Vanusa apresenta melhora em quadro clínico, mas segue na UTI
O filho da cantora, Rafael Vanucci, 41, usou o Instagram para comemorar a melhora no estado de saúde da mãe e também para agradecer o apoio que vem recebendo

Vanusa, 72, que está internada com pneumonia em um hospital público de Santos, no litoral de São Paulo, apresentou melhora no quadro clínico. De acordo com o boletim médico divulgado na tarde deste domingo (13), a cantora segue internada na UTI, mas encontra-se acordada e estável no momento.
O filho de Vanusa, Rafael Vanucci, 41, usou o Instagram para comemorar a melhora no estado de saúde da mãe e também para agradecer o apoio que vem recebendo. "Boletim medico !! Gracas a Deus tivemos melhoras !! Ela e muito forte , minha guerreira !! Obrigado a todos pelo carinho pelas oracoes e todo amor para com ela !! Deus de em dobro pra voces esse amor !! Obrigado toda equipe medica do Complexo dos Estivadores de Santos !!", escreveu o empresário musical.
No ínicio de agosto, a cantora Aretha Marcos, 46, filha de Vanusa, confirmou no programa "Domingo Espetacular" (Record) que a mãe está com Alzheimer e, por isso, estava internada sob cuidados médicos. A internação da artista já era conhecida, mas a doença foi confirmada apenas agora.
Vanusa foi hospitalizada anteriormente devido a problemas de depressão e dependência química. No ano passado, Vannucci, chegou a confirmar que existia a suspeita de Alzheimer. Na ocasião, ele disse ainda que a cantora perdeu 30 kg durante as diversas internações.
No Dia das Mães deste ano, o empresário postou em suas redes sociais uma homenagem à cantora e disse que tudo que ele se tornou foi observando a luta e história de sua mãe.
"Foi a primeira cantora a levantar a bandeira do publico gay, ter revolucionado a musica com suas canções, a primeira cantora a mostrar a barriga na capa de uma revista, ter mostrado para as mulheres que elas deveriam buscar o amor e não ficar em casamentos fracassados, ter lutado contra violência doméstica da mulher", compartilhou.

LANÇAMENTO
Coletânea de Sylvia Plath convida a observar seu amadurecimento
"Johnny Panic e a Bíblia dos Sonhos" apresenta 31 textos inéditos no Brasil: são contos, trechos de diários e ensaios escritos entre 1949 e 1963

Leitores de Sylvia Plath recebem o lançamento de "Johnny Panic e a Bíblia dos Sonhos" (Biblioteca Azul, 464 páginas, R$ 59,90) com alegria, pois a coletânea apresenta 31 textos inéditos no Brasil. São contos, trechos de diários e ensaios escritos entre 1949 e 1963.
Contudo, vale considerar que o volume reúne parte da produção da escritora entre seus 17 e 30 anos, assim, alguns textos apresentam uma voz narrativa atenta aos detalhes, contraditória, um tanto ácida e insegura -captada pela tradução de Ana Guadalupe- que nos lembra a de Esther Greenwood, em "A Redoma de Vidro", mas também acompanhamos o caminho percorrido pela autora até alcançá-la.
A recepção da obra de Plath é influenciada por fatos biográficos como a morte de seu pai, suas internações em clínicas psiquiátricas e seu suicídio aos 30 anos. No entanto, o trabalho de descrição e criação de imagens em sua prosa e poesia são marcantes e nem sempre recebem o destaque merecido.
Os textos reunidos em "Johnny Panic e a Bíblia dos Sonhos" mostram como temas da autora foram retrabalhados várias vezes até atingirem a precisão alcançada no romance e em "Ariel".
Contos como "O domingo dos Minton", "As filhas de Blossom Street" e "Iniciação" perdem um pouco do impacto por se alongarem ou recorrem a fórmulas de escrita criativa, mas tem bons momentos em que as personagens refletem sobre como o mundo pode ser hostil com quem não se adéqua às expectativas sociais.
No ensaio "América! América!" a escritora trata de sua experiência como descendente de imigrantes -seu pai, Otto Plath, era um biólogo alemão que foi para os Estados Unidos em 1900. Lembranças de Boston e da escola pública se misturam a uma crítica ao país como terra de liberdades e oportunidades limitadas.
Em "Oceano 1212-W", a memória da infância e da relação com o mar são o ponto de partida para falar da sensação de pertencimento perdida. Outro destaque é "Contexto" uma breve reflexão sobre como a escritora vê as diferenças entre o romance e o poema.
É difícil não pensar na biografia de Plath ao ler "Mães" e "Blitz de neve", em que as protagonistas são mulheres jovens lidando com filhos, o cansaço e o isolamento na Inglaterra.
Contudo, a importância da criatividade e da imaginação para a autora ficam claras em "O domingo dos Minton" e a "A caixinha de desejos," que além de abordarem a frustração de uma mulher por não ter sonhos criativos, desenham uma tensão entre os cônjuges feita de silêncios e expectativas dentro do casamento, que reaparece num outro grau em "O quinquagésimo nono urso".
O conto "Johnny Panic" mostra a habilidade de Plath com as imagens na descrição de sonhos e como contadora de histórias, ao criar uma tensão no limite tênue entre o que entendemos por sanidade e loucura.
A sensação de irregularidade dos textos e de variação na maturidade da escritora se deve muito à decisão editorial de Ted Hughes (1930-1998) de não colocar os textos em ordem cronológica. Sua introdução não indica critérios estéticos para definir os "melhores contos".
A apresentação de Margaret Atwood, no entanto, oferece outros caminhos ao mostrar que mesmo textos para revistas femininas, anteriores à popularização movimento de liberação feminina, já mostravam um tom crítico em relação ao trabalho doméstico e às dinâmicas entre homens e mulheres.
Atwood destaca que, embora vários destes textos não tenham sido escritos para a publicação em livro, ainda assim eles são capazes surpreender leitores.
*É tradutora e poeta. Recebeu o prêmio Cepe de literatura por "Talvez Precisemos de um Nome para Isso", de 2019.
FESTIVAL DE TORONTO
Idris Elba e astro de 'Stranger Things' são cowboys urbanos
Dirigido pelo estreante Ricky Staub, o drama familiar é centrado na relação entre pai e filho, este, vivido por Caleb McLaughlin

Idris Elba vestiu as botas e o chapéu de cowboy e montou em seu cavalo para chegar ao Festival de Toronto. Não na vida real, mas em cena, no filme "Concrete Cowboy", que ele estrela e que integra a seleção oficial do evento deste ano. Dirigido pelo estreante Ricky Staub, o drama familiar é centrado na relação entre pai e filho de Harp, personagem de Elba, e Cole, vivido por Caleb McLaughlin, uma das crianças da série "Stranger Things" -que hoje, na verdade, já tem um elenco principal formado por adolescentes e adultos. Aos 18 anos, McLaughlin vive, em "Concrete Cowboy", um jovem problemático que, após ser expulso de mais uma escola, é entregue aos cuidados do pai, um homem distante e solitário. Farta do comportamento do filho, a mãe dirige por mais de 900 quilômetros só para deixá-lo na porta do antigo companheiro.
Harp não dá muitas explicações sobre sua ausência na vida do filho. Treinador de cavalos, ele prefere a companhia dos equinos e passa os dias nos estábulos onde trabalha.
Cole não tem muita escolha e, apesar do constante estranhamento com o pai, fica por lá mesmo. Até que reencontra um amigo de infância, que ele descobre estar vendendo drogas. E é aí que precisa escolher entre se reconectar com o pai e aprender sobre a vida de cowboy urbano que ele leva ou se render aos anseios da sua juventude.
Em conversa com jornalistas realizada neste domingo (13), de forma virtual, Elba falou sobre como foi construir o vínculo de pai e filho com McLaughlin diante das câmeras, e também lembrou de seu relacionamento com seu próprio genitor.
"Há vários componentes que usamos para contar uma boa história. Você quer deixar o público imerso na história e você alcança isso com diversos recursos. Mas quando falamos de dinâmicas familiares, é mais complicado, porque cada um de nós tem uma visão diferente em relação a isso", diz o ator.
"Meu pai sempre esteve presente na minha vida. Nós tínhamos uma relação ótima, mas nós não conversávamos tanto quanto eu gostaria de ter conversado. Então eu lia o roteiro de 'Concrete Cowboy' em lágrimas, porque eu gostaria de ter tido aqueles momentos e as conversas (de Harp e Cole) com o meu pai".
Durante a coletiva de imprensa, Elba não poupou elogios a McLaughlin, que apesar da fama conquistada com "Stranger Things", tem em "Concrete Cowboy" seu primeiro papel de peso no cinema.
"Esse é o primeiro filme de Caleb e eu fiquei muito orgulhoso de ver a atuação dele, porque esse é um grande personagem. Eu sou fã dele no seriado e ele era meu fã, então nós usamos isso para nos conectarmos. Nós falávamos sobre nossas relações pessoais com nossos pais, sobre nossas vidas e isso ajudou", explica Elba.
Ao ser questionado se ficou intimidado por contracenar com Elba, McLaughlin respondeu que, assim que os dois estabeleceram uma relação, foi fácil ficar confortável. "Eu sinto que eu aprendi muito com esse filme, estando nesse set de filmagem", diz o jovem ator.
"Eu acho que nós criamos uma conexão pessoal e isso ajudou a cultivar o sentimento que vemos no filme."
Outra relação importante para "Concrete Cowboy" é a dos personagens e seus cavalos. Também na vida real, foi preciso construir um laço com os animais, o que Elba diz ser mais complexo do que parece.
"Vai além de aprender a andar a cavalo, porque você tem que ter um relacionamento com esses animais. Eles sabem quem é você. Eles te entendem e você precisa entendê-los", explica. "Quando escolhem um cavalo para você, você precisa treinar com aquele mesmo animal."
"Eu dava a eles petiscos, conversava com eles, fazia carinho", complementa McLaughlin, falando sobre sua tática para tornar a experiência diante das câmeras mais fácil e real.
"Concrete Cowboy" é uma adaptação do livro "Ghetto Cowboy", de Greg Neri, e sua première mundial acontece neste domingo (13), em sessão presencial no Festival de Toronto.
A trama, apesar de ficcional, mergulha no universo verdadeiro do Fletcher Street Urban Riding Club, uma associação na Filadélfia que é parte de uma antiga tradição de cowboys negros, homens e mulheres que se dedicam a cuidar de animais e a promover a interação entre eles e a comunidade onde vivem.
Para Elba, descobrir essa subcultura foi especial e ele agora espera poder apresentá-la ao resto do mundo. Durante a pandemia, reforça ele, é importante que as pessoas entendam a importância de se relacionar com as comunidades onde vivem -e também com a família, que, afinal, é o grande tema de "Concrete Cowboy".
"Você não consegue ver, mas eu desenrolei um tapete vermelho aqui embaixo", brinca Elba ao falar sobre a necessidade de ter que apresentar esse filme de forma remota, sem estar presencialmente em Toronto.
"Mas essa situação mostra o quão inovadores nós somos, como nós sempre achamos um caminho. Você não pode parar uma boa história, então eu aplaudo o time do festival por permitir que ele acontecesse em um formato distinto", diz.
"São tempos diferentes, mas há uma estranha satisfação nisso, em poder contar uma história como a de 'Concrete Cowboy' mesmo durante uma pandemia. E, nesse momento, as pessoas vão olhar para esse filme de uma forma muito diferente, elas vão poder refletir graças à relação desses personagens e suas comunidades."
TUDO AZUL
Murilo Huff elogia jantar feito por Marília Mendonça
O cantor postou uma foto de um jantar feito pela cantora para comemorar antecipadamente os nove meses do filho do casal, Léo, que nasceu em 16 de dezembro

Aparentemente tudo anda muito bem entre Marília Mendonça, 25, e o ex-namorado, Murilo Huff, 24. No sábado (12), o cantor postou uma foto de um jantar feito pela cantora para comemorar antecipadamente os nove meses do filho do casal, Léo, que nasceu em 16 de dezembro.
"Janta hj foi pela chefe Marília Mendonça... Ficou top, mas quando namorava comigo não me fazia um ovo frito kakakakakakakakaka", brincou Huff, que recebeu uma resposta bem-humorada da cantora. "Quarentena: traz umas coisa, leva ôtas (outras) kkkkkkkk f*". Os fãs do ex-casal aproveitaram a deixa para dizer que torcem para que os dois se reconciliem.
Na sexta-feira (12), Mendonça usou o Twitter para contar que, durante o isolamento social imposto pelo coronavírus, descobriu que gosta de cozinhar, mostrando fotos de uma pizza feita por ela. "Apresento a vocês o meu maior aprendizado durante a quarentena: amar a culinária. Antes da quarentena, não sabia fritar nem um ovo. hoje em dia tenho ficado cada vez mais orgulhosa. Apreciem minha primeira produção de pizza."
Mendonça confirmou o término de seu namoro com o músico no dia 20 de julho. Ela disse que os dois estavam sofrendo com o fim do relacionamento, e negou que o motivo tenha sido ciúme ou traição.
"Vocês me conhecem, sabem que não sou de ficar expondo minha vida pessoal. Não tinha vontade de contar isso aqui, porque acho que notícia triste a gente não anuncia, não tem porque", afirmou a cantora em seu Instagram, após dias de especulações iniciadas após o casal deixar de se seguir nas redes sociais.
Ela afirmou que em meio aos boatos, foram publicadas notícias falsas. "Murilo sempre me respeitou, em tudo. Nunca tivemos a prática de mexer no celular um do outro. Ele é um cara muito respeitador, tenho muito orgulho de ter meu filho com ele. Ele é do bem, lutador, batalhador, de família", disse ela.
A cantora ainda afirmou que decidiu expor o fim da relação "em nome da dignidade de duas pessoas que estão machucadas porque terminaram um relacionamento". Ela disse ainda que deixou de segui-lo nas redes sociais e apagou as fotos que tinham juntos porque é difícil ficar vendo-o o tempo todo.
PELO INSTAGRAM
Banda Lagum faz vídeo com vários momentos do baterista Tio Wilson; veja vídeo
Breno Braga, de 34 anos, conhecido como Tio Wilson, que morreu nesta madrugada após uma parada cardiorrespiratória em um show de drive-in em Nova Lima, na região metropolitana da capital

A banda Lagum postou, na noite deste domingo (13), um vídeo com o compilado das imagens do baterista Breno Braga, de 34 anos, conhecido como Tio Wilson, que morreu nesta madrugada após uma parada cardiorrespiratória em um show de drive-in em Nova Lima, na região metropolitana da capital.
As imagens ao som da música da banda “Último dia” mostram o baterias em vários momentos de felicidade. No final, aparece Tio Wilson mandando um “beijo no coração de todos”. O corpo dele foi velado e enterrado em uma cerimônia rápida neste domingo.
VEJA TAMBÉM
APOIO
Pais de Luísa Sonza defendem a filha contra acusações
Insinuações de que a celeb havia se envolvido com Vitão quando ainda era casada com Whindersson Nunes fizeram os pais dela se posicionarem

A polêmica envolvendo o namoro de Luísa Sonza, 22, e Vitão, 21, parece longe do fim. Após o casal assumir a relação na última sexta-feira (11), insinuações de que eles haviam se envolvido quando a cantora ainda era casada com Whindersson Nunes, 25, fizeram a artista e os pais dela se posicionarem.
"Nenhuma atitude minha importou. Nenhum dos ataques vieram de coisas que eu tenha feito, [mas, sim] de coisas inventadas! Não importa o que eu venha falar aqui ou tente me defender, que eu já tentei todos esses anos e me culpava, não entendia o que eu tinha de errado", disse Luísa, que em seguida negou ter traído o ex-marido com Vitão.
"Eu queria que as pessoas me conhecessem, eu tinha essa sede de mostrar que era uma pessoa correta, que eu tenho caráter. Mas quando eu entendi que ninguém estava nem aí para o que eu tinha a dizer ou não, acho que me libertei. Para mim, não me interessa mais o que você pensa, o que acha ou não de mim. Eu sei da minha verdade e não acho que tenho que dar satisfação, nem me justificar sobre coisas que nunca fiz e nem faria com um ser humano", afirmou a cantora em uma série de vídeos publicados no Instagram também na sexta-feira.
Os pais da cantora também resolveram defender a filha nas redes sociais. Nesta sábado (12), Elaine Gerloff usou a função Stories, do Instagram, para postar uma foto ao lado da filha com a legenda. "Prefira acreditar na sua verdade do que na mentira dos outros! Te amo, filha" , escreveu.
Já na manhã deste domingo (13) foi a vez do pai de Luísa também demonstrar apoio à filha. Cezar Sonza argumentou que o casamento dela acabou de forma consensual e exaltou as qualidades da filha. "Ela nunca dependeu de ninguém financeiramente, canta desde jovem. Nunca precisou usar escada de ninguém, como algumas pessoas dizem. Mas que bom que o Whindersson tem ajudado porque acho que a Luísa ajudou muito o Whindersson porque ele viveu fases de depressão, de momentos difíceis que a Luísa inclusive parou de trabalhar", relembrou.
Cezar disse também que tanto Whindersson quanto Luísa são jovens, sem filhos e devem reconstruir as próprias vidas. "Estranha muito a preocupação das pessoas sobre o que aconteceu. Deixem as pessoas viverem, eles seguem fazendo o bem. O Whindersson é uma pessoa do bem, a Luísa também. Na juventude acontece muita paixão, e quando é paixão talvez não dura, mas isso não apaga uma história linda que os dois tiveram", ponderou o pai de Luísa.
A família de Whindersson não se posicionou até o momento sobre o caso. Porém, segundo o colunista Léo Dias, o pai do músico, Hildebrando Batista postou uma frase em suas redes sociais na manhã deste domingo, que foi interpretada como indireta. "Meus filhos! Há coisas nesse mundo que a gente não perde. Se livra!". O trecho faz parte também da canção "Não Teve Amor", de Marília Mendonça.






























![[Pics] O truque da folha de alumínio que todos devem saber [Pics] O truque da folha de alumínio que todos devem saber](https://images.outbrainimg.com/transform/v3/eyJpdSI6ImI2MGRjNWI0NjVhMTNiYjAyNzg0NWQxNWNiZTRlNWNlZWQwNGM5ZGQ3YWM5MmI1YjgzOThmZjRmZTRjMjk0NmQiLCJ3Ijo2MDAsImgiOjMzMCwiZCI6MS41LCJjcyI6MCwiZiI6NH0.webp)






































