, pois cada segundo pode ser o último que esteja vivendo.
                                                       Quando aceitares com naturalidade as dificuldades e problemas em sua vida, terás dado um passo gigante para o progresso de sua alma.
                                                       Quando falares sobre Deus, dirás palavra ao vento, se os que estiverem ao seu redor, não estiverem interessados na palavra do Senhor.
                                                       Não existe sábio que não tenha sempre alguma cousa a aprender.
                                                       Mais vale um bom ouvinte que um mal orador.
                                                       Gostaria de morrer consciente, cercado pelos meus entes queridos, em paz com minha consciência, e com a certeza do dever cumprido.
                                                                                  Campinas Junho de 1.985.


                                                         ( Ele sentia que sua vida terrena estava próxima a se findar.Faleceu 03 meses após.)


terça-feira, 15 de março de 2011

15 DE MARÇO DE 2011 - A CANALHA


A CANALHA
REPASSEM, POR FAVOR!
Almir Pazzianotto Pinto
Marx e Engels, no incendiário Manifesto do Partido Comunista, publicado em 1848, exaltam os méritos das classes trabalhadoras e condenam ao fogo do inferno o capitalismo, apontado como etapa de transição para utópica ditadura do proletariado. Não deixam, contudo, de assinalar a existência, em patamar inferior ao dos burgueses e proletários, de camada denominada lumpemproletariado, descrita como "essa putrefação passiva dos mais baixos estratos da velha sociedade". Segundo os autores do catecismo comunista, o lúmpen "pode, aqui e ali, ser arrastado ao movimento por uma revolução proletária". Todavia, "as condições de existência o predispõem bem mais a se deixar corromper por tramas reacionárias". Em língua portuguesa, lumpemproletariado é o nome da "canalha", coletivo constituído pelo submundo destituído de consciência cívica, de princípios éticos, e descomprometido com os objetivos da Nação. É no lumpemproletariado, isto é, na canalha, que corruptos de todas as cores e matizes arrebanham votos por ocasião das eleições, mediante compra, troca ou meras promessas de recompensa.
Na França a canalha, mobilizada pelos intelectuais que se insurgiram contra a monarquia em nome da liberdade e do regime republicano, destronou e guilhotinou Luiz XVI e Maria Antonieta. Na falsa defesa dos mesmos princípios o Tribunal Revolucionário, sob a influência do psicopata assassino Jean-Paul Marat, implantou a ditadura e o terror (1793-1794). Dia após dia, durante negro período da história da França, a turba formada por desordeiros, criminosos e megeras, se acercava da guilhotina e vibrava diante da decapitação dos condenados, entre os quais tombaram Danton, Camille Demollin, Robespierre. Sobre o tema Stanley Loomis escreveu o extraordinário livro "Paris sob o terror", editado em 1965 pela Civilização Brasileira.
O historiador Demétrio Magnoli, em artigo publicado há dias em "O Estado", ao proceder à análise da realidade brasileira, refere-se à "delinquência atávica de uma elite política hostil ao interesse público". A expressão delinquência atávica é perfeita, mas se tornaria melhor se dissesse, ao invés de elite, a canalha.
A América Latina, com algumas exceções, tornou-se o paraíso da canalha, responsável pela entrega do poder a ditadores, oligarcas, velhos coronéis, demagogos e corruptos, que governam países e estados como propriedades particulares.
A tragédia que se abateu sobre o Rio de Janeiro e, em escala menor, desaba anualmente sobre bairros de São Paulo, é responsabilidade da canalha, e não das chuvas. Desde antes de Cristo o homem convive com calor, frio, tempestades e períodos de seca. Os primeiros capítulos de o Velho Testamento relatam a criação do homem, a depravação a que chegou, e como Deus decidiu-se castigá-lo fazendo chover. Do dilúvio só se safaram a família de Noé, sete casais de animais puros, e um par de impuros, abrigados durante quarenta dias no interior da Arca. Chove muito no sudeste do Brasil, entre novembro e dezembro. O erro não está na precipitação pluviométrica, mas na atuação criminosa de quem estimula a derrubada indiscriminada de matas, a devastação da natureza, a construção de moradias em áreas sujeitas a inundações, avalanches e desmoronamentos.
Durante o regime militar (1964-1985), o povo esteve impedido de exercer o direito de escolha dos representantes políticos. Não respondia, assim, pela qualidade dos governantes. Restabelecido o regime democrático, a soberania foi-lhe devolvida, para ser exercida "pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, de igual valor para todos", conforme art. 14 da Constituição.
O regime democrático aparenta certa fragilidade diante da canalha, cuja libertinagem estimula a ascensão de políticos venais. Não há, no exercício de mandato legislativo, ou executivo, quem não haja sido eleito pelo voto. Excelentes valores, como Arthur Virgílio, Tasso Jereissati, Marco Maciel, viram-se, porém, derrotados. Como justificar a despreocupação do Poder diante de urgentes necessidades nacionais, ou a indiferença à desgraça em que vivem os mais humildes, como se vê no Rio de Janeiro?
A explicação está em que a canalha escolhe candidatos mais ou menos segundo o princípio do "rouba, mas faz", ignorante das nobres responsabilidades dos poderes legislativo e executivo, por laços de compadrio, de mera submissão, ou incorrigível tendência à corrupção, conforme alertaram Marx e Engels.
(Advogado, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do TST)

sexta-feira, 11 de março de 2011

PROCESSO SUCESSÓRIO DA SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC

De acordo com o Estatuto da Sociedade Veteranos de 32-MMDC, artigos 34 e 35, será publicado nos próximos dias no Diário Oficial o EDITAL DE CONVOCAÇÃO da Assembléia Geral Eleitoral para 29 de abril de 2011, a realizar-se na sede da Sociedade, RUA ANITA GARIBALDI, 25, com início às 15 horas.
Os senhores associados poderão se candidatar aos cargos de Presidente da Diretoria Executiva, Presidente do Conselho Deliberativo (somente os conselheiros) e Presidente do Conselho Fiscal.
Os interessados deverão procurar o Secretário da Sociedade, CORONEL PM MÁRIO FONSECA VENTURA para proceder as inscrições para os cargos (biênio 7 de julho de 2011 a 2013).