domingo, 3 de julho de 2011

ISSO É UMA VERGONHA!!!!!!

Coronel Tognetti, caros amigos, boa noite.


Me vejo obrigado a entrar nestes temas por ser um brasileiro e não entender como até o momento não houve uma reação contundente, senão a nível Nacional, pelo menos de nós Paulistas, seja por nossa cultura, seja por nosso entendimento e conscientes de onde exatamente pretende chegar os nossos derrotados inimigos de outrora, e agora podemos dizer vencedores e vingativos.

Não me passa pela cabeça que a omissão de nossas Forças Armadas, esteja impulsionada pelas benevolências estendidas a uma dúzia de seus superiores. É de se supor que o patriotismo, o juramento, falem mais alto, para a grande maioria dos militares. Quero crer ser até um tática, como em jogo de xadrez, perder umas casas uns peões e após dar o xeque mate. Temos que acreditar nisto. Está em jogo seu País, a vida de seus filhos e netos.

Estamos em julho e nada mais oportuno que relembrarmos aqui nossa Revolução Constitucionalista que teve sua origem, buscando forçar de Getúlio Vargas, uma nova Constituição, pois ele invalidara a anterior ( 1.891 ) com sérios prejuízos ao nosso Estado, tirando inclusive sua autonomia.

Também fomos nós Paulistas que impulsionamos e abreviamos a queda de João Goulart, com a marcha da família com Deus pela liberdade. Sim abreviamos, porque ele iria cair, não só pela queda da hierarquia nas Forças Armadas, como pelo interesse dos Estados Unidos, que tinham colocado até armas à disposição, plenamente constatado por documentos entre o Embaixador Americano, Lincoln Gordon e Oficiais Brasileiros.

Nesta linha, outro fato que merece destaque, é a queda de Collor. Seu Impeachment teve o interesse do Congresso e também dos E.U.A.

Do Congresso porque ele " secou a teta " quando acabou com os escritórios, diversos , em todos os estados, que " trabalhavam " para angariarem verbas para prefeitos, empreiteiras e outros, como por exemplo o aumento de passagem. Nessas, o Deputado Estadual, levava, e repassava parte para os Deputados Federais. Quem queria dinheiro, só tinha um caminho, Paulo César Faria. Como disse, deputados fora, Presidente fora.

Os Estados Unidos ficaram fulos, quando Collor abriu as importações de veículos para todos os países.

Eis São Paulo novamente com os Caras Pintadas.

Veja o senhor que sempre, em todos os conflitos, mundiais o interesse maior foi o monetário. Mesmo no de Collor, tudo veio à tona, com o início da briga de seu Irmão Pedro, com o P.C. Farias, por dinheiro.

Com vistas a este meu último parágrafo, este governo que aí está, procura satisfazer a todos, distribuindo à todos, de forma generosa, nosso dinheiro. Saúde, Segurança e Educação passa a ser secundário, em primeiro está o satisfazer e calar.

Aos meus caros Oficiais, que temem pela nossa querida Polícia Militar, não percam o sono. Ela necessita estar forte, coesa, pois se constitui em poderosa arma de defesa, senão pelo País, no mínimo por São Paulo. Até acredito que somos nós, os que tenham retardado a pretensão dos comunas. Idiota o Governador que não tiver este alcance.

É uma verdade. Vejam como São Paulo, a Polícia Militar, estão sistematicamente como alvos de desmoralização. Somos a última trincheira. Legislativo, Executivo e Judiciário já perderam a vergonha.

A Constituição São Paulo buscou com sangue em 1.932. A de hoje está em pedaços, pedaços de cédulas distribuídas conforme o tamanho da compra.

Que pelo menos em nossos lares, tenhamos uma boa semana. Meu abraço.



From: americotognetti@uol.com.br

To: grupobarrobranco@grupos.com.br

Sent: Saturday, July 02, 2011 5:36 PM

Subject: [grupobarrobranco] Mais uma punhalada nas costas! (J G Pimentel)



Repasso...Mais uma cena da vingança dos comunas contra as FFAA da Nação Brasileira...

From: José Geraldo Pimentel > jgpimentel@jgpimentel.com.br

Mais uma punhalada nas costas

Por José Geraldo Pimentel

Neste sábado, 25/06, no programa do apresentador Raul Gil, criou-se um quadro para homenagear os participantes da novela “Amor e revolução”. Dois críticos analisaram as músicas apresentadas na novela, todas enaltecendo a participação dos que lutaram contra os militares nos chamados “Anos de Chumbo”.

As Forças Armadas foram citadas com desprezo, acusadas de práticas de torturas e os mais abomináveis crimes contra os jovens que “lutaram em defesa da democracia”. Só se assiste na TV chamadas para que a população entregue documentos que possam contribuir para esclarecimentos de crimes “praticados” pelos militares.

A Comissão Nacional da Verdade ainda não foi votada no Congresso Nacional, mas já faz prejulgamentos, imolando os militares. Juízes e promotores públicos ao arrepio da lei intimam militares que participaram da repressão contra os terroristas, e invadem suas residências, e sob o disfarce de encontrar documentos que possam levar a identificar locais onde prováveis ex terroristas tenham sido mortos e enterrados, cavam uma justificativa qualquer para lavrar um flagrante e prender o militar sob investigação.

O major Curió sofreu este tipo de violência. Ruas e logradouros com nomes de militares estão sendo substituídos por nomes de pessoas ligadas aos terroristas e assemelhados. (Veja a nota publicada pelo jornal O Estado de São Paulo). Pobre do país que precisa de um líder para defendê-lo. O Brasil precisa desse líder que apareça para defender o país e as suas FFAA. Não o temos. Não surge um militar para salvar a pátria. Nossos chefes militares medraram diante do castrador de “gado fardado”, senhor ministro da Defesa, Nelson Jobim! Somos um pais sem lideranças! Temos cidadãos que falam pelos cotovelos.

Quando dizem alguma coisa, o fazem tratando o país como se fora um aglomerado de guetos. Não enxergam o país como uma nação. Defendem o país no varejo. E ficam conhecidos como defensores de uma única causa, lembrando Leonel Brizola, o construtor de CIEPs, implantados sempre à beira de estradas para que os viajantes vissem que naquela localidade tinha uma escola de ensino integrado. As crianças que moram léguas distantes da rodovia que corta o município, ficam sem escola, ou caminham horas para poder estudar. Demagogia pura! Estou começando a desacreditar nas FFAA brasileiras. Seus atuais chefes militares são uns borras botas; indivíduos fracos, desprovidos de caráter e... bajuladores!

Venderam-se todos por trinta dinheiros! Esqueceram de seu papel de chefes militares para se transformarem em mercadores de medalhas, paparicando os que estão no poder. Aos derrotados do passado, todas as glórias! E sabem por quê? Por guardarem as chaves dos cofres públicos! Dinheiro que enche os bolsos dos traidores, como nunca antes neste país! A estes senhores os chefes militares se entregam, e se transformam numas marionetes; medrosas, pusilânimes e covardes! Um monturo de coisa nenhuma! Os jovens já saem das Academias Militares e Escolas de Sargentos aprendendo a bajular os poderosos.

Lembram da missão que o comandante da AMAN deu para um capitão e um cadete para que viajassem à Brasília, para convidar o “incomum” presidente do Senado, José Sarney, para receber as homenagens dos incorporados na academia! Moral da história: Os futuros oficiais do Exército brasileiros já tomaram o anabolizante do puxa-saquismo, para se projetarem na carreira, não como soldados, mas como serviçais da máfia do colarinho branco! Carregadores de mala, como aquele general de divisão ajudante de ordens do ex presidente Lula. O Brasil está sendo descaracterizado! Ele não desperta nunca! Dorme em berço esplêndido eternamente! Seus homens o apequenam. Transformam seu vasto território em um vazio de homens.

Em uma terra devastada, aonde prevalecem, pela força, valores deformados de uma meia dúzia de grupos minoritários. Esses grupos acham que roubar, agir sem ética, atentar contra a moral e os bons costumes é que é o certo! Ninguém vem em socorro da sociedade. O próprio Supremo Tribunal Federal passou a dar guarida a toda sorte de desagregação da sociedade. E sai na frente legalizando passeata em favor do uso da maconha, ao casamento entre iguais, a libertação de presos condenados em outros países, negando a extradição, postergando a punição de ‘mensageiros’, de assassinos condenados a mais de duzentos anos por estupro, de banqueiros perdulários, liberando habeas corpus para proteger bandidos do colarinho branco que sejam convocados a depor no Congresso Nacional.

A liberalização no STF transformou-se num modus operandi, onde a decência saiu de uso! Ser bandido no país, é coisa certa. Errado são os que pensam o contrário. E a marginalidade se faz presente em todas instâncias do país. Da presidência da república aos cochos dos quartéis, aonde pastam os nossos chefes militares, comendo os restos de banquetes dos todos poderosos donos do poder. A população se ver constrangida, acuada diante da imoralidade que se pratica a céu aberto. Antes esta pratica era condenada. Hoje é normal. E ai do indivíduo que protestar. Será preso e multado por discriminar a pouca vergonha que acontece a olhos vistos! Assiste atônica à pratica desenfreada do roubo, da invasão da propriedade privada, da perda da liberdade,- desarmada e entregue à fúria dos ladrões e assassinos soltos no asfalto, sem que o poder público consiga frear a criminalidade.

Somos reféns de nossa própria incapacidade de agir. “Sempre foi assim!’ Dizem alguns. Mas não procuram mudar! E vivam os roedores! Os ratos de toga, de farda e de colarinho branco! É o nosso destino! Rio de Janeiro, 26 de junho de 2011. Câmara retira nome de general de viaduto Por Diego Zanchetta Por 33 votos favoráveis, 4 contrários e 4 abstenções, a Câmara Municipal aprovou ontem, 16/06/2011, em primeira discussão, projeto do Executivo que muda o nome do Viaduto General Milton Tavares de Souza (1917-1981), na Penha, zona leste de São Paulo, para Viaduto Domingos Franciulli Netto, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) morto em 2005. A proposta de 2006, de autoria do ex-prefeito José Serra (PSDB), deve passar por nova votação na próxima semana. Depois o texto segue para sanção do prefeito Gilberto Kassab.

O pedido de retirada de seu nome do viadutos sobre a Marginal do Tietê foi feito a Kassab por políticos do PCdoB que passaram a integrar o governo a partir de fevereiro. Associações de ex-presos políticos faziam a mesma solicitação à Prefeitura desde 1995. "- Hoje é dia de festa para a democracia", comemorou o vereador Jamil Murad (PCdoB). Os quatro contrários ao projeto foram Agnaldo Timóteo (PR), Toninho Paiva (PR), Quito Formiga (PR) e Átila Russomano (PP). (O Estado de S. Paulo, 16/06/2011).