segunda-feira, 12 de maio de 2025

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MSN - 12 DE MAIO DE 2025 - SEGUNDA-FEIRA.

 

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DEIR AL-BALAH - O grupo terrorista Hamas libertou um soldado israelense-americano nesta segunda-feira, 12, que estava preso há mais de 1 ano e meio na Faixa de Gaza, em uma ação unilateral. O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, que viaja ao Oriente Médio nesta semana, descreveu a soltura como “um gesto de boa fé” do grupo para acabar com a guerra.

O soldado foi identificado como Edan Alexander, de 21 anos, sequestrado aos 19 anos da base militar onde prestava serviço, no sul de Israel, durante o ataque terrorista de 7 de outubro de 2023. O Exército de Israel confirmou que ele foi entregue pelos militantes à Cruz Vermelha e depois aos militares israelenses.

A família de Edan se reuniu em Tel Aviv com centenas de pessoas para acompanhar a libertação. “Ele parecia um homem, ele amadureceu”, declarou a avó, Varda Ben Baruch, ao ver a primeira foto do neto depois de quase 600 dias em cativeiro. Relatos de que Alexander fez uma piada ao telefone enquanto falava com a mãe pela primeira vez não a surpreenderam. “Ele tem um senso de humor incrível”, disse.

Imagem desta segunda-feira, 12, mostra moradores de Tenafly, em Nova Jersey, comemorando libertação do israelense-americano Edan Alexander. Soldado foi sequestrado pelo Hamas no ataque terrorista de 7 de outubro de 2023 Foto: Stefan Jeremiah/AP

Aline Pereira Ghammachi, brasileira de origem amapaense, teve sua liderança à frente do Mosteiro San Giacomo di Veglia, no norte da Itália, interrompida após uma série de denúncias internas
Conhecida por ter se tornado, em 2018, a mais jovem madre-abadessa de um convento italiano, ela foi dispensada do cargo em meio a um processo marcado por tensões e disputas dentro da própria comunidade religiosa
Segundo a ex-dirigente do mosteiro, tudo começou há dois anos, quando um grupo de freiras enviou uma carta ao então papa Francisco relatando episódios de maus-tratos e outros comportamentos considerados inadequados.
“Dois anos atrás, algumas freiras enviaram uma carta ao papa Francisco”, afirmou Aline
Ela contesta as acusações e afirma que elas não foram adiante na época devido a testemunhos favoráveis prestados por outras religiosas

Ex-presidente uruguaio anunciou em janeiro que câncer havia se espalhado por todo corpo e que havia interrompido tratamento; esposa afirmou que cuidados agora são para que viva "da melhor maneira" seus últimos dias.

Pepe Mujica participa das eleições que elegeram Yamandu Orsi presidente do Uruguai, em 2024© Santiago Mazzarovich/AFP

O ex-presidente uruguaio José Pepe Mujica, de 89 anos, está em estágio terminal de câncer de esôfago e recebe cuidados paliativos para aliviar a dor, afirmou sua esposa, a ex-vice-presidente Lucía Topolansky, a uma rádio local, nesta segunda-feira (12/05).

Em janeiro, Mujica revelou que o câncer, diagnosticado no ano passado, havia se espalhado por seu corpo e que ele não se submeteria mais a tratamentos.

"Não posso fazer nenhum tratamento bioquímico nem cirurgia porque meu corpo não aguenta", disse na época ao jornal Búsqueda. "O que peço é que me deixem em paz. Que não me peçam mais entrevistas nem nada. Meu ciclo já terminou. Sinceramente, estou morrendo. E o guerreiro tem direito ao seu descanso."

Segundo Topolansky, os cuidados são voltados agora para que ele viva a última parte de sua vida "da melhor maneira possível".

Por recomendações médicas, o ex-presidente não participou das eleições regionais do último domingo, nas quais a esquerda manteve o poder na capital, Montevidéu.

Foto fornecida por um de seus antigos colegas da Al Jazeera mostra a jornalista Shireen Abu Akleh trabalhando em Jerusalém, em 12 de junho de 2021© -

Quem matou Shireen Abu Akleh? Um novo documentário pretende revelar a identidade do soldado israelense que matou a estrela do canal de televisão Al Jazeera quando ela reportava da Cisjordânia ocupada, três anos após um fato que enlutou o Oriente Médio.

Mural com o rosto da jornalista Shireen Abu Akleh na Cidade de Gaza em 13 de maio de 2022© MOHAMMED ABED

Em 11 de maio de 2022, uma notícia ecoava nas redes de televisão de todo o mundo. A repórter palestina-americana Shireen Abu Akleh, conhecida por sua cobertura do conflito palestino-israelense, acabava de ser abatida perto do campo de refugiados de Jenin.

Membros da guarda de honra palestina carregam o caixão da jornalista Shireen Abu Akleh durante seu funeral de Estado, em 12 de maio de 2022, em Ramallah© ABBAS MOMANI

Ela vestia um capacete e colete à prova de balas com a identificação "imprensa".

A Al Jazeera e testemunhas responsabilizaram o Exército israelense. Mas o então primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennet, disse que os tiros provavelmente vieram de combatentes palestinos.

Nas semanas seguintes, as investigações jornalísticas apontaram para um disparo israelense.

A Autoridade Monetária Palestiniana (AMP) alertou para o facto de a situação se ter agravado desde o início da guerra, em 7 de outubro de 2023, devido à destruição de bancos e ao impedimento da entrada de fundos, causando uma paralisia total do sistema bancário.

A AMP confirmou nas suas declarações que os bombardeamentos israelitas em curso levaram à destruição de muitas agências bancárias, enquanto as poucas agências restantes não puderam ser abertas devido à insegurança e a cortes de eletricidade. A maioria das caixas automáticas (ATM) está fora de serviço, o que agrava a crise de liquidez entre os cidadãos e os comerciantes.

A crise foi exacerbada pela recusa de Israel em trazer dinheiro para Gaza, apesar dos apelos palestinianos e internacionais. A maior parte das agências bancárias foram destruídas ou danificadas pelos bombardeamentos e algumas foram mesmo assaltadas, impedindo os levantamentos e os depósitos.

Consequentemente, o movimento de dinheiro no mercado diminuiu, uma vez que os cidadãos e os comerciantes recorreram a armazenar dinheiro em vez de o fazer circular, perturbando o ciclo monetário normal e aumentando o sofrimento da população numa situação de grave escassez de liquidez.

Colapso quase total do sistema bancário em Gaza: apenas um banco continua em funcionamento

O sector bancário em Gaza foi completamente destruído pela guerra. Todas as agências bancárias deixaram de funcionar, restando apenas uma agência bancária local no centro da Faixa de Gaza, que funciona de forma muito limitada para ativar contas congeladas ou inactivas, sem prestar serviços de levantamento ou depósito de dinheiro.

Antes da guerra, Gaza tinha 56 agências bancárias e 91 caixas automáticas pertencentes a 13 bancos locais e estrangeiros (7 palestinianos, 5 jordanos e 1 egípcio). Atualmente, nem um único ATM em todo o sector está operacional, uma vez que a infraestrutura financeira foi sistematicamente destruída.

Os ativos totais do sector bancário palestiniano ascendem a cerca de 22 mil milhões de dólares, mas Gaza ficou quase isolada deste sistema devido à rutura de todos os canais de financiamento e monetários.

O pagamento eletrónico face à escassez de liquidez e às notas de banco gastas