domingo, 28 de outubro de 2018

A história da Estátua da Liberdade

132 a. da inauguração da ESTÁTUA DA LIBERDADE, em plena III REPÚBLICA DA FRANÇA, depois da queda de NAPOLEÃO III, no dia 28 de outubro de 1886. A história oficial da estátua revela que sua gestão tem mesmo um apelo romântico revolucionário. A idéia partiu dos franceses. Quase 100 anos depois da independência americana – à qual a FRANÇA deu uma tremenda ajuda – um grupo de conspiradores jantava em PARIS. Os comensais eram membros da oposição liberal ao reinado de NAPOLEÃO III. O anfitrião era o jurista EDOUARD RENÉE LÉFÈBVRE DE LABOULAYE, que tecia loas à democracia e à liberdade americanas. Dali, sob os eflúvios do bom vinho nacional, surgiu o plano de presentear os EUA com um monumento que simbolizasse a liberdade. O que se queria era criar um fato político contra a tirania que NAPOLEÃO III exercia.  Quem testa o episódio é o escultor FRÉDÉRIC-AUGUSTE BARTHOLDI, participante daquela noitada e o futuro autor da obra grandiosamente intitulada “A LIBERDADE ILUMINANDO O MUNDO”, que nós conhecemos como a ESTÁTUA DA LIBERDADE.  A inauguração de MISS LIBERTY se deu em 28 de outubro de 1886, no governo americano do presidente GROVER CLEVELAND. Mas as injunções começaram logo depois da GUERRA CIVIL dos EUA, durante a Presidência de ULYSSES S. GRANT, entre 1869 e 1877. Foi o próprio BARTHOLDI quem escolheu a ilhota no estuário do rio HUDSON para ser o ponto de ancoragem de sua obra e também quem entabulou negociações com os ianques para que o presente fosse aceito. Os homenageados deveriam pagar pelas fundações e base da estátua. A empreitada, anos depois, acabou saindo por cem mil dólares. Já os franceses custeariam a escultura – que empregou 20 homens trabalhando dez horas por dia, sem folgas na semana, e ao custo da fortuna, na época, de 250 mil francos.

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