quinta-feira, 5 de julho de 2018

Formatura homenageia Sargento Mário Kozel Filho, morto há 50 anos ação t...

Os 18 do Forte

Revolução Paulista de 1924

NOSSA BANDEIRA - POR SOLICITAÇÃO DE RICARDO NOGUEIRA VASCONCELLOS

Nossa bandeira
Bandeira da minha terra,
Bandeira das treze listas:
São treze lanças de guerra
Cercando o chão dos paulistas!
Prece alternada, responso
Entre a cor branca e a cor preta:
Velas de Martim Afonso,
Sotaina do Padre Anchieta!
Bandeira de Bandeirantes,
Branca e rota de tal sorte,
Que entre os rasgões tremulantes,
Mostrou as sombras da morte.
Riscos negros sobre a prata:
São como o rastro sombrio,
Que na água deixara a chata
Das Monções subido o rio.
Página branca-pautada
Por Deus numa hora suprema,
Para que, um dia, uma espada
Sobre ela escrevesse um poema:
Poema do nosso orgulho
(Eu vibro quando me lembro)
Que vai de nove de julho
A vinte e oito de setembro!
Mapa da pátria guerreira
Traçado pela vitória:
Cada lista é uma trincheira;
Cada trincheira é uma glória!
Tiras retas, firmes: quando
O inimigo surge à frente,
São barras de aço guardando
Nossa terra e nossa gente.
São os dois rápidos brilhos
Do trem de ferro que passa:
Faixa negra dos seus trilhos
Faixa branca da fumaça.
Fuligem das oficinas;
Cal que das cidades empoa;
Fumo negro das usinas
Estirado na garoa!
Linhas que avançam; há nelas,
Correndo num mesmo fito,
O impulso das paralelas
Que procuram o infinito.
Desfile de operários;
É o cafezal alinhado;
São filas de voluntários;
São sulcos do nosso arado!
Bandeira que é o nosso espelho!
Bandeira que é a nossa pista!
Que traz, no topo vermelho,
O Coração do Paulista!

94º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DE 1924 (5 DE JULHO DE 1924)

Resultado de imagem para revolução de 1924

EXTRAÍDO DE MEMÓRIAS DO VENTURA


94º Aniversário. da REVOLUÇÃO DE 1924. No dia 5 de julho de 1924 iniciava-se em SÃO PAULO um movimento contestatório ao governo federal que deixaria o saldo de mais de 500 mortos, cerca de 5 mil feridos, além de grandes prejuízos causados por tiroteios e bombardeios. Durante os 23 dias de sua ocorrência, mais de 200 mil pessoas saíram da cidade - entre elas CARLOS DE CAMPOS, o governador do Estado, e todo seu secretariado -, o que representava mais de 1/3 da população da capital paulista na época. A semente dessa insurreição na cidade de SÃO PAULO havia sido plantada no RIO DE JANEIRO, exatamente dois anos antes, ou seja no dia 5 de julho de 1922. A reincidência do dia e mês não era acidental. A data da rebelião em SÃO PAULO havia sido intencionalmente marcada para homenagear os 16 mortos da REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA, ocorrida exatos dois anos antes. Para compreender as razões que levaram destacamentos do Exército e da FORÇA PÚBLICA a ocupar a então segunda maior cidade do País em 1924 é forçoso recuar ao crítico ano de 1922 e aos antecedentes da crise militar desse ano.  O historiador JOSÉ ALFREDO VIDIGAL PONTES, escreveu o livro “1922: O BRASIL SE REVOLTA”.


Comandada pelo GENERAL ISIDORO DIAS LOPES e com a presença em SÃO PAULO de destacados tenentes da revolta do FORTE DE COPACABANA, o movimento de ocupação da cidade começou às 3 horas da madrugada, com os TENENTES EDUARDO GOMES e JUAREZ TÁVORA assumindo o controle do 4º Batalhão de Cavalaria de SANTANA. Quando o dia amanheceu, diversas posições estratégicas tinham sido controladas pelos revolucionários, mas não todas as que estavam nos planos. No alvorecer, as tropas leais ao governo conseguiram retomar algumas posições perdidas, incluindo o quartel da FORÇA PÚBLICA na LUZ e o 4º Batalhão de Cavalaria de SANTANA, onde os irmãos JOAQUIM e JUAREZ TÁVORA, além de outros tenentes, ficaram detidos ao retornarem inadvertidamente.


Durante o dia os revoltosos conseguiram o controle das estações ferroviárias da LUZ, SOROCABANA e do NORTE. Entretanto, ao aproximar-se a noite, as tropas do governo ainda controlavam cinco pontos estratégicos na região central, além de outros redutos no IPIRANGA, CAMBUCI, PENHA e BELENZINHO. As posições no centro foram disputadas em combates sucessivos nos dias seguintes. Os governos se defendiam no PALÁCIO DOS CAMPOS ELÍSEOS, no 4º Batalhão da FORÇA PÚBLICA, na LUZ, na vizinha Estação Transformadora de Eletricidade da LIGHT, no QUARTEL-GENERAL do EXÉRCITO, próximo ao TEATRO MUNICIPAL, e o no prédio central do CORREIO. Lentamente, os revolucionários conseguiram alguns avanços, enquanto as tropas legalistas se reorganizavam preparando-se para um contra-ataque. O governo perdeu o controle do quartel da FORÇA PÚBLICA, na LUZ, consolidando o domínio dos rebeldes na estação ferroviária. No dia 8 de julho, CARLOS DE CAMPOS, presidente do Estado e leal defensor de ARTUR BERNARDES, abandonou o PALÁCIO DOS CAMPOS ELÍSEOS e saiu da cidade. Mesmo assim, ISIDORO chegou a cogitar na retirada, por vários e bons motivos: encontrou mais resistência do que imaginara e o apoio de outras unidades não ocorreu, além de saber que o governo faria uma contra-ofensiva assim que recebesse reforços de fora. Mas, como até o dia 10 de julho os insurretos conseguiam manter a ofensiva, a idéia da saída foi pelo menos adiada.

Nesse período, o prefeito FIRMIANO MORAIS PINTO permaneceu na cidade. Chamado para uma reunião com ISIDORO, tomou a palavra e disse, corajosamente, segundo relato do historiador AURELIANO LEITE: - Senhor general: como prefeito de SÃO PAULO, não reconheço nem acato o seu poder. Faço-o responsável por tudo quanto a população de SÃO PAULO já sofreu e venha a sofrer com a ação dos revoltosos. É preciso que Vossa Excelência seja humano para com a cidade indefesa em suas mãos”. Ao que o general retrucou: - Senhor prefeito: tome Vossa Excelência conta de sua cidade. Respeito e acato o poder legal de que Vossa Excelência se acha investido. Retirando-se em seguida para a prefeitura, FIRMIANO criou a GUARDA MUNICIPAL e a COMISSÃO DE ABASTECIMENTO, que garantiram o fim das pilhagens e o fornecimento de alimentos para a população. Mas a reação estava a caminho, assim como o aumento da perturbação para os habitantes da cidade. No dia 11 de julho, a artilharia legalista procurava atingir os pontos mais estratégicos em poder dos revolucionários: PARAÍSO, VILA MARIANA, LIBERDADE, BRÁS, BELENZINHO, MOÓCA e até áreas centrais como a Rua FLORÊNCIO DE ABREU sofreram pesado bombardeio. Ainda com o controle da cidade, mas conscientes de que os reforços das forças federais iriam aumentar, ISIDORO e o também rebelado comandante da FORÇA PÚBLICA, MIGUEL COSTA, decidiram sair da cidade na madrugada do dia 27, em uma operação de retirada exemplarmente bem organizada. De SÃO PAULO embarcaram para BAURU, entroncamento ferroviário estratégico no centro do Estado. De lá se dirigiram a MATO GROSSO, encontrando resistência e desviando-se para o PARANÁ, onde renderam vilarejos e cidades, e por fim acamparam em CATANDUVA, à espera dos aliados que vinham do RIO GRANDE DO SUL, liderados pelo CAPITÃO LUÍS CARLOS PRESTES. O encontro das duas milícias se daria no dia 12 de abril de 1925, dando início à célebre COLUNA MIGUEL COSTA-LUÍS CARLOS PRESTES, que percorreria boa parte do território brasileiro nos dois anos seguintes, escapando ao cerco das tropas do governo de ARTUR BERNARDES. Enquanto a ocupação em SÃO PAULO se desenrolava, diversas insurreições ocorreram em locais não previstos pelos articuladores, como em MATO GROSSO, no PARÁ, em SERGIPE e no AMAZONAS, a mais longa e radical de todas, com um mês de duração. Apesar da retirada bem-sucedida, sem novos combates, a revolução de 1924 deixou um saldo de mais de 500 mortos e 5 mil feridos, além de grandes prejuízos em residências, lojas e fábricas. E cerca de 200 mil pessoas saíram da cidade de SÃO PAULO durante a sua ocorrência. Os rebeldes choraram a morte de muitos companheiros, entre eles o TENENTE JOAQUIM TÁVORA, irmão de JUAREZ, um dos grandes articuladores da revolução, atingido mortalmente em combate pela posse de um quartel da FORÇA PÚBLICA. No dia 29 de julho de 1924 (ele está enterrado no cemitério CHORA MENINO), JÚLIO MESQUITA foi preso a mando de ARTUR BERNARDES e o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO proibido de circular. Em seguida foi levado ao RIO DE JANEIRO por trem, acompanhado dos dois filhos mais velhos, JÚLIO DE MESQUITA FILHO e FRANCISCO MESQUITA. O jornal só voltaria a circular em 17 de agosto, mas sob censura. JÚLIO MESQUITA ficou detido no HOSPITAL MILITAR da capital federal até meados de setembro, sem nunca ter sido formulada uma acusação formal contra ele. Anos depois o jornal ganharia uma ação judicial contra o governo federal ao contestar esta arbitrariedade.

O HOTEL ESPLANADA ficava na Praça RAMOS DE AZEVEDO, 254, atrás do Teatro Municipal. Na véspera da Revolução o luxuoso hotel sediou uma festa de arromba promovida pelo Consulado dos ESTADOS UNIDOS. O GENERAL ABÍLIO NORONHA, comandante das tropas estava presente. ABÍLIO foi preso no dia seguinte, ainda vestido com trajes de gala. Hoje o prédio abriga a sede da Companhia Brasileira de Alumínio. O Quartel-General da 2ª Região Militar ficava na Rua CONSELHEIRO CRISPINIANO. Era comandado pelo GENERAL ABÍLIO NORONHA, líder das tropas leais ao governo. De acordo com a professora ILKA STERN, autora de “BOMBAS SOBRE SÃO PAULO – A REVOLUÇÃO DE 1924”, NORONHA foi solto depois de negociações entre os dois lados. A antiga sede da Secretaria da Justiça e da Polícia ficava no PÁTIO DO COLÉGIO. O bombardeio do local assustou CARLOS DE CAMPOS, que fugiu para o interior com o seu gabinete. A região entre a Avenida SÃO JOÃO, Rua 7 DE ABRIL e VALE DO ANHANGABAÚ ficou tomada por trincheiras. O Palácio dos CAMPOS ELÍSEOS era localizado na Avenida RIO BRANCO 1269, sede do governo estadual na época. Também foi intensamente bombardeado durante a revolução. Uma antiga usina termoelétrica guarda até hoje em sua torre as marcas de tiros e bombardeios, na Rua JOÃO TEODORO. Na Rua JAVARI, o antigo Cotonifício CRESPI, totalmente destruído durante os bombardeios. Esse prédio foi reconstruído e hoje deu lugar a um supermercado. O local do primeiro bombardeio foi o LICEU CORAÇÃO DE JESUS, localizado no quadrilátero das alamedas DINO BUENO, NOTHMANN, GLETE e BARÃO DE PIRACICABA.

No mês de junho de 2014, recebo do escritor CELSO LUIZ PINHO o livro “SÃO PAULO - 1924”. Na capa consta uma frase de CARLOS DE CAMPOS, Presidente de SÃO PAULO: “Aos revoltos, nada!...a granada será a resposta”. No prólogo do livro: “Certas datas sintetizam indeléveis na vida dos povos...Às vezes, de tão transcendentes, não carecem que lhes aponte o ano em que ocorreram...”(HAMILTON LEAL, in 5 de julho A GRANDE LEGENDA, 1976).
Apesar do frio e da neblina cerrada daquela madrugada de 5 de julho de 1924, alguns homens deixaram o sobrado localizado no número 27 da Rua VAUTIER, bairro do PARI, em plena capital paulista.

O período vivido na clandestinidade havia ensinado-lhes que à noite era bem menor o perigo de serem apanhados pela polícia governista, mas prevendo qualquer eventualidade, enquanto caminhavam mantinham uma das mãos ao alcance das armas que carregavam nos bolsos dos grossos sobretudos que vestiam.
Dois deles, JOAQUIM FERNANDES DO NASCIMENTO TÁVORA e EDUARDO GOMES, desertores do Exército, tinham como destino o bairro de SANTANA, mais precisamente o quartel do 4º Batalhão de Caçadores que, naquele momento, já deveria estar em mãos de outros conspiradores.
As ações que visavam a derrubada do Presidente da República, ARTHUR BERNARDES, estavam começando. Aos revoltosos, o caminho escolhido para a derrubada era o da luta armada.          

96º ANIVERSÁRIO DO LEVANTE DO FORTE DE COPACABANA (5 DE JULHO DE 1922)

Resultado de imagem para levante do forte de copacabana 1922  96 a. do LEVANTE DO FORTE DE COPACABANA. No início de julho de 1922 estourava no RIO DE JANEIRO uma rebelião de jovens oficiais do Exército. Ficou conhecida como a REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA, embora tenha extrapolado a fortaleza da zona sul carioca. Apesar de sua brevidade no tempo, sufocada pelo governo em cerca de 40 horas, seu significado político ultrapassou em muito aquele breve episódio. Carregada fortemente de uma aura heróica, a caminhada dos últimos 18 resistentes em direção à morte entrou para a História do BRASIL como um de seus episódios mais dramáticos, deflagrador de um ciclo de sucessivas interrupções do embate político pelo enfrentamento armado e pelo subseqüente exercício autocrático do poder, que desta vez só terminaria em 1945 com a derrubada da ditadura de GETÚLIO VARGAS. Dos 18 últimos resistentes, apenas dois sobreviveram: EDUARDO GOMES e SIQUEIRA CAMPOS. EPITÁCIO PESSOA fortaleceu-se após o episódio do FORTE DE COPACABANA: decretou o estado de sítio, prendeu civis e militares e ainda pôde comemorar triunfalmente o CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA, antes de passar a Presidência a ARTUR BERNARDES em 15 de dezembro de 1922. Ao sucedê-lo, BERNARDES manteve o estado de sítio, o que lhe permitiu agir rigorosamente na repressão à oposição, muito freqüente durante todo seu conturbado mandato. Para essa inquietação contribuiu decisivamente a situação econômica, com os déficits orçamentários e a queda das exportações e dos preços dos produtos primários levando ao circuito emissões/inflação, ao mesmo tempo em que o governo continuava a contrair empréstimos para manter os preços do café pela compra e armazenamento da produção excedente.
Em 1923 transcorreram duas graves crises políticas estaduais, no RIO DE JANEIRO e no RIO GRANDE DO SUL. O governo federal interferiu em ambas. A do RIO foi resolvida mais rapidamente com a nomeação de um interventor. A do RIO GRANDE DO SUL, entretanto, foi uma pequena guerra de guerrilhas, com assaltos de cargas de cavalaria a cidades e fazendas. Iniciada em fins de janeiro, foi gradualmente conquistando novos adeptos, chegando até a contar com uma unidade do Exército. O entendimento só foi alcançado em outubro, quando o próprio ministro da GUERRA foi ao SUL e conseguiu a cessação das hostilidades. BERNARDES fortalecia-se progressivamente. Isso, porém, não inibia alguns militares insatisfeitos com o governo de continuar preparando uma conspiração. O maior articulador desses opositores era o general gaúcho ISIDORO DIAS LOPES, que percorreu a região SUL e SUDESTE promovendo a idéia de um movimento revolucionário para derrubar o governo. No final de 1923, um novo acontecimento engrossaria a relação de simpatizantes de ISIDORO. No dia 26 de dezembro saiu a sentença do julgamento dos envolvidos na revolta do FORTE DE COPACABANA, incriminando os articuladores como responsáveis por um golpe de Estado. Isso significava uma punição mais severa do que a esperada pelos rebeldes, que se defendiam argumentando que lutavam apenas pelo afastamento de EPITÁCIO PESSOA da Presidência da República, sem almejar o poder. Alguns dos condenados fugiram, entre eles os tenentes EDUARDO GOMES, JOAQUIM TÁVORA e RICARDO HOLL. Um plano de levante militar nos quartéis do RIO GRANDE DO SUL e do PARANÁ foi desarticulado, e seu mentor, o TENENTE JOAQUIM BARATA, foi preso. Durante meses transcorreram tentativas de entendimento sobre a definição do local e da data de uma grande insurreição. Cogitou-se em organizar levantes no RIO GRANDE DO SUL, no PARANÁ e em SÃO PAULO, até que, por diversas razões, decidiu-se pelo dia 5 de julho de 1924, em SÃO PAULO – sobretudo pela situação estratégica da capital paulista, maior centro industrial e com grande entroncamento ferroviário e rodoviário. A data buscava homenagear aqueles que haviam tombado em COPACABANA e entusiasmar a tropa com a mística dos 16 heróis mortos, uma idéia do TENENTE JOAQUIM TÁVORA, um dos conspiradores de 1922. O intuito dos conspiradores era atrair a atenção nacional, de modo a desencadear um processo progressivo de adesões por todo o País, até que uma enorme pressão militar e política forçasse a renúncia de BERNARDES.   

50 ANOS DA MORTE D0 3º SARGENTO MARIO KOZEL FILHO EM ESPLÊNDIDA SOLENIDADE DO COMANDO MILITAR DO SUDESTE

Formatura dos Soldados do Exército Brasileiro homenageando o Sargento Mário Kozel Filho, morto no atentado terrorista a 50 anos.
Assistam e ouçam um pouquinho da nossa história narrada pelo Coronel Mario Ventura.
Comissão do Academico de Direito da OAB Santana presidida pelo Dr Sidnei Lobo Pedroso.
Júri Simulado do Caso MMDC-32 dia 17-08/2018 as 09:00 horas no TJSP.
-19:51
Comentários
Messias Moraes16:48 Coronel Mario ventura é uma enciclopédia sobre os movimentos cívicos do Brasil, isso é lindo de se ver. Parabéns....
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Simone M Sapienza14:57 Quem conhece e valoriza sua história é inteligente, precisamos conhecer nossa história para compreender o presente e planejarmos nosso futuro!!!!
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Arthur Jorge Do Amaral2:35 Este momento da vida brasileira é muito importante recordar os momentos que passamos no passado, são exemplos para evitar que se repitam ... Parabéns aos militares em atividade neste momento ...
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Arthur Jorge Do Amaral15:46 Comemorações de "9 de julho" ... Mato Grosso Sul - MS ao lado de São Paulo .. Parabéns a todos nós ...
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Sergio Majewski6:56 Cel Mario Ventura ... exemplo de Brasilidade... DEUS o proteja e ilumine...
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Responder9 h
André Querobi13:56 Coronel Ventura é um poço de conhecimento
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Messias Moraes6:53 Um forte abraço ao coronel Mario ventura.
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Lemuel Lauton1:06 Bom Dia, Querido Irmão Sidnei Pedroso.

Um Fraterno Abraço.
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Lemuel Lauton2:33 Parabéns, Prezado Sidnei.
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Maurício Rodrigues11:16 Um forte e cordial abraço Coronel. 2° Ten PM Maurício Cruz.
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Arthur Jorge Do Amaral4:20 Bom dia amigo cel Mario Ventura ... Aqui de Campo Grande MS ... Salve 9 de Julho ...
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Maurício Rodrigues14:29 Pergunte a ele sobre o Coronel João Thomaz, por favor?
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Maria Helena Rudge Guimarães10:27 Parabéns coronel Ventura!
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Neto Pane9:47 Grande abraço Cel Mario Ventura!
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Fernando Palmieri10:43 Núcleo MMDC de Itapira "LUZ DA PÁTRIA" os saúda!
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Isaias Dutra3:58 Parabens ao coronel Ventura
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Luciana Brandão3:35 Lindo Demais! Brasilll...
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Luciana Brandão4:33 Parabéns a todos!!!
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Marina Parigini0:00 Que pena eu não ter assistido esse vidio , eu perdi 😳
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Luciana Brandão10:47 Jaina Pascual me representa!
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Hamilton Tadeu1:05 EM 1969 INAUGUROU A ESCOLA MÁRIO KOZEL FILHO AONDE FUI PREVILEGIADO EM SER UNS DOS PRIMEIROS ALUNOS AONDE PTESTO MINAH HOMENAGENS. JORNALISTA HAMILTON TADEU .´.
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Responder1 hEditado
Valentino Carazzato Neto1:13 Estava não ESTÃO EM PLENA ATIVIDADE OS COMUNISTAS VERMELHOS estão NOS TRÊS PODERES
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Maurício Rodrigues1:42 #EU VOU BOICOTAR OS CANDIDATOS DO PTB NAS ELEIÇÕES DESSE ANO. MESMO PARTIDO DOS EX-DEPUTADO ROBERTO JEFFERSON E CRISTIANE BRASIL (AQUELA QUE QUERIA, PORQUE QUERIA SER MINISTRA DO TRABALHO POR INDICAÇÃO DE TEMER).
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Arthur Jorge Do Amaral13:16 Mato Grosso do Sul - MS , foi irmão de São Paulo pelo ideal Constitucionalista ... Hoje pooco se fala e a história precisa ser lembrada ... Campo Grande, Capital do MS, iniciou no dia 8 de julho de 32, as movimentações com a exoneração do Gen Bertoldo Klinger, então comandante do Exercito aqui sediado ...
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Arthur Jorge Do Amaral1:14 Bom dia ao cel. Mario Ventura ...
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Arthur Jorge Do Amaral0:00 Sim ... Acompanhei o vídeo e gravação ao vivo, na parte da manhã ... O Governador do MS está encaminhando oficio com justificativa pela impossibilidade de estar presente no dia 9 dr Julho ... Muito obrigado Cel. Mário Ventura pelo seu significativo apoio para entrosar o relacionamento SP/SP ...
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Simone M Sapienza6:29 Dr. Sidnei Lobo Pedroso mande um Abraço para a Comissão de Comissão de Convênios e Parceiras OAB Santana que sempre está junto com vocês!!!!!
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Episcopisa Justa1:21 Agora é necessário fazer justiça a esse Soldado pois os Socialistas Comunistas estão aí no poder.
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Simone M Sapienza3:16 Bom dia Dr. Sidnei Lobo Pedroso 👏👏👏👏👏👏
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Antonio Carlos1:47 Bom dia Comandante. Brasil acima de tudo.
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Mario Ventura20:18 ACREDITO QUE, SE FOR PRECISO, TEREMOS UM NOVO MOVIMENTO CONSTITUCIONALISTA. HÁ MUITA GENTE NO LEGISLATIVO, EXECUTIVO E, PASMEM, NO JUDICIÁRIO, QUE ESTÃO FAZENDO A NOSSA NAÇÃO DE FANTOCHE !! E O NOSSO POVO COMO SE FOSSE UM BANDO DE LOUCOS QUE NÃO ENTENDEM O QUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO NO PAÍS !
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Arthur Jorge Do Amaral9:13 Um grande abraço aos militares de São Paulo ... Campo Grande MS ... Irmãos pelo ideal Constitucionalista ...
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Tomaz Vaquero Brasil Bicca3:39 Bom dia a todos os participantes.
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Anacris Cad0:02
😍😍😍
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Ricardo Nogueira Vasconcellos2:32 força a guerra não terminou os comunas estão dominando o pais
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Eliane Oliveira16:46 Eu gosto muito de ler sobre História do nosso país, apesar de não ser estudante, e lamentável como estudantes de hoje se perguntar não sabem nem quando aconteceu a independência do Brasil
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Célia Lemos Leite Ortiz da Silva0:57 Que Horror!... Meu avô e padrinho, Pai de Meu Pai..., 
Elizeu Lemos Leite, nas
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Wallace Gonçalves3:24 Soldado de honra, liberdade liberdade liberdade, merecida homenagem !!!
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Eliane Oliveira5:52 Não podemos perder as esperanças de um Brasil melhor
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Kelly Roldão2:24 BOM DIA💛💚🇧🇷
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Eliane Oliveira9:36 Abraço Coronel
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Eliane Oliveira0:19 Bom dia Dr Sidnei
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