domingo, 11 de junho de 2017

152º ANIVERSÁRIO DA BATALHA DE RIACHUELO

EXTRAÍDO DAS MEMÓRIAS DO VENTURA


152 a. da BATALHA DE RIACHUELO. No ano de 1865, nosso País assim como as nações da AMÉRICA LATINA organizavam-se politicamente e o BRASIL, para defender sua soberania, travou importante Batalha Naval. No dia 11 de junho, domingo da SANTÍSSIMA TRINDADE, numa manhã ensolarada em que nossos navios preparavam-se para uma missa a bordo da Nau Capitânea, a FRAGATA “AMAZONAS”, o que seria um momento de paz e tranqüilidade foi interrompido pelo sinal de bandeiras içado na Canhoneira “MEARIM” de “INIMIGO À VISTA”. Assim, o Chefe-de-Divisão, ALMIRANTE FRANCISCO MANOEL BARROSO DA SILVA, fez içar em seu navio o sinal “PREPARAR PARA O COMBATE”. Ressoaram vivas à nação brasileira e, com entusiasmo, foi desfraldado, nos mastros da “AMAZONAS”, o sinal de bandeiras “O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA O SEU DEVER”. Travou-se então, BATALHA NAVAL DO RIACHUELO. Durante a luta, o ALMIRANTE BARROSO investiu com a proa de seu Capitânea contra os navios inimigos, que estavam mais próximos, pondo-os a pique e decidindo a favor do BRASIL a sorte da luta e da guerra. Na ocasião, brasileiros de nascença e coração combateram e venceram, incentivados por uma última ordem: “SUSTENTAE O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA!”
A GUERRA DO PARAGUAI foi o maior conflito armado internacional ocorrido na AMÉRICA DO SUL. Estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada de GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA na ARGENTINA e URUGUAI e de GUERRA GRANDE, no PARAGUAI.
O conflito iniciou-se quando o governo imperial brasileiro, com a concordância da CONFEDERAÇÃO ARGENTINA, após um ultimato, interveio militarmente no URUGUAI, a fim de consolidar sua posição hegemônica na região e impor um governo uruguaio transigente com os fortes interesses dos criadores rio-grandenses no norte daquele país. A reação militar do PARAGUAI a essa intervenção gerou o desencadeamento da guerra.

Das anotações do capitão italiano ANTÔNIO VALENTINO, prático do vapor PARANAÍBA: “Os paraguaios saltaram furiosos, com machados enormes, que cortavam um cabelo no ar, e arrebentando as redes de abordagem (...) A água do rio parecia ferver por causa das balas de canhão e fuzil de todos os tamanhos que caíam fazendo um zumbido aterrador.”

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