quarta-feira, 31 de março de 2021

O Último Caçador (2004), filme completo e legendado em português

BRASIL TEM 3.668 MORTES EM 24 HORAS (31 DE MARÇO DE 2021) E IMAGENS ESCANCARAM O DESESPERO NO PAÍS.

 

Brasil tem 3.668 mortes em 24h e imagens escancaram o desespero no país

Os elevadíssimos números de mortes são acompanhados por também altos números de casos, 86.704, nesta terça. Com isso, o país chega a 317.936 óbitos e a 12.664.058 pessoas infectadas desde o início da pandemia

Notícias ao Minuto Brasil

31/03/21 07:09 ‧ HÁ 16 HORAS POR FOLHAPRESS

BRASIL BRASIL

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A pandemia voltou a produzir recordes no Brasil, nesta terça-feira (30). Além de 3.668 mortes, valor recorde para um intervalo de 24 horas, o país também registrou, pelo 5º dia consecutivo, a maior média móvel de óbitos da pandemia, 2.728.

 

Os elevadíssimos números de mortes são acompanhados por também altos números de casos, 86.704, nesta terça. Com isso, o país chega a 317.936 óbitos e a 12.664.058 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Nas terças, os dados costumam contar com mortes derivadas do represamento de informações que ocorre aos finais de semana, por atrasos de notificação das secretarias de saúde. Isso não torna, porém, a situação menos dramática. O recorde anterior, de 3.600 mortes, ocorreu na última sexta (26), por exemplo.

A média móvel de mortes também demonstra bem a crítica situação do país. O dado, uma ferramenta estatística que ajuda a suavizar variações, como as que ocorrem em finais de semana e feriados, completa 14 dias acima de 2.000 mortes por dia e 69 dias acima de 1.000.

A média mais baixa do ano foi de 698 mortes, em 3 de janeiro, momento que ainda era afetado pelos atrasos de notificação referentes ao Ano-Novo. No dia 8, porém, o dado já saltou para 872 e em seguida chegou a 1.000, com alguns dias de oscilação em que o dado caía para a casa de 900 mortes por dia.

O 5º dia de recorde da média ocorre após a interrupção de 25 dias seguidos de valores máximos do dado. A quebra ocorreu exatamente nos dias em que as informações de mortalidade tiveram uma queda artificial após uma mudança (suspensa posteriormente) do Ministério da Saúde no registro de óbitos, o que provocou problemas na documentação de alguns estados.

O cálculo da média é feito a partir da soma dos óbitos dos últimos sete dias dividida por sete.
São Paulo foi o estado com o maior número de mortes, 1.209, um novo recorde.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

NOTÍCIAS AO MINUTO - 31 DE MARÇO DE 2021 - QUARTA=FEIRA.

 

 
 

NEWSLETTER

Macron anuncia novo lockdown na França
MUNDO COVID-19HÁ 5 HORAS
Por apoios em 2022, Bolsonaro quer manter Salles e Ribeiro
POLÍTICA GOVERNO-MINISTÉRIOSHÁ 10 HORAS
Sete capitais têm megaferiado na Semana Santa
BRASIL SEMANA SANTAHÁ 12 HORAS
Nova York aprova decreto para legalizar a maconha
MUNDO ESTADOS UNIDOSHÁ 14 HORAS
Impasse entre Senado e Câmara trava Orçamento
ECONOMIA ORÇAMENTOHÁ 14 HORAS
Jesus Luz pede DJ Carol Ramiro em casamento durante viagem
FAMA CELEBRIDADES-CASAMENTOHÁ 16 HORAS
Fluminense e Vasco ficam no empate com gols de artilheiros
ESPORTE FLUMINENSE-VASCO-RELATOHÁ 16 HORAS