sábado, 6 de julho de 2019

SEXTA CRÔNICA EM HOMENAGEM A MANOEL DE OLIVEIRA FRANCO SOBRINHO - PELO DOUTOR MARIANO TAGLIANETTI.

SEXTA CRÔNICA em homenagem a MANOEL DE OLIVEIRA FRANCO SOBRINHO.



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MarianoTaglianetti

Anexossáb, 6 de jul 23:10 (há 1 hora)

 para eu
Caríssimo Cel. VENTURA, boa noite !
A nacionalidade está combalida...
O   ontem  de  30 anos atraz,  hoje  presente, abre  apenas  escassas
possibilidades  de  reversão  mediata...
A  sociedade  de  consumo plena em que vivemos, favorece a corrupção...
Nesta última crônica em homenagem  a  MANOEL DE OLIVEIRA FRANCO
SOBRINHO  ressaltamos  que  tudo  reside  na  mentalidade  existente,
para muda-la é preciso fortalecer as novas gerações atravez de ensino
voltado  para  a  prevalência  de reais valores entre ELES  o principal a
própria dignidade  pessoal  que torna o SER HUMANO racional.
Fraternal apreço, MT.    




CHEGAMOS AO AMANHÃ DE ONTEM
Publicado em 19 de outubro de 1.990.
“Hoje, já estamos,  no amanhã de ontem. 
Os verdadeiros cientistas se escondem atrás de barreiras quase insuperáveis. A máquina derrotou o homem. 
A mulher quer mudar de sentimentos. 
As crianças estão   nas creches e nas escolas coletivizadas”.


Quem viu o tempo passar e nele colocar suas esperanças, hoje em dia não sabe o que fazer, diante de tantos problemas diários, transformando a ordem social, criando uma maior necessidade de capital vivo, fortalecendo uma economia de trocas somente ela, dando ao mundo promessas aparentes de paz e não de guerra.
Tudo se concentra em grupos, que se respeitam entre si, ampliando poderes técnicos na sucessão das coisas políticas, criando atos e impondo fatos. O homem, isolado no seu grupo social, na sua família ou na sua rua, abandonado, se entrega a soluções extravagantes, afastando até as boas crenças humana. 
Por força íntima fiquei algum tempo em silêncio. Continuando apenas na observação crítica. Tentando explicar para mim mesmo o porquê de em pouco tempo se agravarem as relações humanas, sem ao menos se pensar nas crises sociais, ampliando, sem proteção jurídica, os vazios da insegurança pública e privada os cidadãos.
Parece até que não estou vivendo neste mundo diabólico, ou que os sonhos ganham das realidades. Os homens não discutem mais, se agridem,  se afrontam, machucam a ordem moral ou quebram princípios consagrados e sagrados da ética cristã. Em torno do negócio, do dinheiro, se movem as intenções de trabalho e produção.
Aplaudimos os golpistas, pelo sucesso das gestões públicas, transformados em líderes de uma sociedade adoentada e sem forças próprias para escapar do coma político. Estamos fracos, e assim fracos, mesmo não  querendo, integramos o circo dos miméticos, que agridem a nação, vitoriosos nas ações que fazem o dinheiro todo mal justificar.
O incrível na história, é que nada desconhecemos,  que os fatos denunciados estão dentro de nós, na fala diária dos jornais noticiosos, continuando a escolher pelo voto livre, aqueles mesmos que nos fraudam, nos humilham, nos empobrecem, negociando com a nação os níqueis,  que sobram dos cofres públicos arrombados. 
Na  verdade,  ninguém poderia acreditar no que está vendo. As mulheres partem para uma luta que será sempre desigual, acreditando numa igualdade que nem física pode ser, sobretudo no enfoque das aparências artificiosas, que mostram pelo gosto de ostentar riquezas, escondidas sob o manto da fantasia demagógica. 
Quanto ao homem, musculatura elege a força física pessoal, como dependência de uma desigualdade, que se vê pelos olhos, na qual os atrativos físicos são crescentes fora e nos limites do trabalho. Essa é uma guerrinha separatista que acaba com a família e destrói aqueles princípios de direito universal, condicionando as pessoas. 
O previsível estava à nossa frente e não quisemos vê-lo. Nós é que estávamos criando os conflitos inocentes no abuso das coisas agradáveis, desmerecendo a figura do pai, as funções da mãe e as obrigações familiares, legislando sobre coisas que não se legislam, destruindo assim unidades inseparáveis que sustentam sociedades normais.
Hoje, já estamos,  no amanhã de ontem. Os verdadeiros cientistas se escondem atrás de barreiras quase insuperáveis. A máquina derrotou o homem. A mulher quer mudar de sentimentos. As crianças estão nas creches e nas escolas coletivizadas. Todos querem o que não possuem. Todos os que possuem não cedem ao faro humano ruminante. 
Apud: - Do livro “Cidadão Manoel de Oliveira Franco sobrinho” – Crônicas fls. 339/340 – Editado em 2.004 – Pelo Instituto de SEU nome.
Curitiba, julho de 2.019.

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