EUA Enviam Bombardeiros Supersônicos para a Noruega e Pressionam a Rússia
Os Estados Unidos posicionaram recentemente bombardeiros B-1B Lancer na Base Aérea de Ørland, na Noruega, a apenas 1.200 quilômetros da fronteira russa. A movimentação chamou atenção porque não se trata apenas de treinamento de rotina, mas de uma estratégia militar calculada para enviar uma mensagem clara a Moscou.
O poder do B-1B Lancer
O B-1B é o único bombardeiro supersônico ainda em operação pelos EUA. Apelidado de “Bone” pelos pilotos, pode carregar até 34 toneladas de armamentos — mais que qualquer outro bombardeiro americano. Ele se diferencia pelo voo em baixa altitude, usando o relevo como proteção contra radares, e pela capacidade de atacar com grande velocidade e flexibilidade.
Além disso, é o único bombardeiro americano capaz de lançar o míssil antinavio LRASM, projetado para destruir embarcações de guerra russas.
Por que a Noruega?
A localização da base escolhida é estratégica: próxima à Península de Kola, onde está sediada a Frota do Norte da Rússia e parte de seus submarinos nucleares. Essa região é considerada vital para a segurança russa e fortemente defendida por sistemas antiaéreos e caças interceptadores.
Segunda-feira, dia 08 de setembro
Último capítulo.
O clima entre a Venezuela e os EUA continua tenso. Donald Trump fez um aviso durante entrevista na Casa Branca, afirmando que caso o exército americano entre em perigo, irá reagir contra os aviões venezuelanos.
“Não quero entrar em detalhes, mas se eles nos colocarem em perigo, serão abatidos”, disse o republicano em meio a acusação feita pelo governo americano contra Nicolás Maduro, que acusa o presidente da Venezuela de “liderar o cartel de drogas Los Soles”, classificado como uma “organização terrorista pelos EUA.
O Pentágono teve autorização para atuar de maneira militar na América Latina contra o tráfico internacional. Com isso, tropas americanas foram enviadas para combater o terrorismo e narcotráfico.
Recentemente, Trump revelou que uma embarcação com drogas foi interceptada ao sul do Caribe. O presidente disse que o barco teria partido da Venezuela. Outras informações não foram divulgadas pela Casa Branca.
Apesar do esforço americano para acabar com os carteis de drogas, Trump disse durante cerimônia de assinatura executiva que não tem como objetivo “derrubar” Nicolás Maduro, ao ser questionado sobre o assunto, explicando que não busca “destituir” Madura do poder.
Nicolás Maduro faz pedido
Nesta sexta-feira (05), Nicolás Maduro pediu para que as tensões entre a Venezuela e os Estados Unidos no Caribe sejam reduzidas para, em suas palavras, “evitar um confronto militar de grande impacto”.
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O pedido veio após Donald Trump autorizar o exército americano derrubar aviões americanos que por acaso ameacem navios americanos. “Nenhuma das diferenças que tivemos e continuamos a ter poderia levar a um conflito militar de grande impacto ou à violência na América do Sul. Não há justificativa para isso”, disse o presidente venezuelano.
247 – O jornal Folha de S.Paulo publicou, neste sábado (6), um editorial contundente no qual cobra a condenação de Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No texto, intitulado O Supremo tem de condenar Bolsonaro, a publicação sustenta que a atuação do ex-presidente em 2022 configurou tentativa de golpe contra a democracia brasileira...
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É enganoso que China, Rússia e Índia estejam isolando Brasil e África do Sul no Brics, grupo econômico que reúne países emergentes. Uma postagem na rede social X utiliza uma foto dos presidentes dos três países asiáticos reunidos para sugerir o isolamento internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na verdade, a foto é de uma reunião da Organização para a Cooperação de Xangai, composta por nações asiáticas e da qual o Brasil não faz parte. O conteúdo checado não cita a fonte das informações citadas.
Não há registros de negociações de China, Rússia e Índia para excluir o Brasil do Brics, nem de que esse assunto tenha sido discutido na cúpula da Organização para Cooperação de Xangai. As últimas demonstrações entre os países do bloco foram de apoio no contexto de enfrentamento às sanções e sobretaxas impostas pelos Estados Unidos. A China já sinalizou que está disposta a se unir ao Brasil para fortalecer o Brics e “resistir a atos de intimidação”. A mensagem foi publicada pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, na rede social X.

