sexta-feira, 27 de maio de 2016

O TUIUTI 170 - RUI SANTOS VARGAS - DE LUIZ GIORGIS

O TUIUTI 170


Entrada
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Rui Santos Vargas santosvargas.rui@gmail.com

Anexos
para Cco:mim
Boas leituras!

Cumprimentos




---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Luiz Giorgis
Assunto: O TUIUTI 170
Para:


Neste número, uma síntese do historiador Juan Mintegui sobre o General Osorio (sem acento no "o") no dia da Batalha de Tuyuti, combate no qual o então Barão do Herval se destacou de forma preponderante gerando a frase "Tuyuti é Osorio e Osorio é Tuyuti", ao lado de Mallet e Sampaio, entre outros.
Área de anexos
Marechal Osório, Marquês do Herval, o Centauro dos Pampas. Contribuição do Historiador Juan Carlos Parodi Mintegui Resumo Filho do 3º Sgt Manuel Luiz da Silva Borges e de Ana Joaquina Osorio, Manuel Luiz Osorio nasce em 10 de maio de 1808 em Conceição do Arroio. Aos dez anos já cavalgava e três anos depois dá os seus primeiros passos em sua alfabetização. Em 1823, aos quinze anos de idade, assenta praça e participa de sua primeira batalha próximo de Montevidéu. Combate Rivera na Cisplatina, luta em Sarandi e no Passo do Rosário é promovido a Tenente. Luta do lado dos legalistas na Farroupilha e marcha com Silva Tavares contra Bento Gonçalves. Com Flores, Caxias e Urquiza luta contra Oribe e sai vencedor. Na Guerra contra Rosas participa da Batalha de Monte Caseros. É o primeiro general a pisar o solo paraguaio na Guerra de Tríplice Aliança próximo ao Passo da Pátria e ao Forte de Itapirú com um piquete de doze cavalarianos sem saber o que lhe esperava do outro lado do barranco. Vencedor em Estero Bellaco, Tuyuti, Humaitá, Itororó, Avaí e, finalmente, Peribebuí e, ferido por uma bala que tinha acertado seu maxilar, deixa o teatro de operações e retorna ao Rio Grande do Sul. Em 1877 elege-se Senador e no ano seguinte é nomeado Ministro da Guerra, falecendo em 1879. Desde 1818, aos dez anos, até a sua morte em 1879, mesclou as tarefas de peão de estância, tropeiro e fazendeiro com a sua vocação militar. Foi uma vida de lutas, guerras, dificuldades e muitas batalhas. Mal terminava uma e já era mandado resolver problemas do Exército e do Brasil. Personalidade apaixonante demonstrou sempre, ao longo de sua vida, honestidade e patriotismo, desprendimento pessoal e um profundo amor à Pátria. Austero, modesto, homem de sua família, valente, esteve em mais de uma oportunidade pedindo para sair do Exército porque o baixo soldo não lhe permitia cuidá-la adequadamente, da qual a sua mãe também fazia parte. Mas, fazendo uma pequena pausa para depois ressaltar e analisar os contornos da personalidade deste ícone que é o Marquês do Herval, também chamado de Centauro dos Pampas, devemos nos perguntar o que a Providência pensou ao cristalizar neste Homem do povo, gaúcho ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL/RIO GRANDE DO SUL (AHIMTB/RS) - ACADEMIA GENERAL RINALDO PEREIRA DA CÂMARA - E DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E TRADIÇÕES DO RIO GRANDE DO SUL (IHTRGS) 150 anos da 1ª Batalha de Tuiuti – 400 anos da fundação de Belém do Pará ANO 2016 Maio N° 170 O TUIUTI simples do interior, toda uma plêiade de virtudes humanas que abrangem o homem em todas as suas dimensões, tanto de cidadão como profissional, tendo, sempre, como pano de fundo, a sua família e o amor pelo Brasil. Introdução Os fatos históricos que possuem relevância, via de regra, assumem na memória coletiva de uma sociedade aspectos controvertidos. Fatos, personalidades, leituras muito diferentes ao ponto de que, muitas vezes, proliferem versões antagônicas. Curiosamente a personalidade em apreço não foi alvo de controvérsias desse teor, exceto quando afloraram as paixões partidárias. Isso independe da personalidade de Osório, porquanto, por exemplo, na Guerra de Tríplice Aliança os comandos eram identificados ora com o Partido Liberal, ora com o Partido Conservador. Por conseguinte, não havendo interesses subalternos, nem disputas, a verdade histórica sobre Osório surge ao natural diáfana e cristalina. Nosso trabalho terá como escopo a identificação das virtudes do cidadão e do militar de Manoel Luiz Osorio, Marquês do Herval, o Centauro dos Pampas. O caminho para isso será o de trazer à tona pequenas passagens relevantes de sua personalidade. Que o Grande Senhor dos Mundos nos auxilie nesta pretensão! “Serei Soldado, Meu Pai” É o garoto do campo que aos dez anos já é um homem de “a cavalo”, e que antes de completar os quinze assenta praça e já vai participar de suas primeiras batalhas. Junto a seu pai, militar também, passa, no início a cuidar de suas montarias, alimentação e cuidado dos animais. Para o combate, foi um passo. A Independência do Brasil gerou dificuldades com as tropas portuguesas que estavam acantonadas no Prata. O seu Comandante, Lecor, passou à órbita do Império do Brasil, não acontecendo o mesmo com as tropas. Lá estavam o jovem Manoel Luiz e seu pai para combater essas tropas portuguesas. Não podemos esquecer que seu avó materno era militar e dele ganhou também seu nome: Osorio, colocado pelo seu pai em agradecimento ao sogro que o tinha acolhido num momento difícil de sua vida. Seu pai, Manuel Luiz da Silva Borges tinha desertado por causa de uma injustiça, pois tinha defendido um soldado que estava sendo martirizado por um oficial e depois voltou-se contra ele mandando-o prender. Foge e vai se encontrar em Conceição do Arroio com a história que não se detém. Resulta difícil a escolha da abordagem da carreira de Osorio. Veremos alguns flashes onde poderemos ver claramente a sua liderança, as suas dificuldades financeiras e o amor dedicado à sua família, seu amor irrestrito à Pátria e à coisa pública, a veia poética, sua vida de guerreiro espartano, as aplicações de estratégia e planejamento, o enfrentamento às injustiças, às perseguições sofridas por ser um Homem de ideias e de partido, como maçom, de ser livre e de bons costumes; em suma, todas aquelas virtudes desenvolvidas ao longo de sua vida. Criança ainda pedia ao pai que lhe contasse narrativas de seus feitos ao que este, dirigindo-se à sua mãe, dissera-lhe: “Ana, este menino há de ser soldado”. Suas brincadeiras, mal completava dez anos eram simulações de batalhas com sabres, baionetas e lanças de madeira. Aos quatorze anos já montava a cavalo como o melhor ginete, em sela ou em pelo, nadava e atirava. Usava boleadeiras e laços. Fisicamente robusto e musculoso já dava para visualizar suas preferências e inclinações. Com Domingos José de Almeida retoma os estudos iniciados e trancados com o sapateiro Miguel Alves, se entusiasma com os estudos e vai caber a seu pai redirecioná-lo para a vida militar. A resposta do jovem não se fez esperar. Acata a recomendação do pai e dispara: “Serei soldado, meu pai.”. “Ao Avistar o inimigo sinto medo; ao enfrentá-lo, coragem e ao derrotá-lo, piedade”. Antes de completar os quinze anos vemos o jovem Manoel Luiz alistado na Legião de São Paulo e no Arroio Miguelete1. Desejava retomar seu estudos no Instituto Militar de Ensino, mas teve negada sua pretensão por avizinhar-se nova guerra no Prata. Desembarcam os “33” na Praia da Agraciada capitaneados por Lavalleja. O Brigadeiro Rivera, oriental a serviço do Império, adere ao movimento revolucionário e é vencido por Bento Manuel. Logo após, Rivera ataca José de Abreu. Mena Barreto morre. Osório com seu 3° de Cavalaria participa das refregas causadas por bravatas de Bento Manuel. Em Sarandi, cercados pelos inimigos estes se rendem, menos o jovem Osório, com 17 anos, que quebra o cerco que os inimigos impuseram. Perseguem-no dois orientais, abate um com tiro de pistola e, o outro, com coronhada na cabeça. Em função disso, Bento Manoel doou-lhe a lança em sinal da valentia na batalha. Nas vésperas da Batalha do Passo do Rosário (Ituzaingó, para argentinos e orientais) as tropas imperiais estavam acampadas em Sant’Ana do Livramento em condições infra-humanas sem nada o que comer e desprovidas de toda e qualquer condição sanitária. Osório estava acampado junto. No livro de Fernando Osorio, seu filho, citado por (BARROSO, 1939): “Magoavalhe o triste espetáculo que pela primeira vez via, doía-lhe não poder dar refrigério aos tormentos de seus companheiros de armas; aconselhava os mais aflitos paciência por amor à bandeira da Pátria que era preciso defender; distribuía com alguns camaradas algum recurso com que poderia contar e, para socorrer o faminto e esfarrapado, algumas vezes ficou com fome e sem roupa para mudar”. Barbacena assume o Comando em Sant’Ana do Livramento e toma conhecimento da entrada de inimigos por Bagé. As tropas marcham e os inimigos simulam que fugiam por São Gabriel e são perseguidos pelos nossos. As forças imperiais posicionam-se errado, enquanto os inimigos utilizam-se de uma pequena colina onde postam a artilharia. Cenas de valentia e arrojo são vistas, sendo que a cavalaria inimiga era muito forte e confrontou a nossa infantaria com quadrados memoráveis. Após 6 horas de encarniçada luta, Barbacena manda interromper o combate, a tropa dirige-se para Cacequi e a perda única de equipamento foi o canhão e seu reparo, atirado num curso de água. A retirada foi em paz. Osorio pertencia à Divisão do General Calado e consegue ver que a cavalaria inimiga atacava novamente. Osório pede autorização para atacar o inimigo e o Coronel rejeita a ideia de plano. Atacam novamente, vence o Regimento Imperial e Osório “executando hábil manobra, pela retaguarda, derrota-o” (BARROSO, 1939). Até hoje o resultado do vencedor no Passo do Rosário é controverso. Tasso Fragoso, Cláudio Moreira Bento e Juvêncio Saldanha Lemos tem visões diferentes sobre o resultado da Batalha. O fato posterior mais relevante é que as forças imperiais se retiram do teatro de operações sem serem perseguidas, a perda foi de uma peça de 1 Nota do Autor. O Arroio Miguelete atravessa um dos bairros mais residenciais de Montevidéu, “El Prado”, a poucos metros de onde são realizadas as Exposições Internacionais de Animais e os famosos Rodeios da Semana Santa. artilharia que teve seu reparo estragado e foi jogada numa sanga e os inimigos não se apossaram de qualquer terra brasileira, voltando para os seus países (Argentina e Banda Oriental). A paz foi feita em 1828 com a assinatura da Convenção Preliminar que pôs fim à guerra e criou o Estado Independente do Uruguai que logo se chamaria República Oriental do Uruguay. Nas tratativas locais, o Tenente Osorio participou de negociações junto a Lavalleja (líder dos “33”) e este convida Osório a permanecer com eles no Cerro Largo. Em Rio Pardo o jovem Osório se apaixona por Ana, afilhada do Marechal Sebastião Barreto. Vejamos um trecho de sua poesia: “Só vivo quando te vejo/dia e noite penso em ti/se nasceste para amar-me/eu para te amar nasci”. Os pais não tinham interesse nesse namoro e obtem a transferência do Tenente para a fronteira, lugar perigoso. Logo depois há um desencontro. Uma carta de Ana demora um mês e ela casa com outro. Assim termina a primeira desilusão do herói. Casa-se com Francisca, filha do Juiz de Paz Zeferino Fagundes de Oliveira, em Bagé onde estava lotado, em 15 de novembro de 1835. Na Revolução Farroupilha ele combaterá muitos de seus companheiros de refregas passadas. Em grande parte devido a que Bento Gonçalves, Canabarro, Neto e outros optaram pela Revolução. Em 1838 é promovido a Capitão. Bento Gonçalves foge de sua prisão na Bahia, auxiliado pelos seus Irmãos maçons. O Ministro da Guerra viaja para Porto Alegre e o Capitão Osorio é porta-voz de seus companheiros para denunciar os erros políticos e militares do Presidente da Província. Dificuldades econômicas o levam a pedir reforma aos 31 anos de idade. O Presidente da Província é demitido, o novo indefere seu requerimento e é nomeado Comandante da 3ª Companhia do 2° regimento de cavalaria de linha, conforme cita BARROSO (1939). 27 de maio de 1842 é a data em que Osorio é promovido a Major, após ter enfrentado Bento Gonçalves na serra de Porongos. Caxias e Oribe convencionam a licença para que as tropas imperiais penetrassem no Uruguai à procura de revoltosos. Este acordo desenha o fim da guerra. BARROSO (1939) evidencia, mais uma vez, o caráter do Centauro dos Pampas. Osório concordava com os revoltosos em relação às tropelias do Presidente da Província; porém quando Neto proclama a Província de Piratini nosso herói fica com a brasilidade e a integridade da Pátria. Ansiava pela paz como todo o Rio Grande. Após vários reveses dos revoltosos com a morte e prisão de várias lideranças, o Tenente Coronel Osório é incumbido por Caxias para tratar dos primeiros movimentos de paz e conversa com Antônio Vicente da Fontoura, Ministro da Guerra dos Republicanos, que depois iria à Corte para expor as formas da paz. Caxias demonstrou sua magnanimidade nas condições de paz com os farrapos. Para complementar a amizade entre Caxias e Osório que só viria se quebrar no fim da vida de ambos, Caxias que integrava o Partido Conservador pede a Osorio, do Partido Liberal, que o ajude a ungir-se Senador, o que este faz, conseguindo colocá-lo na lista tríplice para que o Imperador o nomeasse Senador Vitalício. Depois combate as Califórnias do Chico Pedro, o Moringue, Barão de Jacui, contra as tropelias que os orientais faziam contra os brasileiros que lá moravam e tinham as suas fazendas e que até aqueles momentos não tinham apoio do Imperador. Estes incidentes se converteriam na razão principal da Missão Saraiva, na invasão do Uruguai e na queda do Partido Blanco. Osorio até achava justa a intervenção do Moringue mas, recebendo ordens, cumpriu-as a contento. Faz parte na Guerra contra Rosas e a invasão do Uruguay. Na Batalha de Monte Caseros e nas tomadas de Salto y Payssandu. De todas sai vencedor e com o seu prestígio em alta. A Guerra da Tríplice Aliança Chegamos finalmente à Guerra do Paraguai e já nos inícios dos preparos é nomeado Marechal de Campo. Além de guerreiro e estrategista cuida da logística e adquire uma cavalhada notável e bois para alimentar a tropa e também para tração. É o primeiro general que pisa em território paraguaio próximo do Passo da Pátria e do Forte Itapirú acompanhado de doze cavalarianos. O resto das forças penetra no Paraguay até o dia seguinte. Ocupa o Forte de Itapirú no qual ondulam as três bandeiras e Mitre, na companhia de Tamandaré, dirigindo-se ao Centauro de braços abertos: “General, sois um herói” (BARROSO, 1939). Ele conseguiu angariar apoios e simpatias de todas as facções com que se deparou. Sendo legalista ganhou o respeito dos farrapos, Blancos e Colorados e de Mitre e Urquiza, mas era junto aos soldados com que ele mantinha uma relação de amor e admiração. É neste conflito que Osório tem as suas batalhas mais memoráveis. É Estero Bellaco, Tuiuty, esta a maior batalha desenvolvida nas Américas em todos os tempos, Humaitá, Itororó, Avaí e, finalmente, Peribebui. Vai ao Rio Grande do Sul tratar de profundas dores nas pernas mas retorna ao front para assumir o 1º Corpo do Exército. Posteriormente, sem mais condições de permanecer no teatro de operações, chega em Porto Alegre, recebendo a notícia da morte de sua amada esposa. Solano Lopez é morto na margem do Aquidabã e em Porto Alegre recebe das mãos do Coronel Deodoro da Fonseca uma espada de ouro oferecida pelo Exército. Morro e perdoo as ingratidões Volta como Senador ao Rio de Janeiro e é recebido como herói numa grande festa popular. O povo retira os cavalos de sua carruagem e puxa-a diante de uma chuva de palmas e flores. Logo os liberais em janeiro de 1878 assumem o poder e Osório, Tenente-General, ocupa a pasta da Guerra. Uma pneumonia o ataca e rapidamente seu estado de saúde se deteriora. Recebe a visita do Dr. Flores e este pergunta como se sente, ao que o Marquês responde: “Águas abaixo...para a eternidade” (BARROSO, 1939). Em 4 de outubro de 1879 vem a falecer e suas últimas palavras proferidas são “Tranquilo....Independente....Pátria......Sacrifício.....último infelizmente.”. Considerações finais O objetivo deste trabalho foi o de realçar as características e identidades do Cidadão e do Militar. Não um levantamento histórico de seu tempo. A vol d’oiseau acredito tenha obtido esse objetivo. Necessitei dar umas pinceladas para localizar o leitor no tempo e na geografia e assim evidenciar as linhas de sua personalidade. Nos raros momentos de folga entre as campanhas o nosso Herói ia trabalhar nas terras de sua propriedade. Poderíamos dizer que era um militar-civil, pois desempenhava também um trabalho político partidário. Mutatis mutandis era como Dom Pedro II o mais republicano dos monarcas do mundo. Vejamos, a seguir, as principais marcas de sua personalidade que se confundem com as características do cidadão e de um militar de escol e que resultam de nossas observações: Patriota – Destemido - Incansável guerreiro - Homem de família - Profunda paixão pelo Brasil – Legalista – Austero – Audaz – Estrategista - Líder inconteste da tropa - Honesto, fraterno e valente - Admirado pelos seus contemporâneos e sedutor - Respeitador da Hierarquia - Profundamente humano e justo - Fiel às suas ideias liberais - Favorável à democracia e respeitador das liberdades - Conhecedor das técnicas militares - Exemplo de cidadão – Herói - Homem simples, oriundo do campo gaúcho, acostumado às lides campeiras - Político e diplomata por natureza – Magnânimo - Bondoso e tolerante - Aproveitava a geografia que a reconhecia imediatamente antes da batalha - Exemplo de brasileiro e militar para que as gerações vindouras se inspirem nas suas qualidades de homem e cidadão. BIBLIOGRAFIA ESTIGARRIBIA, Pedro Paulo Cantalice, Cel. OSÓRIO. Porto Alegre. Nova Prova Editora, 2008. 205 p BARROSO, Gustavo. OSORIO, O Centauro dos Pampas. Rio de Janeiro. Ed. Getúlio M. Costa, 2ª. Edição, 1939. 198 p. LEMOS, Juvêncio Saldanha. A SAGA NO PRATA. Porto Alegre. Editora Suliani. 2009. 896 p. GUILHON, Orlando José Ferreira. GENERAL OSORIO. São Paulo. Editora Três. 2001. 151 p. MAGALHÃES, João Batista. OSORIO Síntese de seu perfil histórico. Rio de Janeiro. BIBLIEX. 2ª. Edição. 2008. 363 p. SEVERO, José Antônio. GENERAL OSORIO e seu tempo. Florianópolis. Ed. Expressão. 2008. 848 p. HUNTINGTON, Samuel. O Soldado e o Estado. Rio de Janeiro: BIBLIEX, 1996. 547p. LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora Unicamp, 2003. 541p. RICŒUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas: Editora Unicamp. 2007. 535p. POLLAK, Michael. Memória, Esquecimento, Silêncio. In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 2, n. 3, 1989, p. 3-15 POLLAK, Michael. Memória e Identidade Social. In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p. 200-212 Editor: Luiz Ernani Caminha Giorgis, Cel lecaminha@gmail.com Acesse os nossos sites: www.ahimtb.org.br www.acadhistoria.com.br

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