sábado, 19 de outubro de 2019

18 DE OUTUBRO DE 2019 - SEXTA-FEIRA

Ver a imagem de origem

































Senador Álvaro Dias apoia alerta do General Villas Bôas sobre STF e expõ...

QUEM CALA CONSENTE E SE TORNA CONIVENTE - TEXTO DO GENERAL MARCO ANTÔNIO FELÍCIO.

image.png
QUEM CALA CONSENTE E SE TORNA CONIVENTE !

                                                       General MARCO ANTONIO FELICIO

Nem mesmo o mais medíocre dos indivíduos poderá negar que o Brasil jamais enfrentou desastrosa situação de cunho moral, ético e cívico, como a atual. Embora as mudanças já iniciadas pelo governo recém eleito e a tentativa de por em prática uma nova política, voltada para a satisfação dos interesses nacionais, as metástases do agressivo câncer, em parte extirpado, permanecem ativas. Os sucessivos governantes não serviram ao País. Dele se serviram e, ainda, se servem, mesmo na cadeia, com a leniência do Judiciário, como o bandido Lula!!!!!!

Antes da posse de Bolsonaro, para quem fiz campanha e votei, por acha-lo o melhor dentre os candidatos, publiquei artigo em que abordei as tremendas dificuldades que, tinha certeza, Ele encontraria para governar. Defrontar-se-ia com forte e desleal oposição, a Ele e ao Brasil, apoiado pela fraca experiência da bancada do seu partido. Uma outra das certezas era fundamentada na tremenda oposição, odiosa, nunca vista, em geral da Imprensa e, principalmente, da Rede Globo. Também, a citar, os aliados, que o cercaram, negativas raposas políticas, antigas e não confiáveis, como Bebiano e Bivar, cúpula do PSL de então. Mais uma, a presença cerrada e opinativa de um chamado guru político, íntimo dos filhos do Presidente, também, recém eleitos, criando seguidamente, conflitos desnecessários e desgastantes para o governo como o ataque a ministros, incluso militares de alta capacidade.  

Ratifiquei o texto citado inicialmente quando o vi entrar no Congresso, no qual estavam vários deputados e senadores denunciados por corrupção e numerosa oposição de esquerda, acenando um exemplar da Constituição. Lei inadequada à governança de uma Nação abalada e dividida. País destruído, necessitado de limpeza geral e de inúmeras reformas. Quase todas impopulares, o que afasta de mudanças os que dependem de foro privilegiado contra denúncias e processos e arrepia os que dependem de votos para a manutenção dos mandatos plenos de benesses,

Cedo, enfrentando a prioritária e urgente reforma, ainda hoje não terminada, a da Previdência, tornou-se o Presidente refém dos líderes da Câmara e do Senado, sendo acusado, a cada dia, como inepto e responsável pelas dificuldades de aprovação. Buscam, eles, a todo custo, protagonismo e prestígio político, visando objetivos políticos futuros. Inúmeros projetos de lei, enviados pelo Presidente ao Congresso, foram vetados ou descaracterizados de forma afrontosa. A harmonia entre os poderes está quebrada, embora a hipocrisia existente.

Como Estadista e Presidente de todos os brasileiros, Bolsonaro, afim de evitar críticas pesadas e não dar à oposição oportunidades de tentativas de desmoralização de sua pessoa, perante a opinião pública, não deve indicar seus filhos para cargos ou funções relevantes por mais capazes que sejam. Assim, ocorreu em relação a indicação, para a Embaixada Americana, do Dep Bolsonaro. Quanto às acusações judiciais, que os mesmos respondam por elas sem qualquer interferência pessoal do Presidente. As acusações que fazem ao Presidente de estar interferindo junto ao STF e ter se tornado refém do Ministro Tofolli, para proteger o Senador Bolsonaro, denigrem a sua imagem de Presidente.

Está o Presidente enfrentando insegurança jurídica e a oposição de um STF aparelhado. A guisa de um pretenso "garantismo", por maioria, opõe-se às duras conquistas de limpeza da Operação Lava Jato. Ouve-se, em afrontoso acinte, aos homens e mulheres de bem, que Lula, o chefe da quadrilha que tomou o governo, foi condenado e está preso injustamente. Soltam bandidos comprovados, em nome de firulas jurídicas inaceitáveis, e se voltam contra juízes e procuradores, hackeados criminosamente, baseados em textos ilegalmente obtidos e alterados, também, por criminosos. Tais textos, comprovado por investigação jornalística, de conhecimento da Polícia Federal, segundo o já noticiado, foram editados e adaptados para produzir efeitos ilegais e danosos a juízes e procuradores. Estes são acusados, publicamente, pelo Ministro Gilmar Mendes, sem provas legais, por condutas ilegais, o que é agora negado pelo jornal, "A Folha de São Paulo". O mesmo jornal que, anteriormente, publicou os referidos textos e os acusava das mesmas condutas ilegais.

O Estado, dito Democrático de Direito, o Governo, pretensamente republicano, e suas instituições estão em desarmonia, ainda aparelhados e permeados por corrupção, contrariando os princípios fundamentais que os norteiam. Não respondem seus agentes com a presteza, seriedade e rapidez de que a Nação e o País precisam para o soerguimento necessário.

A maioria dos cidadãos, de maneira geral, não se sentem representados pelos políticos que elegeram e não confiam no Poder Judiciário politizado e, também, corrompido por interesses diversos, onde juízes batem cabeças e se ofendem publicamente. O Legislativo em busca de protagonismo e em oposição deliberada ao Presidente, descaracterizando e/ou mudando projetos de lei oriundos do Executivo ou, ainda, apresentando projetos similares não cumpre o seu papel e prioriza a oposição inadequada e a desarmonia. Fatos como a recente implosão do PSL, eivada de trocas de acusações e palavras chulas, envolvendo diretamente o Presidente, Comandante em chefe das Forças Armadas, chamado de vagabundo, é coisa inaceitável.

Sem dúvida, não temos um regime democrático e republicano se a harmonia, a legitimidade, a isenção, a estabilidade e a legalidade estão sendo ousadamente atingidas e banalizadas, na pessoa ofendida do Presidente.  Cabe ao Presidente, Chefe do Poder Executivo, alertar à Nação de que as Forças Armadas podem e devem, a qualquer momento, até mesmo pela força, impor o respeito à Autoridade máxima da Nação.

Há que soerguer o País sem uma oposição pela oposição, venha de onde vier. Interessante ressaltar que "A AUDÁCIA DOS MAUS SE ALIMENTA DA LENIÊNCIA DOS BONS" .

RUMO ÀS ELEIÇÕES DE 2020, PSL CORRE O RISCO DE PERDER UM TERÇO DE SUA BANCADA

Rumo às eleições de 2020, PSL corre o risco de perder um terço de sua bancada

Pressão contra CPI da Lava Toga e falta de comandos regionais influenciam ameaça de debandada. Eduardo Bolsonaro manobra em São Paulo contra Joice Hasselmann, que deseja disputar Prefeitura: "Outros partidos não perderão a chance de vencer comigo"

Senador Olímpio, do PSL, abraça a senadora Selma no ato de filiação dela ao Podemos.
Senador Olímpio, do PSL, abraça a senadora Selma no ato de filiação dela ao Podemos.Roque de Sá (Ag. Senado)
Na onda conservadora que elegeu Jair Bolsonaro presidente da República, o Partido Social Liberal (PSL) conseguiu fazer a segunda maior bancada da Câmara, com 53 deputados, e passou a ter representatividade no Senado, com quatro senadores. Após quase nove meses de gestão, com desentendimentos e críticas públicas, já ocorreram duas baixas, a do deputado Alexandre Frota, que migrou ao PSDB, e agora a senadora Selma Arruda, que foi ao Podemos. E há outras a caminho. Entre 15 e 20 parlamentares podem deixar a legenda nos próximos meses —ou seja mais de um terço dos congressistas ameaçam deixar o partido. São várias as suas motivações. As principais delas: descontentamento com a tentativa do Governo de barrar a CPI da Lava Toga, que pretende investigar a cúpula do Judiciário na esteira do movimento anticorrupção, a não distribuição de cargos entre os correligionários e, por último e não menos importante, as eleições municipais de 2020.
As turbulências começaram cedo no PSL. Primeiro, o deputado federal Alexandre Frota forçou uma expulsão da legenda ao tecer seguidas críticas ao presidente. Agora, foi a vez da senadora Selma Arruda, que relatou à reportagem ter sido destratada pelo primogênito do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que não queria que ela assinasse a CPI da Lava Toga. Frota queria ser expulso para não incorrer na infidelidade partidária e acabou se tornando um tucano. No caso de Selma Arruda, não há esse impedimento, pois a lei que trata da infidelidade autoriza a troca de partido por quem ocupa cargos no Executivo ou no Senado. Agora, ela está no Podemos. Os próximos que podem deixar a legenda são o senador por São Paulo Major Olímpio Gomes, líder do PSL no Senado, e o deputado pelo Rio Grande do Sul Bibo Nunes.
Olímpio comprou briga com dois filhos congressistas do presidente. A queixa contra Flávio é a de que ele quer impedir a instalação da CPI que pode investigar o Judiciário como um favor ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Antonio Dias Toffoli. O magistrado beneficiou Flávio, que é investigado por reter parte dos salários de seus antigos assessores, ao proibir que o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) compartilhe dados sem ordem judicial. Já contra Eduardo, o embate de Olímpio se dá na seara regional. O senador paulista presidia o diretório regional do partido em São Paulo. Após pressões, cedeu a vaga a Eduardo, que chegou no diretório reclamando de seu antecessor. A série de discussões tem ameaçado a organização para a eleição de 2020.

MAIS INFORMAÇÕES

Nesta terça, o jornal O Globo publicou um novo capítulo das disputas em São Paulo, que  desagradaram Joice Hasselmann. A líder do Governo na Câmara, ostentando seu título de deputada federal mais votada da história, fala abertamente de seu desejo de disputar a Prefeitura da maior cidade do país no ano que vem. Segundo o jornal, o diretório estadual do PSL-SP, presidido por Eduardo, aprovou uma nominata para criar o diretório municipal, um nova instância que seria entregue a Edson Salomão, tido como oponente de Joice na sigla. A deputada reagiu falando da possibilidade de deixar a legenda: "Não acho que o PSL será injusto com quem tem mais de um milhão de votos, 700 mil na cidade de São Paulo. Mas, se for, outros partidos não perderão a chance de vencer a eleição comigo”, disse ao Globo.
Já Bibo Nunes se envolveu em uma discussão com Luciano Bivar, presidente do PSL. E, depois da desavença, perdeu postos no comando do diretório regional do partido em seu Estado. Nunes ameaçou deixar a legenda. Outros cinco deputados ouvidos pela reportagem disseram que avaliam convites de outras legendas.

O poder de atração do Podemos

A deputada Joice Hasselmann, do PSL.
A deputada Joice Hasselmann, do PSL.José Cruz/Agência Brasil
Com a ameaça de debandada, quem tenta engrossar suas fileiras na Câmara é o Podemos, que hoje tem 10 deputados. Dois dos parlamentares questionados pela reportagem se sairiam do PSL, responderam, sorrindo, com um discurso idêntico: “Podemos ficar no PSL. Ou podemos sair”.
A estratégia para o Podemos crescer no Senado, com a adesão de Selma Arruda, foi a de ceder aos seus novos membros funções de direção em seus Estados, assim como o de poderem conduzir os processos eleitorais locais, manejando as verbas partidárias para onde acharem melhor. Na Câmara, o movimento é o mesmo, além da garantia de que, em caso de vitória nas urnas, os novos filiados terão à sua disposição cargos na máquina municipal, algo que o PSL não conseguiu entregar na esfera federal. A dificuldade de quem pretende sair do PSL hoje é o risco que correm de perder os seus mandatos por infidelidade partidária. “Eu só sairia se tivesse a garantia de que ninguém pediria a minha cassação”, afirmou um parlamentar.
Questionado o que estaria fazendo para impedir a debandada dos peesselistas, o líder da legenda na Câmara, Delegado Waldir, disse desconhecer o tema e que esse trabalho caberia, principalmente, à Executiva nacional da legenda. Admitiu, contudo, que seus colegas de bancada não estão em total sintonia. “Há alguns atritos, descontentamentos, divisões em alas. Isso acontece em vários partidos. Desconheço essa vontade desses parlamentares, mas não duvido que nos deixem”, afirmou. Procurado, o presidente do PSL, deputado Luciano Bivar, não atendeu aos telefonemas da reportagem nem respondeu aos questionamentos feitos para a sua assessoria.

Os cálculos de Jair Bolsonaro

Conforme dois aliados do presidente ouvidos pela reportagem, até o próprio Jair Bolsonaro avalia a possibilidade de deixar o PSL. Neste caso, haveria duas alternativas. Encontrar um outro partido na qual possa ter influência ou fundar o seu próprio. Essa segunda hipótese foi ventilada no início do ano e tinha o apoio do deputado federal Eduardo Bolsonaro, que queria recriar a UDN (partido que deu sustentação ao golpe militar de 1964). A ideia, no entanto, não prosperou.
Apesar de ser discutida internamente entre membros do Governo, a saída de Bolsonaro ainda é uma possibilidade remota. Seu objetivo inicial é fazer o que fez nas eleições de 2018, sacar Bivar do comando do partido e colocar alguém de sua confiança na direção do PSL para coordenar as eleições municipais de 2020. A maior dificuldade seria exatamente encontrar uma pessoa com experiência em gestão partidária que seja de extrema confiança do presidente. No ano passado, seu então assessor Gustavo Bebianno assumiu interinamente a presidência do PSL. Depois de eleito, Bolsonaro o transformou em ministro da Secretaria-Geral, mas 49 dias depois da posse o demitiu a pedido do seu filho Carlos Bolsonaro, o principal articulador de suas redes sociais.

19 DE OUTUBRO DE 2019 - JORNAL EL PAÍS

19 de outubro de 2019









19 de outubro de 2019

Quiprocó do PSL: milhões, trapaças e tuítes fumegantes
Afonso Benites 18/10/2019 - 22:33 BRT
Comando da legenda suspende cinco deputados e afasta filhos do presidente de diretórios do Rio e de São Paulo. Disputa da sigla que revolucionou direita chegará à Justiça

Eliane Brum e arte de escrever para não matar e para não morrer
Joana Oliveira 18/10/2019 - 21:13 BRT
Jornalista e escritora, que acaba de lançar coletânea de textos jornalísticos em inglês, aproxima-se da palavra através da escuta e conta com lirismo as histórias e detalhes da vida que (quase) ninguém vê
Agência Pública

Patricia Collins: “Os EUA têm instituições democráticas, mas não têm uma democracia”
Rute Pina (Agência Pública) 18/10/2019 - 19:44 BRT
Autora de ‘Pensamento Feminista Negro’ vê como positivo o aumento da representação dos negros na mídia mas enfatiza que isso não substitui a representação política


O Mais Visto Em...
» Top 50
Espanha
América
Brasil
Catalunha
Às vésperas do afastamento de Dilma, Lava Jato rejeitou delação que, depois, prendeu Temer em 2019
E se manchas de petróleo nas praias do Nordeste fossem um aviso dos deuses?
Mancha de óleo chega aos corais da baía de Todos os Santos, na Bahia
O voo comercial mais longo da história: 20 horas e cobaias humanas
As críticas à prisão em 2ª instância no STF: “Cumprir a Constituição virou ato revolucionário”
Filho de ‘El Chapo’ é detido e depois solto, e Sinaloa mergulha no caos
Animais estão se tornando mais noturnos para evitar os humanos
Vídeo
A Barcelona que sai para varrer a rua e apagar incêndios após manifestações
A história por trás de 21 grandes brigas na história do rock e do pop
“A escola tradicional não responde ao funcionamento do cérebro”

© EDICIONES EL PAÍS, S.L. Contato Venda de Conteúdos Publicidade Aviso legal Política cookies Mapa EL PAÍS no KIOSKOyMÁS Índice RSS
Una empresa de PRISA
Medios Grupo Prisa
El PAÍS
Los 40 principales
Santillana
Santillana Compartir
tvi
Cadena SER
AS.com
adn
Caracol
Huffington Post
UNO
wradio
Cinco Días
continental
Máxima
M80 radio
Cadena Dial
Kebuena
Podium podcasts
Richmond
Moderna
Plural
tvi24
El País ICON
Planeta futuro
loqueleo
Meristation
S moda
Rádio Comercial