segunda-feira, 10 de outubro de 2016

BATALHA DE CURUPAYTY

A BATALHA DE CURUPAYTY O desastre aliado na Guerra da Tríplice Aliança Em 22 de setembro de 1866 ocorreu na Guerra do Paraguai a única batalha na qual os aliados (Brasil, Argentina e Uruguai) foram derrotados, em território inimigo, frente aos paraguaios do ditador Francisco Solano López. As interpretações do que aconteceu nesta batalha e o resultado totalmente desfavorável aos aliados permanecem controvertidas. As análises realizadas indicam vários fatores concorrentes para a derrota, mas tendem a culpar um ou outro comandante pelo insucesso, além de fatores ligados à preparação da tropa atacante, ao terreno e às condições meteorológicas. A derrota em Curupayty mudou o curso da guerra. Em primeiro lugar, levou Solano López a confiar na vitória final frente aos Aliados e lhe proporcionou tempo para preparar a sua tropa para as operações futuras. Em segundo, determinou, por parte do Império, a nomeação do então Marquês de Caxias para o comando das tropas brasileiras. O comandante das forças aliadas e argentinas era o Presidente da Argentina Bartolomeu Mitre Martinez. Na batalha, o comandante das tropas brasileiras foi o General Manuel Marques de Souza III – Conde de Porto Alegre. O comandante das forças uruguaias era o Presidente do país, General Venâncio Flores. A derrota dos Aliados em Curupayty está completando 150 anos no próximo dia 22 deste mês de setembro de 2016. O objetivo deste informativo é o de não deixar passar em branco este acontecimento. Os próximos números de O Tuiuti serão dedicados a proporcionar aos diletantes visões diversas do que foi esse combate. Iniciamos com a Cronologia, baseada nas Efemérides Brasileiras do Barão do Rio Branco. Cronologia do período relativo à Batalha de Curupayty, conforme o Barão do Rio Branco em suas “Efemérides Brasileiras” 3 de agosto de 1866 Começa o terceiro gabinete, presidido por Zacarias de Góis e Vasconcelos. Este gabinete governou até 16 de julho de 1868. O ministério reuniu no Paraguai recursos militares que habilitaram os nossos generais de terra e mar a reassumir a ofensiva, depois do ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL/RIO GRANDE DO SUL (AHIMTB/RS) - ACADEMIA GENERAL RINALDO PEREIRA DA CÂMARA - E DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E TRADIÇÕES DO RIO GRANDE DO SUL (IHTRGS) 150 anos da 1ª Batalha de Tuiuti – 400 anos da fundação de Belém do Pará ANO 2016 Setembro N° 183 O TUIUTI 2 revés de Curupayty e da retirada da maior parte do pequeno exército argentino. A esquadra forçou a passagem de Curupayty e de Humaitá, e Caxias conseguiu quebrar a resistência das extensas linhas, que por tanto tempo detiveram os aliados. Eram ministros da Guerra e da Marinha os conselheiros Paranaguá e Afonso Celso. 1º de setembro O 2º Corpo do Exército brasileiro, sob o comando do General Porto Alegre, embarca na foz do Paraguai, a bordo de 11 transportes e três chatas, para atacar, de combinação com a esquadra brasileira do Almirante Tamandaré, o forte de Curuzu. Às 1145 h, a esquadra começa o bombardeamento dessa posição. No dia seguinte, desembarcam as tropas de Porto Alegre. 2 de setembro A esquadra continuou o bombardeamento começado na véspera. Quatro encouraçados adiantaram-se e bombardearam, pela primeira vez, a bateria de Curupayty, defendida pelo general Diaz. Às 1400 h, o encouraçado Rio de Janeiro roçou em dois torpedos e foi submergido pela explosão: morreram o Comandante Silvado, três outros oficiais e 50 praças, salvando-se a nado e nos escaleres e nas lanchas de alguns dos outros navios 62 homens. Às 1500 h, tinham desembarcado abaixo da Guardia del Palmar as tropas do General Porto Alegre. Eram 8.385 homens (710 de artilharia e pontoneiros, 4.141 de infantaria e 3.354 de cavalaria). O inimigo foi logo desalojado do Palmar, e neste primeiro combate tivemos uns 70 mortos e feridos. 3 de setembro Tomada de Curuzu pelo General Barão de Porto Alegre (depois Conde de Porto Alegre). No dia 2 havia começado o ataque do forte de Curuzu, onde o Coronel Jimenez tinha 2.830 homens e 13 peças. Neste dia 3, a posição foi levada de assalto, e com ela perderam os paraguaios toda a artilharia, três bandeiras, 832 mortos e prisioneiros, além de muitos feridos. As tropas brasileiras (2º Corpo de Exército, 8.300 homens) tiveram 160 mortos e 628 feridos (a infantaria, 641 homens fora de combate; a cavalaria, 133; a artilharia e os pontoneiros, 14). Na véspera, a infantaria teve 12 mortos e uns 60 feridos. As perdas no pessoal da esquadra, desde o dia 1º, consistiram de 57 mortos (53 no desastre do couraçado Rio de Janeiro) e 24 feridos. A tomada de Curuzu custou-nos, portanto, a perda de um couraçado e de 941 homens fora de combate. No mesmo dia, algumas forças brasileiras do acampamento de Tuyuti reconheceram as posições de Chichi e Sauce. Tivemos 11 homens fora de combate. 12 de setembro Reúnem-se às forças de Porto Alegre as tropas argentinas (oito mil homens) e uma Brigada de Infantaria brasileira com dois mil homens como parte dos preparativos para o ataque a Curupayty. 22 de setembro Assalto de Curupayty pelos argentinos e brasileiros, sob o comando do presidente Bartolomeu Mitre e do General Porto Alegre. No dia 3, Porto Alegre tinha tomado de assalto o forte de Curuzu. A demora que houve em reforçá-lo (o ataque), em razão da longa discussão e das divergências entre os generais aliados, deu lugar a que o ditador López aumentasse e melhorasse as fortificações de Curupayty, tornando inexpugnável essa posição. 3 A primeira linha de defesa consistia de um fosso de 12 palmos de largura sobre 10 de profundidade, com o correspondente parapeito. A segunda, que começou a ser construída no dia 7 ou 8 pelo engenheiro Wisner von Morgenstern, ficava em plano mais elevado e acompanhava a crista da escarpa natural, ou barranca, que, partindo da margem esquerda do rio Paraguai, vai terminar na lagoa Méndez ou López. Nesse local, o fosso ficou com 27 palmos de largura e 18 de profundidade. O terreno que os aliados tinham de percorrer para chegar a essas trincheiras era cortado de sanjas (valetas) e coberto de moitas e espinhos. A posição estava defendida pelo general Diaz, que tinha às suas ordens 14 batalhões de infantaria (seis mil homens) e as guarnições necessárias para 32 canhões, assestadas nas baterias do rio, e para mais 58 canhões, estes colocados na trincheira do lado de terra. Para o assalto, reuniram-se, sob o comando do presidente Mitre, nove mil argentinos e 10 mil brasileiros, comandados estes pelo General Porto Alegre. A esquadra brasileira do almirante Tamandaré começou, às 0700 h, o bombardeamento. Às 12h30, o exército lançou-se ao ataque, indo na direita os argentinos, com os generais Emilio Mitre e Paunero, e na esquadra os brasileiros, sob o comando do General Albino de Carvalho e do Coronel Augusto Caldas. Os aliados chegaram até o fosso da segunda linha. Uns 40 homens do Exército brasileiro conseguiram penetrar em Curupayty e tomar quatro peças, mas foram exterminados. Às 14h30, o presidente Mitre ordenou a retirada dos argentinos. Às 1500 h, começou a retirada das tropas brasileiras. “Na direita (paraguaia) se sustentaram mais tempo, com o apoio da esquadra” (disse o Semanário). Perdas dos argentinos: 2.082 mortos, feridos e extraviados; dos brasileiros: 2.011, incluindo as perdas da esquadra (35 homens). Foram mortos os seguintes comandantes brasileiros: Sousa Barreto (10º de voluntários), Antunes de Abreu (46º de voluntários), Fabrício de Matos (32º de voluntários), Hipólito Fonseca (36º de voluntários), Sousa de Melo (29º de voluntários) e Castilho Reis (4º da Guarda Nacional). Os argentinos tiveram cinco comandantes mortos: Rosetti, Alejandro Diaz, Charlone, Fraga e Salvadores. Os paraguaios tiveram somente 250 homens fora de combate, sendo 54 mortos. 20 de novembro de 1866 O Marquês de Caxias apresenta-se à esquadra e ao 2º Exército, em Curuzu, e assume o seu Comando-em-Chefe. Por ocasião das salvas de estilo, o inimigo rompeu fogo contra Curuzu, causando-nos a perda de três homens, sendo um morto e dois feridos. Alguns vasos da esquadra, que estavam mais à frente, romperam também fogo contra Curupayty, cujos canhões se calaram imediatamente. 24 de dezembro Os encouraçados Brasil, Barroso e Tamandaré e a canhoneira Iguatemi bombardeiam Curupayty, acompanhando o fogo das baterias de Curuzu. Os bombardeamentos entre estas duas posições eram quase diários. 28 de dezembro Falecimento do senador Zacarias de Góis e Vasconcelos, um dos mais ilustres estadistas e oradores parlamentares de que se honra o Brasil. Nasceu em Valença (Bahia) a 5 de novembro de 1815 e faleceu no Rio de Janeiro. Lente na Faculdade de Direito do Recife desde 1840, apareceu na política presidindo algumas províncias, foi eleito deputado em 1850 4 e teve a pasta da Marinha no gabinete Rodrigues Torres (depois Visconde de Itaboraí), de 1852/53. Conservador até 1861, separou-se nesse ano dos seus amigos políticos e formou a chamada Liga Constitucional, de conservadores e liberais, que levou ao poder o novo Partido Liberal. Três vezes teve a presidência do Conselho, depois da vitória da Liga. O seu primeiro ministério (1862) durou apenas alguns dias; o segundo (1864), seis meses. O fato mais importante deste governo foi a intervenção brasileira nos negócios da República Oriental e o subsequente rompimento de relações com o governo de Montevidéu. O terceiro gabinete de Zacarias de Góis governou de 3 de agosto de 1866 a 16 de julho de 1868 e prestou assinalados serviços à Pátria organizando, depois do revés de Curupayty, o exército e a esquadra, que venceram a resistência de Humaitá e de suas linhas exteriores, e que levaram as bandeiras do Brasil até a cidade de Assunção. Este ministério fez estudar pelo Conselho de Estado os projetos do senador Pimenta Bueno (depois Marquês de São Vicente) para a abolição gradual da escravidão, e abriu à navegação estrangeira o Amazonas e uma parte do São Francisco (ver 7 de dezembro de 1866). De 1869 em diante, Zacarias de Vasconcelos esteve sempre em oposição combatendo, na tribuna ou na imprensa, os ministérios conservadores, e até mesmo a reforma servil de 1871, que continha com ligeiras modificações as ideias dos projetos de Pimenta Bueno. Embora aliado aos liberais, nunca abandonou as ideias da sua mocidade e foi sempre um conservador autoritário. 29 de dezembro de 1866 Bombardeamento de Curupayty pelos encouraçados Brasil, Barroso e Tamandaré, pelas bombardeiras Pedro Afonso e Forte Coimbra e pela canhoneira Iguatemi. 8 de janeiro de 1867 O vice-almirante Joaquim José Inácio (depois Visconde de Inhaúma), a bordo da canhoneira Magé, faz um reconhecimento sobre as baterias de Curupayty. Por ordem sua, os encouraçados Bahia, Tamandaré, Barroso e Colombo, que formavam a divisão do Capitão-deMar-e-Guerra Rodrigues da Costa, postaram-se à pequena distância das baterias paraguaias e abriram sobre elas um vigoroso bombar-deamento. O Almirante, com a Magé, o encouraçado Brasil, a bombardeira Pedro Afonso e duas chatas, apoiou o fogo daquela divisão. O 48º Batalhão de Voluntários, emboscado na margem direita do Paraguai, muito incomodou os artilheiros inimigos. Na mesma ocasião, e pela primeira vez, penetraram na lagoa Piris navios da nossa esquadra: as canhoneiras Araguari e Iguatemi, a bombardeira Forte de Coimbra, a chata Mercedes e a lancha a vapor João das Botas. Esta pequena divisão, comandada pelo Capitão-Tenente Mamede Simões, e a bateria Potrero, do Exército brasileiro de Tuyuti, bombardearam as posições inimigas de Sauce. 13 de janeiro A esquadra brasileira (almirante Joaquim José Inácio, depois Visconde de Inhaúma) e as baterias de Curuzu (General Argolo) bombardeiam Curupayty. 2 de fevereiro O Almirante Joaquim José Inácio, depois Visconde de Inhaúma, ordena o bombardeio de Curupayty pelos couraçados Colombo, Bahia, Mariz e Barros, Tamandaré, Silvado, Erval, Barroso e Cabral, pelas corvetas Parnaíba e Beberibe, pela bombardeira Forte Coimbra e por duas chatas. A bateria de Curuzu e os atiradores do 48º de voluntários no 5 Chaco coadjuvaram este bombardeio. Ao mesmo tempo, o chefe Elisiário dos Santos penetrava na lagoa Piris com as canhoneiras Iguatemi e Araguari, a bombardeira Pedro Afonso, o vapor Lindóia, a chata Mercedes, e o lanchão a vapor João das Botas. A força que ficou às ordens do Almirante lançou sobre as baterias inimigas 582 bombas, e a divisão que operou na lagoa Piris, 292. Tivemos fora de combate 14 homens; mortos, o capitão de fragata Manuel Antônio Vital de Oliveira, comandante do Silvado, e dois marinheiros; feridos, o segundotenente Cordovil Mauriti e nove marinheiros e soldados; contuso um marinheiro. Os paraguaios sofreram perdas importantes; o general Diaz, comandante de Curupayty, foi ferido mortalmente, sendo mortos na mesma ocasião vários oficiais do seu Estado-maior. 7 de fevereiro de 1867 A esquadra brasileira faz novo e vigoroso bombardeio sobre Curupayty, cujas baterias fulminavam desde as 0200 h o acompanhamento de Curuzu. 3 de março A esquadra brasileira bombardeia novamente Curupayty. Tivemos em Curuzu apenas um morto e quatro feridos. 29 de maio Bombardeamento de Curupayty pelo almirante Inhaúma. 6 de agosto Reconhecimento de Curupayty pelo encouraçado Barroso, do Comandante Silveira da Mota. 15 de agosto O Almirante Joaquim José Inácio, logo depois Barão e Visconde de Inhaúma, força a passagem de Curupayty, à frente dos encouraçados seguintes: Brasil (com o pavilhão de almirante, capitão de bandeira Salgado, depois Barão de Corumbá), Mariz e Barros (Comandante Neto de Mendonça), Tamandaré (Comandante Elisiário Barbosa), Colombo (Comandante Bernardino de Queiroz), Bahia (com a insígnia do chefe Rodrigues da Costa, capitão de bandeira Pereira dos Santos), Cabral (Comandante Jerônimo Gonçalves), Barroso (Comandante Silveira da Mota, depois Barão de Jaceguai), Erval (Comandante Mamede Simões), Silvado (Comandante Macedo Coimbra) e Lima Barros (com a insígnia do chefe Alvim, capitão de bandeira Gracindo de Sá). O aviso Lindóia subiu atracado ao costado de bombordo do Brasil, e a chata Riachuelo, rebocada pelo Colombo. Os quatro encouraçados, que seguiam o Brasil, formavam a 3ª Divisão (Chefe Rodrigues da Costa); os cinco últimos, a 1ª Divisão (Chefe Alvim, depois Barão de Iguatemi). O Chefe de Divisão Elisiário dos Santos (depois Almirante e Barão de Angra) aproximou-se de Curupayty com seis canhoneiras e duas bombardeiras, e rompeu o fogo sobre as baterias inimigas. No rio, duas estacadas de madeira, vários batelões afundados, 10 torpedos colocados entre o banco e o Chaco, e, em terra, 29 canhões defendiam o passo. Os encouraçados, porém, contra a expectativa do inimigo, passaram a tiro de pistola da barranca fortificada, em pouco fundo, deixando a grande distância o canal em que estavam os torpedos, e receberam no costado e em obras mortas 256 balas. 6 Tivemos apenas 25 homens fora de combate (três mortos e 22 feridos e contusos). Elisiário Barbosa, um dos comandantes feridos, perdeu o braço esquerdo. No mesmo dia, às 14h, os canhões da bateria Londres, em Humaitá, troaram pela primeira vez em ação de guerra, respondendo ao fogo da nossa esquadra. Meses depois, 10 de novembro, começou-se a construção de uma via férrea no Chaco, para facilitar as comunicações entre a esquadra encouraçada e a de madeira. O Almirante deu-lhe o nome de caminho de ferro Afonso Celso, em honra do Ministro da Marinha, que preparara os elementos para esta passagem de Curupayty e para a de Humaitá. 13 de fevereiro de 1868 Durante a noite, o Capitão de Mar e Guerra Delfim Carlos de Carvalho força a passagem das baterias de Curupayty com os monitores Pará (Primeiro-Tenente Custódio de Melo), Alagoas (Primeiro-Tenente Mauriti) e Rio Grande (Primeiro-Tenente Antônio Joaquim), incorporando-se aos encouraçados que, sob o comando do Almirante Inhaúma, estavam entre essas baterias e as de Humaitá. Os paraguaios ainda tinham 20 canhões em Curupayty, mas apenas duas balas acertaram no Rio Grande. As canhoneiras Iguatemi e Ipiranga, dirigidas pelo Chefe Afonso de Lima, responderam ao fogo do inimigo. 8 de agosto de 1882 Falece em Montevidéu o glorioso vencedor de Riachuelo. O Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas, nasceu em Lisboa a 29 de setembro de 1804, mas veio muito jovem para o Brasil. Fez, na nossa terra, a sua educação e foi um bom e grande brasileiro. Saído da antiga Academia de Marinha do Rio de Janeiro, distinguiu-se nas campanhas navais do rio da Prata, de 1826 a 1828, achando-se então em 20 combates, e assinalou-se ainda muito na campanha do Pará, em 1836. Já oficial-general da Armada, fez a campanha do Uruguai e do rio da Prata em 1864 e 1865, e as do Paraná e do Paraguai em 1865 e 1866. Nestas últimas, comandou a esquadra brasileira nos combates de Corrientes (25 de maio de 1865), na batalha naval de Riachuelo (11 de junho), no forçamento das passagens de Mercedes (18 de junho) e Cuevas (12 de agosto), tomando, depois, parte nos combates de Passo da Pátria, Curuzu e Curupayty. Nota: Barroso deixou o serviço ativo como Almirante e fixou residência em Montevidéu, no Uruguai, onde faleceu, em 1882 (www1.mar.mil.br/dphdm/historia/almirante-barroso). Em 1908, Barroso foi homenageado na capital carioca (Bairro da Glória) com um monumento, onde estão depositados os seus restos mortais, trasladados da capital uruguaia por uma divisão naval capitaneada pelo cruzador Barroso. Fonte: RIO BRANCO, Barão do. Efemérides Brasileiras. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 1999. Editor: Luiz Ernani Caminha Giorgis, Presidente da AHIMTB/RS. lecaminha@gmail.com Nossos sites: www.ahimtb.org.br e www.acadhistoria.com

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