MEMÓRIAS DO VENTURA ALCANÇAM 5.600.499 VISUALIZAÇÕES ÀS 8:43 HORAS DE 31 DE JANEIRO DE 2023. ESTAMOS A CAMINHO DOS SEIS MILHÕES DE LEITURAS. AGRADECEMOS A TODOS OS LEITORES QUE PRESTIGIAM O BLOG. EM 9 DE MAIO DE 2023, . NO DIA 10 DE FEVEREIRO DE 2024, A HISTÓRICA MARCA DE SEIS MILHÕES !!!! DIA 15 DE FEVEREIRO DE 2026, 7.000.001. NO DIA 18 DE JULHO DE 2026, ATINGEM 8.400.327
quinta-feira, 5 de julho de 2018
NOSSA BANDEIRA - POR SOLICITAÇÃO DE RICARDO NOGUEIRA VASCONCELLOS
Nossa bandeira
Bandeira da minha terra,
Bandeira das treze listas:
São treze lanças de guerra
Cercando o chão dos paulistas!
Bandeira das treze listas:
São treze lanças de guerra
Cercando o chão dos paulistas!
Prece alternada, responso
Entre a cor branca e a cor preta:
Velas de Martim Afonso,
Sotaina do Padre Anchieta!
Entre a cor branca e a cor preta:
Velas de Martim Afonso,
Sotaina do Padre Anchieta!
Bandeira de Bandeirantes,
Branca e rota de tal sorte,
Que entre os rasgões tremulantes,
Mostrou as sombras da morte.
Branca e rota de tal sorte,
Que entre os rasgões tremulantes,
Mostrou as sombras da morte.
Riscos negros sobre a prata:
São como o rastro sombrio,
Que na água deixara a chata
Das Monções subido o rio.
São como o rastro sombrio,
Que na água deixara a chata
Das Monções subido o rio.
Página branca-pautada
Por Deus numa hora suprema,
Para que, um dia, uma espada
Sobre ela escrevesse um poema:
Por Deus numa hora suprema,
Para que, um dia, uma espada
Sobre ela escrevesse um poema:
Poema do nosso orgulho
(Eu vibro quando me lembro)
Que vai de nove de julho
A vinte e oito de setembro!
(Eu vibro quando me lembro)
Que vai de nove de julho
A vinte e oito de setembro!
Mapa da pátria guerreira
Traçado pela vitória:
Cada lista é uma trincheira;
Cada trincheira é uma glória!
Traçado pela vitória:
Cada lista é uma trincheira;
Cada trincheira é uma glória!
Tiras retas, firmes: quando
O inimigo surge à frente,
São barras de aço guardando
Nossa terra e nossa gente.
O inimigo surge à frente,
São barras de aço guardando
Nossa terra e nossa gente.
São os dois rápidos brilhos
Do trem de ferro que passa:
Faixa negra dos seus trilhos
Faixa branca da fumaça.
Do trem de ferro que passa:
Faixa negra dos seus trilhos
Faixa branca da fumaça.
Fuligem das oficinas;
Cal que das cidades empoa;
Fumo negro das usinas
Estirado na garoa!
Cal que das cidades empoa;
Fumo negro das usinas
Estirado na garoa!
Linhas que avançam; há nelas,
Correndo num mesmo fito,
O impulso das paralelas
Que procuram o infinito.
Correndo num mesmo fito,
O impulso das paralelas
Que procuram o infinito.
Desfile de operários;
É o cafezal alinhado;
São filas de voluntários;
São sulcos do nosso arado!
É o cafezal alinhado;
São filas de voluntários;
São sulcos do nosso arado!
Bandeira que é o nosso espelho!
Bandeira que é a nossa pista!
Que traz, no topo vermelho,
O Coração do Paulista!
Bandeira que é a nossa pista!
Que traz, no topo vermelho,
O Coração do Paulista!
94º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DE 1924 (5 DE JULHO DE 1924)
EXTRAÍDO DE MEMÓRIAS DO VENTURA
94º Aniversário. da REVOLUÇÃO DE
1924. No dia 5 de julho de 1924 iniciava-se em SÃO PAULO um movimento
contestatório ao governo federal que deixaria o saldo de mais de 500 mortos,
cerca de 5 mil feridos, além de grandes prejuízos causados por tiroteios e
bombardeios. Durante os 23 dias de sua ocorrência, mais de 200 mil pessoas
saíram da cidade - entre elas CARLOS DE CAMPOS, o governador do Estado, e todo
seu secretariado -, o que representava mais de 1/3 da população da capital
paulista na época. A semente dessa insurreição na cidade de SÃO PAULO havia
sido plantada no RIO DE JANEIRO, exatamente dois anos antes, ou seja no dia 5
de julho de 1922. A reincidência do dia e mês não era acidental. A data da rebelião
em SÃO PAULO havia sido intencionalmente marcada para homenagear os 16 mortos
da REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA, ocorrida exatos dois anos antes. Para
compreender as razões que levaram destacamentos do Exército e da FORÇA PÚBLICA
a ocupar a então segunda maior cidade do País em 1924 é forçoso recuar ao
crítico ano de 1922 e aos antecedentes da crise militar desse ano. O historiador JOSÉ ALFREDO VIDIGAL PONTES,
escreveu o livro “1922: O BRASIL SE REVOLTA”.
Comandada pelo GENERAL ISIDORO DIAS LOPES e com a presença em SÃO
PAULO de destacados tenentes da revolta do FORTE DE COPACABANA, o movimento de
ocupação da cidade começou às 3 horas da madrugada, com os TENENTES EDUARDO
GOMES e JUAREZ TÁVORA assumindo o controle do 4º Batalhão de Cavalaria de
SANTANA. Quando o dia amanheceu, diversas posições estratégicas tinham sido
controladas pelos revolucionários, mas não todas as que estavam nos planos. No
alvorecer, as tropas leais ao governo conseguiram retomar algumas posições
perdidas, incluindo o quartel da FORÇA PÚBLICA na LUZ e o 4º Batalhão de
Cavalaria de SANTANA, onde os irmãos JOAQUIM e JUAREZ TÁVORA, além de outros
tenentes, ficaram detidos ao retornarem inadvertidamente.
Durante o dia os revoltosos conseguiram o controle das estações
ferroviárias da LUZ, SOROCABANA e do NORTE. Entretanto, ao aproximar-se a
noite, as tropas do governo ainda controlavam cinco pontos estratégicos na
região central, além de outros redutos no IPIRANGA, CAMBUCI, PENHA e
BELENZINHO. As posições no centro foram disputadas em combates sucessivos nos
dias seguintes. Os governos se defendiam no PALÁCIO DOS CAMPOS ELÍSEOS, no 4º
Batalhão da FORÇA PÚBLICA, na LUZ, na vizinha Estação Transformadora de
Eletricidade da LIGHT, no QUARTEL-GENERAL do EXÉRCITO, próximo ao TEATRO
MUNICIPAL, e o no prédio central do CORREIO. Lentamente, os revolucionários
conseguiram alguns avanços, enquanto as tropas legalistas se reorganizavam
preparando-se para um contra-ataque. O governo perdeu o controle do quartel da
FORÇA PÚBLICA, na LUZ, consolidando o domínio dos rebeldes na estação
ferroviária. No dia 8 de julho, CARLOS DE CAMPOS, presidente do Estado e leal
defensor de ARTUR BERNARDES, abandonou o PALÁCIO DOS CAMPOS ELÍSEOS e saiu da
cidade. Mesmo assim, ISIDORO chegou a cogitar na retirada, por vários e bons
motivos: encontrou mais resistência do que imaginara e o apoio de outras
unidades não ocorreu, além de saber que o governo faria uma contra-ofensiva
assim que recebesse reforços de fora. Mas, como até o dia 10 de julho os
insurretos conseguiam manter a ofensiva, a idéia da saída foi pelo menos
adiada.
Nesse período, o prefeito FIRMIANO MORAIS PINTO permaneceu na
cidade. Chamado para uma reunião com ISIDORO, tomou a palavra e disse,
corajosamente, segundo relato do historiador AURELIANO LEITE: - Senhor general:
como prefeito de SÃO PAULO, não reconheço nem acato o seu poder. Faço-o
responsável por tudo quanto a população de SÃO PAULO já sofreu e venha a sofrer
com a ação dos revoltosos. É preciso que Vossa Excelência seja humano para com
a cidade indefesa em suas mãos”. Ao que o general retrucou: - Senhor prefeito:
tome Vossa Excelência conta de sua cidade. Respeito e acato o poder legal de
que Vossa Excelência se acha investido. Retirando-se em seguida para a
prefeitura, FIRMIANO criou a GUARDA MUNICIPAL e a COMISSÃO DE ABASTECIMENTO,
que garantiram o fim das pilhagens e o fornecimento de alimentos para a
população. Mas a reação estava a caminho, assim como o aumento da perturbação
para os habitantes da cidade. No dia 11 de julho, a artilharia legalista
procurava atingir os pontos mais estratégicos em poder dos revolucionários:
PARAÍSO, VILA MARIANA, LIBERDADE, BRÁS, BELENZINHO, MOÓCA e até áreas centrais
como a Rua FLORÊNCIO DE ABREU sofreram pesado bombardeio. Ainda com o controle
da cidade, mas conscientes de que os reforços das forças federais iriam
aumentar, ISIDORO e o também rebelado comandante da FORÇA PÚBLICA, MIGUEL
COSTA, decidiram sair da cidade na madrugada do dia 27, em uma operação de
retirada exemplarmente bem organizada. De SÃO PAULO embarcaram para BAURU,
entroncamento ferroviário estratégico no centro do Estado. De lá se dirigiram a
MATO GROSSO, encontrando resistência e desviando-se para o PARANÁ, onde
renderam vilarejos e cidades, e por fim acamparam em CATANDUVA, à espera dos aliados
que vinham do RIO GRANDE DO SUL, liderados pelo CAPITÃO LUÍS CARLOS PRESTES. O
encontro das duas milícias se daria no dia 12 de abril de 1925, dando início à
célebre COLUNA MIGUEL COSTA-LUÍS CARLOS PRESTES, que percorreria boa parte do
território brasileiro nos dois anos seguintes, escapando ao cerco das tropas do
governo de ARTUR BERNARDES. Enquanto a ocupação em SÃO PAULO se desenrolava,
diversas insurreições ocorreram em locais não previstos pelos articuladores,
como em MATO GROSSO, no PARÁ, em SERGIPE e no AMAZONAS, a mais longa e radical
de todas, com um mês de duração. Apesar da retirada bem-sucedida, sem novos
combates, a revolução de 1924 deixou um saldo de mais de 500 mortos e 5 mil
feridos, além de grandes prejuízos em residências, lojas e fábricas. E cerca de
200 mil pessoas saíram da cidade de SÃO PAULO durante a sua ocorrência. Os
rebeldes choraram a morte de muitos companheiros, entre eles o TENENTE JOAQUIM
TÁVORA, irmão de JUAREZ, um dos grandes articuladores da revolução, atingido
mortalmente em combate pela posse de um quartel da FORÇA PÚBLICA. No dia 29 de
julho de 1924 (ele está enterrado no cemitério CHORA MENINO), JÚLIO MESQUITA
foi preso a mando de ARTUR BERNARDES e o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO proibido
de circular. Em seguida foi levado ao RIO DE JANEIRO por trem, acompanhado dos
dois filhos mais velhos, JÚLIO DE MESQUITA FILHO e FRANCISCO MESQUITA. O jornal
só voltaria a circular em 17 de agosto, mas sob censura. JÚLIO MESQUITA ficou
detido no HOSPITAL MILITAR da capital federal até meados de setembro, sem nunca
ter sido formulada uma acusação formal contra ele. Anos depois o jornal
ganharia uma ação judicial contra o governo federal ao contestar esta
arbitrariedade.
O HOTEL ESPLANADA ficava na Praça RAMOS DE AZEVEDO, 254, atrás do Teatro
Municipal. Na véspera da Revolução o luxuoso hotel sediou uma festa de arromba
promovida pelo Consulado dos ESTADOS UNIDOS. O GENERAL ABÍLIO NORONHA,
comandante das tropas estava presente. ABÍLIO foi preso no dia seguinte, ainda
vestido com trajes de gala. Hoje o prédio abriga a sede da Companhia Brasileira
de Alumínio. O Quartel-General da 2ª Região Militar ficava na Rua CONSELHEIRO
CRISPINIANO. Era comandado pelo GENERAL ABÍLIO NORONHA, líder das tropas leais
ao governo. De acordo com a professora ILKA STERN, autora de “BOMBAS SOBRE SÃO
PAULO – A REVOLUÇÃO DE 1924”, NORONHA foi solto depois de negociações entre os
dois lados. A antiga sede da Secretaria da Justiça e da Polícia ficava no PÁTIO
DO COLÉGIO. O bombardeio do local assustou CARLOS DE CAMPOS, que fugiu para o
interior com o seu gabinete. A região entre a Avenida SÃO JOÃO, Rua 7 DE ABRIL
e VALE DO ANHANGABAÚ ficou tomada por trincheiras. O Palácio dos CAMPOS ELÍSEOS
era localizado na Avenida RIO BRANCO 1269, sede do governo estadual na época.
Também foi intensamente bombardeado durante a revolução. Uma antiga usina
termoelétrica guarda até hoje em sua torre as marcas de tiros e bombardeios, na
Rua JOÃO TEODORO. Na Rua JAVARI, o antigo Cotonifício CRESPI, totalmente
destruído durante os bombardeios. Esse prédio foi reconstruído e hoje deu lugar
a um supermercado. O local do primeiro bombardeio foi o LICEU CORAÇÃO DE JESUS,
localizado no quadrilátero das alamedas DINO BUENO, NOTHMANN, GLETE e BARÃO DE
PIRACICABA.
No mês de junho de 2014, recebo do escritor CELSO LUIZ PINHO o
livro “SÃO PAULO - 1924”. Na capa consta uma frase de CARLOS DE CAMPOS,
Presidente de SÃO PAULO: “Aos revoltos, nada!...a granada será a resposta”. No
prólogo do livro: “Certas datas sintetizam indeléveis na vida dos povos...Às
vezes, de tão transcendentes, não carecem que lhes aponte o ano em que
ocorreram...”(HAMILTON LEAL, in 5 de julho A GRANDE LEGENDA, 1976).
Apesar do frio e da neblina cerrada daquela madrugada de 5 de
julho de 1924, alguns homens deixaram o sobrado localizado no número 27 da Rua
VAUTIER, bairro do PARI, em plena capital paulista.
O período vivido na clandestinidade havia ensinado-lhes que à
noite era bem menor o perigo de serem apanhados pela polícia governista, mas
prevendo qualquer eventualidade, enquanto caminhavam mantinham uma das mãos ao
alcance das armas que carregavam nos bolsos dos grossos sobretudos que vestiam.
Dois deles, JOAQUIM FERNANDES DO NASCIMENTO TÁVORA e EDUARDO
GOMES, desertores do Exército, tinham como destino o bairro de SANTANA, mais
precisamente o quartel do 4º Batalhão de Caçadores que, naquele momento, já
deveria estar em mãos de outros conspiradores.
As ações que visavam a derrubada do Presidente da República,
ARTHUR BERNARDES, estavam começando. Aos revoltosos, o caminho escolhido para a
derrubada era o da luta armada.
96º ANIVERSÁRIO DO LEVANTE DO FORTE DE COPACABANA (5 DE JULHO DE 1922)
Em 1923
transcorreram duas graves crises políticas estaduais, no RIO DE JANEIRO e no
RIO GRANDE DO SUL. O governo federal interferiu em ambas. A do RIO foi
resolvida mais rapidamente com a nomeação de um interventor. A do RIO GRANDE DO
SUL, entretanto, foi uma pequena guerra de guerrilhas, com assaltos de cargas
de cavalaria a cidades e fazendas. Iniciada em fins de janeiro, foi gradualmente
conquistando novos adeptos, chegando até a contar com uma unidade do Exército.
O entendimento só foi alcançado em outubro, quando o próprio ministro da GUERRA
foi ao SUL e conseguiu a cessação das hostilidades. BERNARDES fortalecia-se
progressivamente. Isso, porém, não inibia alguns militares insatisfeitos com o
governo de continuar preparando uma conspiração. O maior articulador desses
opositores era o general gaúcho ISIDORO DIAS LOPES, que percorreu a região SUL
e SUDESTE promovendo a idéia de um movimento revolucionário para derrubar o
governo. No final de 1923, um novo acontecimento engrossaria a relação de
simpatizantes de ISIDORO. No dia 26 de dezembro saiu a sentença do julgamento
dos envolvidos na revolta do FORTE DE COPACABANA, incriminando os articuladores
como responsáveis por um golpe de Estado. Isso significava uma punição mais
severa do que a esperada pelos rebeldes, que se defendiam argumentando que
lutavam apenas pelo afastamento de EPITÁCIO PESSOA da Presidência da República,
sem almejar o poder. Alguns dos condenados fugiram, entre eles os tenentes
EDUARDO GOMES, JOAQUIM TÁVORA e RICARDO HOLL. Um plano de levante militar nos
quartéis do RIO GRANDE DO SUL e do PARANÁ foi desarticulado, e seu mentor, o
TENENTE JOAQUIM BARATA, foi preso. Durante meses transcorreram tentativas de
entendimento sobre a definição do local e da data de uma grande insurreição.
Cogitou-se em organizar levantes no RIO GRANDE DO SUL, no PARANÁ e em SÃO
PAULO, até que, por diversas razões, decidiu-se pelo dia 5 de julho de 1924, em
SÃO PAULO – sobretudo pela situação estratégica da capital paulista, maior
centro industrial e com grande entroncamento ferroviário e rodoviário. A data
buscava homenagear aqueles que haviam tombado em COPACABANA e entusiasmar a
tropa com a mística dos 16 heróis mortos, uma idéia do TENENTE JOAQUIM TÁVORA,
um dos conspiradores de 1922. O intuito dos conspiradores era atrair a atenção
nacional, de modo a desencadear um processo progressivo de adesões por todo o
País, até que uma enorme pressão militar e política forçasse a renúncia de
BERNARDES.
50 ANOS DA MORTE D0 3º SARGENTO MARIO KOZEL FILHO EM ESPLÊNDIDA SOLENIDADE DO COMANDO MILITAR DO SUDESTE
Formatura dos Soldados do Exército Brasileiro homenageando o Sargento Mário Kozel Filho, morto no atentado terrorista a 50 anos.
Assistam e ouçam um pouquinho da nossa história narrada pelo Coronel Mario Ventura.
Comissão do Academico de Direito da OAB Santana presidida pelo Dr Sidnei Lobo Pedroso.
Júri Simulado do Caso MMDC-32 dia 17-08/2018 as 09:00 horas no TJSP.
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