sexta-feira, 19 de abril de 2013

A GENTIL CONVOCAÇÃO


Distorção da verdade - repasso


Mensagem original
De: Antonio Agenor Farias < aagenor.farias@gmail.com >
Para: undisclosed-recipients
Assunto: Fw: Res: A gentil “CONVOCAÇÃO” 
Enviada: 17/04/2013 19:22
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FLAVOR00-NONE-0000-0000-000000000000;
Amigos e amigas

 Repasso a mensagem que recebi de um colega de turma
 e a resposta que enviei ao mesmo.
Gostaria de ouvir as opiniões dos amigos a respeito do tema.

Um abraço
Farias

-------Mensagem original-------

Assunto: Fw: Res: A gentil “CONVOCAÇÃO”


Caro amigo Kummel 


Essa mensagem foi uma das coisas que mais me preocuparam nos últimos tempos.
No dia 25 de agosto de 1951, na distante cidade de Fortaleza, prestei o solene compromisso à Bandeira. Nunca esqueci aquelas palavras solenes que me fizeram estremecer de emoção..........."PROMETO CUMPRIR AS  ORDENS DAS AUTORIDADES A QUE ESTIVER SUBORDINADO..................E DEDICAR-ME INTEIRAMENTE AO SERVIÇO DA PÁTRIA, CUJA HONRA, INTEGRIDADE E INSTITUIÇÕES, DEFENDEREI COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA".     Meu Deus, que juramento solene e profundo para um menino que recém deixara de usar calças curtas. Esse juramento foi repetido no aspirantado e na promoção a 2º tenente. Não foi uma brincadeira de crianças, foi um JURAMENTO SOLENE, público, diante do povo e de autoridades civis e militares.  Como pode agora o governo querer incriminar aqueles sodados que cumpriram as ordens das autoridades a que estavam subordinados? Faço a pergunta: o que teria acontecido ao Brasil, ao povo brasileiro, às autoridades civis brasileiras, se alguns ou muitos militares, oficiais e praças, tivessem dito: NÃO CUMPRIREI AS ORDENS DAS AUTORIDADES A QUE ESTOU SUBORDINADO? Quem consegue imaginar o que teria acontecido ao Brasil se tivesse havido essa desobediência? Essa atitude proibida ao militar seria esporádica, ou se espalharia como fogo em mato seco? Como teriam ficado nossas Fôrças Armadas diante de uma indisciplina generalizada? Quem poria ordem na casa?
E muita irresponsabilidade da parte dos políticos que estão patrocinando essa maldita COMISSÃO DA MENTIRA, muita irresponsabilidade. Se o caldo entornar, eles, como sempre o fizeram, porão a culpa nos outros.
Cabe aos brasileiros de bom senso, às lideranças políticas, às lideranças de classes, às  lideranças religiosas e outros grupos formadores de opinião, pararem para pensar no risco a que estão levando este grande país.
Os chefes militares conhecem bem suas responsabilidades. Eles não trabalham em busca de riquezas e nem de votos. Seu lema sempre foi e ainda é SERVIR AO BRASIL!
Que o bom Deus nos ajude.

Um abraço
Farias


Antonio Agenor Farias - Cel Eng e EM Refm
Idt MIl 100313260-0
Vinculado à SIP/2º BIL - S. Vicente-SP


-------Mensagem original-------

Data: 17/4/2013 15:35:05
Assunto: A gentil “CONVOCAÇÃO”

A gentil “CONVOCAÇÃO
A recente convocação de um militar para apresentar - se perante a Comissão da Verdade nos dá uma pálida idéia do que acontecerá com os intimados pela execrável corte.
Um simples documento de convocação que poderia ter chegado às mãos do indigitado de diversas maneiras foi levado à vítima com pompas e circunstancias.
O ofício de convocação teve como portadores policiais federais, fardados e armados, em viatura estacionada em frente à sua casa, como se ele fosse um criminoso.
Tivemos uma leve amostra de que o “indiciado” deverá comparecer ao tribunal devidamente amedrontado por antecedência, e que no picadeiro, será esquartejado até a morte.
Imaginemos o horror, e o que se passa na mente do convocado e dos que se seguirão a ele.
A família, a esposa, os filhos e os parentes, quanta amargura, que imensa dor, que tristeza. É um mundo de sensações de desânimo, de incapacidade, de falta de apoio, de total solidão.
Certos de que comparecer perante a Comissão será adentrar à arena totalmente desarmado e manietado, e sem condições de qualquer defesa, nos declaramos contrários ao comparecimento ao patíbulo de qualquer ex – agente da repressão, e, se militar com maior veemência.
É o massacre anunciado.
Tal qual o regime nazista de Hitler, o desgoverno decretou o holocausto nacional para exterminar o grupo de ex – agentes da repressão que se postaram contra os seus desejos de dominarem o poder pela força.
O trucidamento daqueles cidadãos, de fato, será o holocausto moral de todos os que anseiam por viver num país democrata, e que almejam uma sobranceira e honrada nação.
Não sabemos se uma convocação tem que ser atendida, provavelmente, sim, pois esses patifes devem ter obtido ou escrito nas suas normas, que as vítimas devem postar - se, submissamente, diante de seus acusadores.
Se não for obrigatório, fuja, vá para alhures; se for cale, como já fizeram os chamados perante as CPMIs e CPIs, alegando não poderem declarar o que pudesse prejudicá - los.
Apesar de nossos conselhos, tememos que o convocado, ao abrir seu coração, apoiado na sua indignação, pretendendo com a sua verdade, deixar os membros da Comissão abalados, cometerá um monumental engano, pois suas palavras serão distorcidas.
Após a visita da Swat e toda a sua aparelhagem de intimidação (por que um único oficial de Justiça não foi o portador da "convocação", como sói acontecer até com criminosos de alta periculosidade?), é óbvio concluir que estamos certos em nossa opinião de evitar a Comissão como o diabo da cruz.
Meus amigos, eles contam com o poder, com recursos, com as leis, com parte da mídia; quanto a nós, só com a nossa indignação.
Mas, infelizmente, a indignação não atemoriza aos canalhas, não os abala a nossa repulsa à injustiça, nem a nossa revolta à indignidade.
Nada os deterá, a não ser o temor de que poderão sofrer na própria pele o castigo por sua abominável cretinice.
Por muito menos, eles assassinaram, assaltaram e aterrorizaram; nós procuramos sem nenhum apoio, nem mesmo, como deveria ocorrer, dos chefes militares, sem recursos, sem qualquer divulgação denunciar a terrível ação institucionalizada em andamento.
Tristemente, temos pregado num deserto.
Os cidadãos de bem foram para o ignoto, ou talvez para a “cracolândia” onde tudo é um tremendo “barato”. 

Brasília, DF, 16de abril de 2013
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

CHAPA MESMOS RUMOS - AOPM - VENCE AS ELEIÇÕES


 CHAPA MESMOS RUMOS “VITORIOSA”
No dia 17 de abril de 2013, foram realizadas as eleições para nova Administração AOPM.
O pleito transcorreu das 8h às 17h, em um ótimo clima de respeito à democracia.
A apuração foi realizada no Salão Vitória, com a presença dos representantes de ambas as chapas num relacionamento harmonioso com a Comissão Eleitoral.
O total de eleitores somou 1.736 votos, sendo que a Chapa Vitoriosa “Mesmos Rumos” venceu com 1.187 votos contra a Chapa “Representatividade Combativa”, que teve 549 votos.
A chapa vencedora é composta da seguinte forma:
Presidente da Diretoria Executiva - Cel. PM Pettinato
Vice Presidente da Diretoria Executiva - Cel. PM Chiari
Presidente do Conselho Deliberativo - Cel. PM Luiz Carlos
Vice Presidente do Conselho Deliberativo - Cel. PM Bononi
Presidente do Conselho Fiscal – Cel. Carlos de Carvalho
Vice Presidente do Conselho Fiscal – Cel. PM D’addio 
A nova Administração assumirá os destinos da AOPM em 11 de maio de 2013, por período de 4 (quatro) anos, buscando atingir as seguintes metas:
ü  Continuidade nas conquistas institucionais.
ü  Apoio ao Comando Geral nas lutas institucionais e reivindicações para a oficialidade.
ü  Ampliação do corpo jurídico para melhor atendimento aos associados.
ü  Manutenção das finanças superavitárias.
ü  Modernização dos aposentos das colônias.
ü  Continuidade do plano desenvolvimentista.
ü  Modernização dos vestiários e academias.
ü  Criação do Núcleo Informatizado.
ü  Ampliação dos convênios com os clubes do interior, conforme interesse da oficialidade local.
ü  Construção de apartamentos na Sede do Barro Branco, para atendimento aos associados da oficialidade local.
ü  Construção de apartamentos na Sede do Barro Branco, para atendimento aos associados do interior.
ü  Construção do novo Buffet e Parques Infantis.
ü  Ampliação dos estacionamentos.