AMIGOS
A respeito do Editorial do "Estadão", de 08.10, que me foi enviado por Dario Gabai, que tomei a liberdade de repassar aos amigos, acrescento alguns comentários devido a importância do tema,
Segundo parece - e há controvérsias - a democracia "praticada" na maioria dos países do planeta goza do apoio da maioria das pessoas como sendo o "melhor sistema" para a escolha de governantes. O "voto" do cidadão, supostamente "livre" e "soberano" é apresentado como a melhor solução para que as massas escolham seus dirigentes..
Entretanto, há diferenças entre países na maneira como esse voto é considerado e seu resultado final. Apenas como exemplo: na China, nos EUA, e no Brasil (entre outros) a "qualidade" desses votos nos leva a diferentes conclusões.
Na China, o cidadão vota nos candidatos do Partido Comunista, o único que existe. Nos EUA, o cidadão vota (após as primárias) nos candidatos apresentados pelos partidos, dois principais, Elege-se o mais votado ? Não, Elege-se o que obtiver o maior número de votos no "colégio eleitoral". No Brasil, elege-se o que tiver maior votação.
Conclusão; o valor do voto é diferente em cada país.
Entretanto, e quase toda questão tem um "entretanto", há, no mundo atual, outros fatores a serem levados em consideração. 1. Quem escolhe os "candidatos" a serem votados ? 2. O poder do "marketing político" colocado a serviço dos candidatos com todo o seu poder de "construir personalidades" e divulgar "absurdos", com o objetivo de convencer eleitores menos avisados (e eles não são, como se pensa, "minorias"). Todos "conhecem os exemplos o que me dispensa de comentá-los 3. Há, também, não tenham dúvida, a influência de "entidades", ("clubes", agremiações com objetivos políticos, igrejas, e outras, que trabalham pelos seus candidato . 4. O "poder financeiro" à disposição de cada candidato. 5. Não pode ser ignorado o poder da mídia, especialmente, nos dias atuais, da "televisão"
Já dizia o nobre HAMLET: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que pensa a nossa vã filosofia".
A história oferece alguns exemplos. Mussolini, antigo Ditador italiano contou com a ajuda, para subir ao poder, da Igreja de Roma, especialmente do PAPA PIO XI, que, juntamente com o Superior da Ordem Jesuíta, Padre Ledochowski, e do jornal da Ordem, "LA CIVILTÁ CATTOLICA". fundada em 1850, consideravam "comunistas", "judeus", "protestantes" e "maçons", inimigos da civilização européia. Consequentemente , PIO XI determinou o apoio irrestrito a Mussolini.
HITLER, um, dos maiores criminosos da história ascendeu ao poder, não por um golpe de estado, mas pelo voto livre de parte do povo alemão e o apoio de entidades esotéricas, como a "Sociedade de Thule", e o apoio de grandes industriais. Governou, inicialmente, com o apoio e o "silêncio" da Igreja e de parte da sociedade .
Alguém. já disse: "Quem não conhece, ou esquece, as lições da História, está condenado a repeti-la"
Se me derem a condição de ESCOLHER os candidatos que o povo vai ELEGER, podem votar em quem quiser : EU GANHO, É bom pensar nisso antes da "eleição redentora" de 2018.
BOA NOITE, BOA SORTE
ROBERTO.