
Quando o baile funk de Paraisópolis se calou (e não por bombas da PM)
Uma semana após ação da PM que culminou na morte de nove pessoas durante a festa Dz7, comunidade paulistana vê afluência menor, dança e canta e homenageia vítimas
MEMÓRIAS DO VENTURA ALCANÇAM 5.600.499 VISUALIZAÇÕES ÀS 8:43 HORAS DE 31 DE JANEIRO DE 2023. ESTAMOS A CAMINHO DOS SEIS MILHÕES DE LEITURAS. AGRADECEMOS A TODOS OS LEITORES QUE PRESTIGIAM O BLOG. EM 9 DE MAIO DE 2023, . NO DIA 10 DE FEVEREIRO DE 2024, A HISTÓRICA MARCA DE SEIS MILHÕES !!!! DIA 15 DE FEVEREIRO DE 2026, 7.000.001. NO DIA 18 DE JULHO DE 2026, ATINGEM 8.400.327
Paul Donovan Kigar valorizou a união de povos e
pessoas. Inspirou-se em grandes nomes como os presidentes Abraham Lincoln e
Thomas Jefferson; o almirante inglês Lorde Nelson e o imperador brasileiro D.
Pedro II, o magnânimo. Foi estudante exemplar, jamais faltou à aula. Leu a
Bíblia em sua integridade ainda muito jovem, várias vezes, de capa à capa.
Foi bom escoteiro. Interessou-se por selos filatélicos aos doze anos. Orador
notável, foi vencedor de muitos certames de oratória em seu estado natal.
Alistou-se na Marinha de Guerra norte-americana e foi enviado ao Brasil em
missão do Serviço de Inteligência. Aprendeu o português. No Rio de Janeiro
conheceu sua futura esposa, Lygia Marques Kigar, durante a II Guerra Mundial.
Mudou-se para o Brasil após a Guerra. Tem um filho, Malcolm Forest. Morou por
mais de quarenta anos na Zona Norte de São Paulo. Foi grande estudioso da
história antiga e da Bíblia. Escritor de grande capacidade, autor de inúmeros
artigos para revistas e periódicos norte-americanos em diversos campos do
saber humano. Deteve vastos conhecimentos de história americana e brasileira,
arqueologia, filatelia brasileira e estrangeira, geopolítica, economia e
finanças. Escreveu vários livros, tendo publicado nos Estados Unidos, Eu, Simão Cirineu. Deixou vários
manuscritos inéditos e uma memória dos seus dois anos no Rio de Janeiro entre
1942 e 1944. Deu muitas palestras e conferências. Trabalhou como financista e
tesoureiro em empresas como a Philco-Ford do Brasil, a Booz, Allen &
Hamilton e a Chappel School. Viajou por quatro continentes e fez muitos
amigos. Aposentado, lecionou inglês até seus últimos dias. Ajudou inúmeras
pessoas e instituições filantrópicas. Irmã Dulce, o Exército da Salvação, a
Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, dentre outras. Ajudou em processos
de adoção de crianças. Colaborou com o Instituto Histórico e Geográfico de
São Paulo do qual foi membro emérito, tendo como patrono o almirante
Tamandaré, patrono da marinha nacional. Foi presbítero da Igreja de Deus no
Brasil. Aposentou-se na Reserva da Marinha de Guerra Norte-Americana como
Lieutenant Commander.
Recebeu várias comendas e condecorações. Foi fellow da
Royal Geographical Society e membro de outras instituições. Cordial e
comunicativo, fez amigos e admiradores por onde passou. Foi exemplo de vida e
dedicação ao próximo e ao conhecimento humano. Faleceu em 16 de outubro de
2000, ano jubilar. O Prêmio Paul Donovan Kigar é uma homenagem a Paul Donovan Kigar
que serviu e serve de exemplo para muitos. No dia 8 de dezembro de 2004, ano
em que se comemora o 450º aniversário da cidade de São Paulo, lançou-se este
certame no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo com um Carimbo
Comemorativo dos Correios e uma exposição de filatelia e literatura
filatélica.
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