SEGURANÇA PÚBLICA E POLÍCIA
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Prezados (as) Policiais Militares
O Brasil possui uma das piores “segurança pública” do mundo.
E, mais uma vez, “luminares” e “especialistas” em Segurança Pública que, na realidade, em Segurança Pública são leigos, se debruçam sobre o problema para, ao final, responsabilizar, como sempre, as Polícias Brasileiras pelo caos em que essa segurança pública se encontra, e acabam fazendo sempre as mesmas coisas para solucionar o problema.
E fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes é insanidade (Einstein).
Profissionais da área nunca são chamados (Policiais Militares e Policiais Civis), pois, por absoluta ignorância dos “luminares” e “especialistas” eles são considerados responsáveis pelo caos quando, na realidade, têm a solução.
O Brasil é o país mais violento do mundo e isso não é culpa da polícia; é das famílias; da sociedade.
A família é a célula mater da sociedade. Famílias doentes geram sociedade doente, e não há polícia, no mundo, que cure uma sociedade doente.
A Polícia Brasileira não trabalha com as causas da violência e da criminalidade, mas com suas consequências, isto é: “enxuga o chão com as torneiras abertas”.
Nenhuma criança nasce violenta ou criminosa; é o meio em que vive e a forma como é tratada que a transforma.
Toda criança que sofrer violência, ou presenciar violência, se no futuro tiver estímulos será uma profissional da violência.
E onde é que a criança sofre violência e/ou presencia violência?
Na quase totalidade das vezes dentro dos próprios lares.
Provocadas por quem?
Na quase totalidade das vezes pelos próprios pais.
Assim podemos afirmar que parte dos lares brasileiros se tornou fábricas de violentos; e parte dos pais se tornou artífices da violência.
Os casais brasileiros são os que mais brigam no mundo.
A criança brasileira é a que mais apanha no mundo.
A criança brasileira é a mais estressada do mundo.
E o Brasil é o país mais violento do mundo.
Uma simples constatação de causas e efeitos.
E esses mesmos pais, geradores da violência, vivem a criticar as polícias como se a responsabilidade fosse delas quando, na realidade, é deles, pois segurança pública é muito mais problema social educacional do que policial penal; só se torna policial penal quando o social educacional falha.
Portanto, “a Polícia não é a Segurança Pública”, mas, como muitíssimos outros setores, integra a Segurança Pública.
E “a Segurança Pública não é a Polícia”, mas, como muitíssimos outros setores, também é por ela integrada.
Com a finalidade de somar ao trabalho de vocês e podermos, juntos, mostrar à Sociedade Brasileira que é Segurança Pública e Polícia encaminho, anexo, matéria relacionada ao assunto, por mim desenvolvida, a qual tem tido total aprovação em âmbito nacional e internacional, inclusive em palestras por mim ministradas para setores especializados, incluindo faculdades, universidades, e outros.
Solicito repassá-la aos seus contatos e não contatos; também por meio das suas redes sociais; também para políticos; magistrados; promotores de justiça; procuradores de justiça; ouvidores de polícia; defensores públicos; diretores, professores e educadores; faculdades e universidades; órgãos de divulgação, incluindo TV; para órgãos, organizações e institutos que se relacionam com o problema; para integrantes das Forças Armadas; para integrantes de todos os segmentos da sociedade; e outros.
Assumo toda a responsabilidade pelo seu conteúdo.
Chega de sermos responsabilizados por algo que não temos culpa.
Chega de passividade da nossa parte; temos que mostrar, a todos os segmentos da sociedade, que é segurança pública e polícia.
Chega de demagogia.
Chega de sermos vítimas e sermos apresentados como culpados.
Chega de não sermos reconhecidos no nosso trabalho.
Chega de sermos apenas criticados.
Quem quiser saber a extraordinária importância que a Polícia tem para com a sociedade brasileira a tire das ruas por 24 horas e vejam as consequências.
É um desafio que faço!
Abração para todos (as).
Giraldi – Cel PM
Autor do “Método Giraldi”® cuja finalidade é ensinar o policial a usar sua arma de fogo de forma correta e assim voltar, íntegro, ao seio da sua Família após uma jornada de trabalho, e não para o necrotério, para uma cadeira de rodas ou para a prisão.
Sua Família o espera!
Se você ainda não aprendeu o “Método Giraldi”® aprenda-o, pois sua vida e sua liberdade dependem desse aprendizado.
Minhas especialidades:
“Formação da personalidade e suas consequências”. “Amor”. “Educação”. “Orientação aos Jovens”. “Investimentos Sociais e Educacionais”. “Educação Sexual”. “Violência: Causas, Estímulos, Soluções, Medidas Preventivas”. "Drogas, Dependência e Codependência Química". "Segurança Pública e Polícia". “O Policial Militar e Sua Segurança Pessoal”. “Gerenciamento de Crises". “Negociação". "Uso Progressivo da Força". "Polícia Comunitária". “Direitos Humanos”. “Dire itos Humanos do Policial”. “Investimento e Valorização do Capital Humano do Policial". “Relacionamento Familiar e Humano”. “Harmonia Conjugal”. “Qualidade de Vida”. “Treinamento Autógeno”. Autor do "Método Giraldi"®. “Diferença, Treinamento, Armamento e Finalidade das Forças Armadas (“Força de Guerra”); da Polícia (“Força de Paz”); da Justiça (“Força de Justiça”); do Tiro esportivo de competição (“Força de Competição”). “Armas de fogo para todas as finalidades”. “Armamento Material e Tiro”. “Competições esportivas de Tiro” nas quais já obtive 45 títulos brasileiros. E outras. Também das “Neurociências relacionadas e aplicadas a todas essas & aacut e;reas”;
Atuo como professor, Assessor, Consultor e Palestrante nacional e internacional dessas áreas;
E todo o meu trabalho é gratuito;
PS: Não se esqueçam do anexo.
“SEGURANÇA PÚBLICA E POLÍCIA”®
Autor:- Nilson Giraldi
Introdução:
No ano 1, quando Jesus nasceu, a população do nosso planeta
está calculada em 300 milhões de habitantes (mais ou menos a população dos
Estados Unidos hoje). Para dobrar e chegar aos 600 milhões demorou 1.600 anos,
isto é, só no ano de 1.600 a Terra atingiu os 600 milhões de habitantes. Em
1960 atingiu 3 bilhões de habitantes. Para dobrar e chegar aos 6 bilhões
demorou apenas 39 anos, portanto, em 1999 a Terra já estava com 6 bilhões de habitantes.
Agravante: Países pobres como o Brasil dobraram sua população em 30 anos.
Agravante: A mulher analfabeta brasileira tem em média sete filhos; a instruída
em média 1,3. Agravante: A Terra já está com aproximadamente 8 bilhões de
habitantes quando, de acordo com cientistas, não tem condições de abrigar, em
situação satisfatória, mais de 1 (um) bilhão. Se todo o planeta consumisse o
que consome a classe média baixa brasileira seriam necessários três planetas
Terra produzindo. Já são em torno de 2 bilhões de famintos. E a população do Planeta,
como um todo, continuará aumentando; possivelmente até o ano de 2.050 quando se
estabilizará já numa situação caótica e mais complicada ainda, principalmente porque
até lá a população dos países mais pobres continuará crescendo enquanto as
outras se estabilizarão bem antes, ou já estão estabilizadas, e até
retrocedendo, sem falar que grande parte será uma população de idosos sem
condições para o trabalho, e com os recursos naturais do Planeta exauridos.
Analisem bem esses dados e tirem suas conclusões.
Obrigado
Giraldi
Segurança
Pública e Polícia:
Sem saber que é Segurança Pública é impossível entendê-la,
estudá-la, discuti-la, organizá-la, aperfeiçoá-la e fortalecê-la.
Afinal, que é Segurança Pública?
Segurança Pública é tudo aquilo que o Estado faz ou manda
fazer para dar segurança ao cidadão. Que está direcionado para a
segurança do cidadão. Ex.:- Manutenção
dos criminosos perigosos encarcerados; iluminação pública; sinalização de ruas,
avenidas e estradas; transformação de bairros problemáticos em bairros
educadores, perícia forense, ministério público, punidade, etc. Nada disso, e
de muito mais, não é problema de polícia, mas é Segurança Pública.
E Segurança Pública não é só questão “policial penal”
como os leigos julgam ser; é, na sua quase totalidade, questão “social
educacional”; também “policial penal”, mas em escala reduzida. Portanto,
segurança Pública é muito mais problema “social educacional” do que “policial
penal”; só se torna “policial penal” quando o “social educacional” falha,
inclusive, em vários estados, não mais é usado o termo “secretaria de segurança
pública”, mas “secretaria de defesa social”; e a própria Lei reconhece isso,
pois quando um criminoso é condenado a pena tem como finalidade puni-lo, mas também
ressocializá-lo; uma vez ressocializado não se tornará mais um problema
“policial penal”.
E Segurança Pública é problema da União, dos Estados,
dos Municípios, da Sociedade, das Pessoas.
E Segurança Pública não é política de governo; é
política de Estado.
Caso Segurança Pública fosse apenas problema de
polícia, como afirmam os leigos, então poderíamos fechar os Tribunais; não
condenar os criminosos; acabar com os presídios; jogar os códigos penais e
processuais fora; não investir no social e na educação; não iluminar as ruas; não
manter os criminosos perigosos encarcerados; acabar com o Ministério Público; etc.,
pois nada disso teria como objetivo e finalidade dar segurança ao cidadão,
portanto, não seria segurança pública. No entanto, como tantas outras coisas, também
fazem parte da Segurança Pública; como a polícia, também integram a Segurança
Pública.
Portanto, segurança pública não é “a polícia”, e a
“polícia” não é a segurança púbica, mas como muitos outros setores está na
segurança pública integrada e inserida formando um só bloco para dar segurança
à população.
Pelo fato de tratarem de forma errada a Segurança Pública
do nosso País “achando” que só a polícia é responsável por ela, temos a
seguinte consequência: Excluindo Honduras e Venezuela, que são países pequenos,
o Brasil passa a ser o país mais violento do mundo. Tem em torno de 30
assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas por ano, enquanto a média do
mundo não chega a 5; e, com relação aos policiais brasileiros esse número é
nove vezes maior, isto é, são em torno de 270 policiais assassinados, por ano,
para cada grupo de 100 mil deles.
Portanto, não só os integrantes da sociedade, como também
os integrantes das polícias brasileiras, e estes em muito maior proporção, são
vítimas fatais dessa violência fora os que vão terminar seus dias numa cadeira
de rodas ou amparados por um par de muletas também vítimas desses mesmos
agressores; só a Polícia Militar do Estado de São Paulo tem mais de 3.000
policiais nessa situação, além de outras sequelas gravíssimas, principalmente psicológicas
e psiquiátricas. Isso não ocorre em nenhuma outra parte do Planeta.
Policiais de países de primeiro mundo que tomam
contato com essa violência afirmam que “não
teriam condições de trabalhar aqui e que não sabem como o policial brasileiro o
consegue”. Ser policial em país de primeiro mundo é fácil.
E a tendência dessa violência, como um todo, é piorar,
caso se insista em tratar a Segurança Pública da mesma forma como tem sido feito
até agora, isto é, sempre da mesma forma esperando obter resultados diferentes.
“Fazer sempre a mesma coisa esperando
obter resultados diferentes é insanidade” (Albert Eistein).
É muito cômodo dar à “Polícia”, em especial à “Polícia
Militar”, a condição de única responsável pela Segurança Pública como se
ninguém mais por ela tivesse responsabilidade. Isso é injusto! Ilógico! Não
está correto! É desconhecer a realidade!
Na realidade Segurança Pública é uma corrente com mais
de 60 elos, todos transversalizados e dependentes uns dos outros; cada um com
suas missões; responsabilidades compartilhadas. E é bom lembrar que “nenhuma corrente é mais forte que seu elo
mais fraco”.
A polícia é apenas um elo dessa corrente.
Cada elo que não funciona sobrecarrega o da polícia,
em especial o da Polícia Militar. A polícia, sozinha, não vai a lugar algum.
E porque a polícia, principalmente a militar, é tão
cobrada como se fosse a única responsável pela Segurança Pública?
Porque é o único elo que trabalha no meio do povo,
visto pelo povo, 24h por dia, todos os dias do ano, faça sol, chuva, frio, calor,
e em todas as situações de intempéries e circunstâncias adversas, à qual 100% desse
povo têm acesso, inclusive em domicílio. Para ter uma idéia da sua importância
suponham tirar a Polícia Militar das ruas por 24 horas e calculem quais seriam
as consequências.
Lembramos ainda que, de acordo com a Organização
Mundial de Saúde (OMS), a profissão policial é a segunda mais perigosa do mundo
e, no Brasil, a mais perigosa.
E essa sobrecarga que se dá à Polícia Militar faz com
que seus integrantes (e ela própria) vivam estressados e no limite; e ainda
deles se exigindo a perfeição, e que nunca falhem, como se a falha não fosse
própria do ser humano e está presente em todas as profissões (“Na vida só não falhou quem nunca viveu”;
“VIDA = RISCO”). Não confundir “falha” com “erro”; “falha” é involuntária,
“erro é voluntário”.
Para entender melhor que é “Segurança Pública” e “Polícia”
basta imaginar um time de futebol:- “O time da Segurança Pública”. Os jogadores
são os elos que compõe a Segurança Pública, cada um com suas missões e,
conforme foi retro explicado, todos transversalizados e dependentes uns dos
outros; responsabilidades compartilhadas.
E qual a posição que a polícia ocupa nesse time?
É o goleiro, a última barreira.
Pode um time jogar só com o goleiro? Pode uma corrente
ter um só elo?
Isto é, pode a polícia atuar sozinha?
No entanto é mais fácil, simples, prático,
“politicamente correto” responsabilizar um só elo ou apenas o goleiro (polícia)
pela Segurança Pública que toda a corrente e/ou os outros jogadores. Conforme
já foi retro afirmado isso não está correto. É injusto!
E quais seriam os
outros jogadores (elos) da Segurança Pública?
Muitos; citaremos
apenas alguns, como:-
“Combate às causas da
violência e da criminalidade” (a polícia não atua nessas causas, mas nas suas consequências,
portanto, enxuga o chão com as torneiras abertas. E quais são as causas da
violência? De acordo com as neurociências “toda
criança que sofrer violência, ou presenciar violência, se no futuro tiver estímulos
será uma profissional da violência. E onde isso ocorre? Na quase totalidade
das vezes dentro dos próprios lares. Provocada por quem? Na quase totalidade
das vezes pelos próprios pais. Assim, parte dos lares brasileiros se tornou
fábricas de violentos; parte dos pais artífices dessa violência; e ainda
reclamam dela. Nenhuma criança nasce violenta ou criminosa, é o meio em que
vive e a forma como é tratada que a transforma. E quais seriam as “vacinas”
para evitar tamanha tragédia? Amor e educação para com as crianças! Como se
ama? Como se educa? Essas respostas estão em outro trabalho nosso; também com
base nas ciências e nas neurociências).
“Justiça em todos os
sentidos” (justiça trás paz; injustiça trás revolta e violência).
“Investimentos sociais
e educacionais” (sem esses investimentos jamais haverá uma boa segurança
pública. Conforme foi retro afirmado segurança pública é muito mais problema “social
educacional” do que “policial penal”; só se torna “policial penal” quando o
“social educacional” falha).
“Investimento na
polícia” (quem exige tem que dar os meios. A Polícia Brasileira tem o que
necessita para melhor servir e proteger a sociedade? Não! Ver o que falta à
Polícia Brasileira, em especial à militar, para melhor servir e proteger a
sociedade, ao final desta matéria).
“Famílias e lares
sólidos” (a família é a célula mater da sociedade. Sociedade, ou parte dela,
doente é conseqüência de famílias doentes, e nenhuma polícia do mundo consegue
curar uma sociedade doente (ou parte dela). A maior alegria de um filho é ver
seus pais se amando; a maior tristeza de um filho é ver seus pais brigando. Os
casais brasileiros são os que mais brigam no mundo; a criança brasileira é a
que mais apanha no mundo; a criança brasileira é a mais estressada do mundo; e o
Brasil é o país mais violento do mundo. Uma simples constatação de causas e
efeitos, pois essas circunstâncias desenvolverão, nessas crianças, condições
férteis para a violência e a criminalidade).
“A escola como complemento à educação do lar”
(raramente ocorre).
“Espiritualidade” (quem
tem Deus no seu coração segura seus ímpetos de violência e criminalidade.
Quando Deus está presente em todos os atos da vida de uma pessoa o crime e a
violência desaparecem. “Espiritualidade” é ter Deus em tudo que pensa, fala e
faz).
“Irresponsabilidade de pais”
(pais existem, em grande quantidade, que não fazem a sua parte relacionada à
Segurança Pública, mas exigem que outros o façam. Não têm tempo para seus
filhos; Não amam seus filhos através da palavra, do tato e do olhar. não educam
seus filhos (“educar é ensinar para a
vida”); não participam da vida dos seus filhos; não lhes impõe regras e
limites com objetividade; não conversam com os filhos; não se divertem com os
filhos; não são modelo, exemplo e referência para seus filhos; não oram com
seus filhos; não trabalham a autoestima dos seus filhos; não respeitam seus
filhos; muitas vezes espancam seus filhos; gritam com seus filhos; impõe-lhes
castigos físicos e psicológicos; educa-os através do medo e da ameaça quando
filho tem que ter respeito pelos pais e não medo, acabando por lhes desenvolver
personalidade deturpada, dificuldade de raciocínio harmonioso e lógico, e visão
deformada do mundo que poderão levá-lo ao crime, à violência e às drogas.
Portanto, esses pais são artífices da violência e do crime; são coautores da
violência e do crime).
“Participação das prefeituras”
(levando, principalmente à periferia, que normalmente é marginalizada,
saneamento básico, água, energia elétrica, esgoto, calçada, guia, sarjeta,
asfalto, iluminação pública, esporte, cultura, lazer, educação, e outras
necessidades, a fim de dar autoestima à população. A falta de autoestima é um
dos fatores que desencadeia a violência e a criminalidade. Não fornecer alvará
para locais geradores de violência, etc.).
“Transformação de
bairros problemáticos em Bairros Educadores” (onde todos os esforços públicos e
privados são unificados para promover o capital humano dos moradores desses
bairros).
“Desemprego” (provocando desespero de muitos
que acabam partindo para a criminalidade e a violência).
“Políticas públicas em
benefício dos jovens ociosos, principalmente nas periferias” (ociosidade é
estímulo ao crime e à violência; “cabeça
vazia é oficina do Diabo”).
“Falta de políticas públicas, em harmonia com
a sociedade, para tirar os menores das ruas” (infelizmente, os menores que
vemos hoje nas ruas, maltrapilhos, “abandonados”, pedindo dinheiro, muitas
vezes já usando drogas, serão os criminosos de amanhã. Essa é uma realidade
muito triste, mas, no entanto, facilmente solucionável pelos poderes públicos
em harmonia com a sociedade que, também, infelizmente, na maioria das vezes,
fecha os olhos como se nada tivesse com o problema. Cidades que tiraram seus
menores das ruas dando-lhes condições de vida digna e educação tornaram-se as
cidades com o menor índice de violência e criminalidade do nosso País).
“Crises econômicas” (a
violência e a criminalidade acompanham as crises econômicas, no mesmo sentido).
“Exclusão social” (estímulo para que muitos
partam para o crime e a violência como uma forma de se vingar dessa situação).
“Ausência de autoestima” (quem não tem
autoestima não estima ninguém; é uma das causas da violência e da criminalidade).
“Álcool” (álcool e violência caminham de mãos
dadas. 22% da população brasileira bebem álcool em excesso, isto é, são
alcoólatras).
“Leis Penais e
Processuais” (sem leis à altura das suas necessidades a Polícia e a Justiça não
terão sustentação do seu trabalho; não haverá segurança pública à altura das
necessidades da sociedade. Nossos códigos penais e processuais são da década de
1940; estão desatualizados).
“Impunidade” (a impunidade é o maior incentivo
à violência e à criminalidade. No nosso País só 1% dos autores de homicídios,
roubos e estupros cumpre pena. “Manter os
lobos soltos é penalizar as ovelhas”).
“Certeza do cumprimento da pena por parte do
condenado” (isso não ocorre; e é um grande estímulo ao crime e à violência. O
criminoso sabe que “se for condenado” (após muitos anos de processo) irá
cumprir apenas uma parte (e pequena) da pena a qual “poderá” ser condenado).
“Reincidência criminal” (a do Brasil é a mais alta do
mundo, pois a impunidade estimula a repetição do crime, e a repetição do crime gera
experiência que, por sua vez, condiciona o criminoso a continuar a praticá-lo tornando-se
um ciclo vicioso do qual o mesmo não mais terá interesse de abandonar).
“Sistema criminal” (o nosso é
velho, ultrapassado, anacrônico; não funciona).
“Sistema prisional” (também
é velho, ultrapassado, anacrônico; não funciona).
“Ressocialização do
condenado” (dificilmente ocorre; normalmente o condenado sai da prisão pior do
que entrou).
“Vagas carcerárias
necessárias” (não existem. O déficit de vagas carcerárias, no País, chega a 60%.
“Manter os lobos soltos é penalizar as
ovelhas”).
“Presídios, inclusive federais,
em número suficiente” (não há; isso leva a que a maioria dos nossos presídios
se transformou em depósitos de encarcerados).
“Presídios femininos em
número suficiente” (não há).
“Celulares no interior
dos presídios” (facilitando encarcerados comandar o crime e a violência do lado
de fora).
“Concessão de indulto” (medida
justa, mas por falhas das leis também é concedido a quem não o merece, fazendo
com que beneficiados já saiam cometendo novos crimes)
“Saída provisória” (medida
justa, mas por falhas das leis também é concedida a quem não a merece. Parte
dos beneficiados sai e comete novos crimes. Portanto, concedida de forma
incorreta colabora para a insegurança do cidadão. Boa parte dos beneficiados
nem volta para as prisões).
“Regime semiaberto” (medida
justa, mas por falhas das leis tambem é concedido a quem não o merece, fazendo
com que parte dos beneficiados já saia cometendo novos crimes. Boa parte dos
beneficiados não regressa às prisões, e parte para novos crimes)
“Liberdade condicional” (medida justa, mas por
falhas das leis tambem é concedida a quem não a merece, fazendo com que muitos já
saiam cometendo novos crimes)
“Progressão da pena” (medida justa, mas por
falhas das leis tambem é concedida a quem não a merece, provocando sua
concessão a criminosos que, mal de veem livres, voltam a cometer novos crimes.
Raramente o criminoso cumpre mais de 1/6 da pena à qual foi condenado e é posto
em liberdade).
“Idade entre 14 e 24 anos” (é o período em que
a violência e a criminalidade se apresentam com maior intensidade. É a idade da
odisséia. É aqui que o Estado, a sociedade, e as pessoas têm que concentrar ainda
mais sua atenção. Quanto mais velha uma população menos violência existe nela).
“Sociedade consumista, materialista
e competitivista” (boa parte das pessoas vive numa sociedade consumista, materialista,
exibicionista e competitivista onde Deus foi substituído por dinheiro e bens
materiais e, para atingir seus objetivos, essa parte da sociedade não mede as
formas de fazê-lo, e as conseqüências dos seus atos, advindo, daí, o crime e a
violência. A “necessidade” de consumo de jovens, por exemplo, faz com que
cheguem a matar para conseguir um simples tênis de grife, ou algo parecido. Não
é proibido ter dinheiro e bens materiais, mas Deus vem antes).
“Consumo de drogas –
Dependência química” (alimentando o tráfico, o crime e a violência. Se não
houvesse consumistas não haveria traficantes. As drogas estão acabando com
parte da nossa mocidade; com parte das famílias brasileiras; com os pais dos
adictos, pois se tornam codependentes dos filhos. Dependência química não tem
cura, mas tem controle, como a pressão alta, o diabetes, etc. O dependente
químico, através das drogas, perde os sentimentos, isola-se, torna-se
agressivo, muda totalmente seu comportamento, desaprende a viver e, quando não
tem dinheiro para comprar drogas furta-o, rouba-o, inclusive dos próprios pais;
vende o que encontrar pela frente. No entanto, devemos ajudar o dependente
químico na sua recuperação e não afundá-lo ainda mais para as drogas. Nenhuma
família consegue recuperar um dependente químico seu; para isso o melhor
caminho é a internação, por no mínimo seis meses. Infelizmente, no nosso País
não há campanhas públicas sistemáticas, constantes, objetivas, e por todos os
meios de divulgação, contra as drogas, pois a prevenção é o melhor remédio).
“Prevenção” (é preciso
reforçar o lado da prevenção; a começar de dentro dos lares).
“Perícia forense” (principal
fonte de prova para qualquer condenação. Sem ela as provas contra os acusados
se tornam frágeis. É, por exemplo, o mecanismo mais perfeito para apurar crimes
de tortura. No entanto ela é incipiente em quase todos os Estados Brasileiros.
Não possui materiais e tecnologia de ponta. Faltam peritos. Falta investimento
e equipamentos de ponta para a demanda existente. Precisa ser moderna. Não é
constitucionalizada. Não existe lei federal que a norteie. É heterogênea em
todo o Brasil. Em virtude disso órgãos estranhos a tem contaminado de forma
sistemática).
“Criminalística e
medicina legal” (sem elas as provas contra o acusado também se tornam frágeis.
Necessita estar á altura das necessidades da Justiça).
“Ministério Público” (é
ele quem dá vida às Leis; sem ele o trabalho da polícia não avança; a Justiça
não é aplicada; o criminoso não é condenado. Infelizmente o número de
Promotores de Justiça está muito aquém das necessidades da sociedade).
“Número suficiente de magistrados”
(a média do mundo é de 1 magistrado para cada 8.000 pessoas; no Brasil a média
é de 1 para 28.000 pessoas. Milhões de processos estão mofando nas prateleiras
dos tribunais brasileiros enquanto os criminosos que lhes deram origem
continuam soltos, cometendo novos crimes, e aguardando julgamentos que
demorarão anos para serem realizados, se é que serão, e outros tantos para as
sentenças transitarem em julgado).
“Juiz da infância e da
juventude em número suficiente” (não há).
“Excesso de recursos” (tudo
vai parar no STF saturando seus ministros e a Justiça).
“Pesquisa e gestão
sobre Segurança Pública” (praticamente não existe. Essa pesquisa é
imprescindível para nortear, aperfeiçoar, dar rumos à Segurança Pública).
“Diagnósticos
importantes” (Segurança Pública tem que ser tratada como questão “social
educacional” e não “policial penal”. Com base nos diagnósticos é que se aplicam
medicamentos, isto é, diagnosticado o lado doente da Segurança Pública
verifica-se que é necessário para curá-lo).
“Inclusão da Segurança
Pública na área de conhecimento e pesquisa” (tem que ser transdisciplinar,
transversalizada, e não isoladas. Sem isso é impossível tratar de forma correta
a Segurança Pública).
“Colaboração da
sociedade para com as instituições policiais” (sem essa colaboração, incluindo
denúncias, a polícia terá dificuldades em fazer a sua parte).
“Políticas agrárias,
habitacionais e trabalhistas” (se não forem corretas provocarão violência, criminalidade,
e a insegurança do cidadão).
“Descuido das pessoas”
(atraindo a violência e a criminalidade contra si).
“Fiscalização rigorosa,
por parte dos órgãos federais, das fronteiras, portos e aeroportos, a fim de
evitar a entrada de drogas e armas no país” (polícias estaduais não atuam
nessas áreas, mas acabam sendo vítimas, como toda a sociedade, da fragilidade
dessa fiscalização. Sem drogas não haveria as organizações criminosas que
infestam o País, e o número de armas nas mãos dos criminosos seria
drasticamente reduzido).
“Personalidade perversa, por parte de criminosos,
causando insegurança aos cidadãos de bem” (“personalidade perversa” é provocada
pelos traumas recebidos pela criança, principalmente dos pais, quando da
formação da sua personalidade, cuja parte principal se estende até 0s 6 ou 7
anos de idade. Nenhuma criança nasce violenta ou criminosa, é o meio em que
vive e a forma como é tratada que a transforma. Como já foi retro afirmado, boa
parte dos lares brasileiros se transformou em indústria da violência; boa parte
dos pais seus artífices. É necessário dar amor e educação às crianças; investir
no social e na educação para que isso seja evitado).
“Prepotência dos que
tem contra os que não têm” (gerando violência dos que não têm contra os
prepotentes).
“Humilhação” (gerando
vingança de quem é humilhado).
“Ostentação” (provocando
a revolta dos que não têm).
E muitos outros
“jogadores” todos fazendo parte do “time da Segurança Pública”; assim como a
polícia (o goleiro) o faz.
Quais desses setores (elos)
retro citados são da responsabilidade da polícia?
Cada jogador que não
cumpre suas obrigações sobrecarrega o goleiro (a polícia).
O goleiro (a polícia)
sozinho não vai a lugar algum.
Se a sociedade pudesse
ver, com clareza, os outros jogadores do time da Segurança Pública em atividade,
como vê a polícia, ficaria, em grande parte, decepcionada com as atuações de
muitos desses jogadores, e passaria a cobrar mais, exigir mais deles, e não
apenas do goleiro (da polícia) como o faz atualmente.
Por falta desses conhecimentos a quase totalidade das
pessoas deseja policiais por todas as partes; transformar o País num Estado Policial.
Ledo engano. Polícia não constroi uma boa sociedade; o
que constroi uma boa sociedade são as famílias sólidas, investimentos sociais e
educacionais. Todos os jogadores que compõe o time da Segurança Pública atuando
de forma efetiva, transversalizada, integrada, e dependentes uns dos outros;
cada um cumprindo com suas missões; responsabilidades compartilhadas, entre
eles o goleiro (a polícia).
E uma boa Segurança Pública não se obtém da noite para
o dia, mas através de muitos anos de esforço e dedicação por parte do Estado
(Nação, Estados, Prefeituras), da Sociedade e das Pessoas.
Por falta de um bom time (de uma boa segurança
pública) a população, desesperada, tem partido para a via rápida:- Em torno de
70% dos seus integrantes querem que o policial mate os criminosos (desde que
não sejam membros da sua família); em torno de 50% querem que o policial
pratique tortura contra pessoas suspeitas (desde que não sejam parentes seus);
e esses estímulos são um perigo para o policial que se deixa contaminar. Na
hora do seu julgamento o policial estará sentado, sozinho, no banco dos réus, e
aqueles que o estimulou a matar e praticar tortura estarão em casa tranqüilos
tomando uma cervejinha e se divertindo; nem testemunha sua aceitarão ser.
Essa parte da sociedade precisa parar com esses
estímulos, e também assumir suas responsabilidades.
Solução para
a Segurança Púbica Brasileira: Que
cada um dos “jogadores” retro mencionados, e outros que também estão jogando,
mas não foram mencionados, façam a sua parte. Deixar apenas o “goleiro” (a
polícia) como único responsável pelo time (pela segurança pública) é, no
mínimo, um absurdo; um tremendo desconhecimento da realidade; uma forma vil e
ultrajante de desmoralizar uma classe que, embora não seja perfeita, como todas
as outras também não o são; que vai além dos seus limites; que não tem o que
necessita, a partir de leis que garantam seu trabalho para servir e proteger a
sociedade; que tem em torno de 270 integrantes seu, para cada grupo de cem mil,
assassinados por ano, quando em defesa da sociedade, quando o da sociedade,
como um todo, é de em torno de 30; merece um pouco mais de consideração e
respeito por parte de quem assim não a vê.
E
o que falta à Polícia Brasileira, em especial à Polícia Militar Brasileira,
para melhor servir e proteger a sociedade e seus próprios integrantes? (Obs.:- O
termo “polícia militar” aqui usado é genérico).
“Que cada elo (cada jogador) faça a sua parte”.
“Falta efetivo” (nenhuma polícia
militar brasileira tem o efetivo necessário. Especialistas internacionais recomendam
1 policial na atividade fim para cada 250 habitantes em sociedades violentas
como a do Brasil. Nova York tida como
modelo e exemplo para o mundo, cuja violência está muito aquém da brasileira,
tem 1 policial para cada 180 habitantes. O Brasil, como média, tem em torno de 1
para cada 600 habitantes. Na atividade fim não se somam os policiais que estão
de férias e licença prêmio (em torno de
12% do efetivo total), os empregados na administração, os afastados por
problemas de saúde, os que estão freqüentando cursos, os que exercem funções
estranhas à sua instituição policial, os do quadro de saúde, os que estão de
gala, nojo, e licença maternidade, bombeiros, os que estão fazendo escoltas, os
que estão depondo nos tribunais, etc. E o efetivo disponível tem de ser
distribuído pelas 24 horas do dia; 365 dias por ano).
“Faltam leis que deem sustentação ao
seu trabalho” (e não só ao trabalho das polícias militares, como das outras
polícias, e da Justiça).
“Faltam materiais e tecnologia de
ponta” (sem essas ferramentas a polícia militar ficará tolhida para cumprir com
suas obrigações. “Quem exige tem que dar os meios”).
“Salário digno para os policiais” (a
fim de evitar seu desespero e da sua família que irá, certamente, influir na
sua atuação com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprio. A
função policial é a mais complexa, difícil, perigosa, estressante e mal
compreendida do mundo; o salário do policial tem que estar à altura da função que
exerce).
“Investir e valorizar o policial; dar
autoestima ao policial” (é preciso investir e valorizar o policial; dar
autoestima ao policial. Do policial tudo se exige quase nada se dá. Reconhecer
seu bom trabalho. Não generalizar falhas individuais como sendo coletivas. Qual
categoria não as comete? “Na vida só não
falhou quem nunca viveu”. “VIDA =
RISCO”. Acrescentar a matéria “Investimento e Valorização do Capital Humano
do Policial” em todos os currículos de formação, e aperfeiçoamento e
manutenção; ela tem como finalidade ensinar o policial militar a estar de bem
com a vida; a ter amor pela vida, a ter paz e, assim, prestar um melhor serviço
à sociedade e a si próprio. Totalmente baseada nas ciências e nas neurociências
essa matéria tem 100% de aprovação, com louvor, por parte dos policiais; sempre
com aplausos finais em pé).
“Investir, profissionalmente, no policial
que está na ponta da linha” (é através do policial que está na ponta da linha
que a sociedade julga a instituição policial a qual pertence, e não pelo que
ela tem ou executa na retaguarda. Não adianta ter professores doutores, Ph.Ds,
na retaguarda, muitas vezes cheios de condecorações e medalhas, se na “ponta da
linha” não houver policiais competentes, eficientes e profissionais).
“Que as polícias militares cumpram
apenas suas obrigações constitucionais” (em média 60% dos seus atendimentos não
são da sua obrigação, mas de outros “jogadores”).
“Falta doutrina” (a existência de
doutrina fortalece a polícia militar; a inexistência enfraquece).
“Mostrar à sociedade quem é a
polícia militar” (a sociedade não conhece a polícia militar, por culpa da
própria polícia militar; e esse é um dos motivos pelos quais parte da sociedade
não tem simpatia pela polícia militar. A polícia militar é uma empresa de
prestação de serviços; seus clientes são os integrantes da sociedade, e esses
clientes devem ser chamados para dentro dessa empresa para ver como ela
funciona e se prepara para servi-los e protegê-los. Não é com divulgação de
frases de efeito e dados que se consegue isso. Tem que colocar formadores de
opinião, e segmentos representativos da sociedade, no “olho do furacão”,
inclusive participando de instrução junto com os policiais militares, de preferência
das que colocam a vida em risco e podem provocar tragédias).
“Mostrar à
sociedade quem é o policial militar” (que o policial militar antes de ser
policial é um ser humano. Ser humano que chora, ri, ama e é amado. É pai,
filho, esposo, irmão, amigo, Tem família; não sai do nada e volta para o nada
como muitos pensam. Tem sentimentos; não é uma máquina insensível. Tem
dignidade. Tem limitações como todas as pessoas. É gente! Que também falha como
todos os seres humanos falham; repetimos:- “Na
vida só não falhou quem nunca viveu”. “VIDA = RISCO”. Não confundir “falha”
com “erro”; “falha” é involuntária, “erro” é voluntário. E, também repetindo:- A
função policial é a mais complexa, difícil, perigosa, estressante, e mal
compreendida do mundo).
“Que os Direitos Humanos do policial militar, em face
da complexidade e risco do seu trabalho, são mais amplos que os da população em
geral” (o policial é o único profissional que dá sua vida para defender a
sociedade. Necessita de equipamentos, treinamento, materiais e tecnologia de
ponta, à altura das suas necessidades para isso. Ser tratado com respeito e
dignidade. Não viver sendo estimulado a matar como pretende boa parte da
população, que acha que “bandido bom é
bandido morto”. Essa parte da população precisa compreender que o policial
não pode atuar fora da lei; se assim o fizer será mais bandido que os próprios
bandidos. O policial necessita ter e sentir que tem direito aos Direitos
Humanos, já que estes são universais, amplos e irrestritos).
“Preparar o policial para não se contaminar pelos que
o estimulam a matar” (caso isso ocorra, na hora do seu julgamento estará
sozinho no banco dos réus, e aqueles que o estimularam a matar estarão em casa,
tranqüilos, talvez tomando uma cervejinha; nem testemunhas do policial em
julgamento aceitarão ser. Para o agressor apenas a Lei!).
“Muitas vezes falta treinamento
correto” (treinamento não é gasto, é investimento; uma polícia é conseqüência
do seu treinamento; da qualidade dos seus professores; professores imbecis geram
policiais imbecis que por sua vez gerarão uma polícia imbecil. Professores
respeitosos geram policiais respeitosos que por sua vez gerarão uma polícia
respeitosa. “As pessoas tendem a agir da
mesma forma como são tratadas”. É aqui que está o segredo para a construção
de uma boa polícia. Trate mal o policial que ele tratará mal a sociedade; trate
bem o policial que ele tratará bem a sociedade).
“Deixar, de uma vez por todas, de
“importar” instrução das Forças Armadas”, principalmente de tiro. (as Forças Armadas são preparadas para matar o
inimigo; destruir o inimigo na hora em que ele menos espera e isso é normal
para elas. Polícia não tem inimigo. Polícia é uma empresa de prestação de
serviço para servir e proteger a sociedade (como outras o são); seus clientes
são os integrantes da sociedade os quais tem que ser tratados com educação e
respeito; para o agressor a Lei. E aqui vai um adendo:- Preparada e estando
condicionada para matar, destruir o inimigo, especialmente a hora que ele menos
espera, as Forças Armadas não devem ser usadas como polícia, ter poder de
polícia; suas missões são totalmente diferentes).
“Treinamento idêntico às polícias fardadas
e civis em áreas de atuação comum” (o principal deles é sobre o uso da força e
da arma de fogo; maior problema de todas as polícias do mundo. Em torno de 95% de todos os problemas graves
de uma polícia são causados pela má aplicação do uso da força e da arma de
fogo. E qual seria esse treinamento? De acordo com o “CICV”; “DDHH”; “Polícia
Comunitária Internacional”; “SENASP”; especialistas e organizações nacionais e internacionais,
incluindo da ONU; policiais de modo geral; autoridades, etc., é o “Método Giraldi”®,
totalmente científico e baseado nas neurociências, e que está à disposição de
todas as polícias e policiais de forma gratuita. Reduz em 100% a morte de
pessoas inocentes provocada por policiais em serviço, tambem daquelas contra as
quais não há necessidade de disparos (agressores). Reduz em mais de 96% a morte
de policiais em serviço; os outros quase 4% são as fatalidades, quase
impossíveis de serem evitadas (execuções). Reduz em 100% a perda da liberdade
do policial em virtude do uso incorreto da sua arma de fogo).
“Manutenção e constante
aperfeiçoamento de um “Serviço de Inteligência e Informações”, o mais profissional
possível, com policiais, materiais e tecnologia de ponta à altura das suas
necessidades” (sem um serviço de inteligência e informações nessas condições, profissional
e capaz, qualquer polícia permanece amadora e acaba atuando na base do
improviso).
“Que polícia é ciência” (e como
ciência deve ser preparada, ensinada, treinada e aplicada).
“Maior e mais efetiva integração
entre as polícias” (essa integração as fortalece e é útil para a sociedade e
para as próprias polícias).
“Integração dentro das próprias
polícias” (isso nem sempre ocorre provocando divisões prejudiciais ao seu
trabalho e à sociedade).
“Integração e maior proximidade
entre a polícia militar e a sociedade” (imprescindível!).
“Colaboração da sociedade” (por
falta de aproximação entre polícia e sociedade raramente ocorre; muitas vezes
por culpa da própria polícia e policiais. “As
armas infalíveis para o policial militar conquistar a o respeito, a simpatia, e
a colaboração da sociedade são a educação, o sorriso, a humildade e o
profissionalismo; para o agressor a Lei!”).
E outras faltas.
Nilson Giraldi
Nilson Giraldi, Cel PMESP, especialista em:
“Formação da
personalidade e suas consequências”. “Amor”. “Educação”. “Orientação aos
Jovens”. “Investimentos Sociais e Educacionais”. “Educação Sexual”.
“Violência: Causas, Estímulos, Soluções, Medidas Preventivas”. "Drogas,
Dependência e Codependência Química". "Segurança Pública e
Polícia". “O Policial Militar e Sua Segurança Pessoal”. “Gerenciamento de
Crises". “Negociação". "Uso Progressivo da Força".
"Polícia Comunitária". “Direitos Humanos”. “Direitos Humanos do
Policial”. “Investimento e Valorização do Capital Humano do Policial".
“Relacionamento Familiar e Humano”. “Harmonia Conjugal”. “Qualidade de Vida”.
“Treinamento Autógeno”. Autor do "Método Giraldi"®. “Diferença,
Treinamento, Armamento e Finalidade das Forças Armadas (“Força de Guerra”); da
Polícia (“Força de Paz”); da Justiça (“Força de Justiça”); do Tiro esportivo de
competição (“Força de Competição”). “Armas de fogo para todas as finalidades”.
“Armamento Material e Tiro”. “Competições esportivas de Tiro”. E outras. Também
das “Neurociências relacionadas e aplicadas a todas essas áreas”;
Atua como
professor, Assessor, Consultor e Palestrante nacional e internacional dessas
áreas;
E todo o seu
trabalho é gratuito;
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