quinta-feira, 5 de setembro de 2019

4 DE SETEMBRO DE 2019 - QUARTA-FEIRA PARANÁ POR G1 PR


Por G1 PR
 


O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o dono do Grupo Petrópolis, Walter Faria, o advogado Nelson de Oliveira e Vanuê Antônio da Silva Faria, que é sobrinho de Walter, por lavagem de dinheiro.
Os três foram alvos da 62ª fase da Operação Lava Jato, e Walter e Vanuê estão presos na sede da Polícia Federal (PF), em Curitiba. Walter é suspeito de desviar US$ 3,6 milhões de contrato de navio-sonda da Petrobras.
Batizada de Rock City, a fase da operação mira o pagamento de propinas disfarçadas de doações eleitorais e operações de lavagem de dinheiro feitas pelo Grupo Petrópolis, da marca de cerveja Itaipava.
Dono do Grupo Petrópolis, alvo da 62ª fase da Lava Jato, é denunciado pelo MPF por lavagem de dinheiro — Foto: Adriana Justi/G1 PR Dono do Grupo Petrópolis, alvo da 62ª fase da Lava Jato, é denunciado pelo MPF por lavagem de dinheiro — Foto: Adriana Justi/G1 PR
Dono do Grupo Petrópolis, alvo da 62ª fase da Lava Jato, é denunciado pelo MPF por lavagem de dinheiro — Foto: Adriana Justi/G1 PR

Cristiana Brittes nega que tenha influenciado na decisão de matar jogador

Cristiana Brittes, mulher do assassino confesso do jogador Daniel Corrêa Freitas, Edson Brittes Júnior, negou em interrogatório nesta quarta-feira (4), em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, que tenha influenciado na decisão de matar o atleta, em outubro do ano passado.
Juíza: Tem uma frase que foi dita, que você disse, que é a principal questão aqui do processo, que você disse, mais ou menos isso, "façam isso, mas façam longe daqui".
Cristiana: Nunca, jamais. Meu Deus, eu não queria que batessem nele, muito menos que matassem. Todo momento eu pedi ajuda, todo momento eu pedi pra ligar pra polícia, pra fazer alguma coisa, mas ninguém fazia nada".
Cristiana Brittes nega que tenha influenciado na decisão de matar jogador — Foto: Reprodução/TJ-PRCristiana Brittes nega que tenha influenciado na decisão de matar jogador — Foto: Reprodução/TJ-PR
Cristiana Brittes nega que tenha influenciado na decisão de matar jogador — Foto: Reprodução/TJ-PR

Operação contra pornografia infantil cumpre mandados de busca e apreensão

Uma operação que apura crimes de pornografia infantil e de exploração sexual contra crianças e adolescentes cumpriu seis mandados de busca e apreensão e prendeu uma pessoa no Paraná, na manhã desta quarta-feira (4), segundo informações das polícias Civil e Federal.
A Polícia Civil do Paraná informou que cumpriu três mandados em Curitiba, e que uma pessoa foi presa em flagrante. A Polícia Federal também informou que cumpriu outros três mandados: um em Londrina, um em Apucarana e outro mandado em Curitiba.
Ação faz parte da 5ª fase da Operação Luz na Infância, que acontece em 15 estados e seis países — Foto: Divulgação/PCPRAção faz parte da 5ª fase da Operação Luz na Infância, que acontece em 15 estados e seis países — Foto: Divulgação/PCPR
Ação faz parte da 5ª fase da Operação Luz na Infância, que acontece em 15 estados e seis países — Foto: Divulgação/PCPR

Gaeco cumpre mandados na sede do IAP na 2ª fase da Operação Rota 66

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriram, na manhã desta quarta-feira (4), três mandados de busca e apreensão na sede do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), em Curitiba, conforme o Ministério Público do Paraná (MP-PR).
Esta é a 2ª fase da Operação Rota 66, que investiga corrupção e concessão ilícita de alvarás para a construtora Lyx Engenharia, localizada em Campo Largo, na Região Metropolitana da capital paranaense.
A empresa é detentora e executora de quatro empreendimentos residenciais em Campo Largo, vinculados ao programa federal Minha Casa, Minha Vida. Segundo o MP-PR, os empreendimentos são avaliados em R$ 400 milhões. A construtora é ainda responsável por outras obras na Região de Curitiba.
Gaeco cumpre mandados, na manhã desta quarta-feira (4), na sede do IAP — Foto: Aline Pavaneli/RPCGaeco cumpre mandados, na manhã desta quarta-feira (4), na sede do IAP — Foto: Aline Pavaneli/RPC
Gaeco cumpre mandados, na manhã desta quarta-feira (4), na sede do IAP — Foto: Aline Pavaneli/RPC

UEM é multada por ter utilizado cães da raça beagle em pesquisas

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi multada em R$ 10 mil por ter utilizado cães da raça beagle em pesquisas do curso de odontologia. A multa foi aplicada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência e Tecnologia. A decisão é de segunda-feira (2).
A situação de maus-tratos contra os animais foi denunciada ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) em 2011 por meio de um abaixo-assinado com cerca de seis mil assinaturas.
Até 2011, beagles eram utilizados em experimentos do curso de odontologia na UEM — Foto: Reprodução/RPCAté 2011, beagles eram utilizados em experimentos do curso de odontologia na UEM — Foto: Reprodução/RPC
Até 2011, beagles eram utilizados em experimentos do curso de odontologia na UEM — Foto: Reprodução/RPC

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