quarta-feira, 6 de abril de 2016

MOVIMENTO CONTRA A PLP 257 - NÃO SE PODE ADMITIR TAL MANOBRA RASTEIRA E SÓRDIDA NO SENTIDO DE ANIQUILAR AS POLÍCIAS MILITARES E OS BOMBEIROS.

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.
Houve encontro na Câmara Federal mediada pela bancada dos deputados federais militares. Mas houve também a participação de vários outros deputados federais que se comprometeram contra o PLP 257. Além disso, estiveram presente vários deputados estaduais e vereadores de todo o Brasil. E ainda centenas de representantes formais de Associações Militares de todo o país. Também presentes Comandantes Gerais PM e BM e representantes dos Comandos de vários estados. Por fim, representantes das entidades militares nacionais (FENEME, ANASPRA, CNCG, ANERMB, LIGABOM, AME-BRASIL). Todos fizeram duros discursos contra o PLP 257. Pelo Acre, esteve presente a AME-AC, representante do Comando do CBMAC, a Associação de Praças (APRABMAC), a Associação e o Clube de Oficiais PM e BM do Estado do Acre.
Deputado Federal Cel PM Fraga (DEM) é o presidente da comissão dos militares. Chorou de emoção porque nunca antes vira tantas lideranças reunidas por um mesmo propósito. Falou das emendas que os parlamentares militares federais fizeram para tirar os militares estaduais das conseqüências nefastas do PLP 257. Falou da emenda 35 do Major Olímpio. Da emenda 36 e 40 do Subtenente Gonzaga. Das emendas 95 e 100 do Coronel Fraga. Das emendas 146 e 157 do Capitão Augusto. Todas essas emendas de deputados federais militares.
Major PM Olímpio (Solidariedade – SP), deputado federal: disse que é uma armadilha sórdida do governo federal. Da presidente e mais 16 governadores. Criticou o Governador de SP, por apoiar o PLP 257. Defendeu uma greve geral de servidores. Disse que militares são solução e não o problema que demanda o “ajuste fiscal”.
Deputado Federal Jair Bolssonaro (PSC – RJ): muito aplaudido pelos presentes. Chamado de presidente. Disse que “não tem que ser 13 nem 45”. Que os militares precisam de “gente que pensam como nós na cadeira da presidência”. Que a marcha para 2018 é uma missão. Disse que o Governador do RJ “enfiou os royalties do petróleo na orelha”. Que as autoridades sempre se prevalecem da legislação castrense para subjugar militares. Falou da alcunha “bancada da bala”, mas disse que era da banca da segurança pública. Que em 2019 os militares terão uma retaguarda política e jurídica. Disse que policiais “mexem com gente que não tem temor pela própria vida, imagina pela nossa”. Disse que “temos guerrilheiros no poder”. Disse “Brasil acima de tudo, deus acima de todos”. Ao fim da fala foi homenageado por uma associação de deficientes.
Deputado Eduardo Bolssonaro (PSC – RJ) falou.
Deputado Federal Cabo Sabino (PR – CE) e deputado Federal Capitão PM Augusto (PR –SP) falaram. Este último também falou em operação padrão. Nesse momento toda a platéia gritou efusivamente “vai parar”, por vários minutos.
Deputado Federal Major Rocha (PSDB – AC): elogiou o fato da PM e BM terem atendido ao chamado de urgência e última hora. Agradeceu todas as entidades nacionais presentes e às associações acrianas, citando-as nominalmente. Foi elogiado por sua atuação já no primeiro mandato pelo Coronel PM Deputado Alberto Fraga.
Deputado Federal Subtenente Gonzaga (PDT - MG) falou.
Após as falas dos federais foi feita mesa composta exclusivamente pelas entidades nacionais presentes e por alguns comandantes gerais.
Conselho Nacional dos Comandantes Gerais (CNCG) – Coronel Marco Antônio Badaró Bianchini, comandante geral de MG. Disse que em MG não tem divisão. Que a PM é do povo. Que todos estão no mesmo barco. Que não podemos perder as prerrogativas conquistadas. Conclamou união do SD ao Coronel. Disse “somos do Estado, não do governo”. Denunciou que desde 2001 tramita na Câmara projeto de lei orgânica dos militares e nada de aprovação, mas o PLP veio com regime de urgência. Denunciou que querem nos tirar prerrogativas, mas não temos direito de greve, sindicalização, periculosidade etc. Pediu que as entidades envolvessem seus comandantes gerais na discussão. Disse “temos obrigação de zelar e dar melhores condições de trabalho aos nossos militares”.
Tenente Coronel Marlon da FENEME (Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais) falou. Disse que há outros projetos perigosos, citando um que versa sobre o teto. Recomendou que os militares elegessem vereadores em 2016. Disse “somos mais de meio milhão de famílias”.
Presidente LIGABOM (Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil) CARLOS HELBINGEN JUNIOR – Cel CBMGO - Presidente: disse que somos uma força viva da sociedade, que devemos seguir disciplinados, organizados e lutando.
Presidente da ANERMB (Associação Nacional das Entidades Representativas de Policiais e Bombeiros Militares - Sargento PM Leonel Lucas - RS): denunciou que o PLP 257 nasceu no RS. Que “o Governador de lá não é amigo da Dilma, mas age como a Dilma, só faltando a saia”. Disse que paralisação tem que se de cima para baixo, senão não existe. Defendeu união do Coronel ao Soldado e vice-versa. Criticou a demagogia, que não quer faltar com respeito aos oficiais, mas que não há como não ter um pouco de indisciplina com os governantes.
CB Elisandro Lotin de Souza (ANASPRA – Associação Nacional de Praças): reunir para manter direitos. Disse que 200 PMs morreram esse ano, que o índice de suicídio entre militares é 7,8 vezes maior. Defendeu o fim da prisão administrativa disciplinar.
Coronel PM Edson Duarte (RJ – Comandante Geral): disse que a PLP 257 retira prerrogativas que são as únicas atrações da carreira militar estadual.
Coronel Muller (FENEME) falou.
Neste momento (13h05 no horário do Acre) estamos, representantes do Acre e demais cantos do país, no plenário da Câmara dos Deputados ouvindo pronunciamento dos parlamentares e vigilantes.
TC BM RR Moisés / Presidente Associação de Oficiais da PM e BM AC.
TC BM Eudemir / Representante do Comando do CBMAC.
Capitão Ernani / Presidente do Clube de Oficiais PM e BM AC.
SGT PM ELTON - Conselho Fiscal AME.
SGT BM Abrahão Púpio - Diretoria APRABMAC, neste ato secretário.

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