O TUIUTI 171
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24 de Maio de 2016 - SESQUICENTENÁRIO DA BATALHA DE TUIUTI –
A MAIOR BATALHA CAMPAL DA AMÉRICA DO SUL
Cel Claudio Moreira Bento
Presidente e Fundador da Federação de Academia de História Militar Terrestre
do Brasil
O dia 24 de maio de 2016 assinala o Sesquicentenário da Batalha de Tuiuti,
a maior batalha campal travada na América do Sul, comandada pelo General
Manuel Luiz Osório, ao ponto de um de seus biógrafos assim defini-la ”Osório é
Tuiuti e Tuiuti é Osõrio.” Esta batalha pôs fim a capacidade defensiva estratégica
do inimigo. E também é considerada a Batalha dos Patronos, por haver sido a
culminância das carreiras dos patronos da Cavalaria, o General Osorio, que
comandou a vitória aliada Brasil, Argentina, Uruguai, e também do patrono da
Infantaria, o Brigadeiro Antonio de Sampaio, O Bravo dos Bravos de Tuiuti, por
sua resistência a todo custo na liderança de sua 3ª Divisão, a Encouraçada, bem
como do Patrono da Artilharia Marechal Emílio Luis Mallet que, com sua Artilharia
e seu Batalhão de Engenheiros, escavaram um fosso em tempo recorde, atrás do
qual Mallet colocou sua Artilharia revólver, o que lhe permitiu declarar com
entusiasmo ”Por aqui eles não passam! E cumpriu o que firmou. Dia 24 de maio de
2016, o 206º aniversário de nascimento, em Tamboril, Ceará, do Patrono da
Infantaria que no dia da Batalha de Tuiti completava os seus 56 anos de idade.
A BATALHA DE TUIUTI - SÍNTESE
-O Plano inimigo consistiu em efetuar um Ataque Frontal e, simultaneamente, dois
outros de flanco, de desbordamento, um pela direita e outro pela esquerda.
-Pela centro deveriam avançar os comandantes inimigos coronéis DIAZ e MARCO. Pela
esquerda o General RESQUIN e pela direita o Gen BARRIOS.
-BARRIOS daria o aviso para o início da ação com um sinal quando estivesse pronto, pois
teria de percorrer grande distância, por dentro do mato, antes de abrir seu dispositivo.
- Às 1155 horas subiu ao ar um foguete como sinal do início do ataque inimigo. Das matas
e das macegas, que ficavam à direita da posição inimiga e à esquerda do primeiro escalão
dos Aliados, começaram a sair os primeiros elementos da coluna de DIAZ.
ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA ACADEMIA DE
HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL/RIO GRANDE DO SUL (AHIMTB/RS)
- ACADEMIA GENERAL RINALDO PEREIRA DA CÂMARA -
E DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E TRADIÇÕES DO RIO GRANDE DO SUL (IHTRGS)
150 anos da 1ª Batalha de Tuiuti – 400 anos da fundação de Belém do Pará
ANO 2016 Maio N° 171
O TUIUTI
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- A Cavalaria vem na frente, de espada em punho e lança-se contra os Aliados. Os
batalhões uruguaios aliados "INDEPENDÊNCIA" e "LIBERTAD" não tiveram tempo
sequer para entrar em forma.
- Ao mesmo tempo é impelido para trás o 14º Batalhão de Voluntários da Pátria
brasileiro pertencente à 6ª Divisão de Infantaria (Brig. VITORINO), juntando-se-lhe a
bateria oriental.
- A Artilharia brasileira estava porém vigilante. MALLET abriu fogo contra os inimigos
com a sua Art de tiro tenso (Artilharia Revólver, assim denominada pelos próprios
soldados) tomando-os de flanco.
- A direção do ataque inimigo parecia indicar que o ataque era somente contra os
orientais de FLORES, mas eis que a Cavalaria, depois de livrar-se de um esteiro à direita
de FLORES, roda para o lado, ganha terreno na nova direção e, ao chegar a altura do 1º
Regimento de Artilharia e de seu Batalhão de Engenheiros os ataca com fúria,
- As primeiras cargas vêm morrer no fosso intransponível de MALLET, construído por
seu artilheiros e engenheiros e o mesmo acontece a todas as seguintes oito Cargas. "Por
aqui não passam“ grita MALLET, o comandante da Artilharia Brasileira no auge de seu
entusiasmo defensivo .
- Os esquadrões da Cavalaria inimiga retrocedem e retornam para as posições iniciais.
- DIAZ em face da surpresa da reação Aliada, prossegue no ataque, buscando o flanco
esquerdo do primeiro escalão dos Aliados, para o desbordar e penetrar como uma cunha
no dispositivo defensivo aliado. Da mata à esquerda, não cessa o fluxo de reforços
inimigos.
- SAMPAIO acode prontamente com a sua 3ª Divisão, a "ENCOURAÇADA", amparando o
comandante uruguaio FLORES e contra-ataca infletindo para a esquerda.
- A luta sustentada por SAMPAIO transforma-se num morticínio terrível, em face dos
repetidos e violentos ataques inimigos .
- SAMPAIO cavalga, trajando o seu belo uniforme de general, bordado a ouro, à frente de
suas tropas e ordena que sua 3ª Divisão Encouraçada estenda suas linha e avançe. E o
inimigo, recuando até a mata, voltou carregando sobre essa Divisão com um violento
ataque obrigando a 3ª Divisão de Sampaio a recuar.
- Depois de cinco horas de resistência a todo o custo, SAMPAIO foi substituído no
comando por JACINTHO MACHADO BITENCOURT, em face dos graves ferimentos
recebidos na sua heróica luta; OSORIO, que desde os primeiros instantes tomara a
liderança da batalha e que a tudo coordenava e impulsionava, vê-se na contingência de
reforçar o flanco esquerdo da 3ª Divisão.Encouraçada. E ordenou que uma Brigada da
1ª Divisão (Gen ARGOLO), ao comando desse General, fecha-se a brecha que ameaçava
dilatar-se.
- Atrás de ARGOLO, OSORIO colocou uma Brigada da 4ª Divisão, Gen GUILHERME, e este
a comanda pessoalmente, dirigindo-se para o flanco esquerdo do primeiro escalão do
Exército Aliado.
- O conjunto de tropas que aí atua, toda a 3a Divisão (SAMPAIO-BITTENCOURT), a 1ª
Brigada de ARGOLO e outra Brigada de GUILHERME, além dos orientais, conseguem
barrar o ataque o inimigo e o obriga a recuar pela brecha entre a esquerda da Artilharia
oriental e a mata.
- Ao mesmo tempo que a Divisão SAMPAIO enfrenta a luta à esquerda, a 6ª Divisão
(VITORINO), tampona a brecha entre as tropas de FLORES e Batalhão de Engenheiros da
Artilharia de MALLET.
- Assim, a frente do primeiro escalão ganha consistência excepcional, frustrando o plano
inimigo de penetrar vitorioso no interior da posição defensiva aliada.
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- No flanco esquerdo aliado o comandante inimigo Gen BARRIOS penetrara em massa no
POTREIRO PIRES, defendido pela Brigada do General Antonio Netto com seus cavalos
tratados com milho e o obriga a recuar.
- OSORIO, sempre atento e previdente, faz convergir para o flanco esquerdo várias
unidades e entrega o comando da defesa nesse flanco ao Gen MENA BARRETO, que com
sua 2ª Divisão de Cavalaria reforça outros elementos em luta.
- Com elementos de Infantaria, Cavalaria e Artilharia, atuando na direção geral lesteoeste
e norte-sul, através do mato e do POTREIRO PIRES, OSORIO consegue derrotar a
Coluna de BARRIOS.
- Quase ao mesmo tempo em que o inimigo iniciava o ataque contra os Aliados , vários
regimentos de Cavalaria das forças de RESQUIN, na extrema direita aliada, fazendo um
rodeio com o objetivo de envolver esse flanco aliado, sob os cuidados dos argentinos, se
lançam em maciço ataque de surpresa contra a reduzida Cavalaria correntina, que se
encontrava a pé, e a dispersam.
- O ataque inimigo se generaliza no flanco esquerdo aliado. Forças de Cavalaria e
Infantaria inimigas atacam o 1º Corpo do Gen PAUNERO. Um dos Regimentos de
Cavalaria inimiga penetra pelo flanco direito de PAUNERO, até a sua Artilharia, porém é
derrotado pelos argentinos.
- O inimigo derrotado pôs-se em retirada, perseguido pelos infantes argentinos.
- O Gen OSORIO, à frente de alguns Batalhões, corre para a direita em auxílio dos
argentinos, mas verificou ao chegar que o inimigo já fugia em debandada.
- Às 16,30 horas a batalha estava terminada e constituía uma brilhante vitória dos
aliados.
CONCLUSÕES
- O plano ofensivo inimigo, cujo objetivo era a destruição das forças aliadas no interior
das suas posições foi derrotado.
- A defesa coordenada de maneira dinâmica por OSORIO, não permitiu ao inimigo
nenhum êxito nas direções combinadas de ataque, quer na ruptura quer no duplo
desbordamento.
- A brecha conseguida por DIAZ na esquerda, foi imediatamente fechada graças à
intervenção do General Osorio, o comandante aliado nesta batalha com o emprego da
massa de forças Aliadas no momento oportuno.
- O ataque de BARRIOS pelo POTREIRO PIRES era magnífica artimanha, porque golpeava
de flanco, por inteira surpresa, encontrando apoio na vegetação.
- BARRIOS foi entretanto rechaçado graças à valentia dos soldados brasileiros que mais
uma vez sentiam os frutos benéficos de uma perfeita Unidade de Comando, na pessoa de
OSORIO. E neste flanco, a resistência do General Antonio Netto com seus guerreiros
gaúchos combatendo com seus cavalos amilhados foi providencial.
- Os argentinos, por seu lado fizeram frente com galhardia às investidas de RESQUIN.
- A bravura das tropas Aliadas, o seu dispositivo racional em profundidade no estacionamento
e a rapidez com que os escalões sucessivos foram utilizados para manter a
posição mediante contra-ataques oportunos, salvaram a "ALIANÇA" de um momento
verdadeiramente perigoso.
- O inimigo soube tirar partido do Terreno, que conhecia muito bem, para a execução do
seu plano, que nada mais seria do que uma combinação de uma manobra de ala por
duplo desbordamento, com uma tentativa de ruptura do centro defensivo aliado em
ações simultâneas. Entretanto, não soube tirar partido de sua Artilharia, inativa durante
toda a peleja.
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- Segundo informações, foi determinado aos generais inimigos que efetuassem os
ataques de flanco com todo o vigor; e assim destruir os Aliados, em caso de sucesso.
- Durante a batalha OSORIO demonstrou mais uma vez o seu valor como tático. Infundiu
coragem a todos pela sua atitude pessoal e exibiu sua bravura para estimular as
energias. Teve a sensação nítida dos pontos capitais da linha de batalha e neles
concentrou esforços decisivos para quebrar a ofensiva inimiga e lançar oportunamente
suas reservas.
- Foi um chefe em toda a extensão do vocábulo, chefe que se cobriu de glória e enalteceu
a terra de origem.
- Os brasileiros pagaram o maior tributo entre os Aliados: 719 mortos e 2.292 feridos;
perderam diversos oficiais superiores e um General, o Bravo dos bravos de Tuiuti, o
Brigadeiro Antonio de Sampaio comandante da 3ª Divisão, e consagrado pela voz da
História do Exército como o Patrono da Arma de Infantaria. Chefe que, em 24 de maio de
1866, teve o seu grande encontro com a História.
SITUAÇÃO APÓS TUIUTI
- A Batalha de TUIUTI demonstrara o poder dos Aliados, mas também pusera em relevo
os perigos a que se expunham penetrando às cegas em terreno que lhes era
desconhecido e sem dispor dos meios adequados para uma ação decisiva.
- LOPEZ, após a batalha tratou de reconstituir o seu Exército; por maior que fosse o seu
orgulho, a realidade havia patenteado de modo exuberante não lhe ser possível afrontar
em campo aberto o Exército Aliado. Tornava-se, pois, inevitável guardar a Defensiva e
renunciar as operações de grande importância.
- Ocupou-se então LOPEZ em aumentar o seu Exército e apressar as obras de fortifica-
ções e guarnecê-las com canhões de todos os tipos.
- Em meados de julho começou LOPEZ o bombardeio do acampamento Aliado, sem grandes
resultados, pois só a vanguarda de FLORES ficava ao alcance dos seus tiros; afora
isso realizou algumas investidas sobre as posições aliadas, entre elas, a mais importante
resultou nos combates de IATATI-CORÁ em julho de 1866, ainda que não ocasionasse
danos vultosos mas que acarretou perdas preciosas de vidas.
- Quanto aos aliados a situação obrigava suas forças a permanecerem em TUIUTI,
aguardando o recebimento de novos meios que tornasse mais fácil o avanço para o
norte, principalmente cavalos, pois a Cavalaria estava praticamente desmontada.
- Em vista do precário estado de saúde, OSORIO foi afastado do comando do 1º Corpo
sendo substituído por POLYDORO no dia 15 de julho de 1866.
- Depois da Batalha vitoriosa o cronista Dionísio Cerqueira, jovem combatente de
Infantaria, escreveu:
- “na Vigília do Dia 24 de maio de 1866, depois da Vitória, os sargentos puxaram as
companhias para a frente da Bandeira do Brasil e rezou-se o Terço. Algumas praças, os
melhores cantores, entoaram com voz vibrante, sonora e cheia de sentimento, a velha
oração do soldado brasileiro: “Oh! Virgem da Conceição...”
- O General Mitre comandante Aliado levou consigo o Tenente Cândido Lopes, pintor que
imortalizou em pinturas este grande momento da Batalha de Tuiuti.
Referências
BENTO, Claudio Moreira cel. O Brigadeiro Antonio Sampaio - o Patrono da Infantaria.
Bicentenário. Resende: AHIMTB/IHTRGS, 201O.
______ General Osório, o maior herói e líder popular brasileiro - Bicentenário. Resende:
AHIMTB/IHTRGS, 2008.
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PORTELLA, Joaquim Victorino Ferreira Alves. Mallet - Patrono da Artilharia. Rio de
Janeiro: BIBLIEx, 1995 (Seu autor era acadêmico da FAHIMTB, cadeira Barão do Rio
Branco).
Croquis da região de Tuyuti e posições das tropas aliadas em 24 Mai
CRONOLOGIA (Cel Caminha)
15 Abr 1866 - Osorio lança a sua exortação: “Soldados – fácil é a missão de comandar
homens livres – basta mostrar-lhes o caminho do dever. O nosso caminho está ali em
frente” (apontando o território paraguaio).
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16 Abr - Osorio desembarca no Passo da Pátria. É o primeiro general aliado a pisar em
solo paraguaio.
18 Abr - combates de Laguna Sirena e ocupação do Forte de Itapiru pelas forças aliadas.
24 Abr - Avanço aliado em direção ao Estero Bellaco. Concessão, pelo Imperador Dom
Pedro II, do título de Barão do Herval a Osorio.
02 Mai - Batalha de Estero Bellaco. Os aliados são surpreendidos mas conseguem
reverter a situação por ação de Osorio. Mortos paraguaios: 2.500; Aliados: 1521.
19 Mai - Primeiro Conselho de Guerra dos generais aliados, que decidem avançar a
partir de 20 Mai (o dia seguinte).
20 Mai - Os Aliados atravessam o Estero Bellaco e começam a montar acampamento em
Tuyuti (ver croquis).
23 Mai - Novo Conselho de Guerra dos generais aliados. A decisão é de atacar em 25 Mai,
comemorando a independência argentina e homenageando Mitre, o Cmt das forças
aliadas. Francisco Solano López recebe informações seguras da decisão aliada e resolve
atacar antes.
24 Mai - O ataque paraguaio começa às 1150 h, com três horas de atraso, pois a hora
fixada era 0900 h. Ataque em três colunas. À direita paraguaia, o Gen Barrios com 8.700
homens em 10 BI e dois RC. À esquerda, o Gen Francisco Resquín com 6.300 homens em
dois BI e oito RC. Ao centro, subdivida em duas colunas, os coronéis Diaz e Marcó. Diaz
com 5.030 homens em cinco BI e dois RC. Marcó com 4.200 homens em quatro BI e dois
RC. Os paraguaios são 23.640, os aliados são 32 mil homens. López ataca na proporção
de 2:3, o que contraria frontalmente o Princípio de Guerra da Superioridade de Meios.
Aliados: à esquerda está desguarnecida (Potreiro Pires); o centro conta com as
divisões de infantaria de Sampaio e de Vitorino, com a Artilharia de Mallet e com as
forças uruguaias de Venâncio Flores. E a direita está com os dois corpos de exército
argentinos de Paunero e Emílio Mitre. O fosso de Mallet tinha 200 m de comprimento.
Os aliados apresentam rápida reação ao ataque. As ondas de ataque paraguaias
são repelidas, principalmente com o emprego das reservas deslocadas sob o comando
direto de Osorio. À esquerda, a ação da Brigada de Antônio de Souza Netto foi
fundamental. A cavalaria aliada, exceto a Brigada de Netto, combateu desmontada.
A batalha não foi decisiva porque os paraguaios mantiveram suas posições à
retaguarda e os aliados não realizaram o Aproveitamento do Êxito, muito menos
Perseguição.
Mortos paraguaios: seis mil; Aliados: 3.913.
López tinha a opinião de que “Separada de sus buques la Alianza está perdida”.
Enganou-se redondamente. Existia a artilharia de Mallet, a resistência de Sampaio e a
atuação de Osorio.
Em 03 Nov 1867 os paraguaios atacaram o acampamento aliado em Tuyuti. Foi a
Segunda Batalha de Tuyuti, na qual perderam 2.227 mortos e os aliados 294.
AMOR FEBRIL
A AHIMTB/RS coloca à disposição dos seus integrantes a obra Amor Febril
volume 1, de autoria do Cel Bento, Geraldo Flach, Liana Timm e Antonio Freitas. O
trabalho contém uma parte escrita e um disco em vinil (Long Play) com diversas
marchas, canções militares, além de diversos hinos, todos com as suas respectivas letras.
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Este trabalho se tornou bastante raro. Contém também a Canção das Vivandeiras.
Trabalho realizado sob o patrocínio do GBOEx em 1990. Imagem abaixo.
Notícias
Informo que a AHIMTB/RS possui duas novas Delegacias, que já existem mas
estão ainda em fase de instalação. São as Delegacias de Passo Fundo (Delegacia Arthur
Ferreira Filho) e a Delegacia de Cruz Alta, que funciona na Escola de Aperfeiçoamento de
Sargentos das Armas (EASA).
No dia 24 de maio, no Auditório do Museu do CMS, a partir das 1400 horas foi
apresentado o trabalho sobre a Batalha de Tuiuti pelo Gen Vasconcellos e pelo Cel
Caminha. Evento coroado de sucesso, com boa presença de pessoas interessadas no
assunto, inclusive o Cmt da 3ª RM Gen Stumpf. Presentes também alunos do Clube de
História do CMPA, que funciona sob a orientação do Cap Wolney.
Editor: Luiz Ernani Caminha Giorgis, Cel Presidente da AHIMTB/RS
Nosso sites: www.ahimtb.org e www.acadhistoria.com.br
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Boas leituras!
Cumprimentos,

Cumprimentos,
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Luiz Giorgis
Assunto: O TUIUTI 171
Para:
De: Luiz Giorgis
Assunto: O TUIUTI 171
Para:
NESTE NÚMERO, A BATALHA DE TUIUTI, PELOS CORONÉIS BENTO E CAMINHA.
ANÚNCIO DA OBRA "AMOR FEBRIL" E TAMBÉM DUAS NOTÍCIAS.
UM ABRAÇO A TODOS. CAMINHA.
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