sexta-feira, 5 de julho de 2019

AGENDA DIÁRIA - 5 DE JULHO DE 2019

Veja como foi a audiência com Sergio Moro na Câmara

SÃO MIGUEL ARCANJO - VÍDEO DO MOMENTO DA REINAUGURAÇÃO DO MONUMENTO EM 3 DE JULHO DE 2019

Video do momento da reinauguração de Monumento - 3 de Julho de 2019

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17:48 (há 4 horas)
para itapexcombatente, Cco:eu

Estimados amigos e camaradas

Saudações de boa tarde. Compartilho convosco de vídeo do momento da reinauguração do monumento aos ex-combatentes de São Miguel Arcanjo/SP. Agradecemos a Zezinho Trindade pela realização do mesmo.

Uma vez mais o nosso muito obrigado

prof. Jefferson Biajone
Julho 5, 2019

95 AN0S DA REVOLUÇÃO DE 1924, INICIADA EM 5 DE JULHO DE 1924.

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95 a. da REVOLUÇÃO DE 1924. No dia 5 de julho de 1924 iniciava-se em SÃO PAULO um movimento contestatório ao governo federal que deixaria o saldo de mais de 500 mortos, cerca de 5 mil feridos, além de grandes prejuízos causados por tiroteios e bombardeios. Durante os 23 dias de sua ocorrência, mais de 200 mil pessoas saíram da cidade - entre elas CARLOS DE CAMPOS, o governador do Estado, e todo seu secretariado -, o que representava mais de 1/3 da população da capital paulista na época. A semente dessa insurreição na cidade de SÃO PAULO havia sido plantada no RIO DE JANEIRO, exatamente dois anos antes, ou seja no dia 5 de julho de 1922. A reincidência do dia e mês não era acidental. A data da rebelião em SÃO PAULO havia sido intencionalmente marcada para homenagear os 16 mortos da REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA, ocorrida exatos dois anos antes. Para compreender as razões que levaram destacamentos do Exército e da FORÇA PÚBLICA a ocupar a então segunda maior cidade do País em 1924 é forçoso recuar ao crítico ano de 1922 e aos antecedentes da crise militar desse ano.  O historiador JOSÉ ALFREDO VIDIGAL PONTES, escreveu o livro “1922: O BRASIL SE REVOLTA”.
Comandada pelo GENERAL ISIDORO DIAS LOPES e com a presença em SÃO PAULO de destacados tenentes da revolta do FORTE DE COPACABANA, o movimento de ocupação da cidade começou às 3 horas da madrugada, com os TENENTES EDUARDO GOMES e JUAREZ TÁVORA assumindo o controle do 4º Batalhão de Cavalaria de SANTANA. Quando o dia amanheceu, diversas posições estratégicas tinham sido controladas pelos revolucionários, mas não todas as que estavam nos planos. No alvorecer, as tropas leais ao governo conseguiram retomar algumas posições perdidas, incluindo o quartel da FORÇA PÚBLICA na LUZ e o 4º Batalhão de Cavalaria de SANTANA, onde os irmãos JOAQUIM e JUAREZ TÁVORA, além de outros tenentes, ficaram detidos ao retornarem inadvertidamente.
Durante o dia os revoltosos conseguiram o controle das estações ferroviárias da LUZ, SOROCABANA e do NORTE. Entretanto, ao aproximar-se a noite, as tropas do governo ainda controlavam cinco pontos estratégicos na região central, além de outros redutos no IPIRANGA, CAMBUCI, PENHA e BELENZINHO. As posições no centro foram disputadas em combates sucessivos nos dias seguintes. Os governos se defendiam no PALÁCIO DOS CAMPOS ELÍSEOS, no 4º Batalhão da FORÇA PÚBLICA, na LUZ, na vizinha Estação Transformadora de Eletricidade da LIGHT, no QUARTEL-GENERAL do EXÉRCITO, próximo ao TEATRO MUNICIPAL, e o no prédio central do CORREIO. Lentamente, os revolucionários conseguiram alguns avanços, enquanto as tropas legalistas se reorganizavam preparando-se para um contra-ataque. O governo perdeu o controle do quartel da FORÇA PÚBLICA, na LUZ, consolidando o domínio dos rebeldes na estação ferroviária. No dia 8 de julho, CARLOS DE CAMPOS, presidente do Estado e leal defensor de ARTUR BERNARDES, abandonou o PALÁCIO DOS CAMPOS ELÍSEOS e saiu da cidade. Mesmo assim, ISIDORO chegou a cogitar na retirada, por vários e bons motivos: encontrou mais resistência do que imaginara e o apoio de outras unidades não ocorreu, além de saber que o governo faria uma contra-ofensiva assim que recebesse reforços de fora. Mas, como até o dia 10 de julho os insurretos conseguiam manter a ofensiva, a idéia da saída foi pelo menos adiada.
Nesse período, o prefeito FIRMIANO MORAIS PINTO permaneceu na cidade. Chamado para uma reunião com ISIDORO, tomou a palavra e disse, corajosamente, segundo relato do historiador AURELIANO LEITE: - Senhor general: como prefeito de SÃO PAULO, não reconheço nem acato o seu poder. Faço-o responsável por tudo quanto a população de SÃO PAULO já sofreu e venha a sofrer com a ação dos revoltosos. É preciso que Vossa Excelência seja humano para com a cidade indefesa em suas mãos”. Ao que o general retrucou: - Senhor prefeito: tome Vossa Excelência conta de sua cidade. Respeito e acato o poder legal de que Vossa Excelência se acha investido. Retirando-se em seguida para a prefeitura, FIRMIANO criou a GUARDA MUNICIPAL e a COMISSÃO DE ABASTECIMENTO, que garantiram o fim das pilhagens e o fornecimento de alimentos para a população. Mas a reação estava a caminho, assim como o aumento da perturbação para os habitantes da cidade. No dia 11 de julho, a artilharia legalista procurava atingir os pontos mais estratégicos em poder dos revolucionários: PARAÍSO, VILA MARIANA, LIBERDADE, BRÁS, BELENZINHO, MOÓCA e até áreas centrais como a Rua FLORÊNCIO DE ABREU sofreram pesado bombardeio. Ainda com o controle da cidade, mas conscientes de que os reforços das forças federais iriam aumentar, ISIDORO e o também rebelado comandante da FORÇA PÚBLICA, MIGUEL COSTA, decidiram sair da cidade na madrugada do dia 27, em uma operação de retirada exemplarmente bem organizada. De SÃO PAULO embarcaram para BAURU, entroncamento ferroviário estratégico no centro do Estado. De lá se dirigiram a MATO GROSSO, encontrando resistência e desviando-se para o PARANÁ, onde renderam vilarejos e cidades, e por fim acamparam em CATANDUVA, à espera dos aliados que vinham do RIO GRANDE DO SUL, liderados pelo CAPITÃO LUÍS CARLOS PRESTES. O encontro das duas milícias se daria no dia 12 de abril de 1925, dando início à célebre COLUNA MIGUEL COSTA-LUÍS CARLOS PRESTES, que percorreria boa parte do território brasileiro nos dois anos seguintes, escapando ao cerco das tropas do governo de ARTUR BERNARDES. Enquanto a ocupação em SÃO PAULO se desenrolava, diversas insurreições ocorreram em locais não previstos pelos articuladores, como em MATO GROSSO, no PARÁ, em SERGIPE e no AMAZONAS, a mais longa e radical de todas, com um mês de duração. Apesar da retirada bem-sucedida, sem novos combates, a revolução de 1924 deixou um saldo de mais de 500 mortos e 5 mil feridos, além de grandes prejuízos em residências, lojas e fábricas. E cerca de 200 mil pessoas saíram da cidade de SÃO PAULO durante a sua ocorrência. Os rebeldes choraram a morte de muitos companheiros, entre eles o TENENTE JOAQUIM TÁVORA, irmão de JUAREZ, um dos grandes articuladores da revolução, atingido mortalmente em combate pela posse de um quartel da FORÇA PÚBLICA. No dia 29 de julho de 1924 (ele está enterrado no cemitério CHORA MENINO), JÚLIO MESQUITA foi preso a mando de ARTUR BERNARDES e o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO proibido de circular. Em seguida foi levado ao RIO DE JANEIRO por trem, acompanhado dos dois filhos mais velhos, JÚLIO DE MESQUITA FILHO e FRANCISCO MESQUITA. O jornal só voltaria a circular em 17 de agosto, mas sob censura. JÚLIO MESQUITA ficou detido no HOSPITAL MILITAR da capital federal até meados de setembro, sem nunca ter sido formulada uma acusação formal contra ele. Anos depois o jornal ganharia uma ação judicial contra o governo federal ao contestar esta arbitrariedade.
O HOTEL ESPLANADA ficava na Praça RAMOS DE AZEVEDO, 254, atrás do Teatro Municipal. Na véspera da Revolução o luxuoso hotel sediou uma festa de arromba promovida pelo Consulado dos ESTADOS UNIDOS. O GENERAL ABÍLIO NORONHA, comandante das tropas estava presente. ABÍLIO foi preso no dia seguinte, ainda vestido com trajes de gala. Hoje o prédio abriga a sede da Companhia Brasileira de Alumínio. O Quartel-General da 2ª Região Militar ficava na Rua CONSELHEIRO CRISPINIANO. Era comandado pelo GENERAL ABÍLIO NORONHA, líder das tropas leais ao governo. De acordo com a professora ILKA STERN, autora de “BOMBAS SOBRE SÃO PAULO – A REVOLUÇÃO DE 1924”, NORONHA foi solto depois de negociações entre os dois lados. A antiga sede da Secretaria da Justiça e da Polícia ficava no PÁTIO DO COLÉGIO. O bombardeio do local assustou CARLOS DE CAMPOS, que fugiu para o interior com o seu gabinete. A região entre a Avenida SÃO JOÃO, Rua 7 DE ABRIL e VALE DO ANHANGABAÚ ficou tomada por trincheiras. O Palácio dos CAMPOS ELÍSEOS era localizado na Avenida RIO BRANCO 1269, sede do governo estadual na época. Também foi intensamente bombardeado durante a revolução. Uma antiga usina termoelétrica guarda até hoje em sua torre as marcas de tiros e bombardeios, na Rua JOÃO TEODORO. Na Rua JAVARI, o antigo Cotonifício CRESPI, totalmente destruído durante os bombardeios. Esse prédio foi reconstruído e hoje deu lugar a um supermercado. O local do primeiro bombardeio foi o LICEU CORAÇÃO DE JESUS, localizado no quadrilátero das alamedas DINO BUENO, NOTHMANN, GLETE e BARÃO DE PIRACICABA.
No mês de junho de 2014, recebo do escritor CELSO LUIZ PINHO o livro “SÃO PAULO - 1924”. Na capa consta uma frase de CARLOS DE CAMPOS, Presidente de SÃO PAULO: “Aos revoltos, nada!...a granada será a resposta”. No prólogo do livro: “Certas datas sintetizam indeléveis na vida dos povos...Às vezes, de tão transcendentes, não carecem que lhes aponte o ano em que ocorreram...”(HAMILTON LEAL, in 5 de julho A GRANDE LEGENDA, 1976).
Apesar do frio e da neblina cerrada daquela madrugada de 5 de julho de 1924, alguns homens deixaram o sobrado localizado no número 27 da Rua VAUTIER, bairro do PARI, em plena capital paulista.
O período vivido na clandestinidade havia ensinado-lhes que à noite era bem menor o perigo de serem apanhados pela polícia governista, mas prevendo qualquer eventualidade, enquanto caminhavam mantinham uma das mãos ao alcance das armas que carregavam nos bolsos dos grossos sobretudos que vestiam.
Dois deles, JOAQUIM FERNANDES DO NASCIMENTO TÁVORA e EDUARDO GOMES, desertores do Exército, tinham como destino o bairro de SANTANA, mais precisamente o quartel do 4º Batalhão de Caçadores que, naquele momento, já deveria estar em mãos de outros conspiradores.
As ações que visavam a derrubada do Presidente da República, ARTHUR BERNARDES, estavam começando. Aos revoltosos, o caminho escolhido para a derrubada era o da luta armada.          




97 ANOS DO LEVANTE DO FORTE DE COPACABANA, em 5 DE JULHO DE 1922.



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  97 a. do LEVANTE DO FORTE DE COPACABANA. No início de julho de 1922 estourava no RIO DE JANEIRO uma rebelião de jovens oficiais do Exército. Ficou conhecida como a REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA, embora tenha extrapolado a fortaleza da zona sul carioca. Apesar de sua brevidade no tempo, sufocada pelo governo em cerca de 40 horas, seu significado político ultrapassou em muito aquele breve episódio. Carregada fortemente de uma aura heróica, a caminhada dos últimos 18 resistentes em direção à morte entrou para a História do BRASIL como um de seus episódios mais dramáticos, deflagrador de um ciclo de sucessivas interrupções do embate político pelo enfrentamento armado e pelo subseqüente exercício autocrático do poder, que desta vez só terminaria em 1945 com a derrubada da ditadura de GETÚLIO VARGAS. Dos 18 últimos resistentes, apenas dois sobreviveram: EDUARDO GOMES e SIQUEIRA CAMPOS. EPITÁCIO PESSOA fortaleceu-se após o episódio do FORTE DE COPACABANA: decretou o estado de sítio, prendeu civis e militares e ainda pôde comemorar triunfalmente o CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA, antes de passar a Presidência a ARTUR BERNARDES em 15 de dezembro de 1922. Ao sucedê-lo, BERNARDES manteve o estado de sítio, o que lhe permitiu agir rigorosamente na repressão à oposição, muito freqüente durante todo seu conturbado mandato. Para essa inquietação contribuiu decisivamente a situação econômica, com os déficits orçamentários e a queda das exportações e dos preços dos produtos primários levando ao circuito emissões/inflação, ao mesmo tempo em que o governo continuava a contrair empréstimos para manter os preços do café pela compra e armazenamento da produção excedente.
Em 1923 transcorreram duas graves crises políticas estaduais, no RIO DE JANEIRO e no RIO GRANDE DO SUL. O governo federal interferiu em ambas. A do RIO foi resolvida mais rapidamente com a nomeação de um interventor. A do RIO GRANDE DO SUL, entretanto, foi uma pequena guerra de guerrilhas, com assaltos de cargas de cavalaria a cidades e fazendas. Iniciada em fins de janeiro, foi gradualmente conquistando novos adeptos, chegando até a contar com uma unidade do Exército. O entendimento só foi alcançado em outubro, quando o próprio ministro da GUERRA foi ao SUL e conseguiu a cessação das hostilidades. BERNARDES fortalecia-se progressivamente. Isso, porém, não inibia alguns militares insatisfeitos com o governo de continuar preparando uma conspiração. O maior articulador desses opositores era o general gaúcho ISIDORO DIAS LOPES, que percorreu a região SUL e SUDESTE promovendo a idéia de um movimento revolucionário para derrubar o governo. No final de 1923, um novo acontecimento engrossaria a relação de simpatizantes de ISIDORO. No dia 26 de dezembro saiu a sentença do julgamento dos envolvidos na revolta do FORTE DE COPACABANA, incriminando os articuladores como responsáveis por um golpe de Estado. Isso significava uma punição mais severa do que a esperada pelos rebeldes, que se defendiam argumentando que lutavam apenas pelo afastamento de EPITÁCIO PESSOA da Presidência da República, sem almejar o poder. Alguns dos condenados fugiram, entre eles os tenentes EDUARDO GOMES, JOAQUIM TÁVORA e RICARDO HOLL. Um plano de levante militar nos quartéis do RIO GRANDE DO SUL e do PARANÁ foi desarticulado, e seu mentor, o TENENTE JOAQUIM BARATA, foi preso. Durante meses transcorreram tentativas de entendimento sobre a definição do local e da data de uma grande insurreição. Cogitou-se em organizar levantes no RIO GRANDE DO SUL, no PARANÁ e em SÃO PAULO, até que, por diversas razões, decidiu-se pelo dia 5 de julho de 1924, em SÃO PAULO – sobretudo pela situação estratégica da capital paulista, maior centro industrial e com grande entroncamento ferroviário e rodoviário. A data buscava homenagear aqueles que haviam tombado em COPACABANA e entusiasmar a tropa com a mística dos 16 heróis mortos, uma idéia do TENENTE JOAQUIM TÁVORA, um dos conspiradores de 1922. O intuito dos conspiradores era atrair a atenção nacional, de modo a desencadear um processo progressivo de adesões por todo o País, até que uma enorme pressão militar e política forçasse a renúncia de BERNARDES.   

99 ANOS DO NASCIMENTO DE LOREHY NOVAZZI, EM 5 DE JULHO DE 1920

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  99 a. nasce LOREHY NOVAZZI, filho de ESTEVAM NOVAZZI e MARIA JANNONI NOVAZZI em IBITINGA (SP), em 5 de julho de 1920. Passou a sua infância em ITÁPOLIS (SP). Em ITÁPOLIS, com cinco anos de idade foi matriculado na ESCOLA PAROQUIAL DO PADRE BORGES (pré-escola), em seguida foi para o Grupo Escolar e ao término para o Instituto de Educação “VALENTIN GENTIL”. Dos 11 aos 13 anos trabalhou nas CASAS PERNAMBUCANAS como office-boy. Em 1933, sua família mudou-se para SÃO PAULO (sendo matriculado no COLÉGIO PAULISTANO. Foi office-boy do doutor LAMEIRA DE ANDRADE (advogado com escritório na PRAÇA DA SÉ, PALACETE SANTA HELENA, demolido para a construção do metrô). LAMEIRA era administrador da Instituição onde também foi seu office-boy. Após o falecimento de LAMEIRA, LOREHY serviu, de 1938 a 1940, na sede da entidade, onde morava com sua mãe, auxiliando-a nos trabalhos assistenciais. Nas horas de folga trabalhava em uma fábrica de guarda-chuvas na rua SÃO CAETANO para ajudar nas despesas da casa. Em 1940, deixou o emprego e os estudos e foi para POÁ (ABRIGO BATUÍRA), que se encontrava em crise administrativa, prestando como voluntário serviços aos menores internados, até 1942. Nesse ano, foi nomeado pelo Conselho, PROVEDOR DO SERVIÇO SOCIAL BATUÍRA, cargo que ocupou até 1992, quando por força da Lei os Estatutos foram reformados, sendo dona MARIA JANNONI, que já era administradora desde 1938, eleita Presidente e LOREHY NOVAZZI, seu vice-presidente, cargo ocupado até 1995, quando foi eleito Presidente da Instituição até 1998, sendo reeleito para o período de 1998 a 2001. Mesmo durante o período quando atuava como provedor do ABRIGO BATUÍRA trabalhou como representante comercial autônomo, tendo se aposentado como tal. Em 1945, junto com JOSÉ LOURENÇO MARQUES DA SILVA, fundou o primeiro jornal da cidade “POÁ JORNAL” do qual foi seu redator por três anos. Em 1946 foi vereador na Câmara Municipal de MOGI DAS CRUZES eleito por POÁ, então distrito daquele Município. Em 1948, trabalhou com vários cidadãos de POÁ pela emancipação Política e Administrativa, o que conseguiu, sendo atualmente o único emancipador ainda vivo. Maçom pela loja “UNIÃO E CARIDADE IV”, de MOGI DAS CRUZES, do GRANDE ORIENTE, (atualmente adormecido). Em 1957, fez parte do CENTRO DE ESTUDOS “LEGIONÁRIOS NA DEFESA DO MENOR”, sendo diplomado no curso de “Psicologia da Criança e do Adolescente”. Em 1958, foi fundador e primeiro presidente do “ROTARY CLUBE DE POÁ”,. Tendo em 1998 (quarenta anos de fundação) recebido em sessão solene o Diploma por serviços prestados à Comunidade e ao Clube. Em 1960, recebeu o Diploma de aproveitamento do curso “O MENOR E A DELINQÜÊNCIA”, proferido na Faculdade de Direito da Universidade de SÃO PAULO pela Sociedade Brasileira de Criminologia e Ciência Penitenciária. Em 1962, recebeu da Câmara Municipal de POÁ o título de “CIDADÃO POAENSE” pelos serviços prestados ao Município. Em 1978, recebeu por intermédio da Câmara Municipal de POÁ a Medalha e Comenda “INFANTE DOM HENRIQUE”, da Sociedade Cultural e Condecorativa do BRASIL. Em 1988, foi nomeado Conselheiro da Fundação do Bem Estar do Menor (FEBEM) como representante das entidades particulares. Por doze anos fez parte do Conselho de Sentenças do Juizado de POÁ. Foi também presidente da mesa eleitoral de POÁ em várias e seguidas eleições até pedir afastamento.
LOREHY NOVAZZI é pessoa muito benquista em POÁ. Conheço-o desde os meus tempos de adolescente. Numa época, em 1958, ele me levou para dar aulas a crianças que estavam se preparando para entrar no ginásio (preparatório). Freqüentei o ABRIGO BATUÍRA durante muitos anos, tendo vários colegas de escola que eram internos do Abrigo, como o JOSÉ VÁLTER TEIXEIRA, o SABIÁ, que depois se formou médico e foi ser vice-reitor de uma Universidade no RIO DE JANEIRO. Outro colega foi o CLÓVIS. Seu irmão CLÁUDIO, morou no Abrigo Batuíra durante muitos anos. LOREHY NOVAZZI esteve presente no velório de minha mãe, ajudando-me a passar o difícil transe (11 para 12 de maio de 2004). Foi quando lhe pedi o histórico de ANTÔNIO GONÇALVES DA SILVA BATUÍRA. No dia 4 de junho de 2004, o ADALVO mandou-me os papéis sobre o BATUÍRA, sobre sua mãe MARIA JANNONI NOVAZZI, sobre PEDRO LAMEIRA DE ANDRADE e também o seu próprio curriculum.



MEMORIAL LOREHY NOVAZZI. O presidente da Câmara de Poá, vereador Mário Sumirê, disse que pretende implantar um Memorial de Poá no piso superior do prédio da Câmara Municipal, local onde está o Centro Cultural Taiguara. Garantiu que já está tomando providências legais para sua implantação e que quer dar o nome de Lorehy Novazzi ao novo espaço. Comerciante que passou a infância na rua 26 de Março, Sumirê diz ser um grande admirador do "Seo Loro". Há uma lei municipal que proíbe dar o nome de pessoas vivas a ruas e prédios públicos. Entretanto, ele pensa em algum tipo de ato normativo que permita tal homenagem.



PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 4 DE JULHO DE 2019 - QUARTA-FEIRA

Veja as principais notícias desta quinta-feira, 04 de julho de 2019

Marcos Andrade
Escrito por Marcos Andrade

Idade mínima para aposentadoria de policiais permanece em 55 anos

As regras para as aposentadorias dos policiais que atuam na esfera federal serão mantidas. As categorias, que incluem policiais federais e legislativos, se aposentarão aos 55 anos de idade, com 30 anos de contribuição e 25 anos de exercício efetivo na carreira, independentemente de distinção de sexo.
A manutenção das condições consta do novo voto do relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). Antes do início da sessão, que começou com sete horas de atraso, líderes partidárias haviam anunciado um acordo para reduzir para 52 anos para mulheres e 53 anos para homens, a idade mínima de aposentadoria para os policiais em nível federal.

Bolsonaro celebra independência dos EUA em embaixada no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro participou, na noite desta quarta-feira (3), de uma celebração pelo aniversário de 243 anos da independência dos Estados Unidos, comemorada no dia 4 de julho. O evento ocorreu na embaixada do país, em Brasília, e contou com a presença da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, de ministros, parlamentares e diplomatas. Em um breve discurso no final do evento, o presidente citou a longa parceria entre as duas nações na luta por liberdade.
“Nos momentos mais difíceis da história do mundo, sempre estiveram juntos, como, podemos citar, a Segunda Guerra Mundial, onde combatemos o nazi-fascismo e, graças à vitória dos aliados, conseguimos respirar democracia e garantir algo tão importante quando a própria vida, que é a liberdade”, disse.

Frio intenso chega ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Uma massa de ar polar intensa vai levar frio à região Sul e partes do Sudeste e Centro-Oeste, a partir de hoje (4). As baixas temperaturas são esperadas até no Norte do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Temperaturas abaixo de 0 graus Celsius (ºC) devem ser registradas nas áreas de serra e planalto do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nos três estados, a previsão é de que os termômetros registrem -5 ºC nas manhãs de quinta-feira até o domingo (7). Nas outras regiões, o frio mais intenso deve ocorrer nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul no final de semana. As mínimas previstas para as primeiras horas chegam a 5 °C.

Criminosos presos em operação podem ter movimentado R$ 15 milhões para o PCC

Integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) usavam contas bancárias de novos membros para movimentar ao menos R$ 280 mil por mês provenientes do tráfico de drogas, segundo a Polícia Civil do Estado de São Paulo.
Os correntistas eram acionados por um líder da quadrilha usando um aplicativo de celular para obter as senhas e fazer a coleta dos valores monetários depositados nas contas desses “laranjas”. A polícia suspeita que o esquema operava desde 2013, podendo ter movimentado mais de R$ 15 milhões.

Polícia faz operação contra milícia que atua em Itaboraí, no Rio

O Ministério Público e a Polícia Civil cumprem hoje (4) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra 77 acusados de integrar uma milícia que atua em Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Civil, o grupo é suspeito de ter promovido uma chacina que deixou dez mortos em janeiro no município.
A milícia é também suspeita de ser responsável por vários homicídios, torturas, extorsões, desaparecimento de pessoas, roubos, exploração de TV a cabo clandestina e manutenção de cemitérios clandestinos.

Trump alerta o Irã sobre plano para enriquecimento de urânio

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, alertou o Irã sobre uma possível retaliação em resposta ao plano do país de aumentar seus níveis de enriquecimento de urânio.
O presidente iraniano, Hassan Rouhani, declarou nessa quarta-feira (3) que o país vai aumentar o enriquecimento de urânio para o nível que julgar necessário, a partir do dia 7 de julho. O Irã vem reclamando que não tem recebido os benefícios econômicos prometidos no acordo nuclear de 2015, assinado com seis potências mundiais, porque os Estados Unidos se retiraram unilateralmente do acordo e estabeleceram sanções sobre Teerã.

Polícia conta com a Marinha para achar arma usada para matar Marielle

A informação de que várias armas, incluindo a que teria sido usada no assassinato da vereadora Marielle Franco, foram jogadas no mar da Barra da Tijuca levou a Polícia Civil a buscar ajuda da Marinha. As primeira tentativas ainda não resultaram na localização do armamento, mas novas buscas serão feitas no local.
Uma reunião na manhã desta quarta-feira (3), no 1º Distrito Naval, no centro do Rio, serviu para discutir os detalhes da operação. Participaram delegados da Polícia Civil e oficiais da Marinha.P