terça-feira, 9 de abril de 2019

ROUBALHEIRA LEGALIZADA - COM O DINHEIRO DO POVO É FÁCIL AGIR DESSA MANEIRA!

Política

Deputado por sete mandatos e fora da política, Luciano Simões se aposenta com salário de R$ 24 mil

[Deputado por sete mandatos e fora da política, Luciano Simões se aposenta com salário de R$ 24 mil ]
09 de Abril de 2019 às 13:00 Por: Divulgação Por: Fernanda Chagas01comentários
Deputado estadual por sete mandatos, atualmente fora da política, o democrata Luciano Simões se aposentou com salário de R$ 24.044,50. De acordo com portaria de nº 377, publicada no Diário Oficial nesta terça-feira (9), assinada pelo secretário de Administração, Edelvino Góes, o vencimento é composto de R$ 1.183,10; 38% de ATS [Gratificação Adicional por Tempo de Serviço] equivalente a R$ 6.620,95, mais estabilidade econômica DAS-1 - R$ 16.240,45.
Simões possuía cargo de Analista Técnico, com símbolo DAS-1, que seria classe 1, com carga horária de 180h mensais.  
No documento consta que as melhorias posteriores à data da aposentadoria deverão ser incorporadas aos proventos de inatividade, independentemente da expedição do novo ato, bem como o estorno referente ao limite constitucional será devidamente respeitado quando da implantação dos proventos. 
O último mandato de Simões foi no período de 2011 a 2015, ocasião em que seu filho Luciano Simões Filho foi eleito, na posição de herdeiro político. 

454 ANOS DO FALECIMENTO DE DIOGO JÁCOME, EM 10 DE ABRIL DE 1565.

DIOGO JÁCOME - Um Jesuíta precursor vicentino
Diogo Jácome, português, foi recebido na Companhia de Jesus em 1548. Essa Ordem dos Jesuítas nasceu em 1539. Seu fundador, Santo Ignácio de Loyola, antes de padre, foi soldado, por isso organizou-a com características militares. O próprio nome, como que é conhecido, Companhia de Jesus, a define como um grupo de combate, pronto a servir onde sua presença fosse solicitada, com sua ação missionária em favor da Igreja. Sua obediência à hierarquia da Igreja Romana mantida cegamente.
Irmão Diogo Jácome chegou à Bahia a 29 de março de 1549 com Thomé de Souza e com os primeiros jesuítas, sob a chefia do grande padre Manuel da Nóbrega e, mais os padres Leonardo Nunes, João de Aspilcueta Navarro e Antônio Pires, além do Irmão Vicente Rodrigues. Imediatamente Diogo Jácome e o Padre Leonardo Nunes são enviados às aldeias de Ilhéus e Porto Seguro, em missão de catequese. Foi assim um dos primeiros catequistas do Brasil. No princípio de 1530, o Irmão Diogo Jácome já estava em São Vicente, auxiliando com grande zelo o Padre Leonardo Nunes. Em 20 de junho de 1551, ele escrevia daqui de São Vicente, aos Padres e Irmãos do Colégio de Coimbra, Portugal. Desta carta relatório transcrito respeitando o estilo e a grafia da época, o seguinte trecho “... Quanto aos demais de que vos desejo fazer sabedores para louvor de Nosso Senhor, há da nossa igreja, que já está a cerque acabada, e da primeira missa que nela disse, que foi dia da mesma vocação que foi dia de Jesus, a qual foi com toda a muziqua de canto d’orguão e frautas. (o Padre Leonardo Nunes que chegara à São Vicente antes do Irmão Diogo Jácome era música e regente. Foi também o primeiro apóstolo da Eucaristia na Capitania de São Vicente) como se lá poderá fazer. A igreja é muito bem feita e composta, com sua casa e pomar, com sua orta e laranjais, sidreiras e limoeiros e parreiras, que já darão aqui uma vez huvas. Assi que o que falta é o que o Padre (Leonardo Nunes) mandou pedir, que são novos ornamentos que perla a igreja hà mister, ao Pe. Mestre Simão”.
A primeira missa que se refere Diogo Jácome foi a 1º de janeiro de 1551. Por isso, a Igreja passou a chamar-se “Igreja de Jesus”. A igreja foi mais tarde incendiada por Cavendish, mas é possível, disse o historiador e arquiteto Lucio Costa em parecer  citado  por  Serafim Leite, S. I. em obra “Histórica da Cia. De Jesus no Brasil”, que o arcabouço tenha resistido ao incêndio e seja ainda o da atual Matriz de São Vicente. Aqui, em São Vicente, como mais tarde em São Paulo de Piratininga, de que foi co-fundador, e no Rio de Janeiro, trabalhou de carpinteiro, na construção de casas e igrejas. Logo após ordenado Padre, em 1562, partiu com o Padre Manuel da Nóbrega para a aldeia do Espírito Santo. Depois de residir, em 1563, em Ilhéus, voltou no ano seguinte ao Espírito Santo com o Padre Manuel Paiva e teve a ser cargo a aldeia de Nossa Senhora da Conceição. Socorreu os índios durante a peste de bexiga que dizimou os moradores da Capitania. Ele e o Irmão Pero Gonçalves, que morreu contaminado, eram “os sangradores, os cirurgiões, os médicos e juntamente os párocos e recoveiros”. Adoecendo de febre quartã, Pedro Diogo Jácome foi chamado à Vitória, onde passou alguns meses, tornando à aldeia de N.S. da Conceição, apesar de não restabelecido, “por ordem da obediência”. Agravando-se o seu estado, veio de novo para Vitória, onde faleceu, na semana de Lázaro, em 10 de abril de 1565, uma terça-feira à noite, sendo sepultado na Igreja de São Tiago.

Syrio Simão – Boletim IHGSV.

Diogo Jácome
Nascido em Portugal e falecido em 10/4/1565, no Espírito Santo.


Irmão leigo e depois padre jesuíta, Diogo Jácome entrou para a Companhia de Jesus em 12/11/1548, sendo coadjutor espiritual quando veio para o Brasil com o padre Manoel de Nóbrega em 1549, na comitiva do governador-geral Tomé de Souza, em companhia de mais quatro religiosos. Estudante aprendeu a língua tupi. Ainda nesse ano é enviado para Ilhéus e Porto Seguro, com o padre Leonardo Nunes, sendo o seu primeiro companheiro na catequese dos indígenas. Veio para São Vicente, subindo com este a serra. Participou, em 25/1/1554, da fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga. Aprendeu a arte de torneiro, tornou-se mestre. Fazia coroas e rosários de madeira, com o auxilio de um torno de pé, por ele mesmo fabricado. Introduziu o serviço de obras manuais entre os companheiros religiosos e entre os habitantes onde servia; era também pedreiro e sapateiro.

Acompanhou o padre Leonardo Nunes em viagem missionária para Ilhéus e Porto Seguro, retornando a capitania de São Vicente em 1557. Foi ordenado padre na Bahia em 1562. No ano seguinte, residiu em Ilhéus. No ano de 1564, acompanhou o padre Manoel de Paiva, nomeado Superior dos Jesuítas no Espírito Santo, sendo designado substituto do padre Fabiano de Lucena, que se encontrava enfermo, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, de Serra, incumbindo-se também de visitar as aldeias, próximas, inclusive a Aldeia Velha (Santa Cruz), assumindo o trabalho de catequese e evangelização. Nesse mesmo ano surge uma epidemia de varíola (então chamada de doença das bexigas), que quase devastou a Capitania; exerceu as funções de sangrador, cirurgião, médico, pároco e de coveiro.

Com o padre Pedro Gonçalves (este faleceria em novembro de 1564), cuidou das vítimas, e por segurança transferiram a aldeia de local. Consumido pelo exaustivo trabalho, faleceu na Casa Colegial do Espírito Santo, vítima de impaludismo.

Escreveu a Carta do Brasil em 1551, em que trata dos costumes dos índios, e trabalhos dos padres da Companhia na conversão; o manuscrito foi dado à casa da professa de São Roque; e uma versão italiana desta Carta foi publicada em Veneza, no ano de 1559.
http://www.al.sp.gov.br/geral/noticia/noticia.jsp?id=354963



 ES COLABORADORAS

10 DE ABRIL - DIA DA ENGENHARIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO


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10 DE ABRIL - DIA DA ENGENHARIA

10 de abril! O Exército Brasileiro (EB) rejubila-se ao prestar uma justa homenagem aos integrantes da Arma de Engenharia, na figura de seu ilustre patrono – o Tenente-Coronel JOÃO CARLOS DE VILLAGRAN CABRITA.
As origens da Arma de Engenharia remontam ao período do domínio português, quando as necessidades impostas pela defesa da Colônia conduziram à construção de inúmeros fortes que, ainda hoje, pontilham estrategicamente o vasto território nacional, constituindo-se em testemunhas perenes do nascimento da engenharia militar em nosso País.

A Transferência da Corte portuguesa, no início do século XIX, trouxe consigo o Real Corpo de Engenheiros, embrião da Engenharia Militar brasileira; e, em 1855, foi criado o 1º Batalhão de Engenheiros, hoje Batalhão Escola de Engenharia, primeira Unidade de Engenharia do nosso Exército.
Em 1962, o EB reconheceu, merecidamente, o Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita como patrono da Arma de Engenharia. Tal escolha deveu-se ao fato deste bravo soldado ter se imortalizado no comando do 1º Batalhão de Engenheiros, na Campanha da Tríplice Aliança, protagonizando uma das mais belas páginas da História Militar brasileira, na epopéia da conquista da Ilha de Redenção, feito que marcou favoravelmente a retomada da atitude ofensiva e foi decisivo para a vitória dos aliados, na Guerra da Tríplice Aliança.

Desde sua origem, a Arma do Castelo Lendário tem realizado feitos inéditos e grandiosos que contribuíram e contribuem para projetar o nome do EB no País e, principalmente, o nome do Brasil no cenário mundial, consagrando o lema do “Braço Forte e Mão Amiga”. Dentre os inúmeros feitos, vale ressaltar a atuação da Engenharia:

- na península itálica, durante a Segunda Guerra Mundial, onde a Engenharia da Força Expedicionária Brasileira, além de ter sido a primeira tropa a travar contato com o inimigo, deixou marcas de sua atuação no apoio ao movimento, principalmente, pela organização do terreno e construção de pontes;

- nas missões humanitárias de assistência para remoção de minas na América Central (MARMINCA) e América do Sul (MARMINAS);

- na República Popular de Angola, no período de 1995 a 1997, e na República do Haiti, desde 2005, onde o Brasil se fez e se faz representar, dentre outras tropas, por uma companhia de engenharia de força de paz, perenizando o seu trabalho, bem como marcando os corações e mentes das populações assistidas nesses países;

- nas ações cívico-sociais, de ajuda humanitária e de apoio à defesa civil nos rincões mais remotos do País, como tivemos a oportunidade de presenciar, recentemente, nos lamentáveis episódios das enchentes que assolaram todas as regiões do Brasil; e

- nas missões operacionais voltadas para o desenvolvimento nacional, salientando um acervo invejável de realizações que incluem inúmeras obras rodoviárias, ferroviárias, aeroviárias e hidroviárias, onde as tropas são arduamente adestradas, ratificando o espírito inovador e empreendedor do engenheiro.

Atualmente, com os olhos voltados para o amanhã, os integrantes da Arma Azul Turquesa buscam pelo conhecimento, habilidade e versatilidade, associados aos eternos valores e tradições que norteiam a atuação da Força Terrestre, objetivos mais amplos que se descortinam num futuro bem próximo e marcham unidos por um mesmo ideal de aperfeiçoar a atuação da Arma de Engenharia, tornando-a cada vez mais coesa e capacitada a acompanhar as mudanças que estão sendo implementadas em decorrência do Processo de Transformação do nosso Exército.

As transformações em curso determinaram a intensificação dos estudos para a criação de estruturas para flexibilizar e otimizar o emprego do pessoal e dos meios da arma, por meio da utilização do conceito de modularidade, possibilitando que a Engenharia aumente o apoio em profundidade às tropas empregadas em 1º escalão, cumprindo com mais eficácia, eficiência e efetividade as suas missões de apoio à mobilidade, à contramobilidade, à proteção das tropas, à proteção ao meio ambiente, o controle de aquavias e, sobretudo, a cooperação com o desenvolvimento nacional e o apoio à defesa civil.

Portanto, evocar a memória de todos os que nos antecederam, destacando a coragem, o estoicismo, a abnegação, o espírito pioneiro e, sobretudo, o amor à Pátria, nos enche de orgulho e nos inspira para que continuemos na busca incansável de um futuro promissor e cada vez mais glorioso para a Arma de Engenharia. Assim fazendo estaremos, mais uma vez, contribuindo para os próximos tempos do Exército de todos os brasileiros. “Quer na paz, quer na guerra, a Engenharia fulgura sobranceira em nossa história”.
Fonte:$outrafonte.getData()
Publicado:$pubDate

DRÁUSIO MARCONDES DE SOUZA, UM DOS HERÓIS DA SIGLA MMDC (MARTINS, MIRAGAIA, DRÁUSIO E CAMARGO). A MEDALHA DRÁUSIO SERÁ OUTORGADA AOS ASSOCIADOS DA SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC EM 25 DE ABRIL DE 2019, ÀS 15 HORAS, NO OBELISCO DO IBIRAPUERA.

86º ANIVERSÁRIO DE JEAN-PAUL BELMONDO - 9 DE ABRIL DE 1933.



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Jean-Paul Belmondo (Neuilly-sur-Seine9 de Abril de 1933) é um ator francês, também conhecido como Bébel.
É filho do famoso escultor parisiense Paul Belmondo (1898-1982) e da dançarina Madeleine Belmondo, e pai do ex-piloto de Fórmula 1 Paul Belmondo, com passagem mal sucedida pela Pacific F1.
Na juventude, não foi muito bem nos estudos, mas desenvolveu uma grande paixão pelo boxe e pelo futebol.
Pensou em se tornar boxeador profissional, mas desistiu após duas lutas.
Começou a atuar aos 17 anos de idade. Em 1954, conseguiu o ingresso no Conservatório de Paris e iniciou sua carreira no cinema em 1955, com diversos papéis secundários.
Sua primeira grande performance foi em À bout de souffle (Breathless) de Jean-Luc Godard em (1960), que o tornou um dos grandes atores da Nouvelle Vague.
Em 1964 esteve no Brasil para filmar O Homem do Rio, em cenas coloridas no qual aparece a recém-fundada Brasília, uma relíquia histórica da nova capital.
Em 2001, foi internado por duas semanas, devido a um acidente vascular cerebral, mas se recuperou de forma excelente.

Filmografia[editar | editar código-fonte]