segunda-feira, 13 de maio de 2019

FOTOS DA SOLENIDADE NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO EM 10 DE MAIO DE 2019 - ENTREGA DAS HONRARIAS ETERNO HERÓI "CAPITÃO PM MENDES JÚNIOR".

Fotos Solenidade Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo 10/05/2019

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Yasmin ybm@updi.net

18:08 (há 4 horas)
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Segue abaixo o link para download de todas imagens que registrei na solenidade realizada no dia 10/05/2019 na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, ele fica disponível durante 7 dias, depois deste período não será mais possível realizar o download.


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Att,
Yasmin Bagnoli Mendes
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131 ANOS DO EDITORIAL PUBLICADO EM 14 DE MAIO DE 1888, NO DIÁRIO POPULAR SOB O TÍTULO "A LEI ÁUREA".

Resultado de imagem para a lei áurea131 a. do editorial publicado em 14 de maio de 1888, no DIÁRIO POPULAR, sob o título “A LEI ÁUREA”: “Bem raro, em nossa terra, o poder executivo é, como agora, mero executor de um decreto do povo”. O texto comemora o final de um processo lento e tortuoso que levou o BRASIL a ser a última nação do mundo a abolir a escravidão. As primeiras medidas concretas começaram 38 anos antes. No dia 4 de setembro de 1850 foi sancionada a LEI EUSÉBIO DE QUEIRÓS, que pôs fim ao tráfico negreiro. Seguiu-se a ela a LEI DO VENTRE LIVRE, aprovada em 28 de setembro de 1871, garantindo a liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. Em 28 de setembro de 1885 é promulgada a LEI SARAIVA COTEGIPE, ou LEI DOS SEXAGENÁRIOS, concedendo liberdade a todos os escravos após completarem 65 anos. Só bem depois veio a medida definitiva. No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Imperial Regente, ISABEL CRISTINA LEOPOLDINA AUGUSTA, em nome de Sua Majestade, o IMPERADOR DOM PEDRO II sanciona a LEI 3.353 que declarava extinta a escravidão no BRASIL. A lei era concisa e direta. Foi uma das peças jurídicas mais curtas – e importantes – da História do BRASIL. Tinha apenas dois artigos: “Art. 1º - É declarada, da data da presente lei, extinta a escravidão no BRAZIL. Art. 2º - Revogam-se as disposições em contrário”   

FALECEU DORIS DAY NO DIA 13 DE MAIO DE 2019, AOS 97 ANOS.


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Doris Mary Ann von Kappelhoff, conhecida como Doris Day (Cincinnati3 de abril de 1922 - Carmel Valley13 de maio de 2019), foi uma atriz e cantora estadunidense. Ela começou sua carreira como cantora de Big bands em 1939, tendo aumentado sua popularidade com sua primeira gravação de sucesso Sentimental Journey, em 1945. Depois de deixar Les Brown & His Band of Renown para embarcar em uma carreira solo, Day tornou-se uma das mais populares e aclamadas cantoras do século XX. Ela gravou mais de 650 músicas entre 1947 a 1967.
No cinema, seu primeiro sucesso foi em Romance em Alto-Mar de 1948, seguido por uma série de filmes financeiramente bem sucedidos, incluindo musicais, comédias e dramas. Day desempenhou o papel principal em Ardida como pimenta (1953) e estrelou O Homem Que Sabia Demais (1956) de Alfred Hitchcock com James Stewart. Seus filmes mais conhecidos são as comédias Confidências à Meia-Noite (1959) e Eu, Ela e a Outra (1963), respectivamente. Depois de 1968, ela passou a estrelar na comédia da CBS chamada The Doris Day Show (1968-73).
Entre seus prêmios, Doris recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award e um Legend Award da Society of Singers. Em 1960, foi nomeada para o Oscar de Melhor Atriz, e, em 1989, recebeu o Prêmio Cecil B. DeMille por sua contribuição ao mundo do entretenimento. Em 2004, foi premiada com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo Presidente George W. Bush, seguida em 2011 pelo Achievement Award da Los Angeles Film Critics Association.
Foi casada quatro vezes e teve um filho, Terry Melcher, que faleceu em 2004. Desde a morte dele, Doris levava uma vida reclusa e solitária, dedicando-se exclusivamente à proteção de animais na Doris Day Pet Foundation, trabalho que realizou por várias décadas.
Doris Day faleceu em 13 de maio de 2019, aos 97 anos, em sua casa em Carmel Valley, Califórnia, vítima de uma pneumonia.[2]


    Filmografia[editar | editar código-fonte]

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    Prêmios[editar | editar código-fonte]

    • Na categoria de Melhor Atriz, recebeu uma indicação ao Oscar por sua atuação em "Confidências à Meia-Noite" (1959).
    • Em 1989 - Ganhou o Prêmio Cecil B. deMille.



    Por G1
     

    Doris Day depois de receber o Prêmio Cecil B. DeMille em 1989, no Globo de Ouro, em Los Angeles — Foto: AP PhotoDoris Day depois de receber o Prêmio Cecil B. DeMille em 1989, no Globo de Ouro, em Los Angeles — Foto: AP Photo
    Doris Day depois de receber o Prêmio Cecil B. DeMille em 1989, no Globo de Ouro, em Los Angeles — Foto: AP Photo
    Doris Day, atriz e cantora americana, morreu aos 97 anos. Segundo a fundação que leva o nome da artista, ela morreu na manhã desta segunda-feira (13) em sua casa em Carmel Valley, no estado americano da Califórnia. Ela estava cercada por amigos e família.
    Doris Mary Ann Kappelhoff nasceu em 1922 na cidade americana de Cincinnati, filha de um professor de música e uma dona de casa. Ela atuou em filmes famosos nos anos 50 e 60, como "Ama-me ou esquece-me" (1955), "Volta meu amor" (1961) e "Confidências à Meia-noite" (1959), pelo qual foi indicada ao Oscar.
    Em 1989, ganhou o prêmio especial do Globo de Ouro, chamado Cecil B. DeMille, pela sua carreira. Também venceu três vezes o Globo de Ouro, na categoria atriz favorita do cinema mundial.
    Em 2004, foi condecorada pelo então presidente americano George W. Bush com a Medalha Presidencial da Liberdade, a honraria civil mais importante dos EUA.
    Atriz e cantora Doris Day morre aos 97 anos
    Jornal GloboNews edição das 10h
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    Atriz e cantora Doris Day morre aos 97 anos
    Com sorriso, simpatia e cabelos loiros, a atriz foi estrela de sucessos de bilheteria. Começou em uma rádio de sua cidade, ganhou espaço em uma boate local e se mudou para Nova York. Em 1945, lançou seu primeiro hit, "Sentimental Journey". Depois, vieram sucessos como "Everybody Loves a Lover" e "Secret Love".
    Gravou também para trilhas como a de "O Homem que Sabia Demais" (1956), filme dirigido por Alfred Hitchcock. A música era "Whatever Will Be, Will Be (Que Será, Será)".

    Marilyn Monroe 'inocente'

    Doris Day em cena em 'Confidências à Meia-noite' (1959) — Foto: DivulgaçãoDoris Day em cena em 'Confidências à Meia-noite' (1959) — Foto: Divulgação
    Doris Day em cena em 'Confidências à Meia-noite' (1959) — Foto: Divulgação
    Doris Day era considera pelos críticos de cinema da época como uma versão alternativa (e um pouco mais "inocente") de Marilyn Monroe. Uma piada atribuída ao humorista Groucho Marx dizia que ele "conhecia a atriz antes de ela ter se tornado virgem".
    Em 1976, lançou uma biografia chamada "Doris Day: Sua própria história". No livro, contou com detalhes os problemas de dinheiro que teve, após três fins de casamento. Ela contou ter perdido cerca de US$ 20 milhões de sua fortuna. Em 1974, ganhou US$ 22,8 milhões em um processo contra seu ex-empresário e advogado.
    “Eu tenho a infeliz reputação de ser a Virgem da América e tudo mais, então eu acho que vou chocar alguns ao dizer que acredito mesmo que duas pessoas não deveriam se casar antes de viverem juntas”, escreveu. Ela se casou pela quarta vez em 1976, com um empresário chamado Barry Comden.
    Após os 24 episódios do programa de TV "The Doris Day Show", entre 1966 e 1973, ela diminuiu o ritmo da carreira como atriz e cantora. Passou a se dedicar à proteção dos animais, com a criação de uma fundação.
    Doris Day posa ao lado de Buddy Adler (esquerda) e Tony Curtis (direita) com seus prêmios do Globo de Ouro em 1958 — Foto: Associated PressDoris Day posa ao lado de Buddy Adler (esquerda) e Tony Curtis (direita) com seus prêmios do Globo de Ouro em 1958 — Foto: Associated Press
    Doris Day posa ao lado de Buddy Adler (esquerda) e Tony Curtis (direita) com seus prêmios do Globo de Ouro em 1958 — Foto: Associated Press