sexta-feira, 16 de setembro de 2011

MEMÓRIAS DO VENTURA: 16 DE SETEMBRO DE 2011

MEMÓRIAS DO VENTURA: 16 DE SETEMBRO DE 2011: DIA DEZESSEIS DE SETEMBRO DE 2 011 - S E X T A - F E I R A. 74 anos, 8 meses e 20dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho d...

AS CORES QUE EU PROFESSO - POR REINALDO BRESSANI

AS CORES QUE EU PROFESSO




REINALDO BRESSANI





Bandeira da minha terra.

Bandeira do meu Brasil.

Meu peito se alteia todo,

Por ti, estandarte gentil.



Na paz e também na guerra.

Na ordem pelo progresso.

És lume que dita os rumos

Das cores que eu professo.



O azul, o verde e o amarelo,

E o branco que trago n’alma,

Simbolizam o seio mais belo



Que abriga honrada gente.

Sob este céu anil se espalma,

Tua grandeza aurifulgente.

PAULO BOMFIM - POETA DE TODOS NÓS - POR REINALDO BRESSANI TAMBÉM DE REINALDO BRESSANI A CRÔNICA SOBRE A AMIZADE

PAULO BOMFIM – POETA DE TODOS NÓS




REINALDO BRESSANI

MTb 57.696

Na tropical floresta verdejante, em meio ao encanto das floradas dos ipês, dos embiruçus, dos castanheiros e das acácias - augusto lar de abençoada fartura aos rebrilhantes colibris -, o jequitibá, gigante sobranceiro, de porte elevado e fronde bela e formosa, alteia-se por séculos, garboso com sua majestosa e protetora sombra aos arbustos e à intensa fauna local... Ao mesmo tempo, incisivamente, acresce translúcida luminescência ao esplendor da pródiga natureza e à própria vida, em harmônica e impecável simbiose.

Razão pela qual, e por cristalina justiça, esse portentoso símbolo das terras paulistas, representa uma magnífica apoteose de generosidades inseridas no rico contexto deste chão pelas mãos divinas do Criador.

Assim também, qual um jequitibá de tronco maciço e solidez inflexível, nosso poeta Paulo Bomfim, que hoje já transpôs seus oitenta e tantos anos, haverá de ser centenário em sua vida, e milenar em sua dimensão... Porque, acalentados nos braços fortes dos ventos inquietos do tempo, que lhes sopram mansas brisas carregadas de memórias eternas, seus versos não serão dormentes, nem silentes... Serão sim, transparentes lembranças, fecundadas na essência da alma. Pois, qual a flor-da-noite que na brisa evola perfumada fragrância devaneadora, são para nós, quais deleitosos mimos de primores... Mágicos tesouros, cujo delicado aroma nos fascina, inspira e transcende a alma.

Em seu templo de inspiração, segue nosso poeta atado à liturgia do bem-saber rimar palavras verdadeiras – sua paixão e gesta cotidiana -, aflorando tantos marcos plantados na paisagem de seus passos, os
quais, flutuam em apelos rendilhados por translúcidos diademas, sob um sublime e enlevante som do mais singelo realejo.

Timoneiro da história da São Paulo dadivosa, em sua saga bandeirante usa de seu talento para encenar a vida, tanto em verso, quanto em prosa, na fluência de suas histórias e no vigor de suas lembranças avivadas com maestria na fluidez dos decassílabos, criando imagens suavizadas por perfumes de jasmim e sabor de manga-rosa.

Seus sonetos brotam do ventre das palavras e vicejam qual o encanto da plástica indizível de um sorriso-menino, iluminado por primaveril intensidade e cores de um brasume de volúpias e intenso perfume – cálido e flamejante.

E, assim vai ele, nosso peregrino, de celestes e cósmicas vibrações, qual verdadeiro rumo de rumos. E, tal qual o jequitibá, no cenário desta pátria, alteia-se num crescer de seu tempo finito, resistente feito um sagrado pergaminho estampado de iluminuras de vivo colorido, perpetuado no tempo dos homens.



JEQUITIBÁ E PAULO BOMFIM...

Ambos se confundem pela altura e esplendor.

Um, pela majestade de seu porte soberano, simboliza a própria fraternidade nacional.

O outro, um paulistaníssimo coração brasileiro, pela grandeza de seu espírito e expressividade de sua obra, simboliza a imortalidade da arte da poética, e é, para alegria e gáudio de todos nós que trazemos no peito o mais puro sentimento condizente à milenar arte de encantar e comover as pessoas, a certeza de que a mesma continuará viva, a nos deleitar com sua magia única, cadenciada e elegante, fato que nos enleia generosamente qual o brilho de uma miríade de portentosos diademas estelares em noite de céu azul.






AMIZADE (2)


REINALDO BRESSANI MTb 57.696.

Amizade não é um sentimento vazio.

Não é um sentimento de conveniências.

Amizade é um sentimento que envolve... Que prende... Que causa dependência.

É um elo consistente, seguro feito nó de marinheiro.

Amizade é condição sem condições.

É fator que condiciona vontades.

Amizade é doação voluntária.

É gesto de solidariedade natural, intuitivo.

Amizade é atitude brotada do coração.

É atitude que expressa o lado mais rico do ser humano.

Que expressa, de forma inconteste, sua semelhança com o Criador.

Amizade é fruto ingênito e desafetado, coerente com as fragrâncias do amor.

É fruto de purificação da alma que se eleva nas graças de Deus.

Amizade é fechar os olhos e saborear plenamente as vicissitudes e os defeitos do amigo.

É como uma obra de arte brotada do peito, repleta de blandícias, e que, na verdade, se revela como a verdadeira arte da doação pela doação. Simplesmente, como um instrumento reflexo da abundância do amor celestial que repousa na alma humana.

Enfim, amizade é a luz candente e irrestrita de amor, apego e doação. Acima de tudo, virtuosa e repleta de efeitos acumpliciantes e solidários, pois ela é, essencialmente, a expressão do amor mais profundo.

É, finalmente, o único fator, especialíssimo e carregado de feições sublimes que, por si só, e de maneira inconteste, poderá sobrepor-se às desavenças e aos conflitos, harmonizando os homens e, consequentemente, os povos, destarte, proporcionando a todos, o tão sonhado milagre da paz.

Coronel Ventura - Presidente da Sociedade Veteranos MMDC


De: prof mat


Data: 16 de setembro de 2011 13:54

Assunto: novo pesquisador associado Núcleo MMDC

Para: Cap PM Gomes Júnior

Cc: celmario@gmail.com, j-fran1@live.com



Seja bem vindo ao Núcleo Capitão Gomes Júnior! Agradecido de coração por ter aceitado nosso convite em cerrar fileiras conosco nesta nobre missão que abraçamos em prol de nossos veteranos de 32 de Itapetininga.



http://mmdc.itapetininga.vilabol.uol.com.br/gomesjr.htm



Enorme abraço e no contato



Biajone

Setembro 16, 2011



--- Em sex, 16/9/11, Cap PM Gomes Júnior escreveu:



De: Cap PM Gomes Júnior

Assunto: Curriculum

Para: "prof mat"

Data: Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011, 12:05

Boa tarde meu grande amigo Biajone. Me desculpe pela demora no envio do Curriculo e foto, mas nos últimos dias fiquei muito atarefado com as demandas aqui do Quartel e de minha casa. Um grande abraço e um excelente final de semana.

Cap PM Gomes junior





MEMÓRIAS DO VENTURA: A PÁTRIA VENCERÁ - CRÔNICA DE MARIANO TAGLIANETTI ...

MEMÓRIAS DO VENTURA: A PÁTRIA VENCERÁ - CRÔNICA DE MARIANO TAGLIANETTI ...: Bilhetes avulsos A PÁTRIA VENCERÁ ! Comemoramos o sete de setembro, data de maior magnitude nacional. Evocá-la enaltecendo-a é ...

A PÁTRIA VENCERÁ - CRÔNICA DE MARIANO TAGLIANETTI - BILHETES AVULSOS

Bilhetes avulsos






A PÁTRIA VENCERÁ !





Comemoramos o sete de setembro, data de maior magnitude nacional. Evocá-la enaltecendo-a é dever cívico de todo brasileiro... Pedro I, às margens do Ipiranga, em São Paulo, proclamou nossa maioridade no contexto das Nações ao bradar “INDEPENDÊNCIA ou MORTE !” O quadro épico de Pedro Américo, retrata para todo o sempre a eloqüência desse episódio histórico...



No “ARAUTO”, órgão trimestral do Liceu Franco Brasileiro (SP), no início da década de 60, também sob epígrafe “Bilhetes avulsos” publiquei crônica intitulada “PÁTRIA !”, na qual exaltei seu significado. Replicando Robert Henri Srour surpreendeu-me aos escrever “PATRIE GRAND MOT QUE NOUS POIGNARD”**. Não houve oportunidade para tréplica. Ressaltei, então, os princípios que valorizam o cidadão: HONRA, TRABALHO e DIGNIDADE, porém devendo ser Pátria considerada solo fértil, para que prosperem... Talvez Srour, marcado pelas vicissitudes da ocupação da França, durante a 2ª Guerra Mundial, não houvera atinado com esses fundamentos.



A consolidação desse marco patriótico e histórico exigiu vencer pruridos separatistas. Lutando pela integridade territorial objetivou-se consolidar, na plenitude, a nacionalidade. Diante da inegável vontade política do Império, evidenciada pela tenaz ação do Exército, foram vencidos os revolucionários separatistas, Farrapos, Confederação do Equador, Praieros, os revoltosos de Sorocaba e Barbacena; - e as ameaças externas às nossas fronteiras, guerras contra Aguirre e Solano López.



O Brasil hodierno confronta-se com a valoração de sua intrínseca nacionalidade, mercê de combalida democracia exigindo consciência, não só em creditar mérito aos vultos do passado, mas também mensuração do aviltamento de suas instituições.



A brasilidade está encurralada no paredão da identidade, ou posiciona-se realizando seu futuro promissor, ou irá resvalar no simulacro democrático de sucessivos escândalos impunes, face ordenamento jurídico arcaico, aquém dos desafios do século XXI.



Os constituintes de 88 geraram uma Carta, sob esse e outros aspectos, jejuna. Preocuparam-se, em verdade, apenas em resguardar seus privilégios... Não souberam obrar o desafio da politização. Não instituíram o SISTEMA ELEITORAL DISTRITAL, deixando o povo impotente, bitolado, incapaz de julgar mediatamente não só os deputados federais que elege mas a totalidade de seus representantes. Instituíram um modelo eleitoral de favorecimento à corrupção. A curta visão da maioria desses constituintes feriu, atrasando substancialmente nosso desenvolvimento democrático, dando margem à interminável parafernália de falcatruas que se sucedem, às quais os brasileiros assistem atônitos e impotentes, sem perspectivas de um porvir que lhes ofereça novos horizontes...



Estamos soterrados, em termos democráticos, o que exige convocação urgente de nova Constituinte para que se altere o “PACTO FEDERATIVO”. É preciso atender à responsabilidade democrática e para tal considerando que os senadores representam os Estados, os limites estaduais devem ser abolidos, para que o território brasileiro seja dividido em distritos, tantos quantos necessários para instaurar o SISTEMA ELEITORAL DISTRITAL puro, possibilitando preservar a vontade do povo, a exemplo do Chile, Canadá, França, Alemanha, dentre outras nações que já o instituíram com êxito.



A missão dos novos constituintes deverá ter por norte combater os “sete pecados sociais” anunciados por Mahatma GANDHI, fundador da Índia moderna: “Política sem princípios. Riqueza sem trabalho. Prazer sem consciência. Conhecimento sem caráter. Comércio sem moralidade. Ciência sem humanidade. Religião sem sacrifício.” – Ao se estribarem nesses princípios, farão com que a Pátria vença a corrupção.



** Pátria exclamação que nos apunhala.



Mariano Taglianetti - adv. constitucionalista

e-mail : mtaglianetti@uol.com.br

Semanário Impacto Paraná 16/09/2.011