sábado, 16 de janeiro de 2016

DADOS IMPORTANTÍSSIMOS QUE VOCÊ DEVE TOMAR CONHECIMENTO - MEUS CRÉDITOS AO GERALDO HERNANDES.

VOCÊ SABIA?

No BRASIL, diante de uma denúncia, a polícia abre um inquérito e inicia investigação.
Nos ESTADOS UNIDOS não existe, na maioria dos estados, a figura do inquérito policial; o Ministério Público determina as investigações com a ajuda da polícia. Em caso de fragrante, não há etapas de investigação e a condenação é mais rápida.

No BRASIL, encontrados indícios de culpa, o inquérito é enviado ao Ministério Público. O acusado pode atrasar a investigação com pedido de liminar recusando-se a depor.
Nos ESTADOS UNIDOS o acusado tem a possibilidade de admitir a culpa e se dispor a colaborar com a polícia através de um acordo chamado Plea Bargain. A pena é reduzida, a sentença é dada e o caso encerrado. Se alegar inocência o acusado vai a julgamento. O próprio juiz da causa decide, em poucos dias, sobre as provas ou manda o processo para a Suprema Corte do Estado.

No BRASIL o Ministério Público denuncia o investigado à Justiça e o julgamento é marcado. Havendo condenação o acusado pode recorrer a um tribunal de segunda instância.

Nos ESTADOS UNIDOS, em caso de condenação, o acusado pode recorrer a duas instancias: a Suprema Corte do Estado e a Suprema Corte Federal. O recurso só vale para casos especiais ou de relevância pública nacional. A própria Suprema Corte decide sobre a apreciação do caso.

No BRASIL, se na segunda instancia for mantida a sentença, o acusado tem a possibilidade de entrar com um recurso especial no Superior Tribunal de Justiça e, ao mesmo tempo, com recurso no Supremo Tribunal Federal.
Nos ESTADOS UNIDOS se um caso semelhante já tiver sido julgado pela instância superior àquela que se pronunciou pela condenação, a defesa, em geral, nem tenta entrar com recurso porque sabe que a possibilidade de obter qualquer vantagem é remota. A sentença é mantida e o corrupto vai para a cadeia.

No BRASIL, anos podem se passar até que o STJ julgue o processo: por meio de dispositivos como agravos, embargos e mandados de segurança, a defesa vai protelando o julgamento. Nesse período, o acusado continua em liberdade – conseguida mediante hábeas corpus. Se mantida a sentença no STJ, o processo é enviado ao STF para que seja apreciado o pedido de recurso extraordinário e, de novo, a defesa pode se valer dos procedimentos para atrasar o andamento do caso. Enquanto aguarda o veredicto final, o acusado continua em liberdade. Com o volume de processos acumulados no STF um caso pode levar mais de quinze anos para ser julgado. Dependendo do caso, o crime já prescreveu e o rato escapa da ratoeira.

E tem mais... Os valores estão defasados, mas não anulam a indignação de saber como parte do imposto que pagamos é, cínica e descaradamente, surrupiada pela corja dos “mais iguais” da República.

Conforme documento apresentado em 01-06-2005 pelo Ministério do Planejamento, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, levantamento envolvendo 130 paises revela que o Brasil ocupa o penúltimo lugar em distribuição de renda e que 53,9 milhões de brasileiros (31,7% da população) sobrevivem com renda familiar inferior a meio salário mínimo por mês. Talvez seja porque:

Na INGLATERRA o salário de um lord (deputado) equipara-se ao de um chefe de repartição.
No BRASIL o salário de um “nobre” deputado é de R$ 12.000,00 (março-2005) mais 13º e 14º salários. Os deputados recebem, ainda, R$ 25.400,00 para trabalhar durante o recesso parlamentar e ganham em dobro se, durante o recesso, forem convocados pelo executivo.

Na INGLATERRA os lords (deputados) não têm passagem de avião gratuita, salvo quando a serviço do próprio Parlamento.
No BRASIL os “nobres” deputados têm direito a 4 passagens aéreas de ida e volta a Brasília por mês.

Na INGLATERRA os lords (deputados) não recebem auxilio residência.
No BRASIL os “nobres” deputados recebem R$ 3.000,00 (março-2005) de auxilio-moradia mesmo morando em Brasília.

Na INGLATERRA os lords (deputados) não têm escritórios,
No BRASIL os “nobres” deputados recebem verba de R$ 35.000,00 (março-2005) por mês para gastos com gabinete.

Na INGLATERRA os lords (deputados) não têm secretários.
No BRASIL os “nobres” deputados podem contratar (e contratam) até 20 servidores - entre os quais vários parentes ou apaniguados - e ainda recebem verba de R$ 3.800,0 (março-2005) para despesas com assessorias.

Na INGLATERRA os lords (deputados) não dispõem de automóveis oficiais para uso próprio.
No BRASIL os “nobres” deputados têm à disposição automóvel do ano com motorista e generosa cota de combustível.

Na INGLATERRA os lords (deputados) pagam suas despesas pessoais do próprio bolso.
No BRASIL os “nobres” deputados têm direito aos serviços de engraxate, barbeiro e cabeleireiro pagos pelo contribuinte além de verba de R$ 7.000,00 (março-2005) para outras despesas “comprovadas”.

Na INGLATERRA os lords (deputados) não têm lugar marcado no plenário e são obrigados a justificar as faltas.
No BRASIL os “nobres” deputados têm, cada um, seu lugar cativo e só o utilizam dois ou três dias por semana. E ainda gozam de dois recessos por ano mais férias e folgas remuneradas.

Se ainda acredita que, com esse congresso e com essa “mafiocracia” que só sabe nos impor o que fazer e quanto pagar, votar é demonstração de civismo, eu, particularmente, acho que é um ato de cumplicidade, ignorância ou sandice.
É como escolher algo que se possa aproveitar no aterro sanitário da política. Mas cuidado, o que vem do lixo só pode ser lixo.
                                   
Pare de escrever cartas de indignação que político não lê.
Crie coragem e inicie ou participe de uma ação efetiva contra os desmandos.
Não basta ser brasileiro; é preciso ser, antes de tudo PATRIOTA.

          Enquanto você escreve
          eles se locupletam,
          o tempo passa,
          o delito prescreve.

GERALDO HERNANDES
eleitor 1326801601-59 – SANTO ANDRÉ-SP

T012....... 06-2005

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