quarta-feira, 1 de maio de 2019

ATO UNIFICADO DE 1º DE MAIO, CUT E FORÇA SINDICAL, APROVAM GREVE GERAL

 
 
Manifestação do Dia do Trabalho é realizada no Vale do Anhangabaú, região central de São Paulo (SP) – 01/05/2019© Andrea Felizolla/FramePhoto Manifestação do Dia do Trabalho é realizada no Vale do Anhangabaú, região central de São Paulo (SP) – 01/05/2019
No ato unificado de celebração do Dia do Trabalho, nesta quarta-feira, 1º, as principais centrais sindicais aprovaram uma greve geral, marcada para o dia 14 de junho, às vésperas da data prevista para votação da reforma da Previdência no Congresso Nacional.
Em São Paulo, no Vale do Anhangabaú, participaram do ato a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral de Trabalhadores (UGT), Intersindical, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Nova Central, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo. Representantes das centrais estimaram em 200.000 o número de pessoas no Anhangabaú.
“Está aprovado. O Brasil irá parar em defesa do direito à aposentadoria dos brasileiros e das brasileiras. A única forma de barrar essa reforma é fazer o enfrentamento nas ruas. É greve geral”, afirmou Vagner Freitas, presidente da CUT.
Segundo Freitas, a proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro é “cruel com o povo”. “Se [Paulo] Guedes quer arrecadar 1 trilhão de reais, que vá tributar os ricos e milionários que têm jatinho, avião e jet ski. Não venha querer tirar do povo trabalhador”, acrescentou.  Para o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, “ou essa reforma para de tramitar ou paramos o Brasil”.

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