quarta-feira, 26 de julho de 2017

23 DE JULHO DE 1913 NASCIA O GENERAL CARLOS DE MEIRA MATTOS - PERFIL DE UM HERÓI

104 a. nasce o GENERAL CARLOS DE MEIRA MATTOS em 23 de julho de 1913. Falece no dia 26 de janeiro de 2007. Estudou no Colégio Nossa  Senhora do Carmo, dos Irmãos Maristas, em SÃO PAULO. Aos 19 anos lutou como revolucionário paulista na REVOLUÇÃO DE 1932 e no ano seguinte ingressou, em março, na Escola Militar de REALENGO, sendo declarado ASPIRANTE A OFICIAL em janeiro de 1939. Em 1940-1941 foi instrutor da referida Escola sendo promovido a capitão em setembro de 1942. Integrou o Estado Maior da FEB como oficial de ligação da FEB com o IV Corpo de Exército dos EUA, tendo tomado parte no Combate de MONTE CASTELO como comandante da 2ª Companhia do 1º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria.
Ao retornar ao BRASIL integrou a Comissão de Repatriamento dos nossos mortos na FEB. Foi Instrutor Chefe do Curso de Infantaria da atual AMAN. Em 1946 cursou a ECEME. Promovido a MAJOR foi instrutor da ECEME, 1951-1954, sendo a seguir nomeado Adido Militar na BOLÍVIA. Promovido a TENENTE-CORONEL em abril de 1957. Foi nomeado instrutor da ECEME e cumulativamente, a partir de 1959, instrutor de Geopolítica da ECEM da Aeronáutica.
Foi Oficial de Gabinete do Ministro da Guerra GENERAL JOÃO SEGADAS VIANA, de 1961 a 1962 e, neste último ano, Chefe da 2ª Seção do EME. Promovido a Coronel em agosto de 1963, foi comandar em 1964 o 16º Batalhão de Caçadores em CUIABÁ, tendo participação destacada na Contra Revolução de 1964.
MEIRA MATOS assumiu o cargo de interventor de GOIÁS sendo substituído cerca de dois meses após por governador eleito pela Assembléia Legislativa.
Depois foi nomeado subchefe de Gabinete Militar do presidente CASTELLO BRANCO. A seguir, comandou o Destacamento Brasileiro – o FAIBRAS, da Força Interamericana da OEA na REPÚBLICA DOMINICANA. E ao retornar dessa missão comandou o Batalhão de Polícia da Capital Federal, sendo que em 19 de novembro, depois da decretação do ATO INSTITUCIONAL NÚMERO DOIS, recebeu ordem de cercar o Congresso para dele retirar deputados cassados, oportunidade em que teve áspero e rápido diálogo com o Presidente da Câmara. Em 1967, o CORONEL MEIRA MATOS cursou a ESG e nela ocupou o cargo de Adjunto para Assuntos Militares. De 11 de janeiro de 1967 a 8 de abril de 1968 presidiu comissão, para emitir parecer sobre reivindicações estudantis, tendo produzido o RELATÓRIO MEIRA MATOS, com diversas sugestões para melhorar o Sistema Educacional Superior no BRASIL. O ano de 1968 foi assinalado por graves agitações estudantis pelo mundo e, em especial, na FRANÇA.
Promovido a GENERAL-DE-BRIGADA foi nomeado comandante da AMAN em 1969. Em 1971, foi comandar em NATAL – RN a 7ª Brigada de Infantaria. Escreveu o livro “AS BATALHAS DOS GUARARAPES ANÁLISE E DESCRIÇÃO MILITAR”, um primor de clareza e objetividade. Em 1972, foi nomeado Diretor de Vias de Transportes. GENERAL-DE-DIVISÃO em novembro de 1973, foi nomeado Vice-Chefe do EMFA e a seguir, em 1975, Vice-Diretor do Colégio Interamericano de Defesa. E, ao retornar, em 1977, passou para a Reserva, com 44 anos de serviço e 64 anos por haver atingido idade limite.
Em 8 de junho de 1986 inaugurou o Colégio Acadêmico da AHIMTB ao ser o primeiro acadêmico a ser empossado, honraria que a seguir foi dispensada aos acadêmicos GENERAL PLÍNIO PITALUGA e GENERAL TÁCITO THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA.
Em sessão de 7 de março de 2005, na cerimônia de comemoração dos dez anos da AHIMTB, no CLUBE MILITAR, MEIRA MATOS recebeu em nome da AHIMTB, o novo acadêmico LUIZ GONZAGA SHOROEDER LESSA. Sua produção literária é vasta cabendo destacar os seguintes trabalhos sobre GEOPOLÍTICA: PROJEÇÃO MUNDIAL DO BRASIL (1960); A EXPERIÊNCIA DA FAIBRAS NA REPÚBLICA DOMINICANA (1967); DOUTRINA POLÍTICA DE POTÊNCIA (1976); BRASIL GEOPOLÍTICA E DESTINO (1975); GEOPOLÍTICA – PROJEÇÕES DE PODER (1977) e UMA POLÍTICA PAN-AMAZÔNICA (1980). Marcou presença nas revistas do Clube Militar, A Defesa Nacional, Revista do Exército e na imprensa, especialmente, na Folha de São Paulo.
Junto com o CORONEL JARBAS PASSARINHO formava uma dupla considerada uma das maiores de abalizados escritores castrenses, sempre lidos com muito proveito.     
A Capela do Cemitério SÃO JOÃO BAPTISTA era pequena para todos que vieram dar o último adeus ao GENERAL MEIRA MATTOS. Espalhando-se pelo corredor, antigos camaradas da FEB, ESG, IGHMB, AHIMTB. Alguns foram ministros, outros tantos governadores, empresários, outros ainda soldados, irmãos de armas, amigos, admiradores, alunos. Todos expressando um sentimento único. Foi uma grande perda, não só para o Exército, mas para o BRASIL.
Ao longo de seus quase 94 anos (nasceu em 23 de julho de 1913), a trajetória do Cadete do Realengo nascido em SÃO CARLOS foi extensa e relevante, destacando-se sua contribuição à Geopolítica, das mais relevantes, coroando uma carreira profícua. Nela se desempenhou com esmero das mais diversas lides castrenses, seja em ação na FEB, nas FORÇAS DE PAZ em SÃO DOMINGOS, seja no ensino na AMAN, ESG, seja em funções de governo na Presidência da República e no EMFA, entre tantas missões sempre bem cumpridas.
Aos 70 anos, doutorou-se em Ciência Política pela Universidade MACKENZIE, onde teve GILBERTO FREYRE como examinador de sua tese. Paladino das teses do BRASIL Potência, Civilização nos Trópicos, Herança, Destino, Projeto Nacional, sua palavra ponderada e opinião esclarecida era ouvida com atenção nos diversos fóruns a que comparecia, quer pessoalmente quer na mídia, onde ainda há poucos dias publicou uma última contribuição na FOLHA DE SÃO PAULO sobre os destinos da AMAZÔNIA, onde com grande lucidez preconizava a necessária postura nacional.
Pontualmente às 17 horas, Cadetes da AMAN que o General comandara conduziram o caixão envolto na Bandeira Nacional, seguidos em cortejo pelos presentes, formando extensa fila ao longo das aléias do SÃO JOÃO BAPTISTA. A tarde não foi tão quente como pronunciava. O Sol escondeu-se atrás das nuvens, como que desejando permitir também aos velhos soldados, ex-combatentes dos campos da ITÁLIA, acompanhar o General até o Mausoléu da FEB, onde seria sepultado conforme sua vontade.
No Mausoléu, inaugurado em 13 de novembro de 1982, repousam para sempre o Comandante da FEB, MARECHAL MASCARENHAS DE MORAES e sua digníssima esposa, dona ADDA BRANDÃO, cujos restos mortais para lá foram trasladados ao cumprir-se o Centenário de Nascimento do Marechal. Como Oficial de Ligação do QG/ I DIE, o então Capitão iniciou uma amizade com o comandante da FEB, que duraria muitas décadas.
Aquele Capitão do 6º RI se destacaria ainda em MONTE CASTELO, tendo sido agraciado com a BRONZE STAR, nesta que foi a maior epopéia das forças brasileiras no Teatro de Operações Italiano. Uma Companhia do I Btl da PE, BATALHÃO ZENÓBIO DA COSTA, Unidade Febiana cuja denominação reverencia o Comandante da Infantaria da FEB, desincumbiu-se das honras fúnebres, ao longo do trajeto que levava ao Mausoléu.
As vozes de comando entrecortadas pelas salvas regulamentares de mosquetão trouxeram um pouco para perto dos presentes os sons da guerra, ao percorrerem a alameda ao longo da fileira de soldados. Nestes breves momentos, aos veteranos veio a lembrança daquele dia cinzento em MONTE CASTELO, quando superando forças mais experientes, entrincheiradas nas alturas e arrostando o frio inclemente e chuvas torrenciais que impediam o avanço mecanizado e o apoio aéreo, nossos bravos pracinhas colheram brilhantes vitórias na dureza daqueles combates. Se hoje temos a democracia sob este sol tropical, certamente a devemos também aqueles valentes soldados, dos quais derradeiros remanescentes agora levam para a última morada um de seus grandes expoentes.
À beira da sepultura, um amigo de longa data faz a última saudação. A voz do GENERAL OCTÁVIO COSTA ecoa na amplidão do campo santo, destacando o patriotismo lúcido e o carinho do companheiro que partiu. Em palavras candentes e emotivas, diante das dezenas de assistentes, afirma o exemplo do General, carreira digna de servir como paradigma às futuras gerações.
Dois soldados descobrem a Bandeira Nacional do caixão, dobram-na e entregam aos parentes. O corneteiro executa o toque de Silêncio. É um toque pungente que envolve a todos, especialmente familiares, cujas lágrimas refletem a dor daquele momento. Destacando-se contra o céu azul, a estrutura do Mausoléu associa-se a silhueta do Cristo no Corcovado, como se Ele, o contemplando do alto, eternamente enviasse sua bênção aos heróis que nele repousam
Ao final da cerimônia, o céu agora assumiu um tom metálico brilhante, graças aos reflexos do Sol por trás das nuvens brancas, como a querer também prestar uma última e significativa homenagem ao velho General. Deus disse a Adão: “Retornarás ao solo, pois é do solo que foste feito” (Bereshit 3:19). Dizem nossos sábios, a alma é eterna, apenas migra para outra dimensão, e assim eleva-se aos Jardins do Éden, atravessando o Portal do Paraíso. Os presentes vão se dispersando, até que mais ninguém está por ali.

Apenas restou a sepultura, recoberta por inúmeras corbeilles. Mas para sempre perdurarão as boas e valiosas lições que o irmão CARLOS DE MEIRA MATTOS nos ensinou, antes de passar agora para o OLAM HAEMET (MUNDO DA VERDADE).  (trecho escrito por ISRAEL BLAJBERG, com o título de PERFIL DE UM HERÓI).

IMAGENS DA SOLENIDADE EM CATANDUVA, PROPORCIONADA PELO NÚCLEO MMDC-CATANDUVA COMBATENTE -30º BPMI - ENTREGA DAS MEDALHAS CONSTITUCIONALISTA E ESPLENDOR DE SÃO MIGUEL










































ALCINDO LOUREIRO MARQUES - HERÓI DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932

Currículo do Combatente Constitucionalista Alcindo Loureiro Marques

Nascido em 22 de setembro de 1906, na cidade de Amparo, Estado de São Paulo, filho de Sebastião Marques (Diretor do Liceu Artes e Ofícios em Campinas) e de Cândida Loureiro. Iniciou sua carreira no Banco Comercial do Estado de São Paulo, que passou por algumas fusões tornando-se Comercial Brasil, União Comercial e finalmente Banco Itaú, tendo nesse período, se formado em Ciências Contábeis.
Em virtude das transferências naturais à carreira de bancário, morou em diversas cidades do Estado de São Paulo, sendo que em Catanduva, conheceu seu grande amor Cora Berrance, com que se casou e teve duas filhas, Maria Lúcia e Maria Luiza.
Em 1930, o Presidente da República era Washington Luís. Era também o líder do PRP, Partido Republicano Paulista. Chamavam-no de "Paulista de Macaé", porque nasceu no Rio e vivia em São Paulo. Getúlio Vargas chefiou a chamada Revolução de 30. Vitoriosa esta, passou ele, Getúlio, a ser o Presidente da República. Whashington foi deposto. Foi para o exílio. Mais tarde, ele disse a um repórter: "Morri em 30, não tenho mais memória...". Pedro de Toledo foi Governador de São Paulo. O Coronel Euclides Figueiredo, pai do João Batista, era, em 32, o Comandante da Segunda Região Militar. Isidoro Dias Lopes, o chefe das Forças Revolucionárias. Bertoldo Klinger, que era Comandante da Circunscrição de Mato Grosso, aderiu ao movimento constitucionalista, tornando-se o Comandante do Exército Constitucionalista. O Governo Vargas, em 32, era uma ditadura. E foi para que o Brasil tivesse uma constituição que o povo paulista (Alcindo Loureiro) pegou em armas. A Revolução alcançou todos os paulistas: A mulher, o velho e a criança...paulistas disseram presente.
Alcindo Tinha 25 anos de idade, quando em 1932 alistou-se como voluntário na insurreição armada contra o regime ditatorial de Getúlio Vargas, tendo combatido em várias frentes durante todo o período que durou a Revolução. Durante a Revolução, Alcindo e seus companheiros dormiram debaixo de pé de café, quando em campo de batalha. Não tinham barracas, mas quando chegavam nas cidades, aí sim, dormiam nas repartições públicas. Alcindo e seus companheiros em Campinas foram incorporados ao Batalhão do Chico, Batalhão Francisco Glicério, onde exerceu a função de Tenente e no comando de um pelotão se deslocaram para a Frente Leste, Eleutério, Barão de Ataliba Nogueira, Pantaleão, Brumado, Amparo, Coqueiros, São João da Boa Vista, Mococa. Confrontaram com os Legalistas (que eram os homens da ditadura), violentamente, em Pantaleão, Brumado e Amparo. Nos lugares onde estiveram, sempre foram bem recebidos pelo povo. Recebiam comida do pessoal, que espontaneamente os alimentava. Mas as vezes não se tinha o que comer, o remédio era passar fome, contudo Alcindo sempre teve a certeza de ter feito o seu melhor por São Paulo e pelo Brasil. Sobreviveu e viu o ideal Paulista vencer quando, em 1934, fora criada outra Constituição, verdadeiramente legítima e democrática.
Após 52 anos de trabalho, se aposentou no respeitável cargo de Gerente Geral das agências da Capital Paulista. Foi um homem dinâmico, de reputação ilibada, respeitado e respeitador, excelente esposo e pai.
Em Catanduva, cidade amada onde morou por três vezes, fez grandes amigos, entre os quais Monsenhor Albino a quem devotou admiração extremamente e Miguel Elias, junto ao qual dirigiu por alguns anos o Lar São Vicente de Paula, abrigo para pessoas desprotegidas.
           Alcindo viveu uma vida feliz e honrada até o dia 30 de julho de 1988, quando faleceu em casa, na capital paulista, junto de seus familiares, sendo sepultado em Catanduva, passando então para a eternidade como um dos Herois Paulistas que lutaram bravamente pela real democracia para todo o povo brasileiro, tendo a certeza do dever cumprido. Assim, destacou-se em sua vida pela responsabilidade, capacitação profissional, iniciativa, motivação, disciplina, liderança, lisura em seus trabalhos e pelo culto a valores como patriotismo, civismo, lealdade e constância.
        Em face dos serviços relevantes prestados à São Paulo e ao Brasil aqui consignados, a presidência deste Núcleo MMDC da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, sente-se honrada em entregar a Sra Maria Luiza a Medalha Constitucionalista.

       Convidamos o Sr. Cel PM Mário Fonseca Ventura, para que juntamente com o Sr. Ten Cel PM Salgado e o 1º Ten PM Nascimento façam a entrega da comenda a Sra Maria Luiza Berrance Marques que neste ato a recebe em nome de seu pai, Alcindo Loureiro Marques, combatente constitucionalista, nosso homenageado desta tarde.

TEXTO DE JAYME MARTINS SOBRE MICHEL TEMER

Texto do Jayme Martins

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Bira Pisani

para "Undisclosed-R.
Subject: Texto do Jayme Martins
 

De: ARMANDO GOTTARDI [mailto:armandogottardi@hotmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 24 de julho de 2017 20:57
Assunto: Fwd: ENC: Texto do Jayme Martins



Enviado do meu iPad

Início da mensagem encaminhada
De: "imacon@uol.com.br" <imacon@uol.com.br>
Data: 20 de julho de 2017 11:01:35 BRT
Para: undisclosed-recipients:;
Assunto: ENC: Texto do Jayme Martins



Caríssimos
O insuspeito jornalista Jayme Martins, que precisou morar na China durante o regime militar, ex-petista agora desiludido com a petralha, enviou-me o texto abaixo, a meu ver a mais lúcida avaliação da crise política atual que tive oportunidade de ler. Por isso, estou repassando.
Abraço bom.
LH

De: jayme martins <jayme.overchina@gmail.com>
Enviado: sexta-feira, 14 de julho de 2017 16:46
Para:
Assunto: 


TEMER INCOMODA MUITA GENTE E AINDA
CHAMOU JANOT DE CORRUPTO BÊBADO.


Corrupto ou não, Temer lavou a alma do povo e incomodou gente poderosa. E ainda chamou Janot de corrupto bêbado
Por mais que o presidente Michel Temer  não tenha conquistado altos índices  de popularidade, uma coisa todos devem concordar: nenhum presidente da história do país sofreu ataques tão implacáveis de origens  tão distintas e conseguiu se manter de pé como ele. Temer  foi alvo de ações ferozes e letais sorrateiramente planejados por setores do judiciário, incluindo a PGR e o STF, de quase  toda a imprensa brasileira, dos artistas, dos partidos de esquerda e de formadores de opinião nas redes  sociais e, pelo menos até o momento, conseguiu resistir até com certa elegância.
Neste caso, o mérito por ter resistido a forças tão devastadoras é todo de Temer e de mais ninguém. Os empregados da Globo ficaram esbaforidos de tanto que pediram a renúncia do presidente e nada. Nem a Globo, nem os artistas, Janot, Fachin, o silêncio de Cármen Lúcia, os partidos de esquerda, todos os movimentos sociais e sindicais do Brasil conseguiram convencer a população a ir para  as ruas pedir  a renúncia de Temer.
Por outro lado, diante de uma tempestade de ataques tão vigorosos vindo de todas as direções, Temer ainda conseguiu manter sua base política coesa, a ponto de até o PSDB, um partideco tão sem moral quanto o PT, ter pensado duas vezes antes  de desembarcar de seu governo.
A pergunta que fica é a seguinte: de onde vem a força do mordomo? A resposta é bem simples. Afinal, os brasileiros viveram  quase 14 anos como reféns de uma organização criminosa que tinha planos de se perpetuar no poder. Temer foi o cara que puxou o tapete desta gente.  O inexpressivo e até tímido mordomo, chamado de fraco por Dilma e Lula, deu uma lição nos petistas e se revelou o Senhor do Congresso. Corrupto ou não, Temer  foi pragmático e teve muita coragem de enfrentar uma organização criminosa como o PT.
Logo que assumiu o poder, Temer  lavou a alma dos brasileiros e mexeu com interesses poderosíssimos. Demitiu mais de 20 mil macacos petistas que viviam dependurados na máquina pública, acabou  com a mamata dos artistas petistas que viviam das verbas da Lei Rouanet, cortou  verbas públicas para jornalistas de aluguel, sites petistas e todos os blogs sujos da esgotosfera, não aliviou Lula dos objetos que ele roubou dos Palácios do Planalto e Alvorada, cortou os 80 motoristas de Dilma, acabou com a farra das grandes empresas no BNDES, magoou bancos reduzindo juros, rompeu contratos com empresas amigas do PT e propôs quebrar as pernas de mais de 13 mil sindicatos do Brasil através da extinção da contribuição sindical obrigatória. Lula chegou a chorar, reclamando que Te mer estava destruindo o que ele levou anos para  construir.
Como se não bastasse, Temer  conseguiu tirar o Brasil da pior recessão em mais de cem anos, reduziu a inflação, conteve a escalada do dólar, reduziu Juros e o país já estava omeçando a gerar empregos com carteira assinada. Por três meses  consecutivos. Até que veio a tentativa de golpe.
Fiando-se nos baixos índices  de popularidade de Temer,  a Globo e o PT acharam que o derrubariam com um espirro. Juntaram-se aos bandidos da JBS e armaram um conluio com o procurador-geral da República, Rodrigo  Janot e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson  Fachin. Janor até encarregou seu braço direito na PGR para orientar Joesley Batista, que conseguiu um belíssimo acordo de delação  premiada. Os golpistas devem ter aberto até champanhe na véspera do dia 17 de maio, para comemorar a derrubada de Temer e os lucros que teriam especulando no mercado financeiro.
Mas as coisas não saíram como planejado. O mordomo se empertigou todo e resistiu ao golpe. Temer não apenas não renunciou, como deu início a uma das mais implacáveis ondas de retaliação contra o grupo JBS do criminoso confesso Joesley Batista. Em uma sequência devastadora de ataques, Temer encerrou uma linha de crédito de R$ 9 bilhões que a J&F tinha na Caixa Econômica, cancelou um contrato de fornecimento de gás da Petrobras para uma termelétrica do Grupo e elevou o teto das multas da Comissão de Valores Mobiliários de R$ 500 mil para R$ 500 milhões. A JBS é alvo de nada menos que nove inquéritos na CVM. Temer  literalmente quebrou as pernas de Joesley Batista.
Inconformados com o fracasso do golpe, Janot, a Globo e a JBS se levantaram, sacudiram a poeira e voltaram para a segunda onda de ataques contra Temer.  O mordomo não se intimidou e prosseguiu retaliando seus detratores de forma  impiedosa. Ao ser denunciado por Janot esta semana, Temer demonstrou que não está disposto a ceder a pressões e partiu para cima do procurador.
Temer chutou o pau da barraca e expôs Janot de forma cruel, ao insinuar que ele recebeu dinheiro por meio do ex-procurador Marcelo Miller, que deixou o Ministério Público Federal para atuar em um escritório de advocacia que negociou o acordo  de leniência da JBS.
"Talvez os milhões de honorários recebidos não fossem apenas ao assessor de confiança [Miller], mas eu tenho responsabilidade e não farei ilações. Tenho a mais absoluta convicção de que não posso denunciar sem provas",  disse Temer,  referindo-se ao ex-procurador como "homem da mais estrita confiança" de Janot.
Temer  demonstrou que não tem nada de bonzinho ao mencionar a queda de Janot pelo álcool e disse que o procurador realizou um "trabalho trôpego". Mais adiante, Temer foi ainda mais explícito ao lançar mão do termo embriaguez, referindo-se ao trabalho sujo de Janot na denúncia:
"As regras  mais básicas  da Constituição Federal não podem ser esquecidas e jogadas no lixo, tripudiadas pela embriaguez da denúncia, que busca a revanche a destruição e a vingança. E ainda assim fatiam a denúncia para provocar fatos contra o governo, querem parar o país e parar o Congresso Nacional, em uma ato político de denúncias frágeis e precárias", declarou Temer, ressaltando que tem disposição em continuar no cargo.
Uma coisa não se pode negar: o mordomo não é tão bobinho assim como muitos imaginam. E apesar de sua baixíssima popularidade, parece  que o povo não está muito disposto a ir para  as ruas pedir sua renúncia.
Se Temer sobreviver até 2018, pode continuar dando muito trabalho para toda essa gente.
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Jayme Martins
Overchina Consultoria
www.overchina.com.br
Tel. 5511 4582-4159

FORMAÇÃO DO CORO INFANTIL


Formação de Coro Infantil

Entrada
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P-5 por  polmil.sp.gov.br 

Anexos)


 para eliasbatistaclebioismaelalvesmimezequielalvesjassenfelicianoquintela65'trovaosilvaismael.maestroasezequiel
Bom dia!


               Incumbiu-me o Sr. Comandante do Corpo Musical, Maj Mus PM Elias Batista do NASCIMENTO, de enviar a Vª.Sª.,  os constantes do anexo, os quais referem-se  a um convite aos filhos e sobrinhos de Policiais Militares, (de 05 a 12 anos de idade), para participarem de “Formação de Coro Infantil”, com o objetivo de cantarem músicas natalinas no final de ano dentro das comemorações dos 186 anos da PMESP, e de uma planilha de inscrição (também encontra-se na página de Intranet) que deverá ser preenchida e enviada pelo e-mail cmusp3@policiamilitar.sp.gov.br;, até 28JUL17. Qualquer dúvida entre em contato     pelos  telefones do C Mus (11) 3227-0291 ou (11) 3315-0402 (Cap Mus PM Ismael ou 2º Sgt PM Matos).

                    Atenciosamente.



      JÁSSEN FELICIANO
            Ch St Com Soc


logo p5 Pessoa

FORMAÇÃO DE CORO INFANTIL COM OS  FILHOS DE POLICIAIS MILITARES

O Cmt C Mus, Maj Mus PM Nascimento, convida os filhos e sobrinhos de Policiais Militares para participarem da “Formação de Coro Infantil”, com objetivo de cantarem músicas natalinas no final de ano dentro das comemorações dos 186 anos da PMESP.
Para realizar a inscrição, o responsável pela criança deverá preencher a Planilha de Inscrição que encontra-se na página da Intranet e enviar para o e-mail:

INSCRIÇÃO: 10JUL17 A 28JUL17