terça-feira, 15 de janeiro de 2019

CRISE NA FORÇA PÚBLICA EM 16 DE JANEIRO DE 1961.


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EXTRAÍDO DE MEMÓRIAS DO VENTURA

58 a. das anotações de 16 de janeiro de 1961, em minhas memórias, numa segunda-feira: “Em meu lar, leio as notícias, tendo acompanhado pelo rádio o enterro dos dois sargentos do fogo, que por ordem das autoridades tiveram o féretro antecipado, causando viva antipatia na população. A situação na FP é a mesma, talvez até pior. Alguns meus colegas de 1959 e 1960, atualmente aspirantes, estão presos: UBIRAJARA PISANI, ESPÍRITO SANTO, JOSÉ LUSTOSA CARIBÉ, MOACYR ALVARENGA, LUÍS DE CASTRO, IGNÁCIO EDÉCIO STRAMA, SÍLVIO ANTÔNIO RISSI, HAMILTON COELHO. Alguns desses rapazes foram promovidos a Aspirantes em 15 de dezembro de 1960, já tendo essa grande desilusão, no início de suas missões.
JORNAL DA NOITE: EDIÇÃO DE 16 DE JANEIRO DE 1961
TRABALHADORES APOIAM O MOVIMENTO DA FORÇA PÚBLICA. NÃO FOI SUPERADA A CRISE NA FORÇA: HOJE A PASSEATA DE ESPOSAS E MÃES DOS SOLDADOS DA FP. APOIO DOS INSPETORES DA GUARDA CIVIL AOS COMPANHEIROS DA FORÇA (nota distribuída pela Diretoria do Centro Social dos Inspetores da GUARDA CIVIL – APOIO ÀS REIVINDICAÇÕES DA FP.
Pouco depois da meia-noite vários carros-transportes, completamente lotados de elementos da FORÇA PÚBLICA, deixaram o quartel do 2 º BP, da rua JOSÉ GETÚLIO, escoltados por quatro carros fortes do EXÉRCITO. Segundo informações colhidas pela reportagem, os oficiais presos estavam sendo transferidos para o FORTE DE ITAÍPU, em SANTOS, ou para o quartel do BARRO BRANCO.
A PRAÇA CLÓVIS BEVILÁCQUA foi transformada em praça de guerra. Armas poderosas foram colocadas nas imediações do QG do CORPO DE BOMBEIROS.
Encontram-se presos no 7º Batalhão, em SOROCABA, os seguintes oficiais; capitães – PEÇANHA, WILSON, PRESMAN e GUAICURU; tenentes – JATIR, HERMENEGILDO, MARTINHO, RENATO, BENVENUTTI, DIRCEU, GARIBE, PEREZ GIMENEZ e OTACÍLIO; aspirantes – WADIR, UBIRAJARA PISANI, ESPÍRITO SANTO, JOSÉ LUSTOSA, MOACIR ALVARENGA, LUÍS DE CASTRO, INÁCIO EDÉCIO, SILVIO ANTÔNIO RISSI e HAMILTON COELHO. Segundo informações colhidas pela reportagem os oficiais do 7º BATALHÃO, os CAPITÃES CÍCERO e BARREIRA, e os tenentes HÉLIO, PASCOAL, AIDAR, FOGAÇA, ERNANDES, NABUCO, MASCARENHAS e GUSTAVO, solidarizaram-se com os seus companheiros, razão pela qual, imediatamente, também foram considerados presos e incomunicáveis.
OFICIAIS DO EXÉRCITO EM TODOS OS POSTOS DE COMANDO DA FORÇA PÚBLICA – Esteve nos CAMPOS ELÍSIOS o comandante do II EXÉRCITO e outros militares – Mediação do CARDEAL – Problemas do aumento.
Transcorreu calmo o dia de ontem nos CAMPOS ELÍSIOS. Cerca das 14 horas, deu-se por encerrado o dispositivo conjugado de guarda do PALÁCIO, composto de elementos da FORÇA PÚBLICA, GUARDA CIVIL e EXÉRCITO. Assim, por alguns minutos, apenas elementos da Milícia voltaram a guarnecer o PALÁCIO, quando chegava a notícia lamentável da morte dos dois bombeiros, perecidos em trabalho. Em vista dessa circunstância, o governador CARVALHO PINTO determinou que a GUARDA CIVIL voltasse a policiar o palácio. Após manter demorada conferência com o governador do Estado, o INSPETOR OMAR GALVÃO, chefe da guarda civil, retirou-se dos CAMPOS ELÍSIOS, e pouco depois com ele voltavam inúmeros guardas civis, que foram distribuídos em derredor do PALÁCIO. Esses guardas, armados de sub-metralhadoras, segundo informou o INSPETOR OMAR GALVÃO, se revezavam com os colegas nos postos de sentinela, perfazendo um total de 300 elementos. Às 16 horas, foi suspenso o tráfego de veículos das ruas circundantes aos CAMPOS ELÍSIOS, desviando-se o trânsito para ruas paralelas, evitando-se, dessa forma, que os automóveis ou qualquer outra espécie de veículos passassem por demais próximos do PALÁCIO.
Depois de almoçar em companhia do deputado FELÍCIO CASTELANO, secretário particular do Secretário da Segurança e com outros elementos mais chegados, o governador CARVALHO PINTO observou rápido repouso, sendo que às 16 horas recebeu nos CAMPOS ELÍSIOS a visita dos generais STÊNIO DE ALBUQUERQUE LIMA, Comandante do II EXÉRCITO; ALTAIR FRANCO FERREIRA, chefe do Estado-Maior do II EXÉRCITO e do CORONEL OLDEMAR FERREIRA GARCIA, comandante da FORÇA PÚBLICA. Iniciou-se então uma reunião dessas autoridades com o governador, tendo a mesma se prolongado até às 18:40 horas, estando também presente o CORONEL DJALMA ARANTES, chefe da CASA MILITAR dos CAMPOS ELÍSIOS. Tratou-se na ocasião das medidas que vêm sendo tomadas com relação à crise, bem como dos relatórios enviados pelas várias unidades da FP, que davam notícia da passagem de comando para oficiais do EXÉRCITO. A passagem desses comandos, segundo apurou a reportagem, deram-se normalmente, sem que ocorressem quaisquer incidentes.
O CARDEAL dom CARLOS CARMELO DE VASCONCELOS MOTA, às 17 horas, esteve em reunião nos CAMPOS ELÍSIOS com o governador do Estado. O cardeal trouxe ao chefe do Executivo uma proposta de conciliação, oferecendo-se para servir de mediador na questão. Logo a seguir, o sr RUY MARCUCCI, chefe do Serviço de Imprensa do Palácio informava que o cardeal foi oferecer o seu apoio ao governador do Estado. Entretanto, tem-se notícia de que já no sábado o cardeal se oferecera para esse mister, sendo que no mesmo dia o senador LINO DE MATOS iniciava gestões de mediação. D. CARLOS CARMELO retirou-se do PALÁCIO DO GOVERNO por volta das 18 horas.
O DIÁRIO DA NOITE de 16 de janeiro de 1961, segunda-feira, também publicava reportagem sobre a morte dos dois bombeiros, que numa viatura do CORPO DE BOMBEIROS seguiam para SANTO ANDRÉ, onde lavrava um incêndio na avenida PEREIRA BARRETO. Eram os sargentos TOMÁS CLEODON MEDEIROS, de 34 anos, e ANTENOR GONÇALVES TEIXEIRA, de 25 anos. Receberam graves ferimentos os soldados JOSÉ PAULINO TORRES e ANTÔNIO MARTINS CARRASCO. Outros soldados tiveram ferimentos leves.
Ainda colho de minhas memórias: Passo boa parte na Delegacia de POÁ, escutando rádio, conversando com os soldados de serviço. Volto à casa de meus pais quando já passam das 17 horas. Justamente nesse instante, em SÃO PAULO, partindo do LARGO SÃO FRANCISCO, tínhamos a passeata monstro das mulheres, mães, filhos dos militares envolvidos nos acontecimentos da FP. Apresentavam-se maltrapilhos, descalços, num brado de fome. Será que o Governador não se sentirá constrangido quando ver esse triste quadro ?
O JORNAL FALADO TUPI, com início às 22 horas, apresentava as notícias sobre a Passeata dos Familiares dos militares, sendo que 700 praças e oficiais foram recambiados para o CFA, onde estão presos. O EXÉRCITO continua a ocupar os postos chaves, com “ninhos” de metralhadoras em todos os lugares críticos, principalmente na PRAÇA CLÓVIS BEVILÁCQUA.” 

FHC É OPOSIÇÃO AO GOVERNO BOLSONARO

Em Paris, FHC diz que é oposição ao governo Bolsonaro 49.2k Paloma Varón Em Paris 14/01/2019 19h54 Presidente do Brasil entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso, fundador e presidente honorário do PSDB, está em Paris, onde participou do diálogo com o sociólogo e seu ex-professor, Alain Touraine. O ex-presidente concedeu entrevista exclusiva à RFI logo antes de entrar na sala, lotada, para debater com o colega, com quem mantém um diálogo que já dura cinco décadas. No debate intitulado ?Ordem contra a democracia??, organizado pelo Colégio de Estudos Mundiais, da Fundação Casa das Ciências do Homem (FMSH, na sigla em francês) e que teve lugar na Casa da América Latina, em Pa... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2019/01/14/em-paris-fhc-diz-que-e-oposicao-ao-governo-bolsonaro.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=uol&utm_content=geral&cmpid=copiaecola

CONVITE - COMEMORAÇÕES AOS 465 ANOS DA CIDADE DE SÃO PAULO, 23 DE JANEIRO, ÀS 9 HORAS - OBELISCO DO IBIRAPUERA.

AÇÕES DA LDN - PARANÁ EM 2018

AÇÕES DA LDN-PR 2018

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INFORMO QUE FOI PUBLICADO NO JORNAL DO REBOUÇAS ON-LINE ARTIGO SOBRE AS AÇÕES DA LDN-PR 2018, TAMBÉM EM ANEXO.
PODE CONSULTAR O LINK A SEGUIR http://www.jornaldoreboucas.com.br/atuacoes-patrioticas-da-liga-da-defesa-nacional/
http://www.jornaldoreboucas.com.br/atuacoes-patrioticas-da-liga-da-defesa-nacional/

TAMBÉM POSSUI OUTROS ARTIGOS JÁ PUBLICADOS. CONSULTAR TAMBÉM O JORNAL DE DEZEMBRO DE 2018. É SÓ CLICAR.

PODE REPASSAR À SUA REDE DE CONTATO.

FRATERNAL APREÇO,

CEL CARREIRO
Área de anexos

34 ANOS DA ELEIÇÃO DE TANCREDO NEVES PARA A PRESIDÊNCIA DO BRASIL - 15 DE JANEIRO DE 1985.


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34 a. da eleição de TANCREDO NEVES para a presidência do BRASIL. No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral formado por maioria do PDS, então partido do governo militar, deu 480 votos a TANCREDO NEVES e 180 a PAULO MALUF, que cinco meses antes havia vencido candidato oficial do PDS, CORONEL MÁRIO ANDREAZZA, na convenção do partido. Houve 17 abstenções, cinco delas de deputados do PT (que então tinha apenas oito deputados). O resultado encerrou o ciclo inaugurado com o GOLPE MILITAR de março de 1964. A partir de janeiro de 1984 a oposição lançou a campanha das DIRETAS, que mobilizou milhões de pessoas em todo o País, sob a liderança de ULYSSES GUIMARÃES, que despontava como candidato natural da oposição em eleições diretas. Derrotada a emenda das DIRETAS, a opção de redemocratização direcionou-se para a figura de TANCREDO NEVES, freqüentemente mencionado como um dos políticos mais talentosos. Em uma campanha de alguns meses, ele conseguiu reverter o voto da maioria dos delegados do PDS (senadores, deputados e delegados eleitos pelas assembléias estaduais). Essa estratégia foi muito facilitada pela fraqueza dos dois candidatos do PDS, ANDREAZZA e MALUF, mas a escolha do segundo fez mais importantes lideranças do PDS apoiarem TANCREDO. A primeira referência à candidatura de TANCREDO surgiu na posse do governo de MINAS. O deputado FERNANDO LYRA, um líder da esquerda, compareceu à posse e disse claramente a TANCREDO: “O senhor é o meu candidato por via direta ou indireta”. No fim deste ano os governadores do PMDB convocaram uma reunião e aprovaram campanha para eleições diretas. Os governadores oposicionistas de SÃO PAULO (FRANCO MONTORO), MINAS (TANCREDO) e PARANÁ (JOSÉ RICHA) passaram a comandar o contra-processo sucessório. Em fevereiro de 1984, o vice-presidente AURELIANO CHAVES, que contestava o governo há algum tempo, lançou a sua candidatura no AUTOMÓVEL CLUBE de MINAS tendo o governador TANCREDO à sua direita e governador do CEARÁ, LUIZ GONZAGA MOTA, o TOTÓ, seu aliado, à esquerda. Ficou combinado que se o nome de AURELIANO não se viabilizasse no PDS, TANCREDO seria a alternativa. Quando as DIRETAS foram derrotadas em abril de 1984, TANCREDO admitiu publicamente a candidatura. Em julho daquele ano deixou o governo e lançou-se formalmente candidato.   
TANCREDO não assumiu o cargo por problemas médicos e JOSÉ SARNEY tomou posse como Presidente em seu lugar. Desde o GOLPE MILITAR de 1964, ERA A PRIMEIRA VEZ QUE O PAÍS TERIA UM PRESIDENTE CIVIL. 

60 ANOS DO CRIME DA IGREJA - EM 15 DE JANEIRO DE 1959.


60 a. do CRIME DA IGREJA. Era 15 de janeiro de 1959. Todos haviam acabado de assistir à cerimônia religiosa do casamento da professora SÍLVIA ROSALINDA PINTO SAMPAIO, de 27 anos, com o industrial SÍLVIO MARCHIONI, de 30 anos, na Igreja SANTA TEREZINHA, em HIGIENÓPOLIS, bairro nobre da região central, e se organizavam em fila para cumprimentar o casal. “Eu quero ser o primeiro a cumprimentá-lo”, disse o médico ABELARDO RIBEIRO PAIVA, referindo-se ao noivo, enquanto se posicionava entre os convidados, organizados em uma sala da igreja. O médico chamava a atenção pela sua vestimenta, em desalinho com a ocasião.  Apenas duas pessoas tinham, até então, a oportunidade de abraçar SÍLVIO quando ABELARDO, empunhando um revólver calibre 38, se aproximou do noivo, que lhe estendia a mão, e atirou em sua direção. A arma foi colocada a um palmo do rosto da vítima e acionada por quatro vezes seguidas. O médico depois se virou para a noiva e atirou três vezes contra ela, antes de ser contido pelos presentes. Houve correria, irados, alguns dos convidados gritavam, enquanto cercavam ABELARDO: “Canalha, merece ser linchado !” O convidado RENATO LUÍS DE SOUZA ARANHA conseguiu segurá-lo e impedi-lo de continuar atirando. Na confusão, o assassino teve um dos olhos vazados por um golpe de guarda-chuva. Levado para o Hospital SAMARITANO, SÍLVIO morreu antes de receber os cuidados médicos, ferido no rosto e no tórax. SÍLVIA conseguiu sobreviver. Atingida por dois disparos nas costas, a professora ficou dias internada em estado grave no Hospital das Clínicas porque uma das balas causou 11 perfurações em seu intestino. Ela só soube que o marido havia morrido depois de receber alta médica. Na época, comentava-se que o médico nutria uma paixão violenta por SÍLVIA, mas, por causa de sua timidez, nunca havia tocado no assunto com a professora, nem com a família dela. “Talvez não cometesse o crime se não tivesse bebido”, declarou ABELARDO, antes de ser levado para a CASA DE DETENÇÃO.
Depois do assassinato, o lado sombrio de ABELARDO se revelou. A polícia descobriu que ele apresentava personalidade neurótica e havia ficado internado em um hospital para psicopatas em RIBEIRÃO PRETO por ter tentado matar o pai e o irmão. Na época, seu advogado, WÁLDIR PEREZ, disse – em referência a paixão por ele devotada à moça – não ter dúvida de que o criminoso não revelasse seu amor à jovem, tinha para si que esta lhe correspondia. Um mês antes do casamento de SÍLVIA, ABELARDO deu a ela como presente de Natal um suporte de livro em forma de crânio com seguinte inscrição em latim: “Perdoa Senhor se eu profano sua obra”. Diante do objeto ele disse: “Este não é o seu presente de casamento. O presente eu darei no próprio dia das bodas”.
Jornais da época publicaram: “O delegado ANTENOR DE CASTRO LELLIS, titular da 4ª delegacia, terminou ontem à tarde o relatório sobre o crime ocorrido no dia 15 último, na sala de recepções da Igreja SANTA TEREZINHA. Em cinco laudas datilografadas, aquela autoridade historiou os fatos anteriores do crime, referindo-se depois ao próprio delito. Concluiu afirmando que o homicida, o médico ABELARDO RIBEIRO DE PAIVA, premeditara a eliminação de SÍLVIO MARCHIONI e de SÍLVIA ROSALINA PINTO SAMPAIO.  
SÍLVIA ROSALINDA PINTO SAMPAIO casou-se anos depois de perder o noivo assassinado. Atualmente – 2003 - ela mora no RIO DE JANEIRO, tem cinco filhos homens, todos já formados.
ABELARDO RIBEIRO PAIVA, em 2003, estava com 73 anos e morava sozinho em um sobrado em CASA BRANCA, no interior de SÃO PAULO, mesma cidade onde conheceu SÍLVIA. Mesmo não querendo falar sobre o assunto, o médico contou que passou 22 anos preso. Ficou por um ano na CASA DE DETENÇÃO, no CARANDIRU, e depois foi transferido para o Manicômio Judiciário, em FRANCO DA ROCHA, onde permaneceu até ganhar a liberdade. Ele disse que trabalhou nos dois presídios e tinha pouco contato com os outros presos. Assim que saiu da cadeia, ABELARDO morou por quatro anos em SÃO PAULO. O médico disse que no dia do crime tomou um litro de uísque e disse ter sido acometido por “delírios alcoólicos”. ABELARDO afirmou não ter nada para falar à professora, contando que ela o procurou depois do crime, mas ele não quis recebê-la. “O que ela fez foi imperdoável, mas o que eu fiz foi pior”. O médico ainda culpa as vítimas pelo crime que cometeu e disse que o industrial SÍLVIO MARCHIONI tinha uma amante que se matou no dia do casamento no civil entre ele e SÍLVIA. De acordo com ABELARDO, a amante do industrial era de RIO CLARO (a mesma cidade natal de SÍLVIA) e também era professora.

MORRE O PREFEITO POLONÊS ESFAQUEADO NO CORAÇÃO. - SE A MODA PEGA VAI FICAR DIFÍCIL!

Pawel Adamowicz© Fornecido por AFP Pawel Adamowicz
O prefeito do grande porto polonês de Gdansk, Pawel Adamowicz, 53 anos, gravemente ferido quando foi esfaqueado no coração por um homem em uma cerimônia pública no domingo, morreu nesta segunda-feira, anunciou um médico do hospital universitário da cidade.
"Apesar de todos os nossos esforços, não conseguimos salvá-lo", declarou o dr. Tomasz Stefaniak, citado pela agência PAP.
Um agressor atacou com uma faca o prefeito diante de centenas de pessoas durante um evento de caridade, o que deixou o político lutando entre a vida e a morte.
Ele foi levado para o hospital universitário de Gdansk, onde os médicos consideraram "sua condição muito séria".
"Adamowicz sofreu uma lesão grave no coração e outras lesões no diafragma e órgãos da cavidade abdominal", explicaram os médicos.
Adamowicz, prefeito de Gdansk desde 1998, foi reanimado no local antes de ser transferido para o hospital universitário.
O ataque ocorreu pouco antes das 20h00 local de domingo ante de centenas de pessoas, em um palanque erguido para uma campanha de arrecadação de fundos a compra de equipamentos para hospitais.
O agressor foi rapidamente preso pelos agentes de segurança sem resistência.
Segundo um porta-voz da polícia de Gdansk, é um homem de 27 anos que vive nesta cidade báltica de cerca de meio milhão de habitantes.
Vários meios de comunicação informaram que o suspeito cumpriu uma sentença de cinco anos de prisão por quatro ataques armados contra bancos de Gdansk e que sua saúde mental teria sido seriamente afetada durante sua estada na prisão.
Em um vídeo do ataque postado no YouTube, é possível ver homem invadindo o pódio, atacando o prefeito com uma faca grande e fazendo gestos triunfantes ao agitar a arma.
Depois ele pega o microfone e afirma que foi injustamente levado para a cadeia pelo governo anterior de centro, do Plataforma Cívica (PO), que o teria "torturado" na prisão.
"É por isso que Adamowicz vai morrer", acrescenta ele.
O PO apoiou a reeleição de Adamowicz no município de 2018. A investigação aberta pela polícia se concentrará na identificação dos "meios" que permitiram ao agressor acessar tão facilmente o palanque.
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Avião com Cesare Battisti chega a Roma
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