terça-feira, 18 de agosto de 2015

REFLEXÕES DE UM SEPTUAGENÁRIO - ARMANDO ALBUQUERQUE

Reflexões de um septuagenário
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Armando Albuquerque 
17 de ago (23 horas atrás)
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A farsa se repete como história

A pregação asquerosa feita pelo marginal que preside a CUT segue o script que já conhecemos desde 1968. Eles, acuados pela força da verdade, pela evidência de suas insanidades e pela certeza de que já não se sustentam, apelam para a violência, que chamam de luta armada. No confronto que provocam, incitam e dão início, sempre apanham. (Se bem que, hoje, eu duvide das FFAA). E depois, como crianças chorosas, apontam o dedinho para aqueles de quem apanharam: tortura! Abuso! E usam (também) isso para meter a mão nos cofres da res publica. São uns bandidos, de fato.
E a presidente (como pode alguém como essa mulher se tornar presidente?), se mostra o que parece sempre ter sido, desde que ainda jovem aderiu à esquerda mais raivosa: uma lesada mentalmente, que se acumplicia ao que há de pior na política (o Renan é o da vez) para continuar sustentando a farsa.
Os tribunais superiores apenas ecoam a fala atribuída a Getúlio: ora a lei! Os ministros ganham fortunas para serem pizzaiolos, que servem pratos indigestos, em concorrência desleal com os do ofício, mal remunerados. O sistema foi engendrado para não dar certo. Um candidato a ministro do STF e do TCU, se quiser ser conduzido à corte, deve se expor, como carne em açougue (daqueles onde as moscas se assentam sobre o produto como se fosse aquela outra substância) ou prostituta em lupanar (daquelas ávidas por um cliente para salvar o dia). Assim, a pretensão é legítima, mas a forma de conquista da cadeira se traduz em indecência ímpar.  
Apesar de tudo isso, a oposição (temos oposição?) faz apenas movimentos envergonhados, pressionada pela força dos fatos, sem ser, ela mesma, condutora de qualquer chama de esperança. Razão não falta para isso e o nome é rabo preso. Ou já nos esquecemos do Dossiê Cayman, que era falso (essa história de falsidade petista é antiga!), mas, mesmo assim, segundo a imprensa na época, abalou demais um dos tucanos ali apontados e que hoje é senador?
Ainda bem que temos a imprensa. Ela garante que tudo isso seja muito bem digerido pela massa domesticada. Bovinamente, ninguém toma para si a execução da ameaça daquele vagabundo que faz ameaças ao povo, impunemente, dentro do palácio do planalto, na presença da presidente, com total conhecimento dos ministros dos tribunais, pouca ou nenhuma reação da oposição e completa indiferença da imprensa. Plim, plim!
Saudades de Matão!

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