sábado, 28 de maio de 2011

FRANCES DE AZEVEDO - JOVENS MENINOS - DIA DA JUVENTUDE - 23 DE MAIO

JOVENS MENINOS






Oh, jovens idealistas,

À frente das treze listras,

Com ousadia, sem temor,

Avançaram com fervor!



Oh, jovens tão destemidos,

Pela causa, tão unidos,

Com tão pouca munição,

Foram contra a traição!



Oh, jovens iluminados,

Pelo frio transfigurados,

Na matraca, com engenho,

Puseram todo empenho!



Oh, jovens, que no passado,

Neste solo consagrado,

Trocaram a mocidade

Pela fé na liberdade!



Oh, jovens, que na trincheira,

Com vontade verdadeira,

Sem qualquer experiência

Lutaram com pertinência!



Oh, jovens, quase meninos,

Verdadeiros paladinos,

Pela historia consagrados

E por nós nunca olvidados!





Frances de Azevedo

MMDC/SP

Maio/2011.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

CRÔNICA DE MARIANO TAGLIANETTI

Bilhetes avulsos






La nave vá...





Lapidar artigo de IVES GANDRA DA SILVA MARTINS inserto às fls A2 de 17 do andante no jornal “O ESTADO S. PAULO” restabelece a ótica da racionalidade sobre a irracionalidade espalhafatosa adotada pela mídia em relação à infeliz decisão unânime do Supremo Tribunal Federal - STF, sobre a união entre pessoas do mesmo sexo.



Em pleno Século XXI o STF suplantou a racionalidade e retroagiu aos tempos em que o homem diante de sua incapacidade em conhecer melhor os fenômenos da natureza praticou, na vã esperança de livrar-se deles, rituais de lascívia entregando-se ao ateísmo através de crenças politeístas.



Não se trata de simplesmente haver acolhido a “quaestio” com argumentos que a posteridade taxará de ridículos, como os expendidos pelos atuais Ministros, diante da transparente natureza que determina o relacionamento sexual normal entre homem e mulher para continuidade da espécie, mas da irresponsabilidade social para com inocentes que adotados sofrerão a chacota, o escárnio, de seus colegas de infância, em vista do previsível fracasso do governo que não conseguirá impor-se pelo reconhecimento de uma minoria que não traduz o consenso social.



É grave! Há paralelismo com episódio que envolveu o menino Einstein. O professor de religião portando um prego indagou: - estão vendo este prego? - Foi com iguais que os judeus pregaram Jesus Cristo na cruz. Ato conseqüente, todos com idade inferior a dez anos, viraram-se para o menino Einstein e de forma uníssona exclamaram: - judeu assassino! Por toda vida foi tímido...



O mestre Gandra Martins do topo dos seus anos oitenta, observa como o mais idoso de qualquer magistrado brasileiro: - “sem entrar no mérito de ser ou não natural a relação diferente entre um homem e uma mulher daquela entre pessoas do mesmo sexo, quero realçar um ponto que me parece relevante e não tem sido destacado pela imprensa, preocupada em aplaudir a “coragem” do Poder Judiciário de legislar no lugar do “Congresso Nacional” que se teria omitido em “aprovar” os projetos sobre a questão aqui tratada. A questão que me preocupa é esse ativismo judicial, que leva a permitir que um tribunal eleito por uma só pessoa substitua o Congresso Nacional, eleito por 130 milhões de brasileiros, sob a alegação de que, além de Poder Judiciário, é também Poder Legislativo, sempre que considerar que o Legislativo deixou de cumprir as suas funções. Uma democracia em que a tripartição de Poderes não se faça nítida, deixando de caber ao Legislativo legislar, ao Executivo executar e ao Judiciário julgar, corre o risco de se tornar ditadura, caso o Judiciário, dilacerando a Constituição, se atribua o poder de invadir as funções de outro. E, no caso do Brasil, nitidamente o constituinte não deu ao Judiciário tal função. Pois nas “ações diretas de inconstitucionalidade por omissão” impõe ao Judiciário, apesar de declarar a inércia constitucional do Congresso, intimá-lo, sem prazo e sem sanção para produzir a norma. Ora, no caso em questão, a Suprema Corte incinerou o parágrafo 2.º do artigo 103, ao colocar sob sua égide um tipo de união não previsto na Constituição, como se Poder Legislativo fosse, deixando de ser “guardião” do Texto Supremo para se transformar em “Constituinte derivado”. Se o Congresso Nacional tivesse coragem, poderia anular tal decisão, baseado no artigo 49, inciso XI, da Constituição federal, que lhe permite sustar qualquer invasão de seus poderes por outro Poder, contando até mesmo com a garantia das Forças Armadas (artigo 142, “caput”) para se garantir nas funções usurpadas, se solicitar esse auxílio. Num país em que os poderes, todavia, são, de mais em mais, “politicamente corretos”, atendendo ao clamor da imprensa - que não representa necessariamente o clamor do povo -, nem o Congresso terá coragem de sustar a invasão de seus poderes pelo STF nem o Supremo deixará, nesta sua nova visão de que é o principal Poder da República, de legislar e definir as ações do Executivo, sob alegação de que oferta uma interpretação “conforme a Constituição”. A meu ver, desconforme, no caso concreto, pois contraria os fundamentos que embasam a família (pais e filhos) como entidade familiar.”



Seria prolixo aditar mais considerações ao conteúdo deste arrazoado, mesmo porque o objetivo desta coluna é fazer o leitor pensar, todavia é oportuno frisar haver causado espécie o editorial de 07 de maio do andante do jornal “O ESTADO DE S. PAULO”, em regozijo bombástico intitulado “A decisão exemplar do STF”. Decididamente, com certeza, os saudosos MESQUITAS, Julio e Julio filho, jamais com o argumento de que o Brasil é um estado laico trocariam o dia pela noite. Paradoxalmente “la nave vá”...



Mariano Taglianetti – adv. criminalista

e-mail : mtaglianetti@uol.com.br



Semanário Impacto Paraná – 27-05-2.011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

LEMBREMOS DO HERÓI CAPITÃO PM ALBERTO MENDES JUNIOR

ALBERTO MENDES JÚNIOR - 1º Tenente PMESP – SP



Nos dias 16de abril 1970 e 18de abril de 1970 foram presos no Rio de Janeiro, Celso Lungaretti e Maria do Carmo Brito, ambos militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), uma das organizações comunistas que seguiam a linha cubana. Ao serem interrogados os dois informaram que desde janeiro de 1970, a VPR, com a colaboração de outras organizações comunistas, instalara uma área de treinamento de guerrilhas, na região de Jacupiranga, próxima a Registro, no Vale da Ribeira, no Estado de São Paulo, sob o comando do ex-capitão do Exército, Carlos Lamarca.



No dia 19 de abril de 1970, tropas do Exército e da Polícia Militar do Estado de São Paulo foram deslocadas para a área, para verificar a autenticidade das declarações dos dois militantes presos e neutralizar a área, prendendo, se possível, os seus 18 ocupantes.

No início de maio de 1970 uma parte da tropa da Polícia Militar foi retirada da área, permanecendo, apenas, um pelotão. Como voluntário para comandá-lo, apresentou-se um jovem de 23 anos, o Tenente Alberto Mendes Júnior. Com cinco anos de Polícia Militar, o Tenente Mendes era conhecido, entre os seus companheiros, por seu espírito afável e alegre e pelo altruísmo no cumprimento das missões. Idealista, acreditava que era seu dever permanecer na área, ao lado se seus subordinados.

No dia 08 de maio de 1970, sete terroristas, chefiados por Carlos Lamarca, que estavam numa caminhonete, ao pararem num posto de gasolina em Eldorado Paulista, foram abordados por policiais que, imediatamente, foram alvejados por tiros que partiram dos terroristas que ocupavam a caminhonete e que após o tiroteio fugiram para Sete Barras.

Ciente do ocorrido, o Tenente Mendes organizou uma patrulha, que, em duas viaturas, dirigiu-se de Sete Barras para Eldorado Paulista. Cerca das 21:00 horas, houve o encontro com os terroristas que estavam armados com fuzis FAL enquanto que os PMs portavam o velho fuzil Mauser modelo 1908. Em nítida desvantagem bélica, vários PMs foram feridos e o Tenente Mendes verificou que diversos de seus comandados estavam necessitando urgentes socorros médicos.



Um dos terroristas, com um golpe astucioso, aproveitando-se daquele momento psicológico, gritou-lhes para que se entregassem. Julgando-se cercado, o oficial aceitou render-se, desde que seus homens pudessem receber o socorro necessário. Tendo os demais componentes da patrulha permanecido como reféns, o Tenente levou os feridos para Sete Barras.

De madrugada, a pé e sozinho, o Tenente Mendes buscou contato com os terroristas, preocupado que estava com o restante de seus homens.

Encontrou Lamarca que decidiu seguir com seus companheiros e os prisioneiros para Sete Barras. Ao se aproximarem dessa localidade foram surpreendidos por um tiroteio, ocasião em que dois terroristas Edmauro Gopfert e José Araújo Nóbrega desgarraram-se do grupo e os cinco terroristas restantes embrenharam-se no mato, levando consigo o Tenente Mendes. Depois de caminharem um dia e meio na mata, os terroristas e o Tenente pararam para descansar. Nesta ocasião Carlos Lamarca, Yoshitame Fugimore e Diógenes Sobrosa de Souza afastaram-se e formaram um tribunal revolucionário que resolveu assassinar o Tenente Mendes, pois o mesmo, pela necessidade de vigiá-lo, retardava a fuga. Os outros dois Ariston Oliveira Lucena e Gilberto Faria Lima ficaram vigiando o prisioneiro.

Poucos minutos depois, os três terroristas retornaram, e, acercando-se por traz do Oficial, Yoshitame Fugimore desfechou-lhe violentos golpes na cabeça, com a coronha de um fuzil. Caído e com a base do crânio partida, o Tenente Mendes gemia e se contorcia em dores. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça ensangüentada, o Tenente Mendes foi enterrado.



Em 08/09de 1970, Ariston Lucena foi preso pelo DOI/CODI/IIEx e apontou, no local, onde o Tenente estava enterrado. Seu corpo foi exumado, em segredo, pelos agentes do DOI, pois os companheiros do Tenente queriam linchar Ariston. Dos cinco assassinos do Tenente Mendes, sabe-se que:

Carlos Lamarca morreu na tarde de 17/09/71, no interior da Bahia, durante tiroteio com o DOI/CODI/6ª RM;

Yoshitame Fugimore, morreu em 05/12de 1970, em São Paulo, durante tiroteio com o DOI/CODI/IIEx;

Diógenes Sobrosa de Souza, preso em 12/12de 1970, no RS. Em novembro de 71 foi condenado à pena de morte (existia na época esta punição para os terroristas assassinos, que nunca foi usada). Em fins de 1979, com a anistia foi libertado;

Gilberto Faria Lima, fugiu para o exterior.

Ariston Lucena, após a anistia foi libertado e teria se suicidado, recentemente, no RS.

Observação: Embora Carlos Lamarca tenha desertado no posto de capitão, por lei especial, sua família recebe a pensão de coronel.

Todas as famílias dos terroristas assassinos, inclusive a de Carlos Lamarca receberam uma grande indenização em dinheiro.

O Tenente Mendes, promovido após sua morte, por bravura, ao posto de capitão, deixou para sua família a pensão relativa a esse posto. Sua família , que nunca ganhou nenhuma indenização dos governos federal e estadual, tem problemas psicológicos até hoje. Seus pais não se conformam em ter único filho sido assassinado de forma brutal pelos terroristas.

Artigo escrito por um companheiro nosso.



CARVALHO



O GRUPO GUARARAPES REPASSA O DOCUMENTO ACIMA PARA QUE A COMISSÃO DA VERDADE COLOQUE NA CADEIA BANDIDOS E TERRORISTAS.

SÓ QUEREMOS JUSTIÇA.

GRUPO GUARARAPES

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O UNIVERSO DO POETA PAULO BOMFIM

O UNIVERSO DO POETA PAULO BOMFIM


O Palácio do Horto, residência de verão do Governador do Estado de São Paulo desde 1949, está localizado no coração de uma das mais importantes florestas nativas urbanas do mundo. Seu jardim de árvores centenárias abriga diversas espécies de animais, como tucanos, macacos, garças e capivaras.



Este santuário ecológico acolhe uma edificação construída na década de 1930, que apresenta uma fachada em estilo marcadamente neocolonial acrescida de elementos e detalhes arquitetônicos das casas de campo européias. Seu interior conserva mobiliário, louçaria, objetos artísticos e pinturas que integram o Acervo Artístico-Cultural dos Palácios.

Assim como o Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão, e o Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, este patrimômnio, além de sua função residencial é, também, desde 2008, um espaço que cumpre seu papel de museu aberto ao público, preservando e valorizando as coleções por meio de exposições.

Sendo esta uma casa-museu, seus ambientes estão decorados conforme o cotidiano de uma residência. Na sala de jantar, estão reunidas louças que formam um serviço de mesa composto de peças de porcelana. Na parte superior da casa, alguns dormitórios registram a riqueza estética dos móveis e objetos produzidos a partir do século XVIII.

O universo de relações pessoais e afetivas do “príncipe dos poetas brasileiros”, Paulo Bomfim, estará em exposição a partir do dia 21 de maio até 14 de agosto de 2011, com objetos, documentos e fotografias do acervo pessoal do artista, além de 25 obras que integram a coleção de Arte Moderna do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo de São Paulo, órgão vinculado à Secretaria da Casa Civil.



Companheiros do Conselho Cívico

Repasso a todos as fotos da abertura da exposição "O Universo do Poeta", constantes do site oficial do poeta Paulo Bomfim, que se realizou no Palácio do Horto. A exposição vai até o mes de agosto. Vale muito a pena comparecer, não só pela exposição em si que está maravilhosa, mas pelo belo passeio ao local, aproveitando para respirar o ar puro da serra da Cantareira!



http://www.paulobomfim.com/Palcio-do-Horto---SP.html



Saudações,



Pedro Paulo.





PAULO BOMFIM

O UNIVERSO DO POETA

Exposição no Palácio do Horto

21 de maio a 14 de agosto de 2011

Horário de visita: de quarta a domingo,

das 9 às 15 horas (de hora em hora).

Palácio do Horto - Rua do Horto, 931 - Horto Florestal - São Paulo/SP

Entrada Franca. É necessário agendamento no site para grupos acima de 10 pessoas (tel: 2193-8282 - e-mail: monitoria@acervo.sp.gov.br)

Exposição produzida pela equipe da Curadoria do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios.

domingo, 22 de maio de 2011

CONSTITUIÇÃO "CONFORME" O STF

A Constituição "conforme" o STF




IVES GANDRA DA SILVA MARTINS



Penso que o ativismo judicial fere o equilíbrio dos Poderes e torna o Judiciário o mais relevante, substituindo aquele que reflete a vontade da nação



Escrevo este artigo com profundo desconforto, levando-se em consideração a admiração que tenho pelos ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, alguns com sólida obra doutrinária e renome internacional. Sinto-me, todavia, na obrigação, como velho advogado, de manifestar meu desencanto com a sua crescente atuação como legisladores e constituintes, e não como julgadores.

À luz da denominada "interpretação conforme", estão conformando a Constituição Federal à sua imagem e semelhança, e não àquela que o povo desenhou por meio de seus representantes.

Participei, a convite dos constituintes, de audiências públicas e mantive permanentes contatos com muitos deles, inclusive com o relator, senador Bernardo Cabral, e com o presidente, deputado Ulysses Guimarães.

Lembro-me que a ideia inicial, alterada na undécima hora, era a de adoção do regime parlamentar. Por tal razão, apesar de o decreto-lei ser execrado pela Constituinte, a medida provisória, copiada do regime parlamentar italiano, foi adotada.

Por outro lado, a fim de não permitir que o Judiciário se transformasse em legislador positivo, foi determinado que, na ação de inconstitucionalidade por omissão (art. 103, parágrafo 2º), uma vez declarada a omissão do Congresso, o STF comunicasse ao Parlamento o descumprimento de sua função constitucional, sem, entretanto, fixar prazo para produzir a norma e sem sanção se não a produzisse.

Negou-se, assim, ao Poder Judiciário, a competência para legislar.

Nesse aspecto, para fortalecer mais o Legislativo, deu-lhe o constituinte o poder de sustar qualquer decisão do Judiciário ou do Executivo que ferisse sua competência.

No que diz respeito à família, capaz de gerar prole, discutiu-se se seria ou não necessário incluir o seu conceito no texto supremo -entidade constituída pela união de um homem e de uma mulher e seus descendentes (art. 226, parágrafos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º)-, e os próprios constituintes, nos debates, inclusive o relator, entenderam que era relevante fazê-lo, para evitar qualquer outra interpretação, como a de que o conceito pudesse abranger a união homossexual.

Aos pares de mesmo sexo não se excluiu nenhum direito, mas, decididamente, sua união não era -para os constituintes- uma família.

Aliás, idêntica questão foi colocada à Corte Constitucional da França, em 27/1/2011, que houve por bem declarar que cabe ao Legislativo, se desejar mudar a legislação, fazê-lo, mas nunca ao Judiciário legislar sobre uniões homossexuais, pois a relação entre um homem e uma mulher, capaz de gerar filhos, é diferente daquela entre dois homens ou duas mulheres, incapaz de gerar descendentes, que compõem a entidade familiar.

Este ativismo judicial, que fez com que a Suprema Corte substituísse o Poder Legislativo, eleito por 130 milhões de brasileiros -e não por um homem só-, é que entendo estar ferindo o equilíbrio dos Poderes e tornando o Judiciário o mais relevante dos três, com força para legislar, substituindo o único Poder que reflete a vontade da totalidade da nação, pois nele situação e oposição estão representadas.

Sei que a crítica que ora faço poderá, inclusive, indispor-me com os magistrados que a compõem. Mas, há momentos em que, para um velho professor de 76 anos, estar de bem com as suas convicções, defender a democracia e o Estado de Direito, em todos os seus aspectos, é mais importante do que ser politicamente correto.

Sinto-me como o personagem de Eça, em "A Ilustre Casa de Ramires", quando perdeu as graças do monarca: "Prefiro estar bem com Deus e a minha consciência, embora mal com o rei e com o reino".



IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 76, advogado, professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e da Escola Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio.

sábado, 14 de maio de 2011

SOLENIDADE NA REGIÃO LESTE - 79º ANIVERSÁRIO DO DIA DA JUVENTUDE

“SÃO PAULO FORTE, PARA UM BRASIL UNIDO”


SOCIEDADE VETERANOS DE 32 - M.M.D.C.



(Reconhecida de Utilidade Pública pela Lei Estadual Nº 5.530 de14/01/1960 e Decreto Municipal Nº 8.790 de 23/05/1970

Rua Anita Garibaldi, 25 - Fones: - Fax 3105-8541 - CEP. 01018-020 - SÃO PAULO - SP

MMDC 29°BPM/M – Região Leste / SP

Evento do Dia 13 de Maio de 2011 no CEU Vl Curuçá com início às 09:00h

Roteiro do Mestre de Cerimônia

(Abertura:)

Sociedade Veteranos de 32 – MMDC

MMDC – 29º BPM/M – Região Leste / SP

Polícia Militar do Estado de São Paulo

29º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano

Cerimônia alusiva a comemoração do 79 aniversário do Dia da Juventude Constitucionalista, outorga das Medalhas: Mérito da Academia Brasileira de Medalhística Militar; medalhas Solar dos Andradas e Patriarca da Independência da Sociedade Amigos do CPOR/SP; Medalhas Pacificador e Sentinela da Paz da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU e outorga das Medalha MMDC e Medalha Constitucionalista, da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC.

Senhoras e Senhores, bom dia!

O MMDC 29º BPM/M – Região Leste / SP, da Sociedade Veteranos de 32, criado em 14 de julho de 2007, com imensa felicidade organiza esta reunião para relembrarmos o evento mais importante para a história do Estado de São Paulo, e um dos mais significativos para a nossa Nação, onde um povo lutou pela defesa do Estado Democrático de Direito, exigindo do seu governante a elaboração da Constituição Federal. Este marco histórico que ficou conhecido como a Revolução Constitucionalista de 1932, teve os seus mártires que foram os 04 (Quatro) estudantes, Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, cuja iniciais formam a sigla MMDC e complementam a denominação da Sociedade Veteranos de 32. Quatro jovens que com o sacrifício da própria vida no dia 23 de maio de 1932 tombaram em defesa do ideal democrático e em cuja memória foi instituído o Dia da Juventude Constitucionalista.



Canto do Hino Nacional Brasileiro

Convidamos aos presentes cuja sua condição física permita que se postem de pé para que junto entoemos o Hino Nacional Brasileiro. Música de Francisco Manuel da Silva e letra de Jaoaquim Osório Duque Estrada



Apresentação do Filme-documentário sobre a Revolução Constitucionalista de 32

Como forma de divulgação e aprendizado, exibiremos agora um documentário sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, para que os que já assistiram relembrem o que de fato ocorreu naquela epopéia histórica, e os que vão assistir pela primeira vez, se sintam orgulhosos por ser um cidadão paulista, e principalmente por ser cidadão brasileiro, vivendo em um Estado Democrático de Direito, regido por uma Constituição, graça a ação heróica ombro a ombro de seus antepassados, unindo homens e mulheres, jovens e idosos, doutores e operários, indistintamente.



Palavras do Presidente da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC

Agora teremos a oportunidade ímpar de ouvir as palavras do Presidente da Sociedade Veteranos 32 – MMDC, Capitão Reformado do Exército Brasileiro e combatente da Revolução de 1932, Sr Gino Struffaldi.



Entrada do Pavilhão Nacional

Neste momento, solicitamos aos presentes cuja condição física o permita para que fiquem de pé em sinal de respeito para a entrada do Pavilhão Nacional conduzido pelo Aspirante Oficial PM que ocupará posição de destaque.



(Anúncio da Saída dos alunos, para prosseguirem em suas atividades normais no CEU Curuçá)

Anúncio: da “Banda do Ten PM Evaristo – Cmt da 4ª Cia do 29° BPM/M que em conjunto com o cantor profissional Dr. Radamés – Dentista do 29° BPM/M”  estão abrilhantando o evento com apresentação musical ao vivo



A fim de abrilhantar mais este evento, antes das outorgas das Medalhas MMDC e Constitucionalista da Sociedade Veteranos de 32, faremos a outorga das seguintes medalhas:



a) Outorga da Medalha Ordem do Mérito ABRAMMIL grau Cavaleiro:

A Medalha “Ordem do Mérito no Grau Cavaleiro” destina-se, precipuamente, a galardoar, exteriorizando o reconhecimento, às personalidades cujas ações tenham significativamente contribuído ou venham a contribuir para o bom desenvolvimento ou estreitamento das relações entre civis e militares, concorrendo para a melhor integração da sociedade, bem como a todos que contribuem com o civismo, patriotismo e ideais de democracia, liberdade e amor a legalidade, através do apoio às Forças de Segurança Pública do Brasil, dos quais, tenham se tornado dignos de tal DISTINÇÃO.

Convocação das pessoas (padrinhos/madrinhas) que prestarão as homenagens

Convocamos o:

1. Ten Cel PM Roberto Fernandes – Cmt do 29º BPM/M,

2. Maj PM Walter Castro Garcia – Coord Op do 29º BPM/M,

3. 1º Ten PM Luciano Carvalho de Faria – Ch da Seç de Operações e Planejamento do 29º BPM/M, e

4. 1º Ten PM Natanael Soares dos Santos – Cmt da Cia Força Tatica do 29° BPM/M.

(Recebimento da Comenda - Convocação dos agraciados: )

Agora passaremos a convocação dos 14 agraciados, no qual o militar de maior patente comandará a continência ao pavilhão nacional

Convidamos as seguintes personalidades:

- Exmº Dr. Des. SERGIO ANTONIO RIBAS – Tribunal Justiça São Paulo

- CAP REF EB GINO STRUFFALDI – Pres Soc Veteranos de 32

- CEL PM ANTONIO CARLOS MENDES – Diretor Soc Veteranos de 32

- CEL PM MÁRIO FONSECA VENTURA – Diretor Soc Veteranos de 32

- CEL PM LUIZ MASSAO KITA – Subprefeito de São Miguel Paulista

- CEL PM JOÃO DOS SANTOS DE SOUZA – Subprefeito Itaim Paulista

- CEL PM ROBERTO DE JESUS MORETTI - Cmt CPA/M-4

- TEN CEL PM JOÃO ABNER NOSSA - Cmt 2ºBPM/M

- Dr. FABIO DAL MAS - Delegado Titular da 2ª DIVECAR

- PROFº ISAIAS PEREIRA DE SOUZA – Diretor Regional Educação S.Miguel Pta

- SR. MARCELO BOER – Presidente da SOAMI

- SR. GILBERTO BORJA PINTO – Dir Liquigás da Vl Curuçá

- 1º TEN PM EDSON OZÓRIO DE MELO – SJD do 29º BPM/M

- 2º TEN PM JOSÉ GOMES DE ARAUJO FILHO – Cmt Fça Ptr do 48º BPM/M

Continência ao Pavilhão Nacional

Agora teremos a Continência ao Pavilhão Nacional com a voz de comando proferida pelo Sr. - CAP REF EB GINO STRUFFALDI – Presidente Sociedade Veteranos de 32

(APLAUSOS...)

Convidamos aos agraciados, padrinhos e madrinhas para que retornem aos seus locais de origem





b) Outorga de Medalhas da SOAMI: Sociedade Amigos do CPOR/SP

A referida Medalha foi instituida pela Sociedade Amigos do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, a qual tem por objetivo difundir conceitos doutrinários ou culturais relacionados com desenvolvimento e progresso do Brasil, sobretudo no que diz respeito a assuntos da Força Terrestre.



Convocação das pessoas (padrinhos/madrinhas) que prestarão as homenagens

Convocamos os senhores:

1. - SR. MARCELO BOER – Presidente da SOAMI,

2. - SR. MOACYR ______________________ – Diretor da SOAMI (Soc Amigos CPOR/SP),

3. 1º Ten PM Natanael Soares dos Santos – Cmt da Cia Força Tatica do 29° BPM/M.

(Recebimento da Comenda - Convocação dos agraciados: )

Agora passaremos a convocação dos 12 agraciados, no qual o militar de maior patente comandará a continência ao pavilhão nacional

Convidamos as seguintes personalidades:

- TEN CEL PM ROBERTO FERNANDES – Cmt 29º BPM/M  Medalha Patriarca da Independência

- MAJ RES PM MILTON BUENO PINHEIRO  “Colar” da SOAMI

- CAP PM ALEXANDRE BUENO PINHEIRO – Cmt da 3ª Cia 29º BPM/M  “Colar” da SOAMI

- CAP PM FABIANO GOMES PEREIRA – Cmt 1ª Cia 29º BPM/M Medalha Patriarca da Independência

- 1º TEN PM LUCIANO CARVALHO DE FARIA – Cmt Cia FT 29º M  Medalha Patriarca Independência

- 1º TEN PM SHEILA CRISTINA DA CUNHA – Ch Seç Rel Públ CPA/M-4 Medalha Solar dos Andradas

- CB PM JAIR SILVA SANCHES – 4ª Cia do 29º BPM/M Medalha Solar dos Andradas

- CB PM ROSALIN DIAS PRIMO – 4ª Cia do 29º BPM/M  Medalha Solar dos Andradas

- CB PM THAÍS ANDRÉA PRIMO ZENELATTO – FT do 29º BPM/M  Medalha Solar dos Andradas

- SD PM VANDERLEI DA CONCEIÇÃO LIMA- 29º BPM/M  Medalha Solar dos Andradas

- SD PM NAIRAN RICARDO OLIVEIRA SANTOS – 4ª Cia do 29º BPM/M  Medalha Solar dos Andradas

- SD PM MARCIA LUSVARDI BELTRAN – UIS do 29° BPM/M Medalha Solar dos Andradas



(Recebimento da Comenda)

Continência ao Pavilhão Nacional

Agora teremos a Continência ao Pavilhão Nacional com a voz de comando proferida pelo Sr. - TEN CEL PM ROBERTO FERNANDES – Cmt 29º BPM/M

(aplausos)...

Convidamos aos agraciados, padrinhos e madrinhas para que retornem aos seus locais de origem





c) Outorga de Medalhas: Pacificador e Sentinela da Paz da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU

As medalhas Pacificador e Sentinela da Paz são outorgadas aos agraciados que apóiam e contribuem com os ideais de Pacificação às hostilidades, em países que na maioria das vezes não há um estado democrático de direito, necessitando-se de Forças de Emergência da ONU para atuar naquele país, até que a ordem e convivência pacífica entre os cidadãos seja restabelecida.



Convocação das pessoas (padrinhos/madrinhas) que prestarão as homenagens

Convocamos os senhores:

1. - SR. Walter Mello – Presidente da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU,

2. - SR. 2° Ten PM José Filho – Diretor de Relações Públicas da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU

(Recebimento da Comenda - Convocação dos agraciados: )

Agora passaremos a convocação dos 02 agraciados, no qual o militar de maior patente comandará a continência ao pavilhão nacional

Convidamos as seguintes personalidades:

- CAP PM CARLOS HENRIQUE LUCENA FOLHA Medalha Mérito dos Pacificadores; e

- 1° TEN PM CARLOS DIAS MALHEIRO  Medalha Sentinela da Paz

(Recebimento das Comendas)

Agora teremos a Continência ao Pavilhão Nacional com a voz de comando proferida pelo Sr._______

(aplausos)...

Convidamos aos agraciados para que retornem ao seus locais de origem





Agora vamos passar para o momento do auge desta cerimônia.

d) Outorga das Medalha MMDC e Medalha CONSTITUCIONALISTA

No dia 23 de maio de 1932, como os senhores e senhoras acompanharam no documentário exibido, quatro jovens estudantes, Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo deram suas vidas em defesa de um ideal defendido por um povo e se tornaram mártires da Revolução Constitucionalista de 1932. Para homenageá-los foi idealizada pela Sociedade Veteranos de 32, a Medalha MMDC, a qual foi instituida pelo Decreto Estadual Nº 40.087, de 14 de maio de 1962.

Assim, a Medalha MMDC foi criada com fim de galardoar pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras, que, por seus méritos e relevantes serviços prestados a São Paulo e ao culto da Revolução Constitucionalista de 1932, se tenham tornado dignas de especial distinção.

É, portanto, uma Medalha definitiva, pois perpetuará a gratidão e o reconhecimento, para todo o sempre, dos que cumpriram essa jornada cívica para com aqueles que, hoje e no futuro, continuarem abraçando os mesmos ideais de democracia, liberdade e amor a legalidade pelos quais se bateram os Veteranos de 32.



Convocação das seguintes personalidades que realizarão o agraciamento:

1.Capitão Reformado do Exército Brasileiro e Combatente de 32, Senhor Gino Struffaldi, Presidente da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC

2.Coronel da Reserva PM Carlos Antônio Mendes, Vice – Presidente da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC

3.Coronel da Reserva PM Mário Fonseca Ventura, 1º Secretário da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC

4.Cel PM ROBERTO DE JESUS MORETTI – Cmt do CPA/M-4;

5.Ten Cel Roberto Fernandes – Cmt do 29º BPM/M;

6.- CEL PM LUIZ MASSAO KITA – Subprefeito de São Miguel Paulista

7.- CEL PM JOÃO DOS SANTOS DE SOUZA – Subprefeito Itaim Paulista

8.- TEN CEL PM JOÃO ABNER NOSSA - Cmt 2ºBPM/M

9.- 1º Tenente PM Natanael Soares dos Santos – Cmt da Cia Força Tática do 29° BPM/M;

Convocação dos agraciados:

Agora passaremos a convocação dos primeiros 18 agraciados, no qual o militar de maior patente comandará a continência ao pavilhão nacional

Convidamos as seguintes personalidades:



-Ten Cel AV MARCO ANTONIO GONÇALVES - Medalha Constitucionalista

-Ten Cel AV SÉRGIO HENRIQUE GONÇALVES - Medalha Constitucionalista

-Major PM WAGNER RODRIGUES - Medalha Constitucionalista

- CAP CORVETA RAFAEL BURLAMAQUE – Oficial da Marinha do Brasil

- MAJ AVIADOR JOSÉ RICARDO MATOS GOMES DA CUNHA – IV COMAR

- MAJ PM CARLOS ALBERTO PROTTI – S Cmt do 29º BPM/M

- MAJ PM WALTER CASTRO GARCIA – Coord Op do 29º BPM/M

- CAP PM DJALMA LUCIO SALGADO PINTO – Ch Seç Comunic Social do 29º BPM/M

- Capitão PM LUIZ CLAUDINEI NUNES PAULO – Medalha Constitucionalista

- CAP PM MOHAMAD KASSEM EL TURK – Cmt 3ª Cia do 39º BPM/M

- CAP PM ROBSON SILVA DA CRUZ – Cmt da Cia Força Tática do 39º BPM/M

- 1º TEN DENT PM RADAMÉS CATULLO BERNI NETO – Oficial Dentista do 29º BPM/M

- 1º Ten PM RAFAEL DE OLIVEIRA PINTO PAVANI - Medalha MMDC

- 1º TEN MÉD PM JULIANA PINOT GONÇALVES – Ch Oficial Médica da UIS do 29º BPM/M

- 1º TEN PM ADRIANO MARCOS RONDELLO – Cmt 1º Gp Bombeiros de Vl Mariana

- 1º TEN PM EDUARDO CASAGRANDI MANSOLDO FILHO – Cmt 3º Gp Bombeiros

- 2º TEN PM HARRISSON SOUZA – Cmt Fça Ptr do 29º BPM/M

- 2º TEN PM ADRIANO OLEARI BIANCHINI - Cmt Fça Ptr do 29º BPM/M

(Recebimento das Comendas)

Agora teremos a Continência ao Pavilhão Nacional com a voz de comando proferida pelo Sr._______

(aplausos)...

Convidamos aos agraciados para que retornem ao seus locais de origem



Agora passaremos a convocação dos dermais agraciados, no qual o militar de maior patente comandará a continência ao pavilhão nacional

Convidamos as seguintes personalidades:

- ASP OF PM LUAN GUERREIRO PEREIRA – Cmt Fça Ptr do 29º BPM/M

- ASP OF PM PEDRO NUNES DE SOUZA FILHO – Cmt Fça Ptr do 29º BPM/M

- ASP OF PM ANDRÉ HIDEKI DE ANDRADE MOROTA - Cmt Fça Ptr do 29º BPM/M

- 1º SGT PM CLAUDIO JOSÉ DE MACEDO - Enc da SJD da 1ª Cia do 29º BPM/M

- 2º SGT PM IRINEU RODRIGUES LIRA FILHO – Enc da SJD do 29º BPM/M

- 2º SGT PM JOSÉ RICARDO YAMAUTHI MINATO DA SILVA –Enc Seç Planjto/Operç 29º M

- 2º SGT PM DOUGLAS DEVUS – Cmt de Equipe de Força Tática do 29º BPM/M

- 2º Sgt PM ANA MARIA MAIROS DE ALENCAR DORES - Medalha Constitucionalista

- 3º SGT PM LEONEL PEREIRA SANCHES – Cmt Gp Ptr da 2ª Cia do 29º BPM/M

- CB PM ALEX DA SILVA LEITE – motorista de Equipe de Força Tática do 29º BPM/M

- CB PM DARCI MARIA DOS SANTOS – Adjutora Secretária do Cmt do 29º BPM/M

- SD PM MARCO AURELIO AVANZIO – Radio-Patrulheiro da 1ª Cia do 29º BPM/M

- SD PM ADILSON DIAS ISRAEL – Encarregado de Eq de Ronda Escolar da 2ª Cia do 29º BPM/M

- SD PM EDUARDO DO PRADO DE FREITAS – Radio-Patrulheiro da 3ª Cia do 29º BPM/M

- SD PM MARINEI MATOS DE SOUZA – Radio-Patrulheira da 3ª Cia do 29º BPM/M

- SD PM ALEXANDRE CASSIANO DE SOUZA JUNIOR – Radio-Patrulheiro da 4ª Cia do 29º M

- Sd PM WANDER CHALUB DE OLIVEIRA - Segurança da APMTJ – Medalha MMDC

- (SR. GUSTAVO ) ora representando o Sr.SIDNEY FRANCESCHINI – Dir Tes SOAMI

- SR. VICTOR AUGUSTO DA FONTE SANCHES – Sec SOAPE (Soc Amigos PE)

Agora teremos a Continência ao Pavilhão Nacional com a voz de comando proferida pelo ASP OF PM GUERREIRO

Convidamos aos agraciados para que retornem ao seus locais de origem

(a p l a u s o s)...



Retirada do Pavilhão Nacional



Palavras finais da mais alta autoridade

Convidamos ao Exmº Sr. _________________________________ para que venha a frente em local de destaque, e, proceda a um discurso sobre a Comemoração alusiva a esta data

... ... ...



Distribuição de “Placas Eméritas de Reconhecimento” aos Colaboradores/Patrocinadores (obs.: oferta de no máximo 3 buquês às esposas)

Convidamos a se postarem à frente em local de destaque, os nossos digníssimos colabores que são parceiros da Policia Militar e apóiam as Forças de Segurança Públicas do Brasil, para que recebam uma singela lembrança para materializar todo seu esforço de colaboração neste momento do evento:

- GILBERTO BORJA PINTO - Liquigás

- PE GERALDO ANTONIO RODRIGUES – Diocese de São Miguel

- PAULO ROGÉRIO GONÇALVES – Tabacaria Lee

- ADENÉIA CARVALHO SANTANA – Colégio Tobias de Aguiar

- CAP RES EB Comendador HILÁRIO LABAT UCHOA – Votorantim Metais/Nitroquimica

- CLAUDIONOR CORREA LEÃO – Maçonaria e CONSEG S Miguel

- ROBERTO GARCIA GOUDINHO – Gráfica e Editora Calex

- CLAUDINEI DOS SANTOS FRAGA – Mecânica Claudinei Automóveis

- JOÃO LUIS ALVES BIZERRA – EJ Comunicação

- FERNANDO LUIZ BARDUCHI – Loja de Automóveis Barduchi

- LEVI DE OLIVEIRA – Levis Auto Center

- FRANCISCO DE ASSIS MAGOS – “FRAN – Imports Funilaria e Pintura”

- GILBERTO DANIEL – Gil do Gas

- GILBERTO DANIEL JUNIOR “Betinho” - Gil do Gas

- EDUARDO LEGEAT NASCIMENTO – Ford Avante

- CARLOS EDUARDO DA PONTE BRAZÃO – Ford Avante

- MIRO FLAVIO DAS DORES – Mecânica - câmbio

- JORGE DE JESUS – Henricar

- HENRIQUE NEVES OLIVEIRA – HP Automarcas Veículos

- LOURIVAL LUIZ DE SOUZA – Turmalina Veículos

- DANIEL KOTH – Shop Car

- DONIZETE APARECIDO ALCANTARA DO AMARAL – “Donicar – Funilaria e Pintura”

- VALMOR MORGAN – Castor Materiais Construção

- IVAN LUIZ DA SILVA – Loja de Automóveis Nosso Carro

- NEILTON VIEIRA DE ALMEIDA “Nei”

- LEOVALDO TRINDADE DA SILVA

- JOSE CARLOS DE JESUS COSTA







Homenagem aos 4 Cmts com Distribuição de Placas Alusivas ao Evento e Buquês de Flores às suas esposas/acompanhantes:

Convidamos a se postarem à frente em local de destaque no palco do auditório, os nossos digníssimos Comandantes e também às suas esposas e acompanhantes se estiverem presentes, o Sr. CEL PM ROBERTO DE JESUS MORETTI - Cmt do CPA/M-4 (e sua esposa _________________); o Sr. - TEN CEL PM ROBERTO FERNANDES – Cmt 29º BPM/M e sua esposa Dna Eliana e filhas Amanda e Roberta; o Sr. MAJ PM CARLOS ALBERTO PROTTI – S Cmt do 29º BPM/M; e o Sr. MAJ PM WALTER CASTRO GARCIA – Coordenador Operacional do 29º BPM/M (e sua esposa ____________________)



Neste momento também queremos materializar em nome de todos os Policiais Militares e demais personalidades da Comunidade presente, a tão nobre e grandiosíssima contribuição que estes Comandantes têm dado em prol da causa pública, ora até sacrificando o bom convívio de seus familiares, vindo ao Quartel para resolverem questões relacionadas à Segurança em bem servir e proteger a todos os cidadãos da Comunidade, ora nas madrugadas, ora nos fins de semana, sendo certo que tal mister de sacrifício não poderia deixar de ser lembrado e enaltecido por tão brilhantes comandantes que estão aqui presentes que tem demonstrado alto grau de COMPROMETIMENTO com sua tropa e sua comunidade, bem como também enaltecemos às suas esposas e familiares que sempre dão o tão necessário apoio em tão difícil missão, que é servir e proteger primeiramente ao próximo em detrimento muitas vezes do sacrifício dos próprios entes queridos. Parabéns às esposas, filhas, familiares destes comandantes.

Convidamos o 1º Ten PM Natanael, o 1º Ten Luciano, e o Sd Lima para procederem às entregas das Placas e Buquês.

Entrega das Placas Eméritas de Reconhecimento aos: Cel PM Moretti, Ten Cel PM Roberto Fernandes, Maj Protti e Maj PM Walter

Entrega de Buquê de Flores às esposas ou acompanhantes.

OBS.: Entregar BUQUÊ Flores  MARINEI: Secretaria da sede do MMDC



PALAVRAS DE AGRADECIMENTO: Sd PM Lima (22 anos atuando no Policiamento na região)



Encerramento

Convidar as autoridades para tomar uma água e café na Sala VIP; e todos os demais dignitários e convidados para um banquete servido pelo Buffet Brunna’s aos fundos do auditório, saindo pela porta lateral à direita de quem olha para o palco, no salão nobre que fica ao lado das piscinas do CEU Curuçá.



natanaelss@policiamilitar.sp.gov.br (cerimonial) F: 7758-5312

quarta-feira, 11 de maio de 2011

41º ANIVERSÁRIO DO ASSASSINATO DO CAPITÃO PM ALBERTO MENDES JÚNIOR - DISCURSO DO CORONEL PM JOSIAS SAMPAIO LOPES

DISCURSO DO CEL PM JOSIAS SAMPAIO LOPES


10/05/2011 – 16 horas



Indicado novamente para falar pela Turma Tiradentes, nesta data 10 de maio de 2011, em que se reverência a vida do nosso saudoso Herói Capitão PM Alberto Mendes Júnior, expresso a minha emoção, gratidão por ter a oportunidade de manifestar-me, de fazer um testemunho sobre a nossa convivência na atividade operacional e a sua vida na Corporação.



Aproximadamente nos 2 (dois) últimos meses do Curso de Formação de Oficiais (CFO), aproveitávamos as 4ª feiras as quais éramos liberados às 13 horas e visitamos algumas Unidades da Corporação a fim de podermos efetuar a escolha para classificação ao término do Curso.



Escolhemos o então Batalhão de Presídios, o 15º BP e fomos atendidos.



O ano de 1.969, particularmente no Estado de São Paulo, havia se iniciado com um grande número de atos terroristas, ou seja, ataques a Quartéis, viaturas policiais, assaltos a bancos, etc. e neste quadro durante uma noite do final de maio de 1969 ocorreu uma invasão terrorista ao 15º BP tendo como resultado a morte de um soldado PM sentinela das armas e o auxiliar vitima de diversos tiros de metralhadora, foi reformado por incapacidade física e por este motivo o nosso período de estágio como Aspirante foi reduzido a fim de sermos logo apresentados ao então Batalhão de Presídios (15º BP).



Como todos os colegas de turma sabem o nosso Ten Mendes era possuidor de espírito jovial e alegre. Captou desde o começo a amizade de todos aqueles com que teve a oportunidade de privar, particularmente em nosso Batalhão o 15º BP. Era o alegre “PORTUGUÊS”, “TIGUEIS”, como era chamado pelos colegas, sempre sorridente, dedicava-se com denodo esforço ao serviço, desempenhando sempre com galhardia as missões que lhe eram confiadas.



Com estas qualidades foi escolhido e movimentado para o 1º Batalhão “Tobias de Aguiar” em 06 de fevereiro de 1.970.



Em fins de abril de 1970 era descoberto um foco de terroristas no Litoral Sul. Tropas do Exército Brasileiro, da FAB, Marinha e Polícia Militar do Estado de São Paulo, deslocaram-se para aquela região. Foi o 1º Batalhão "TOBIAS DE AGUIAR" designado pelo Comando Geral da Polícia Militar, para prestar apoio à Tropa da Companhia Independente sediada na Cidade de Registro.



Para lá seguiu o Tenente MENDES no comando de um pelotão, juntamente a outro efetivo comandado por outro Oficial, todos sob o comando do Capitão PM Carlos de Carvalho. Após uma semana naquela cidade, recebeu o Capitão ordens para regressar com um dos pelotões para São Paulo, deixando em Registro apenas um, comandado por um dos Oficiais. Não houve escolha, pois o Tenente MENDES apresentou-se e solicitou para que permanecesse, demonstrando mais uma vez sua dedicação ao serviço.



Na noite de 08 de maio de 1970, noite do dia das mães, aproximadamente às 21:00 horas, Carlos Lamarca e mais seis militantes emboscaram cerca de 20 homens do Pelotão Comandado pelo 2º Tenente Alberto Mendes Junior – que decidiu se entregar como refém desde que seus subordinados feridos pudessem receber auxilio médico. Após providenciar o socorro de madrugada, desarmado, a pé e sozinho, o Tenente Mendes buscou contato com os terroristas que estavam com o restante dos seus homens, encontrou Lamarca que decidiu que seguisse com seus companheiros para Sete Barras.



Na noite seguinte, dois guerrilheiros se extraviaram do grupo, depois de andarem um dia e meio, Lamarca acusou o Tenente Mendes de ter traído e ter causado a morte de seus dois comparsas. Um “Tribunal Revolucionário” condenou o Tenente Mendes à morte, dentre outras barbaridades indescritíveis, o executor inicial Fujimori aproximou-se pelas costas do Tenente Mendes esfacelando sua cabeça a golpes de fuzil. Participaram do assassinato, Lamarca, Diógenes Sobrosa de Sousa, Ariston Oliveira Lucena, Yoshitane Fujimore, Edmauro Gopfert, José Araújo da Nobrega e Gilberto Faria Lima.



Em 08 de setembro de 1970, o terrorista Lucena foi preso e apontou o local onde o Tenente Mendes estava enterrado, relatando o ocorrido.

Seu corpo foi encontrado apenas em 09 de setembro do mesmo ano. Foi velado na sede do Batalhão "TOBIAS DE AGUIAR", seguindo seu enterro a pé para o Cemitério do Araçá, naquele dia a cidade de São Paulo parou, calculando-se o acompanhamento de aproximadamente 100 mil pessoas entre militares e pessoas de todos os segmentos sociais.



Lamarca e seus seguidores são mencionados por alguns Órgãos da mídia como heróis, mas heróis não assassinam de forma cruel, não escondem os restos mortais da família, não torturam como ficou provado em vários processos que tramitaram na Justiça tais como as mortes do Guarda Civil Orlando Pinto Saraiva durante assalto simultâneo a bancos, do gerente de banco Norberto Droconetti, o agente da Policia Federal Hélio Carvalho de Araújo executado durante um seqüestro, além de inúmeros outros, cujos processos foram trancados pela Justiça face a sua morte. É A GLÓRIA DA MENTIRA.



Lamarca foi casado com sua irmã de criação Maria Pavan Lamarca com a qual teve dois filhos, Cesar e Claudia.



Pela Comissão de Mortos e Desaparecidos Maria Pavan Lamarca recebeu os benefícios do posto de Capitão e uma indenização de R$ 100.000,00 isento do Imposto de Renda. Posteriormente a Comissão de Anistia concedeu-lhe o posto de Coronel com os benefícios do Posto de General de Brigada, desta forma a viúva oficial Maria Pavan Lamarca que tinha uma pensão de aproximadamente R$ 7.200,00 receberia o salário de General de Brigada que na época corresponderia a R$ 14.196,00 mensais, indenização de R$ 902.715.97 e duas indenizações no valor total de R$ 200.000,00. Além de Maria Pavan os filhos Cesar e Claudia também foram considerados anistiados. De acordo com dados divulgados pelo Governo já foram concedidas indenizações entre 2002 a dezembro de 2007 no valor de R$ 2,6 bilhões, sendo que 24 pessoas receberam indenização acima de R$ 3 milhões.

Mas a despesa total parece um saco sem fundo, pois o protocolo da Comissão de Anistia é permanentemente aberto em se tratando de violações imprescritíveis, e cuja reparação pode ser requerida a qualquer tempo. Vejam que até 17 de janeiro de 2010 de 65.000 processos, restavam 12.000 pedidos, e mais 3.500 recursos a serem julgados, o que provavelmente ocasionará uma despesa total de 4 bilhões de reais.



Diante das decisões do governo de indenizar indevidamente a família de Lamarca, o Clube Militar do Estado do Rio de Janeiro requereu a Justiça Federal a anulação da anistia post-mortem de Lamarca e proventos de General de Brigada. Em 05 de março de 2010 foi concedida decisão liminar para suspender a anistia ao ex-guerrilheiro comunista Lamarca, e a seguir tal decisão foi mantida pelo Tribunal até o julgamento do mérito da ação, haja vista recurso impetrado pela família do guerrilheiro.



Heróis não matam, não se tem noticia desta pratica pelo Marechal Duque de Caxias em suas inúmeras operações, responsáveis pela manutenção e a integridade do nosso território, nem o Marechal Rondon com sua tese sobre os índios “MATAR NUNCA, MORRER SE NECESSÁRIO”, Civilizador do Sertão, Marechal da Paz títulos concedidos por inúmeras entidades internacionais no inicio do século passado, nem Tiradentes, Mahatma Gandhi, Francisco Mendes, Marthin Luther King, etc. tenham defendido a violência, assim como Alberto Mendes Junior.



Tudo isso permite e obriga a uma conclusão: a de que o Tenente PM Alberto Mendes Junior, em sua curta existência de 23 anos realizou o ideal do herói e do santo. Quando chegou a sua vez e a sua hora ele as aceitou e as dominou, renunciando à oportunidade de fuga do dever, que, como uma espécie de última prova, lhe foi concretamente apresentada. Ele se tornou aquele “furacão dócil” de que fala Jacques Maritain (filósofo católico Francês) para definir o santo. E, na solidão dos seus últimos momentos, no mistério para sempre impenetrável desses momentos, ele soube realizar o milagre evangélico e dar sua vida pela suas ovelhas – os seus soldados.



Guerrilha não é caderneta de poupança. Terrorismo não é investimento em bolsa de valores.



Depois de divulgar os vencimentos isentos do Imposto de Renda da viúva de Carlos Lamarca, gostaria de salientar que os pais do Capitão PM Alberto Mendes Junior recebem os vencimentos de Capitão em virtude da sua morte em serviço e pelo ato de bravura, que não correspondem nem a metade dos vencimentos da Viúva Lamarca e não serão transferidos para nenhum herdeiro. Não receberam nenhuma indenização do Governo Federal ou Estadual. Seus pais possuem idade avançada (86 e 87 anos), dentre outros sofrimentos da vida, sofrem também do mal de Alzheimer e Diabetes o que provoca ainda mais dificuldades financeiras de sobrevivência.



Assim, a Turma Tiradentes reitera a sugestão ao Exmo Sr Comandante Geral da Corporação, o encaminhamento de proposta ao Governo do Estado para a promoção do Capitão Mendes Junior ao Posto de Coronel, por isonomia, por equidade, e por justiça. Também nos permitam lembrar as quatro indicações encaminhadas pelo Coronel PM Res Wanderley Silva no dia 10 de maio de 2007:

a. Que o dia 10 de maio seja consagrado na Corporação ao dia do Herói - PM,

b. Que haja publicação, em Boletim Geral concernente ao feito heróico a ser divulgado e transcrita anualmente por todas OPM, antecedendo o dia do Herói – PM,

c. Que naquele dia haja solenidade interna de culto ao Herói – PM Alberto Mendes Junior, conjuntamente com os Heróis das outras OPM, dando-se a conhecer os seus feitos históricos, convidando as autoridades, a comunidade local e os familiares dos homenageados,

d. Que sejam nominados de “Colégio da Policia Militar – ALBERTO MENDES JUNIOR”, todas as unidades escolares existentes e as que forem criadas;

e. Que seja mantida, anualmente na sede do 1º BPCHOQ PM esta solenidade, a fim de se perpetuar a imagem do “Herói – PM Alberto Mendes Junior, integrante da historia de São Paulo e do Brasil.



Herói é Alberto Mendes Junior pelas suas atitudes e conduta de vida em beneficio da sociedade, em seu curto período de vida, herói da Policia Militar, herói do Estado de São Paulo, herói do nosso Brasil, herói da democracia. Muito obrigado!!!









JOSIAS SAMPAIO LOPES

Cel PM – Turma Tiradentes/1969

terça-feira, 10 de maio de 2011

ENTREGA DA MEDALHA "BATALHÃO DE EXPEDICIONÁRIOS PAULISTAS"

O COMANDANTE DO 2º BPChq, TENENTE-CORONEL PM CARLOS CELSO CASTELO BRANCO SAVIOLI


Manda-me a relação dos Agraciados com a Medalha Batalhão de Expedicionários Paulistas 2011, na Solenidade alusiva ao 77º Aniversário da Unidade, EM 6 DE MAIO DE 2011





Autoridades Civis e Militares



1. Exmo Sr. Dr. Jorge Roberto Pagura

Secretário Estadual de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo



2. Exmo Sr. Dr. Arnaldo Hossepian Salles Lima Júnior

Secretário Adjunto de Segurança Pública do Estado de São Paulo



3. Exmo Sr. Dr. Thales Cézar de Oliveira

Promotor de Justiça Coordenador do Programa de Atuação Integrada-Futebol



4. Ilmo Sr. Kazutada Wakitani

Cônsul do Japão de Assuntos Policiais do Departamento de Segurança



5. Ilmo Sr. Dr. Roberto Del Manto

Advogado Membro do Conselho de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil



6. Ilma Srª. Raquel Verdenacci

Coordenadora-Executiva do Comitê de São Paulo para a Copa de 2014



7. Ilmo Sr. Dr. Gilberto Barbosa

Vice Presidente do Departamento de Relações Públicas e Sociais da Federação Paulista de Futebol



8. Ilmo Sr. Dr. José Octávio Gonçalves de Freitas

Médico do Hospital Ipiranga



9. Ilmo Sr. Luiz Afonso de Andrade

Assessor da Coordenadoria do Estádio do Pacaembu





10. Cel EB Carlo Fabrízio Di Giovanni

Sub Diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo



11. Cel PM Pedro Batista Lamoso;

Comandante do Policiamento do Interior – 4



12. Cel PM Jean Charles Oliveira Diniz Serbeto;

Comandante do Policiamento Rodoviário



13. Cel PM Osni Sergio Sabbatini;

Assessoria Policial Militar do Tribunal de Justiça



14. Cel PM 822350-5 José Maurício Weisshaupt Perez

Sub Chefe do Estado Maior da Polícia Militar



15. Cel PM 822570-2 Theseo Darcy Bueno de Toledo Júnior

Comandante do Policiamento de Área Metropolitana 5 – (CPA/M-5)



16. Cel PM 822380-7 Maximiano Cássio Soares

Comandante do Policiamento de Área Metropolitana 8 (CPA/M-8).



17.Ten Cel PM 822295-9 PM Carlos Celso Castelo Branco Savioli

Cmt do 2º BPChq



18.Maj PM 830519-6 Celso Luiz Pinheiro

Coordenador Operacional do RPMont



19.Maj PM 830549-8 Paulo Rogério Cerqueira Lopes

Sub Comandante do 3º BPChq



20. Maj PM 851975-7 Marcel Lacerda Soffner

Centro de Comunicação Social da PMESP



21.Maj PM 793278 -2 Walter Mendes Magalhães Júnior

Coordenador Operacional do 1º BPChq

Ex-Integrante do 2ºBPChq



22. Maj PM 862724-0 Gilson Paulo Saltoratto

Coordenador Operacional do 4º BPChq

Ex-Integrante do 2º BPChq



23. Maj PM Mônica Puliti Dias Ferreira Bondezan

Diretoria de Pessoal



24. Cap PM 852115-8 Rogério Rodrigues Santos

Chefe da Seção Operacional do CPChq



Integrantes do 2º BPChq



25. 1º Ten PM 100304-6 Leonardo Casabona M. Ferreira



26. 1º Ten PM 104637-3 Thiago Hideyuki Pedreira Chiyo



27. Subtenente PM 831397-A José Francisco dos Santos



28. 1º Sgt PM 905045- A Patric de Lara Macedo



29. 2º Sgt PM 840241-8 Celso Edgard Ferragem da Silva



30. 2º Sgt PM 904559-7 Renato de Souza Carlos



31. 3º Sgt PM 792670-7 Noel dos Santos Goulart



32. 3º Sgt PM 884445-3 Pedro Antonio Carrasco Filho



33. Cb PM 842713-5 Reinaldo Affonso Sola Fernandes



34. Cb PM 863340-1 Fernando Cesar Ursini



35. Cb PM 881851-7 Carlos Roberto Benigno



36. Cb PM 904539-2 Carlos Magno Campanhola



37. Cb PM 932170-5 Aníbal Domingos Júnior



38. Sd PM 884482-8 Carlos Roberto Alves Landim



39. Sd PM 884438-A Cláudio Boaventura de Lima



40. Sd PM 888149-9 Wagner Luis do Amaral



41. Sd PM 890255-A Marco Dorival de Marcos



42. Sd PM 890299-2 Egon da Silva



43. Sd PM 902147-7 Zacarias Dias dos Santos



44. Sd PM 903456-0 Cesar Lopes da Silva

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ALFREDO PIRES FILHO SERÁ O NOVO COMANDANTE DO EXÉRCITO CONSTITUCIONALISTA EM 9 DE JULHO DE 2011


Alfredo Pires Filho: um garoto na Revolução Constitucionalista. Em 1932, aos 12 anos, o paulista testemunhou - e até teve um pequeno papel - na Revolução Constitucionalista

por Danila Moura
O sorriso fácil desse senhor de 88 anos esconde um verdadeiro arquivo vivo sobre a história do estado e da cidade de São Paulo. Alfredo Pires Filho, nascido em Sorocaba, interior paulista, participou ativamente da Revolução Constitucionalista de 1932. Alguém pode pensar: se ele tem hoje 88 anos, no ano da Revolução era ainda um menino de 12 anos. Como um garoto pode ter participado do conflito armado? Alfredo não chegou a pegar em armas nem se expôs aos tiroteios. Seu papel foi atuar em serviços de entrega de mensagens aos soldados paulistas, assim como fizeram vários escoteiros jovens da época. Alfredo ajudou como pôde, seguindo o exemplo da população paulista, que, unida, enfrentou as forças notadamente superiores do Exército federal.
A Revolução Constitucionalista de 1932 foi o maior confronto militar no Brasil no século 20. A revolta explodiu em julho daquele ano, quando os paulistas se rebelaram contra o presidente Getúlio Vargas, que havia abolido o Congresso Nacional e governava o País com amplos poderes. Ele havia também destituído todos os governadores dos estados e nomeado interventores. A população paulista aderiu em peso à rebelião, mas as tropas federais eram bem mais numerosas e bem equipadas. Após três meses de conflito, durante o qual cidades paulistas foram bombardeadas, a rebelião foi sufocada. Apesar da derrota, a luta dos paulistas não foi em vão. Dois anos depois, em 1934, uma assembléia eleita pelo povo promulgou a nova Constituição do País.
Anos depois, já adulto, Alfredo iria se tornar piloto de avião e instrutor de vôo no Aeroclube de São Paulo. Ele ajudou a preparar pilotos brasileiros que iriam combater os alemães na Segunda Guerra Mundial. Em sua biografia, há outro fato curioso: no final da década de 1930, ele atravessou o rio Tietê a nado, num trajeto de 5,7 mil metros – algo inimaginável nos dias de hoje por causa da poluição do rio no perímetro urbano.
Quais suas primeiras memórias referentes à Revolução de 1932?
Inicialmente, recordo-me do dia 23 de maio. Foi quando assassinaram os quatro estudantes que originaram posteriormente a sigla MMDC [Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, sigla que depois designou o movimento de resistência paulista], durante os protestos contra as intervenções de Getúlio Vargas na cidade. Eu estava nas dependências da Rádio Record e houve tiroteio na porta da emissora. Só não me lembro se houve alguma paralisação nas transmissões. Estava bem perto de onde ocorreram vários protestos, no centro de São Paulo. Antes dessa data, lembro-me do tenente Gregório e suas invasões a redações de jornais e outros estabelecimentos da cidade. Até meu pai teve seu escritório de advocacia invadido e destruído, pois havia contratado o filho de Ataliba Leonel [ex-senador pelo estado de São Paulo e que era radicalmente contra o governo Vargas] para a função de estagiário. As invasões eram iguais às da ditadura militar, violentas. Entravam chutando a porta, mesmo.
E de que forma um menino de 12 anos participou da Revolução?
Alistei-me como escoteiro da Tribo Piratininga. Servia de estafeta, fazia entregas de mensagens ou de mantimentos entre as bases de soldados na cidade. Certa vez, busquei caixotes com capacetes em uma fábrica para entregar no quartel. Lá, ganhei um capacete de presente. Coloquei-o na cabeça e cheguei em casa. Minha mãe e a cozinheira levaram um tremendo susto, ao me verem no portão de poncho e capacete aos 12 anos de idade. Mas não levei nenhum castigo e meu pai, muito amigo e compreensivo, apoiou-me totalmente.
Esse período é muito lembrado pela união da população paulista por uma causa em comum. Quais manifestações populares o senhor testemunhou?
Foi um momento muito bonito, todos tentaram ajudar de alguma forma, inclusive crianças e idosos. As escolas viraram alojamentos para soldados. As mulheres doaram jóias, durante uma campanha chamada “Ouro para São Paulo”, que visava arrecadar recursos financeiros de apoio à resistência paulista. Meus pais entregaram até as alianças. Minha mãe, com muito orgulho, exibia uma aliança de ferro usada para substituir a original. Mas não sei, era muito ouro. Não duvido que alguém tenha levado algo por fora (risos). Quando a cidade foi invadida pelas forças de Vargas, foi uma tristeza geral. Acabaram com a alegria do paulista.
Há algum outro episódio marcante?
Ah, lembro-me de quando soldados do governo invadiram minha escola, o Colégio São Bento, pois souberam que lá havia armas guardadas e poderia abrigar uma base de resistência. Na verdade, eram fuzis velhos usados nas aulas de tiro de guerra. Eram usados para exercícios com os meninos, nem balas tinham. A suspeita não tinha o menor fundamento. Presenciei também os aviões federais bombardearem o aeroporto do Campo de Marte. Os hangares tinham teto de zinco e chão de tijolos, que se estilhaçaram, parecia uma chuva de pedras. Recordo-me de as tropas gaúchas amarrarem seus cavalos no Parque Fernando Costa, ao invadirem a cidade.
E anos depois o senhor se alistou.
Eu tinha por volta de 17, 18 anos. Ajudava meu primo na função de classificador de algodão em uma espécie de órgão de agricultura do governo de São Paulo. O secretário de Agricultura do estado visitou nosso local de trabalho e perguntou se eu tinha me alistado no Exército. Soube das vantagens em me alistar e o valor do soldo, bem alto para a época. Dava até para comprar sapato de cromo alemão (risos). Mas me interessei também pela aventura. Saí correndo e pedi autorização para meu pai no mesmo dia. Fato inusitado na época, quando muitos fugiam para o mato quando eram chamados para servir (risos).
Conte sua experiência como reservista do Exército no final da década de 1930.
Fui designado para a Companhia do Batalhão de Fronteira, formada em Cáceres (MT), que seguiria para Casalvasco, fronteira com a Bolívia. Para sairmos de São Paulo até a fronteira da Bolívia foram muitas paradas. Fiquei aquartelado na região do Parque Dom Pedro, na capital, até pegarmos um trem com destino a Bauru, depois outro trem para Campo Grande. Lá ficamos na sede da 9ª Região Militar. Pregavam peças aos novatos e, como tal, tive de limpar o chão, arrancando o mato com as mãos durante horas. Depois, fomos para Porto Esperança e Corumbá, onde embarcamos no navio Etrúria, finalmente rumo a Cáceres.
O treinamento militar consistia em abrir estradas, limpar terrenos e construir campos de aviação. Cuidávamos da cadeia local, curiosamente aberta à noite. Fiquei lá por volta de oito meses, no ano de 1939. Recordo-me das festas na cidade, os soldados eram muito queridos pela população. Participei de provas de natação feitas pelos soldados. Fazia muito calor em Cáceres, voltei com cor de chocolate (risos).
O senhor participou também de provas de natação no rio Tietê, no trecho da cidade de São Paulo. Como foi isso?
Acredite, o rio Tietê aqui em São Paulo já foi muito bonito. Dava até para ver os peixinhos batendo em seus pés, tamanha a limpeza da água. Fiz a travessia de São Paulo a nado por três anos seguidos, em 1936, 1937 e 1938. Eram cerca de 5,7 mil metros. Eu representava o Clube dos Estudantes de São Paulo. Minha vitória maior era conseguir executar todo o trajeto.
E como o senhor foi parar na aviação?
Eu tinha por volta de 21 anos e queria muito me tornar piloto. Porém, o curso era caríssimo. E minha família também ficava muito preocupada em ter um filho arriscando-se nos ares. Eu dizia a minha mãe que estava jogando futebol ou nadando e almoçava na casa de minha tia. Depois pegava o bonde e ia ao Aeroclube de São Paulo, onde eu lavava e encerava aviões. Dessa forma, eu acumulava horas de vôo. O pagamento das lavagens era em talões de vôo necessários para eu tirar o brevê de aviador. Fiz posteriormente o curso de instrutor de vôo na quarta turma de monitores do Aeroclube de São Paulo.
É verdade que o senhor ministrou um curso preparatório para pilotos que foram à Segunda Guerra Mundial?
Sim, no Curso Universitário Pré-Solo de Vôo. Dávamos as noções iniciais de aviação aos pilotos, que depois eram encaminhados para o Texas e a Califórnia, nos Estados Unidos, onde teriam um treinamento mais bélico, específico para guerra. Todavia, considero o curso inicial aqui no Brasil o mais importante, pois fornecia a base. Afinal, de que adiantaria aprender a mexer em artilharia se não tivessem uma base boa de aviação?
E os pilotos que iriam para a frente de batalha estavam com medo? Ansiosos? Recorda de ter perdido algum de seus alunos na guerra?
Não, todos estavam muito felizes e sem medo. Eu me lembro de ter perdido somente um deles, que era meu amigo, na Itália. Mas não morreu em batalha, e sim atropelado por um veículo.
Tem alguma história curiosa sobre seu tempo como instrutor de vôo?
A mais divertida era sobre dois irmãos, muito insistentes, que teimavam em fazer o curso para pilotos. Mas todas as vezes que eles faziam a aproximação para o pouso... era batata! Os dois vomitavam na hora (risos). Não teve jeito, desistiram.
Qual a sua esquadrilha preferida?
Cheguei a ver de pertinho os Ratos Verdes, em 1935, esquadrilha italiana comandada por Ítalo Balbo [aviador e político italiano, morto em 1940 depois que seu avião foi abatido na Líbia – segundo alguns, a mando do ditador Benito Mussolini, que o considerava uma ameaça]. Fizeram um vôo na região do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Mostraram-se muito ágeis e talentosos. Porém, a nossa Esquadrilha da Fumaça é impecável. Pelo conjunto harmonioso, é a minha predileta. Não deve nada às melhores esquadrilhas estrangeiras.