sábado, 20 de agosto de 2016

UNIVERSIDADE DIVIDIDA - EDITORIAL ESTADÃO - MEUS CUMPRIMENTOS AO ALCY LUIZ COLLETTI

Universidade dividida - EDITORIAL ESTADÃO 

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Alcy luiz Colletti


para Lúcia
 

 

 
 

Universidade dividida - EDITORIAL ESTADÃO

ESTADÃO - 14/08

O grevismo desenfreado, a radicalização ideológica e a banalização da violência, sob a forma de piquetes, ocupações, depredações e agressões físicas e morais estimuladas por micro facções de esquerda, estão dividindo de tal forma as universidades públicas paulistas, a ponto de comprometer seus principais pilares - o respeito ao princípio do mérito acadêmico, ao diálogo intelectual e à tolerância política.

Na USP, recentemente, um dos mais conhecidos professores da área de ciências sociais enfrentou dificuldades para dar uma palestra, por não ter aceito a determinação imposta por militantes para que defendesse a adoção de cotas raciais na instituição. Um dos mais respeitados professores de física, com 50 anos de carreira, foi tratado de forma truculenta pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) por não apoiar as reivindicações da entidade. E sempre que diretores de unidades tentam punir quem afronta a ordem, grupelhos de alunos, servidores e “personalidades” assinam notas de protesto.

Na Unicamp, que no primeiro semestre gastou com salários mais do que recebe do Estado e acaba de sair de uma greve deflagrada por alunos e servidores que pediam mais moradias gratuitas, alimentação subvencionada e
 
aumento salarial, apesar de a arrecadação do ICMS estar caindo, a situação é mais grave. Docentes dos cursos de computação, engenharia e física que tentaram dar aula tiveram as salas invadidas por grevistas, apesar de a Justiça ter proibido essa prática. A Unicamp abriu uma sindicância para apurar o envolvimento de um estudante que foi filmado apagando as anotações de um professor de matemática na lousa tão logo ele as escrevia - e que por isso pode ser expulso -, mas não consegue colher os depoimentos por causa dos protestos do DCE, que conta com um ensurdecedor trio elétrico.

Apesar de o vídeo mostrar o constrangimento a que o professor foi submetido, os líderes do DCE alegam que ele teria agredido o estudante. E este, por seu lado, argumentou que na democracia direta as decisões das assembleias-gerais são soberanas, motivo pelo qual quem insiste em contrariá-las - como é o caso desse professor - estaria tentando impor o interesse individual sobre deliberações coletivas.

Além de classificar essas declarações como disparatadas, professores da área de ciências exatas acusam a reitoria da Unicamp de não agir com o devido rigor para impedir que servidores e estudantes promovam “intervenções artísticas e simbólicas”, simulando a Via-Crúcis, com o objetivo de tumultuar o funcionamento da instituição. Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp informou que a “simbologia do sacrifício” é uma forma de “questionar o ataque imposto à universidade” por meio de cortes orçamentários. “A Unicamp está rachada”, diz a professora Hildete Pinheiro, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica. “Só há perdedores. O processo, na conjuntura atual do País, não permite vencedores”, argumenta Paulo Xavier de Oliveira, da Associação de Docentes da Unicamp.

Esse cenário de acirramento ideológico e de baderna generalizada nas universidades públicas estaduais é preocupante. Quando a ordem jurídica é afrontada e os baderneiros são tratados de modo leniente, a noção de responsabilidade fica comprometida e as instituições se enfraquecem. Quando elas permitem o sistemático desrespeito ao primado da lei, a democracia também se debilita. Em recente artigo publicado no Estado, José de Souza Martins, professor emérito da USP, colocou o dedo na ferida: “Antes na ditadura, as novas gerações tinham uma causa e uma esperança, a da definição de um projeto de nação para todos. Com o fim da ditadura, o sonho acabou, perdeu conteúdo e cedeu lugar às conveniências de poder e à busca de privilégios corporativos”. Com isso, as novas gerações já não teriam uma causa, explica Martins

MEUS PARABÉNS AO DIA DO MAÇOM - 20 DE AGOSTO -

Em 20 de agosto de 1822, no decorrer da 14ª Sessão da Assembléia Geral do Povo Maçônico, dirigida por GONÇALVES LEDO no impedimento do GRÃO-MESTRE JOSÉ BONIFÁCIO, foi proclamada a INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, exatamente há 192 anos; uma centena de pessoas se reunia na LOJA COMÉRCIO E ARTES no RIO DE JANEIRO para decidir sobre o futuro de nosso País. Comandados por JOSÉ BONIFÁCIO (que nesse dia foi substituído nos trabalhos da Loja por GONÇALVES LEDO), os que lá compareceram decidiram de forma a mais consciente possível qual seria o futuro de nossa Nação. Nessa data, a MAÇONARIA se envolveu não com os maçons funcionando e trabalhando isoladamente, mas como uma INSTITUIÇÃO. Em 1789, dois grandes acontecimentos também fizeram com que os ideais de liberdade aflorassem. Primeiro, a prisão de TIRADENTES, da CONJURAÇÃO MINEIRA, quando muitos maçons estavam trabalhando e também foram presos naquela época. Na segunda, no dia 14 de julho de 1789, tivemos a REVOLUÇÃO FRANCESA, com a queda da BASTILHA, em que maçons também, como DIDEROT, MARAT, ROUSSEAU e VOLTAIRE, todos homens que lutaram para a grandeza daquela grande revolução que durou cinco anos e na qual muitas cabeças foram decapitadas. Em 1796 tivemos a primeira chispa da MAÇONARIA no BRASIL. No sertão pernambucano foi fundada uma loja chamada AREÓPAGO DE ITAMBÉ, por ARRUDA CÂMARA e dezenas de padres jesuítas preocupados com os ideais libertários. Um ano depois, em 1797, aporta na BAHIA, no FORTE DO FAROL, uma fragata com o nome de “LA PRENEUSE”. Ali os oficiais da MARINHA FRANCESA fundaram a primeira Loja nos moldes que hoje vivemos, e que recebeu o nome de “CAVALEIROS DA LUZ”. Para aí acorreram as grandes lideranças da época. Em 1802 vem à ACADEMIA SUASSUNA, aclamando por todos os quadrantes os ideais libertários de que tanto necessitavam os brasileiros. Em 1808 chega no BRASIL a FAMÍLIA REAL, quando as tropas napoleônicas, comandadas pelo GENERAL JUNOT, invadem PORTUGAL. Aqui chega a Família Real, com mais de dez mil membros em sua comitiva, e trazendo dom PEDRO, uma criança de dez anos de idade. Em 1817, vivenciamos a REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA que, abafada, 43 ativistas foram sumariamente executados. Quase todos eles eram maçons. Em 13 de maio de 1822, os maçons JOSÉ BONIFÁCIO e GONÇALVES LEDO conseguem fazer com que dom PEDRO receba o título de “DEFENSOR PERPÉTUO DO BRASIL CONSTITUCIONAL”. Em junho houve dois acontecimentos importantes: no dia dois, pela manhã, é convocada a CONSTITUINTE BRASILEIRA, e à noite a fundação da ORDEM NOBRE DOS CAVALEIROS DE SANTA CRUZ, uma ordem que se posicionava como a MAÇONARIA FLORESTAL. Três homens importantes fazem parte dessa ordem: JOSÉ BONIFÁCIO, GONÇALVES LEDO e o próprio dom PEDRO. O lema desse apostolado: “INDEPENDÊNCIA OU MORTE”. No dia 16 de junho temos a fundação do GRANDE ORIENTE DO BRASIL, com as LOJAS UNIÃO E TRANQUILIDADE, LOJAS COMÉRCIO E ARTES e LOJA ESPERANÇA DA VIDA. No dia 2 de agosto temos a iniciação de dom PEDRO na LOJA COMÉRCIO E ARTES. Chegamos então ao dia 20 de agosto. Mais de uma centena de brasileiros decidem, por intermédio de JOSÉ BONIFÁCIO e de GONÇALVES LEDO sobre o futuro de nossa Nação.  

20 DE AGOSTO DE 2016 - MANHÃ INESQUECÍVEL COM OS PROFESSORES NO MONUMENTO MAUSOLÉU AO SOLDADO CONSTITUCIONALISTA DE 32 - MEUS AGRADECIMENTOS A TODOS QUE COLABORARAM PARA O SUCESSO DESSE EMPREENDIMENTO DO ANTONIO CARLOS ARISTIDES.

Em nossa 2º edição iniciada na cidade de Cunha - SP em 2015, homenageamos este ano 40 professores da rede pública e privada de ensino, iniciamos com uma visita monitorada do amigo Ricardo D. Rosa; e após com o apoio da Camerata da Policia Militar, Regimento de Cavalaria 9 de Julho, Prof Carlos Felipe Do Nascimento; Prof Gutemberg;Claudio Senise, Ana Cristina LazzatiDaniella Costa e após nosso presidente Cel PM Mario Ventura demos inicio aos trabalhos. Meu obrigadoaos professores das EE.Rui bloem; E.E.Comenius, Colégio Nova Ordem/rei Leão; colegio Educacional Progresso, Colegios Marques de Monte Alegre, CEI Helena Iracy Junqueira, E.E. Conselheiro Rodrigues Alves - Guaratingueta,

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Comentários
Jose Roberto de Marco Parabéns meu querido !!! Abç
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Daniella Costa Sem palavras, foi maravilhoso!
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COMEMORAÇÃO DO DIA DO SOLDADO EM ITAPETININGA

Comemoração do Dia do Soldado em Itapetininga

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ex combatente


para Cco:mim
Estimados
Saudações. Participo-vos da Solenidade Comemorativa do Dia do Soldado do ano de 2016 a ser realizada no Tiro de Guerra (TG) de Itapetininga, às 9h30 AM do sábado dia 27 de agosto na sede de nosso TG na Vila Barth defronte à Fatec conforme convite abaixo.


Durante a solenidade, dentre as varias atividades a ocorrer, haverá a tradicional homenagem que é prestada ao nosso soldado itapetiningano com a concessão do Diploma de Honra ao Mérito Dois Soldados Itapetininganos, que neste ano de 2016, contemplou as seguintes personalidades indicadas pelas suas respectivas entidades:

TIRO DE GUERRA DE ITAPETININGA 
MONITOR BRIAN CORREA NIACHI
ATIRADOR LUCAS MATHEUS FERRAZ GOMES

22º BATALHÃO DE POLICIA MILITAR DO INTERIOR
SD PM WALTER OYAKAWA JUNIOR

4º SGB DO 15º GBM DO ESTADO DE SÃO PAULO
SD PM DIEGO ALVES RAMOS

GUARDA CIVIL MUNICIPAL DE ITAPETININGA
GCM BRUNA DE ALBUQUERQUE SANTOS

ASSOCIAÇÃO DOS EX-ATIRADORES E AMIGOS DO TG DE ITAPETININGA
JAIR FRANCI NETO

GRUPO DE ESCOTEIROS IBIRACY
EDUARDA FRANÇANI FRAGOSO

NÚCLEO MMDC DE ITAPETININGA DA SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC
SERGIO AUGUSTO PEIRETTI

SEÇÃO DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO
INSTITUTO HISTÓRICO GEOGRÁFICO E GENEALOGICO DE ITAPETININGA

PEDRO ISRAEL NOVAES DE ALMEIDA
Convidamos das respectivas entidades, a presença de representantes que possam ser os padrinhos das concessões dos diplomas aos seus respectivos agraciados. 

Outrossim, nossos efusivos parabéns a todos os agraciados do Dia do Soldado Ano 2016!

Portal dos Ex-Combatentes de Itapetininga
http://pec.itapetininga.com.br/
Ago 20, 2016