Ataque de Israel mata 42 palestinos, em ação mais letal desde início do conflito
As Forças Armadas de Israel afirmam que as baixas civis não foram intencionais e que as ações miravam um sistema de túneis usado por militantes radicais

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MUNDO ISRAEL-PALESTINA
No sétimo dia de confrontos entre Israel e Hamas, ataques aéreos israelenses na madrugada deste domingo (16) mataram ao menos 42 pessoas, incluindo 10 crianças, de acordo com autoridades de saúde de Gaza. Trata-se da ação mais letal desde que o conflito estourou.
As Forças Armadas de Israel afirmam que as baixas civis não foram intencionais e que as ações miravam um sistema de túneis usado por militantes radicais. Quando a estrutura colapsou após ser atingida pelo ataque aéreo, a destruição levou também casas onde as vítimas civis estavam.
Do outro lado, militantes palestinos dispararam foguetes contra Israel, no que o Exército do país diz ser a onda mais intensa de lançamentos de projéteis já realizada contra seu território. Agora, o número de mortos em Gaza, desde o início dos combates, chegou a 188, incluindo 55 crianças. Em Israel, 10 pessoas, entre as quais duas crianças, foram mortas em disparos de foguetes pelo Hamas e outros grupos radicais.
Na tarde deste domingo, manhã no Brasil, um ataque com carro contra as forças de segurança israelenses também deixou feridos em Jerusalém Oriental. De acordo com a polícia de Israel, quatro agentes foram atingidos, enquanto as equipes de resgate locais reportaram um total de sete feridos.
Sem nenhum sinal do fim da pior escalada de violência entre israelenses e palestinos desde 2014, já que o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que a campanha militar continuará com força total, o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reúne neste domingo para discutir a situação.
Além de Israel, o Hamas, grupo islâmico que comanda a Faixa de Gaza, afirmou que continuaria com os confrontos na fronteira depois de o Exército israelense destruir, no sábado (15), um prédio que abrigava as operações da agência americana de notícias Associated Press e da TV qatari Al Jazeera.





































































































































































































































































































































































































































































