quarta-feira, 21 de outubro de 2015

TRANSEXUAIS E TRAVESTIS RECEBERÃO AUXÍLIO DE R$788,00 DA PREFEITURA DE SÃO PAULO

Transexuais e travestis receberão auxílio de R$ 788,00 da Prefeitura de SP

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Nelson Nunes Fernandes

08:58 (Há 50 minutos)
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Suplicy é o secretário de direitos humanos do município.
Geralmente protege bandidos e cantores de músicas que atacam a polícia e a sociedade.
Sua grande obra será inaugurada no próximo mês. 
Renda-mínima para travestis e transexuais que vivem em São Paulo.
Basta cadastrar-se e começar a faturar.
Vamos aguardar a chegada de muitos interessados que virão de várias partes do Brasil.

É o nosso dinheiro que vai arder. 
Escolas, creches, ruas, hospitais, etc. etc...podem esperar.
É o PT no poder.

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Era discriminado;
Passou, posteriormente, a ser tolerado;
Depois passou a ser tratado com igualdade, o que me parece correto;
Agora é incentivado;
A dúvida é – quando se tornará obrigatório?

Transexuais e travestis receberão auxílio de R$ 788,00 da Prefeitura de SP
11 de Janeiro de 2015
A partir do próximo mês, travestis e transexuais cadastradas irão receber bolsa auxílio de um salário mínimo (R$ 788) da prefeitura. Em contrapartida, elas terão que frequentar a escola e fazer cursos do Pronatec.
A medida faz parte do Transcidadania, projeto que será anunciado no próximo dia 29 pela secretaria de Direitos Humanos, com o objetivo de reinclui essas pessoas na sociedade.
"É um projeto piloto, o primeiro desse tipo na América Latina, por isso vamos começar apenas com cem indivíduos. Como ele está vinculado a escolaridade, em seis meses teremos um retorno. Nesse tempo, conseguiremos traçar estratégias para que essas pessoas possam fazer estágio nos órgãos públicos" afirma Alessandro Belchior Rodrigues, coordenador de políticas LGBT da prefeitura, por telefone.
Segundo Rodrigues, existem aproximadamente quatro mil travestis e transexuais na cidade, a maioria vivendo em condições precárias. "Grande parte dessas pessoas foram expulsas de casa ainda na adolescência, abandonaram a escola e começaram a se prostituir ainda menores de idade. Como não tiveram a chance de estudar e sofrem preconceito, a única fonte renda é a prostituição", conta Rodrigues.
Duas escolas aderiram ao projeto, uma EMEF e o CIEJA do Cambuci. Além de estudarem em salas mistas, para alunos maiores de 18 anos, por, no mínimo, dois anos, as transexuais e travestis terão que prestar o ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio). A estimativa é adequar o espaço escolar para receber pessoas transgênero até o final de 2016.
O Transcidadania abrange outras ações, como o tratamento hormonal disponilizado gratuitamente e a inauguração de um albergue exclusivo para travestis no próximo mês. Também será lançada uma campanha contra o preconceito, com vídeos exibidos em trens e ônibus da capital.
O programa também vai aplicar o regulamento que permite transgêneros a usarem o nome social nas escolas. Embora exista desde 2010, a lei nunca havia sido aplicada. Para que a reinclusão aconteça, está sendo montada uma comissão com o apoio da secretaria municipal de Educação.
"A secretaria de Direitos Humanos também vai fazer uma ação para que os funcionários públicos saibam lidar com travestis e transexuais. Muitas vezes a pessoa não sabe como chamar, se é ele ou ela, e isso gera constrangimento para ambos os lados", diz Rodrigues. Segundo o coordenador, é importante que as travestis e transexuais interessadas façam a inscrição no programa no centro de combate a homofobia, no Pateo do Collegio. (Tel. 3105-4521).
Transexuais e travestis receberão auxílio de R$ 788

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