segunda-feira, 29 de maio de 2017

A PETROBRÁS NA MINHA VIDA - ÁLVARO PEDREIRA DE CERQUEIRA

A Petrobrás na minha vida / Depoimento de um nacionalista

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Álvaro Pedreira de Cerqueira alvaropcerqueira@uol.com.br

00:01 (Há 10 horas)
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Só pessoas muito estúpidas e ignorantes em Economia se orgulham da Petrossauro, estatal e ainda por cima MONOPOLISTA.  Disse o prêmio Nobel de Economia, Milton Friedman (ouvi isso dele na Cidade do México, na televisão, referindo-se à monopolista Pemex): “No monopólio, o produtor é o senhor e o consumidor, o escravo.”

Desde sua fundação, a Petrossauro explorou o povo brasileiro. Por não precisar de concorrer com as petroleiras privadas estrangeiras no Brasil, por ter monopólio, sempre cobrou mais ou menos o dobro dos preços internacionais dos seus derivados, Vejam quanto foi o roubo somado em mais de meio século, cerca de 50% a mais dos produtos vendidos aos brasileiros.

Além disso, logo no início de sua existência, quase abandonou a atividade que a Lei 2004, que a criou, mandava ela executar: a prospecção das jazidas e sua perfuração. Não perfurou quase nada. E voltou-se para o efino e o transporte, mais lucrativo, e assim não tornou o Brasil auto-suficiente na produção de petróleo, como mandava a Lei 2004.

E a empresa virou vasto cabide de empregos, com salários e benefícios acima da média do mercado, fazendo cair o seu nível de produtividade em relação às ptrolíferas privadas estrangeiras.
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Nos anos 70, com o choque do petróleo, que decuplicou os preços do cartel árabe, o Brasil foi apanhado de calças curtas, ou de calças na mão, pois tinha de importar cerca de 80% do petróleo que consumia, fazendo nossa dívida em petrodólares subir à estratosfera.

Se a Petrossauro não fosse estatal, Lulla não a teria “privatizado” para o PT e para elle, para financiar seu projeto de poder duradouro, nem a destrído como fez.

Só estúpidos e ignorantes em Economia defendem a Petrossauro estatal e monopolista. PRIVATIZAR É PRECISO, JÁ!!!

Álvaro P. de Cerqueira

De: Arialdo Pacello [mailto:aripacello@uol.com.br]
Enviada em: domingo, 28 de maio de 2017 17:41
Assunto: ENC: A Petrobrás na minha vida / Depoimento de um nacionalista


Repassando com autorização do autor

Vejam com que orgulho este brasileiro, Roldão Simas Filho (*), nacionalista, fala de ter trabalhado por 37 anos na Petrobras. Essa Petrobras que é um orgulho do Brasil, que é um orgulho da engenharia brasileira! Que vem sendo tão defendida, desde os tempos de Getúlio Vargas, passando por muitos militares devotados de corpo e alma à Nação, prosseguindo pelos tempos do general Geisel, outro nacionalista, que foi seu presidente durante vários anos, defendendo-a sempre; essa Petrobras que continua sendo defendida pelas forças nacionalistas brasileiras até os dias de hoje. Mas que é cobiçada pelos monopólios internacionais, abutres e predadores; que é atacada pelos brasileiros antipatriotas, desde os tempos de FHC-Serra e agora nos tempos sombrios de Temer-Meirelles-Parente, que querem vê-la despedaçada; que é atacada por políticos corruptos de todos os partidos, e por empresários neoliberais e egoístas de todos os matizes, que não têm nenhuma devoção a não ser pelo lucro.

(*) - "ROLDÃO SIMAS FILHO – É fluminense, de Niterói. Viveu a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro. Atualmente, reside em Brasília. Trabalhou na Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (SP); trabalhou na Refinaria Duque de Caxias (RJ). Trabalhou em órgãos de planejamento, produção e assessoria. Segundo tenente Intendente de Marinha, da Reserva Não Remunerada. Bacharel e licenciado em Química pela Faculdade Nacional de Filosofia da antiga Universidade do Brasil, diplomado em 1957. Trabalhou 37 anos na Petrobras. Ingressou por concurso, no curso de pós-graduação em refinação de petróleo. É químico, com especialização em engenharia de refinação de petróleo."

Mas a soberania brasileira há de prevalecer. Não posso acreditar que nossos militares atuais estejam ainda dominados pelos interesses do Consenso de Washington. Não posso acreditar que o povo brasileiro vai continuar elegendo congressistas financiados pela FIESP e pela FEBRABAN, entreguistas, antipatriotas, corruptos, sonegadores e inimigos do povo que luta e trabalha. Não posso acreditar que o Brasil vai continuar sendo esmagado pela cartilha neoliberal-privatizante da Escola de Chicago!

Não é possível que meia-dúzia de bilionários brasileiros, com bilhões depositados em contas secretas nos paraísos fiscais, com dinheiro roubado e sonegado, continuem determinando os destinos da Pátria!

Vejam este depoimento espontâneo – escrito em julho de 1995, e que hoje recebo de seu orgulhoso autor. O documento é perfeitamente válido para o atual momento brasileiro. É de um compatriota que, hoje com quase 84 anos de idade, nos brinda como um hino de luz, norte e diretriz.
 
Arialdo Pacello


De: "Roldão Simas" <rsimasfilho@gmail.com>
Enviada: 2017/05/28 10:00:39
Para: rsimasfilho@gmail.com
Assunto: A Petrobrás na minha vida
 
A Petrobrás na minha vida

Sou fluminense, de Niterói e vivi a maior parte da minha vida no Rio de Janeiro. Segundo tenente Intendente de Marinha, da Reserva Não Remunerada. Bacharel e licenciado em Química pela Faculdade Nacional de Filosofia da antiga Universidade do Brasil, diplomado em 1957.
Trabalhei 37 anos na Petrobrás, onde, recém formado, ingressei por concurso, no curso de pós-graduação em refinação de petróleo. Trabalhei em Órgãos Operacionais da Companhia: na Fábrica de Fertilizantes, (na época incorporada à Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão- SP e hoje privatizada, como praticamente toda a indústria de fertilizantes); na Refinaria Duque de Caxias (RJ) e na sede da Companhia, no Rio, na área de Organização & Métodos, em diversos órgãos, como o Serviço de Organização, o Serviço de Planejamento, o Departamento de Produção e a Assessoria de Modernização Empresarial. 
Aposentei-me em novembro de 1994 e vim morar em Brasília, por opção de trabalho de minha mulher. Sou, portanto, "candango" novo, ainda sem raízes aqui (1995).  
                         
A campanha pelo monopólio - "O Petróleo é Nosso" - ocorreu quando eu era universitário de tempo integral, fazia o CIORM (atual EFORM) e ainda precisava fazer biscates para poder manter-me como estudante. Ou seja, não me sobrava tempo, mas isso não impediu de acompanhar pelo jornal - na época o Diário de Notícias, udenista e nacionalista - o desenrolar, por quase três anos, da tramitação no Congresso da legislação que iria fixar a Política Petrolífera Brasileira. Tive um "estalo" com o suicídio do presidente Vargas, que demonstrou ser o assunto da mais alta magnitude.              
Quando entrei na Petrobrás, em 1958, a produção de petróleo, (unicamente no recôncavo baiano), era pouco mais de 8.000 barris/dia. Só havia duas refinarias, a Presidente Bernardes, em Cubatão, com 90.000 b/d; e a Landulpho Alves, em Mataripe, na Bahia, com duas velhas e pequenas unidades, somando 10.000 b/d, e novas unidades, a ampliação para mais 50.000 b/d e outras unidades para a produção de óleos lubrificantes. Além disso, alguns navios petroleiros pequenos e a Unidade Experimental do Xisto, ainda em Tremembé (SP). Vi a Petrobrás crescer em todas as áreas da indústria do petróleo. Atingir a auto-suficiência em refinação de derivados e chegar a exportar gasolina para os EUA. Atingir a produção diária de quase 800.000 b/d de petróleo (19 95), a maior parte na plataforma continental marítima da Bacia de Campos, em profundidade do mar que a mente se espanta, muito mais do que a altura do Pão de Açúcar e quase igual à do Corcovado, com tecnologia própria. Superar todas as crises do petróleo, enquanto os contratos de risco em nada contribuíram. Enfim, equacionar e resolver o grave problema do petróleo. Hoje, após 41 anos de sucesso, não havendo mais qualquer problema, quer o governo FHC, transitório como todos o são, destruir tudo isso. A título de quê? Claro que temos que lutar até o fim contra esse verdadeiro crime de lesa-pátria, que, infelizmente, está sendo executado junto com outros.

                                                                                                               Roldão Simas Filho
                                                                                                                                               &nbs p; (28 jul.95)

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