sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

COMPARAÇÃO DE ASSASSINATOS DE POLICIAIS MILITARES, NO ESTADO DE SÃO PAULO, EM 1999 E 2017 - CORONEL PM NILSON GIRALDI

COMPARAÇÃO DE ASSASSINATOS DE POLICIAIS MILITARES, NO ESTADO DE SÃO PAULO, EM 1999 E 2017 

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Nilson Giraldi

Anexos01:10 (Há 6 horas)
 para Nilson
            Aos meus colegas da turma de Aspirantes a Oficial de 1963

            1. Março de 2.000: Editorial do “Estadão”: TRISTE RECORD – Dos 318 policiais militares mortos o ano passado (1.999), no Estado de São Paulo, 44 estavam em serviço; 274 nas horas de folga. (ver anexo)
            1.1. E, entre outras coisas o editorial destaca:
1.1.1. “Neste mês de janeiro (2.000), a cada dia, pelo menos um policial militar perde a vida em São Paulo”;
1.1.2.“Há algo muito errado no tratamento que se dá a esses homens que garantem a segurança da sociedade. Não nos referimos apenas aos seus salários (que são pífios), mas ao treinamento que se oferece eles; às táticas empregadas na condução dos trabalhos, e a própria conscientização de como devem se conduzir em situações normais e de perigo. Tudo isso precisa ser reavaliado”
1.1.3. “É correta a preocupação do Estado em equipar melhor os policiais militares, mas isso pouco adianta se não se treinar devidamente o policial militar para que ele saiba utilizar adequadamente esses equipamentos”;
2. E, logo em seguida, a PMESP, por meio do seu Comando, principalmente do então Diretor de Ensino (Cel Petinatto), com nosso total assessoramento, gratuito, que dura até os dias atuais, deu início aos cursos e treinamentos regulares e regulamentares do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida - Método Giraldi®” para toda a tropa;
3. Consequências: Dezembro de 2017: Destaque do “Estadão” em reportagem sobre assassinatos de policiais militares no Estado de São Paulo: Neste ano (2017), dos 43 PMs assassinados no Estado de São Paulo, só 3 foram mortos durante o serviço”.
3.1. Portanto, uma redução de 44 policiais militares assassinados, em serviço, em 1.999, para 3 em 2017 (todos executados; não tiveram tempo sequer de sacar suas armas);
3.2. E de 274 policiais militares assassinados, nas horas de folga, em 1.999, para 40 em 2.017; com tendência a diminuir (pois ainda é um absurdo), principalmente com a continuidade da aplicação do capítulo do “Método Giraldi”® denominado “O Policial Militar e sua segurança pessoal” destinado aos policiais militares da ativa e inativos em todas as circunstâncias;
3.3. Esclareço que nesse período os confrontos armados triplicaram; os agressores se tornaram mais bem armados, organizados, audaciosos e agressivos;
3.3.1. E, durante esse período, nenhum policial militar que aplicou o “Método Giraldi”® foi punido ou condenado pelas suas consequências, mesmo quando o agressor foi a óbito;
4. Conclusão: “Treinamento não é gasto; treinamento é investimento”. “Uma polícia é consequência do seu treinamento”. “O policial militar aprende aquilo que vive no treinamento, e não o que vê e o que ouve, mas o que faz”. (Giraldi)
4.1. Quanto vale uma vida preservada? Não tem preço! Quanto vale centenas de vidas preservadas? Impossível calcular!
5. Mas todo esse sucesso se deve aos professores do “Método Giraldi”®; a quem lhes deu e dá apoio;  a todos aqueles que, de uma ou de outra forma, uniram seus esforços para atingir esses objetivos; objetivos que representam apenas batalhas vencidas, mas não a guerra que, para a Polícia Militar, é eterna... 
5.1. “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos” (Giraldi);
5.2. Feliz Natal e Próspero Ano Novo para todos (as) repleto de realizações. 
Abração.
Giraldi – Cel PM – “63 anos de estrada combatendo o bom combate; mas ainda na corrida, e mantendo a fé”.
Há anexo.
Descrição: Descrição: imagem-5


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