domingo, 27 de fevereiro de 2011

AOS COMANDANTES DO BICENTENÁRIO - EXALTAÇÃO À POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo e te sinto minha glorioso de tuas glórias orgulhoso de tua História... eu te exalto na visão esplêndida de tua origem heróica de tua caminhada magnífica de teu testemunho de raça... Nasceste num momento de Pátria balbuciante... marcada para ser forte pra crescer...pra amar... marcou-te a fronte audaz Feijó – o Homem inteiro sagrou-te a alma sábia... Tobias de Aguiar! e seguiste a picada aberta das Bandeiras cresceste com São Paulo na cava das trincheiras teu vulto se estendendo por sobre a Pátria inteira... Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo e te contemplo... carregando o pavilhão verde-dourado pelos campos sagrados de minha terra machucado pela sanha paraguaia... carregando o pavilhão verde-dourado na santa guerra da paz e da união quando irmão se levanta contra irmão... e te encontro nos pampas e no norte nas praias, nas cidades, nos sertões... em Vaza-Barris distante na senda de Camisão... e choro contigo em Venda Grande... eras ainda uma criança... e São Paulo era batido e com Feijó caia pela vez primeira... Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo Gloriosa Força Pública de São Paulo de 32! Lembras-te? Como fostes grande? Alegra-te! Como sofrestes... Lembras-te? São Paulo de 32... São Paulo vergastado pela tirania Pisada e traída a terra dos Andradas Humilhado como nunca o pendão das treze listas... SÃO PAULO SE LEVANTA e... caminha... TODO! Lembras-te? Eras tu, Polícia Militar, que à frente caminhava a transmitir força a comunicar confiança... e o que possuias, então? por arma – Coragem por lema – Direito por escudo – Verdade por divisa – Pátria Eu te admiro – Polícia Militar do meu São Paulo quando teus ideais se identificam e se confundem com os ideais da gente paulista... Eu te admiro, sobretudo quando ofereceste em holocausto de dor o melhor que possuías o sangue de teus filhos derramando sobre a Pátria a seiva da redenção... e eu me lembro de Marcondes Salgado e eu me lembro do Major Marcelino tombados no amanhecer da luta no desespero terrível de salvar esta nação... Eu te exalto e te saúdo Polícia Militar do meu São Paulo... nos teus 150 anos de existência e hoje te contemplo na grandeza , nas dimensões incríveis desta terra de Paes Leme... e eu te encontro a cada passo nos teus filhos por aí em todo canto, por toda parte velando por todos nós... guardiães silentes, serenos trazendo no garbo, nos gestos, todo um passado de honra e, na fineza do trato, um toque muito gaulês... e eu te encontro, a cada passo na solidão dos que edificam, na incompreensão dos que constroem, no anonimato dos que servem... e te encontro também na confiança dos que crêem, na justiça dos que entendem, na compreensão dos que sabem... Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo, e te sinto minha... glorioso de tuas glórias, orgulhoso de tua História... Maria Izabel de Carvalho Cunha Bauru, dezembro de 1980

Caríssimo Amigo, Mario Ventura,

Louvável essa iniciativa, cuja menção me faz noticiar a você que minha Turma "Fortaleza" (calouros de 1961) teve a honra de, na segunda feira passada, dia 21, abrir o portão da Academia para os calouros de cinquenta anos depois.

Receba, como nossa homenagem, em primeira mão, o texto que foi lido para os novos cadetes da PM e seus Pais.

Foi oferecido a cada novo Aluno Oficial, um exemplar da "Exaltação à Polícia Militar do Estado de São Paulo", escrita pela Professora Maria Isabel de Carvalho Cunha, de Bauru, por ocasião do sesquicentenário da Corporação, que também anexo para seu conhecimento ou lembrança.

Reitero meus cumprimentos pelo seu valoroso trabalho.

Abraço fraternal.

Corrêa de Carvalho

Assim que receber fotos da solenidade, enviarei a você.

Aos Comandantes do Bicentenário,

        Nem tentem imaginar o enorme desafio que é falar-lhes hoje, tendo na retina e na memória a imagem deste mesmo pátio sagrado, há exatos cinqüenta anos! Daqui a outros cinqüenta, talvez em outro lugar, muito mais amplo, vocês compreenderão perfeitamente.

        Cada um de nós veio matutando para escolher ao menos algum fato exemplar vivido ao longo dos nossos trinta anos de serviço, acrescidos da experiência de mais vinte, como cidadãos e chefes de família.

        Se nos déssemos apenas um minuto para cada ano, certamente seríamos daqui expulsos, sob acusação de torturá-los sob o sol ardente.

        Recebam esta fala como simbólica microssíntese da história de nossas vidas, pois vimos falar-lhes com o carinho e com o amor que os avós costumam ter por seus netos.

Para terem o direito de aqui estar hoje, vocês dispenderam grande esforço, provaram méritos nos planos físico, intelectual, psicológico, emocional. Tiveram sua vida pregressa esmiuçada pela rigorosa investigação social. São vencedores, portanto!

Quem recebe a divina dádiva de nascer já tem aí a sua primeira grande vitória, porque aquele microscópico espermatozóide, que conseguiu chegar na frente, fez de cada um o grande vencedor, entre milhões que corriam para a vida!

É claro que vocês venceram outras vezes, quando superaram o medo, por exemplo, de deixar de engatinhar para por-se de pé e dar os primeiros passos, festejados por seus Pais, mas, com certeza, a vitória de hoje é a segunda verdadeiramente grande de suas vidas!

Orgulhem-se dela! Estão ingressando numa Instituição que já os convida para celebrar, em vinte anos, como comandantes de 2031, o seu bicentenário, e uma organização que dura esse tempo tem provada a sua fundamental importância social.
Ela é um cadinho do Brasil, pois entre os seus cento e trinta (pausa...) mil de 2011 (ativos e veteranos) há de todas as raças, de todos os credos, de todas as origens.

Sua história confunde-se com a história do Estado e da Nação. Várias iniciativas pioneiras nacionais são de nossa gloriosa Polícia Militar, como a criação da previdência, no fim do Século XIX. É nossa a pioneira Escola de Educação Física do Brasil, fundada em 1910.

Quando cantarem a “Canção da Polícia Militar”, reverenciem os seus autores, ambos Soldados da Milícia Paulista, com destaque para o grande poeta Guilherme de Almeida, autêntico revolucionário paulista de 1932. Procurem saber o significado de expressões como “130 de 31”, “ao nosso julho da clarinada”, “sob as Arcadas”, “glória em Canudos” e a bendita e consagradora “Paulistas por mercê de Deus”!

Vocês agora têm o privilégio de freqüentar a única “faculdade” do País que outorga a graduação Bacharel em Ciências Policiais de Segurança e da Ordem Pública e, ao longo da carreira, poderão alcançar os lauréis do mestrado e do doutorado, tudo isso erigido pela inteligência e pelas vivências de cientistas e técnicos das mais diversas áreas do saber, porque, conforme a profecia do “príncipe dos poetas brasileiros”, os “130 de 31”, multiplicando-se por mil e um, vêm constituindo um quadro de recursos humanos do mais alto nível.

Quando nós ingressamos, há apenas meio século, o candidato ao alistamento na Força Pública era submetido, na parte intelectual, a uma singela prova com problemas contendo as quatro operações aritméticas, mais um ditado simples, a título de linguagem.

Hoje, a formação do Soldado é feita na Escola Superior, assim como a do Cabo e a do Sargento, constituindo, com a Escola de Educação Física e a Academia, o Sistema de Ensino da Polícia Militar, face à Lei Complementar 1036, de 11 de janeiro de 2008.

Se, para liderar operacionais de nível fundamental, era necessária, já em 1961, a formação de profissionais de destacado nível de saber, é óbvio que, para comandar intelectos de nível superior, exigir-se-á muito mais dos Chefes que esta “Escola de Comandantes” vai construir, através da geração de vocês.

A vida é feita de escolhas e vocês terão, como nós tivemos, exemplos de como se deve e de como não se deve fazer. A escolha será sempre pessoal e a responsabilidade, pelos ônus e bônus dela decorrentes, também.

Vocês serão julgados e, no futuro, irão também julgar, por isso não desprezem nem uma migalha dos ensinamentos que lhes serão passados, em sala e em campo, como base de suas futuras decisões.

Aprendam a seguir idéias: não sigam homens! A história tem exemplos de líderes carismáticos, cegamente seguidos, que, num momento de péssima escolha, levaram milhares à desgraça. Se aprendermos a sempre avaliar as idéias, mesmo as de quem é rotulado como mau líder, jamais correremos o risco de perder uma idéia verdadeiramente salvadora, por visão preconceituosa de quem a teve.

Muitos de vocês, senão todos, devem ter ouvido a história do Brasil contada por mestres formados sob as mais diversas ideologias, algumas voltadas para a desconstrução da verdade. Sejam perspicazes, recebam as aulas com atenção e busquem na internet, nas bibliotecas, nas hemerotecas, os documentos da época da nossa geração, para conhecerem a realidade dos fatos.

Há cinqüenta anos, ingressamos neste pátio com a Força Pública sendo alvo de uma greve por salários iniciada por Tenentes, principalmente do Corpo de Bombeiros, a que se seguiu a adesão de outros oficiais e também praças. A conseqüência imediata foi uma metralhadora apontada para a entrada do Quartel da Praça Clovis Bevilacqua e a assunção do Comando Geral pelo Coronel do Exército Oldemar Ferreira Garcia.

No mesmo ano, em agosto, Janio Quadros renunciava à Presidência da República e, finalmente, tivemos a nossa Declaração de Aspirantes em dezembro de 1964, apenas dez meses após a Contra Revolução de 31 de março.

Somos, pois, Aspirantes, Tenentes, Capitães, do período mais turbulento da história recente do País, contemporâneos de heróis de verdade, como o nosso Capitão PM Alberto Mendes Junior, o Soldado do E.B. Mario Kozel Filho e muitos outros.

Valorizem as sábias lições que terão com Professores, Instrutores e Comandantes, e tenham especial humildade para explorar o rico aprendizado que se pode haurir do relacionamento com os nossos operacionais e com a comunidade, mesmo e principalmente com os de nível mais modesto.

A Polícia Militar abre portas para todas as áreas do conhecimento. Preparem-se para a oportunidade futura de atuarem como instrutores e professores, pois “quem ensina, aprende ao ensinar, e quem aprende, ensina ao aprender” (Paulo Freire).

Em nossa “Festa da Espada”, em 15 de dezembro de 1964, dos dezenove Aspirantes, quinze eram de São Paulo e quatro da Polícia Militar de Mato Grosso. Mas, ao longo da nossa formação, contamos com vinte e um integrantes, dos quais quinze estão presentes.

Faleceram o Coronel PMMT Amylton Sá Correia, que freqüentou também o Curso de Bombeiros para Oficiais em São Paulo e foi o fundador e primeiro Comandante do Corpo de Bombeiros de seu Estado, e o Dr Atayde Souza Lopes, que, depois de atuar alguns anos como oficial, foi vitorioso em concurso para a magistratura federal. Nosso preito de saudade a ambos os Companheiros.

Não podemos deixar de destacar, em sua ausência por problemas de limitação de saúde, a figura do Coronel PM Orivaldo Cardoso Filho, que encerrou sua carreira, na Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, como seu Comandante Geral.

Nossa pequena grande Turma tem muitos feitos de que podemos nos orgulhar, mas, para concluir, mencionaremos apenas algumas singelas atitudes.

Um de nós, enquanto Capitão Comandante de Companhia no Interior, numa época em que sede de PM era sempre fundo de Delegacia de Polícia, tomou a decisão de abrir uma porta no muro dos fundos, justificando seu ato com a necessidade de dar à Polícia Militar a dignidade do endereço próprio. O Coronel PM José Hamilton Port foi esse Capitão.

Outro, ainda no seu primeiro ano de Aluno Oficial, representou dignamente a Escola de Oficiais na Semana Euclidiana de São José do Rio Pardo, em tradicional concurso de redação sobre a obra de Euclides da Cunha. Este mesmo valoroso Companheiro, já na reserva, foi baleado por um marginal que assaltara nas imediações de sua residência, o que lhe impôs a necessidade de adotar uma vida mais reclusa, sem perder a lucidez.

Tomando conhecimento desta cerimônia apenas ontem, pois trabalhávamos com a hipótese de tê-lo representado por um dos filhos, decidiu comparecer com toda a sua família o Coronel PM Orlando Aurélio Santos.

A revista “O Quinze”, que era editada a cada turma concluinte do Curso, teve a participação da nossa Turma “Fortaleza” em três edições (uma em 1963, duas em 1964). Nas duas últimas, o Presidente do então Centro Acadêmico era o nosso hoje Coronel PM Paulo José Ballatka Rahnig, que, entre muitas belíssimas ações, como oficial, foi responsável por maravilhoso trabalho como Comandante do “Corpo de Intérpretes” da Corporação, que beneficiou uma legião de milicianos com bolsas de estudos de idiomas em vários institutos. Está aqui representado por seu filho, Ricardo Rahnig.

Gratidão é o sentimento que mais abre corações e é assim que queremos encerrar: agradecendo ao nosso Comandante Geral, Coronel PM Alvaro Batista Camilo, pela honra da presença e pela lucidez de comando, que o fez merecedor da inédita manutenção no Comando Geral, mesmo com a mudança de Governo; ao Comandante da Academia, Coronel Airton Alves da Silva, pela gentil acolhida a todos nós; aos nossos homenageados in memoriam, Coronel Romeu de Carvalho Pereira e Capitão Alaor Godoy, respectivamente do Centro de Formação e Aperfeiçoamento e da Escola de Oficiais, e Coronel Edson Tenório dos Santos, presente, nosso Comandante de Pelotão no Primeiro Ano de Curso Preparatório.

Aos novos Cadetes e aos seus Pais, nossa mensagem de esperança, de fé, no futuro brilhante reservado aos seus filhos, para a continuidade da renovação e do aperfeiçoamento da segurança da sociedade paulista e brasileira.

Só sucesso, sempre!

 EXALTAÇÃO À POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo
e  te sinto minha
glorioso de tuas glórias
orgulhoso de tua História...
eu te exalto
          na visão esplêndida
                              de tua origem heróica
                              de tua caminhada magnífica
                              de teu testemunho de raça...
Nasceste num momento
de Pátria balbuciante...
                     marcada para ser forte
                     pra crescer...pra amar...
                     marcou-te a fronte audaz
                     Feijó – o Homem inteiro
                     sagrou-te a alma sábia... Tobias de Aguiar!
                     e seguiste a picada
                     aberta das Bandeiras
                     cresceste com São Paulo
                     na cava das trincheiras
                                                 teu vulto se estendendo
                                                 por sobre a Pátria inteira...

Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo
                                                 e te contemplo...
              carregando o pavilhão verde-dourado
              pelos campos sagrados de minha terra
              machucado pela sanha paraguaia...
              carregando o pavilhão verde-dourado
              na santa guerra da paz e da união
              quando irmão se levanta contra irmão...
e te encontro nos pampas e no norte
nas praias, nas cidades, nos sertões...
                                        em Vaza-Barris distante
                                        na senda de Camisão...
e choro contigo em Venda Grande...
eras ainda uma criança...
                       e São Paulo era batido
                       e com Feijó caia pela vez primeira...

Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo
Gloriosa Força Pública de São Paulo de 32!
Lembras-te? Como fostes grande?
             Alegra-te!
             Como sofrestes... Lembras-te?
São Paulo de 32... São Paulo vergastado pela tirania
                 Pisada e traída a terra dos Andradas
                 Humilhado como nunca o pendão das treze listas...
SÃO PAULO SE LEVANTA e... caminha... TODO!
Lembras-te? Eras tu, Polícia Militar,
                                     que à frente caminhava
                                     a transmitir força
                                     a comunicar confiança...
e o que possuias, então?
                          por arma – Coragem
                          por lema – Direito
                          por escudo – Verdade
                          por divisa – Pátria
Eu te admiro – Polícia Militar do meu São Paulo
                              quando teus ideais
                              se identificam e se confundem
                              com os ideais da gente paulista...
Eu te admiro, sobretudo
                      quando ofereceste
                      em holocausto de dor
                      o melhor que possuías
                                                    o sangue de teus filhos
                                                    derramando sobre a Pátria
                                                    a seiva da redenção...
e eu me lembro de Marcondes Salgado
e eu me lembro do Major Marcelino
                                        tombados no amanhecer da luta
                                        no desespero terrível
                                        de salvar esta nação...
Eu te exalto e te saúdo
Polícia Militar do meu São Paulo...
                                    nos teus 150 anos de existência
e hoje te contemplo
                     na grandeza , nas dimensões incríveis
                     desta terra de Paes Leme...
e eu te encontro a cada passo
                              nos teus filhos por aí
                              em todo canto, por toda parte
                              velando por todos nós...
                              guardiães silentes, serenos
                              trazendo no garbo, nos gestos,
                                         todo um passado de honra
                                         e, na fineza do trato,
                                         um toque muito gaulês...
e eu te encontro, a cada passo
            na solidão dos que edificam,
            na incompreensão dos que constroem,
            no anonimato dos que servem...
e te encontro também
            na confiança dos que crêem,
            na justiça dos que entendem,
            na compreensão dos que sabem...

Eu te exalto – Polícia Militar do meu São Paulo,
                     e te sinto minha...
                     glorioso de tuas glórias,
                     orgulhoso de tua História...

Maria Izabel de Carvalho Cunha
Bauru, dezembro de 1980
                             


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

JORNAL "32 EM MOVIMENTO" Nº 1 JANEIRO DE 2011


CAROS LEITORES DO "MEMÓRIAS DO VENTURA"
FOI CRIADO HOJE, DIA 25 DE JANEIRO DE 2011, o primeiro jornal eletrônico da SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC.
Segue abaixo o link para a leitura do jonral em minhas memórias.

Cel. Ventura,

Boa Noite! Tudo bem?

Segue o link do jornal para colocar no seu Blog: http://www.issuu.com/mmdc32/docs/32_em_movimento_jan11

Foi o mesmo que usamos para colocar no site da sociedade.

Enviei o e-mail para p Cmdte. Fuchs, só que voltou porque a caixa de mensagens dele está cheia.

Vou enviar o convite para o Arruda.

Desejo que amanhã corra tudo bem! Estarei com o coração presente na Sociedade!

Abraços!

Camila



domingo, 9 de janeiro de 2011

OS HERÓIS ESTÃO ESQUECIDOS

“Apesar de tudo ainda existem os que teimosamente se dão pelo Brasil, sem nada esperar em troca!”
José Geraldo Pimentel
Ser soldado é saber cumprir ordens, obedecer e, da mesma forma, ter o dom de comandar com firmeza, mas dentro de um espírito de camaradagem, que fazem comandados e comandantes lutar pelo mesmo ideal; isto é: servir à pátria sem nada esperar em troca. Apenas servir com amor, e se necessário, dar a própria vida no cumprimento do dever. Isto tem unido homens e mulheres através dos tempos, quer na desdita de um movimento denominado Intentona Comunista de 1935, quando dezenas de companheiros foram surpreendidos na calada da noite e covardemente assassinados enquanto dormiam.
Mas o soldado não se abate jamais. Na primeira metade da década de 40, brasileiros fardados foram mobilizados e enviados para os fronts de batalha em terras longínquas, do outro lado do Atlântico. Muitos perderam as suas vidas, outros tantos voltaram para suas terras mutilados, ou com problemas mentais. Tiveram uma linda recepção ao desembarcarem no país. Mas muitos são discriminados até hoje, e não gozam de um acompanhamento médico em um hospital militar. Eles perguntam:
“- O que fizemos para ser esquecidos pelos nossos próprios companheiros? Deveríamos ter morrido no campo de batalha? Somos uns estorvos para os que ficaram em solo pátrio esperando que defendêssemos a pátria comum, não permitindo que o inimigo avançasse até as nossas plagas, tomassem os nossos rincões, violassem as nossas mulheres e filhas... O que fizemos para sermos esquecidos?”
Estes bravos guerreiros não estão e nunca estarão sozinhos. Outros companheiros se atreveram defender a sua pátria, abortando uma marcha onde se prendia comunizar o país. Foram à luta no cumprimento do dever. Lutaram nas cidades contra um inimigo treinado em Cuba, na Albânia, em Moscou, e outras nações comunistas que queriam expandir o seu império pelo mundo afora. Esses guerreiros não lutaram só nas cidades. Foram à luta na densidade da selva amazônica. Deram combates a guerrilheiros. Mataram e foram mortos. Os que sobreviveram padecem do escárnio dos que não enfrentaram o inimigo com o seu sangue, a sua dor, o desamparo; jogados na mata cheia de répteis e insetos venosos. Doenças tropicais. Rasparam a cabeça para controlar a infestação de piolhos. Alguns sangravam a sua hemorróida, como um animal no cio. Mas não se vexavam e nem imploram para ser repatriados para suas unidades. O dever dizia que tinha que estar à frente de sua tropa, tinha que seguir seus companheiros, tinha que comandar homens...Não capitularam. Os que ficaram pelo caminho são porque foram abatidos pelo inimigo que os tocaiavam na servidão da noite fria, ou da noite quente. Do medo. Da surpresa. Do tiro que partia de onde não imaginavam que pudesse vir a bala fatal! Os que não morreram, estão hoje pagando a ousadia de cumprirem com o dever de soldado. Servem de escárnio. Alguns companheiros se acham melhores do que eles, e dizem de peito estufado: “Não fiz parte da Revolução de 1964!”
Os sobreviventes dessa guerra suja não recebem indenizações e nem pensões milionárias. E nem são tratados como ‘heróis nacionais’! Só o desprezo e o desamparo do chefe militar que se envergonha do militar que defendeu a pátria contra um governo que desejava transformar a república brasileira, em república sindicalista.
Hoje vejo nas manchetes dos jornais a sucessora do movimento de caça às bruxas, senhora Maria do Rosário, presidente da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, que sucede o senhor Paulo Vannuchi, dizendo que lutará para que seja aprovado no Congresso Nacional a “Comissão Nacional da Verdade” (projeto de lei, PL 7.376/2010).
Deseja-se fazer justiça de um via só, punindo os militares que ousaram dar combate aos comunistas que atentaram contra a soberania nacional. Os seus crimes não são levados em conta. Os fins justificam os meios, dizem. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, apóia a aprovação desse projeto. Aplaude a sua proposta. E vai longe. Vai indicar um dos terroristas que atuaram na guerrilha do Araguaia, José Genoino, para assessorá-lo no ministério. É o prêmio por ter atuado contra as Forças Armadas. O general Santa Rosa por ter protestado contra a criação desse arremedo de projeto, foi demitido da chefia do Departamento-Geral do Pessoal (DGP), e posto em indisponibilidade até ir para a reserva. Trair a nação, pode; defender as FFAA, sofre sanção disciplinar. Essa punição foi aplaudida pelo futuro assessor do ministério da Defesa. E não fica por aí a intolerância contra os que defendem a pátria brasileira. Um cacoete, instalado no ministério da Defesa, coronel da reserva João Batista Fagundes, que representa as Forças Armadas na Comissão de Mortos e Desaparecidos,- que, diga-se de passagem, não se empenha para que militares também sejam beneficiados com a ‘bolsa-ditadura’, -muito próximo do comandante do Exército, general Enzo Peri, afirmou que não há resistência para a criação da Comissão Nacional da Verdade. Diz:
“- Que se crie a Comissão da Verdade. O militar é um cumpridor da lei.” E não fica por aí. Fagundes cita como prova de entendimento entre civis e militares o convite que o ministro da Defesa, Nelson Jobim, fez ao ex-guerrilheiro e ex-deputado federal José Genoino (PT-SP). O parlamentar deverá ser assessor especial de Jobim.
“- Quer demonstração mais eloquente que essa de pacificação dos ânimos?! Convidar um sujeito que, naquela época, foi declaradamente um inimigo!” Maior sem-vergonhice do que essa declaração, só partindo de um indivíduo desprovido de caráter. Um vendilhão da pátria, que como o ministro da Defesa, deve estar a soldo da cúpula que governa o país, querendo transformar a nação num arremedo de republiqueta.
Ser soldado é sofrer na solidão! É se dar pelo Brasil, sem nada esperar em troca!”
José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB
Rio de Janeiro, 9 de janeiro de 2011.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

CONCERTO MUSICAL EM 22 DE DEZEMBRO DE 2010 NO OBELISCO DO IBIRAPUERA 22 de Dezembro de 2010 - Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932 Concerto de Natal no Obelisco, um presente para São Paulo Roteiro solenidade Mestre de Cerimônias: Markus Runk Senhoras e Senhores, Autoridades Presentes, Bom Dia! Estamos aqui presentes para comemorar o Encerramento das Festividades alusivas ao Septuagésimo oitavo aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932. Convidamos a todos a prestigiar a Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo, na execução do: “Concerto de Natal, um presente para São Paulo”. Neste primeiro momento escutaremos as músicas: • Paris Belfort • Canção do Expedicionário • São Paulo em Desfile [EXECUÇÃO DAS MÚSICAS] Este é um momento especial na História da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, que vivenciou um ano pleno de realizações e conquistas. Por este momento tão especial, resolvemos que este será um evento em que não outorgaremos medalhas, colares ou menções honrosas. Decidimos que todos tem direito a receber tão prestigioso agradecimento a Serviços Prestados à Sociedade Paulista e a Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, cada um de maneira extremamente significativa, e sabendo que será reconhecido por tal ato. Por isso, a Homenagem que fazemos, não se leva somente do lado esquerdo do peito, mas também na alma, que é a alegria expressa nas músicas executadas pela Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ouviremos agora: • Adesti Fidelis • Boas Festas • Jingle Bells [EXECUÇÃO DAS MÚSICAS] Este evento foi idealizado pela Sociedade Veteranos de 32 – MMDC através de sua Diretora de Comunicação Social Camila Giudice, em conjunto com o Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo, representado neste evento pelo Capitão Nascimento, através do Capitão PM Daniel Costa da Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Para a efetivação contamos com o apoio: Do Comandante do 12º. Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo Coronel Camilli e do Tenente Kumai Do Sargento Henrique da Academia de Polícia Militar do Barro Branco Do Museu Virtual Tudo Por São Paulo 1932 mantido pelo Sr. Ricardo Della Rosa Do site São Paulo Antiga e Abandonada, mantido pelo Sr. Douglas Nascimento. Convidamos o nosso Historiador e Secretário da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, Coronel Mário Fonseca Ventura a proferir algumas palavras. [DISCURSO VENTURA] Vamos ouvir mais algumas músicas para encerrar o evento • Ravanello • Parabéns para você [EXECUÇÃO DAS MÚSICAS] A Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, somente tem a agradecer por todos os esforços e a união de todos nossos parceiros, que sem eles não seria possível comemorar este dia tão especial e todas nossas conquistas no decorrer deste ano. Agradecemos imensamente a Banda da Polícia Militar, que nos brindou com presente tão magnífico e esplendoroso, glorificando nossos heróis, aqui presentes. Uma salva de palmas Muito obrigado pelo prestígio e presença de cada um de vocês e convidamos a todos a visitarem o Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932. Desejamos a todos um Execente Natal e Ano Novo! Muito Obrigado e bom dia!


22 de Dezembro de 2010  -  Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932
Concerto de Natal no Obelisco, um presente para São Paulo
Roteiro solenidade
Mestre de Cerimônias: Markus Runk
Senhoras e Senhores, Autoridades Presentes, Bom Dia!
Estamos aqui presentes para comemorar o Encerramento das Festividades alusivas ao Septuagésimo oitavo aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932.
Convidamos a todos a prestigiar a Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo, na execução do: “Concerto de Natal, um presente para São Paulo”.
Neste primeiro momento escutaremos as músicas:
·        Paris Belfort
·        Canção do Expedicionário
·        São Paulo em Desfile
[EXECUÇÃO DAS MÚSICAS]
Este é um momento especial na História da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, que vivenciou um ano pleno de realizações e conquistas.
Por este momento tão especial, resolvemos que este será um evento em que não outorgaremos medalhas, colares ou menções honrosas.
Decidimos que todos tem direito a receber tão prestigioso agradecimento a Serviços Prestados à Sociedade Paulista e a Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, cada um de maneira extremamente significativa, e sabendo que será reconhecido por tal ato.
Por isso, a Homenagem que fazemos, não se leva somente do lado esquerdo do peito, mas também na alma, que é a alegria expressa nas músicas executadas pela Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Ouviremos agora:
·        Adesti Fidelis
·        Boas Festas
·        Jingle Bells
[EXECUÇÃO DAS MÚSICAS]
Este evento foi idealizado pela Sociedade Veteranos de 32 – MMDC através de sua  Diretora de Comunicação Social Camila Giudice, em conjunto com o Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo, representado neste evento pelo Capitão Nascimento, através do Capitão PM Daniel Costa da Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Para a efetivação contamos com o apoio:
Do Comandante do 12º. Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo Coronel Camilli e do Tenente Kumai
Do Sargento Henrique da Academia de Polícia Militar do Barro Branco
Do Museu Virtual Tudo Por São Paulo 1932 mantido pelo Sr. Ricardo Della Rosa
Do site São Paulo Antiga e Abandonada, mantido pelo Sr. Douglas Nascimento.
Convidamos o nosso Historiador e Secretário da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, Coronel Mário Fonseca Ventura a proferir algumas palavras.
[DISCURSO VENTURA]
Vamos ouvir mais algumas músicas para encerrar o evento
·        Ravanello
·        Parabéns para você
[EXECUÇÃO DAS MÚSICAS]
A Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, somente tem a agradecer por todos os esforços e a união de todos nossos parceiros, que sem eles não seria possível comemorar este dia tão especial e todas nossas conquistas no decorrer deste ano.
Agradecemos imensamente a Banda da Polícia Militar, que nos brindou com presente tão magnífico e esplendoroso, glorificando nossos heróis, aqui presentes.
Uma salva de palmas
Muito obrigado pelo prestígio e presença de cada um de vocês e convidamos a todos a visitarem o Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932.
Desejamos a todos um Exelente Natal e Ano Novo!
Muito Obrigado e bom dia!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO DO CONSELHO CÍVICO E CULTURAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL EM 02 DE DEZEMBRO DE 2010

ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO DO CONSELHO CÍVICO E CULTURAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL


2 DE DEZEMBRO DE 2010

Excelentíssimo Senhor ALENCAR BURTI, Digníssimo Presidente da Associação Comercial de São Paulo. Reeleito para o biênio março de 2009, março de 2011, tem demonstrado qualidades administrativas excepcionais, conseguindo levar avante os propósitos anunciados no dia da sua posse, em 30 de março de 2009. Nosso Conselho Cívico e Cultural encontra na pessoa do presidente o amparo legal e sadio para o incentivo natural aos nossos trabalhos.

Prezadíssimo Coordenador do Conselho Cívico e Cultural da Associação Comercial, FRANCISCO GIANNOCCARO: liderança consiste na habilidade em exercer influência impessoal na consecução dos objetivos próprios de um grupo. Isso GIANNOCCARO tem demonstrado ter em todos esses anos que dirige o nosso Conselho. E é uma liderança carismática, até no sentido de transmitir suas ordens. Demonstra isso nos seus elogios, nas suas críticas, mantendo um comportamento pessoal impecável. Consegue manter a coesão serena do Conselho Suscita a autodisciplina e evita os boatos e mexericos.
GIANNOCCARO, você seria um ótimo CORONEL se pertencesse à nossa Polícia Militar. É como diz o RAUL GIL “TIRO O CHAPÉU PARA O GIANNOCCARO”. Precisamos muito de você em 2011.

“SOMOS A MEMÓRIA QUE TEMOS E A RESPONSABILIDADE QUE ASSUMIMOS. SEM MEMÓRIA NÃO EXISTIMOS, SEM RESPONSABILIDADE TALVEZ NÃO MEREÇAMOS EXISTIR”

Meus irmãos de trabalhos neste nobre e dignificante Conselho. Falar em nome de vocês é até uma ousadia. Há entre vocês pessoas com melhores conhecimentos e gabarito elevado que desempenharia a contento essa missão. Mas, ordem dada é ordem para ser cumprida e ela veio do nosso coordenador, talvez mais pela amizade que nos une nesse tempo todo que trabalhamos nesse grupo coeso, maravilhoso. Tenho em vocês verdadeiros amigos e peço perdão por não ter as qualidades natas de um orador.

Com o objetivo de organizar uma Comissão para as comemorações dos 70 anos do Movimento Constitucionalista de 1932, o grupo se reuniu pela primeira vez em 15 de maio de 2002, com o nome de Conselho Cívico e Cultural. No ano seguinte esse nome foi alterado para Comissão Cívica e Cultural. Fazem parte dessa organização vários conselheiros e diretores da Associação Comercial de São Paulo, representantes das Distritais, diretores da Sociedade Veteranos de 32-MMDC, representantes do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, da Associação Paulista de Imprensa, do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino, do ROTARY CLUBE e LIONS, do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, além de autoridades civis e militares.

Permita-me neste instante fazer um parênteses nesse meu pronunciamento. É meu dever lembrar de uma pessoa leal, de trato afável e humano, o desembargador LUIZ EDUARDO CORRÊA DIAS, falecido em 2006. Foi ele quem me trouxe para a Associação Comercial na primeira reunião do grupo que se tornaria o Conselho Cívico e Cultural, no distante ano de 2002. A ele o meu eterno e sentido preito de gratidão. Lembremos também de ALFREDO BRUNO, um dos nossos irmãos que fez a grande viagem, mas deixou saudades.   

Novamente com o nome de Conselho Cívico e Cultural desenvolvemos uma intensa programação de atividades relacionadas principalmente com as datas de 25 de Janeiro (fundação da cidade de São Paulo) - 23 de maio (relembrando a morte de MARTINS, MIRAGAIA, DRÁUSIO e CAMARGO e considerado por LEI o DIA DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA) – 9 de Julho (data da deflagração do Movimento Constitucionalista e, também por LEI, o DIA DO SOLDADO CONSTITUCIONALISTA)- - 7 de Setembro (Independência do Brasil) – 2 de outubro (data da Cessação das Hostilidades da Revolução de 1932) – 19 de Novembro (DIA DA BANDEIRA).    

Em 2004, considerando a personalidade ímpar de CARLOS DE SOUZA NAZARETH, um dos maiores líderes do Movimento Constitucionalista de 1932, foi instituído por decreto o COLAR que leva o seu nome, destinado a homenagear autoridades que realmente contribuem para a prática de ações relevantes em prol do bem comum. CARLOS DE SOUZA NAZARETH era um jovem empresário que tomou posse na presidência da Associação Comercial de São Paulo em fevereiro de 1932, aos 33 anos de idade, ano em que eclodiu o Movimento Constitucionalista de 1932. Foi quando engajou a entidade na luta pelo Ideal de Direito do País, arrecadando recursos, chamando voluntários e organizando a logística do movimento. Após a derrota militar paulista foi preso e deportado para PORTUGAL, retornando ao BRASIL somente dois anos depois, com a consolidação da legalidade em nosso país, quando foi eleito deputado estadual. No entanto, deixou definitivamente a vida política com o golpe de GETÚLIO VARGAS em novembro de 1937. CARLOS DE SOUZA NAZARETH morreu em 28 de março de 1951, aos 52 anos de idade. 
As datas destinadas à entrega do Colar CARLOS DE SOUZA NAZARETH revestem-se de brilhantismo ímpar, proporcionando parcerias importantíssimas junto aos governos estadual e municipal, Tribunal de Justiça de São Paulo, Assembléia Legislativa de São Paulo, Câmara Municipal da Cidade de São Paulo, OAB-SP, Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Sociedade Veteranos de 32-MMDC, bem como outros segmentos da Comunidade.   

O Conselho Cívico e Cultural sempre esteve ao lado da sociedade brasileira nos momentos em que fomos exigidos a nos pronunciar nas aspirações legalistas, na liberdade e pelos direitos civis. O lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade guia os passos deste Conselho.
No dizer de GAUDÊNCIO TORQUATO o Brasil é um exemplo de país que disseminou a semente dos direitos. O inciso XIV do artigo 5º da Constituição assegura o acesso à informação e resguarda o sigilo da fonte; o inciso XXX assegura o acesso às informações de órgãos públicos; o inciso IV, a manifestação do pensamento; o inciso IX, a liberdade de expressão; o inciso X, a inviolabilidade da vida privada; enquanto o artigo 220 proíbe a censura. Baseado nesses artigos da Carta Magna nosso Conselho pautou seus trabalhos durante esses oito anos e se manifestou em inúmeras vezes quando, por algum motivo, essas cláusulas estiveram a ponto de serem violadas. A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa, ao lado do livre exercício da religião, do direito de as pessoas se reunirem e poderem reivindicar reparações às ofensas recebidas, constituem o lume da democracia moderna.
Dizia JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA “Sem liberdade individual não pode haver civilização nem sólida riqueza, não pode haver moralidade e justiça”. Reconhecemos os limites da inteligência e da capacidade dos homens para administrar toda a Sociedade e temos a firme convicção de que os seres humanos são diferentes em talentos e aspirações, mas iguais em liberdade. Não importa a cor de pele, a carga genética ou o cargo político, ninguém tem o direito de usar a coerção para determinar como outras pessoas devem viver. Liberdade individual significa sermos donos de nossa própria vida. Nossa tradição é a liberdade, e a liberdade é o bem comum de todos os homens.

Chegamos ao final de 2010 e podemos citar, com toda a certeza o bordão do Apóstolo PAULO em afirmar que combatemos o bom combate,cumprimos a missão e guardamos a fé. Ousamos dizer que nós nos conduzimos com verdadeiro amor devotado aos valores maiores que norteiam o povo brasileiro, desprovidos de quaisquer outros interesses. Permitimos a cada pessoa o direito de sua expressão pessoal. Plantamos amor em nossos corações e nossas reuniões foram sabiamente coordenadas por decisões conscientes.

Permita-me citar MAHATMA GANDHI quando disse: “Se eu pudesse deixar algum presente à você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

Meu abraço carinhoso e respeitoso a cada um de vocês. Feliz NATAL e BOAS ENTRADAS em 2011. Tomara que já em janeiro estejamos novamente reunidos, lembrando que SÃO PAULO completará 457 anos de sua Fundação. E sob a coordenação do nosso querido FRANCISCO GIANNOCCARO!!!!

MARIO FONSECA VENTURA
CORONEL PM CONSELHEIRO   




PRESENTE ESPECIAL
 
Eu encomendei ao Papai Noel
Uma cesta bem grande de Natal
Com um favor muito, muito especial
À este Conselho que tiro o chapéu!

E o pedido foi, sim, logo atendido,
Chegou numa noite clara e estrelada:
Cesta farta, super caprichada
Encimada por um laço florido!

Rapidamente desatei o laço
E fui separando cada presente,
Com carinho, num suave compasso
Tendo, sim, cada nome em minha mente!

E hoje, nesta festa de despedida,
Entrego a todos a sua lembrança,
Onde em cada uma a paz está contida
E com votos de bem-aventurança!
        

                        Frances de Azevedo
                        Conselho Cívico/Cultural da ACSP
                        Dez/2010


Boa Noite

Encaminho ao Sr., em arquivo anexo, a íntegra do poema "Obrigado Senhor" lido no almoço da ACSP, extraído do livro "Poemas para Rezar" de autoria de Michel Quoist.

Saudações,

Pedro Paulo.


Obrigado, Senhor, pelos meus braços perfeitos, quando há tantos mutilados...
Pelos meus olhos perfeitos, quando há tantos sem luz...
Pela minha voz que canta, quando tantas emudeceram...
Pelas minhas mãos que trabalham, quando tantas mendigam...
É maravilhoso, Senhor, ter um lar para voltar, quando há tanta gente que não tem para onde ir...
É maravilhoso, Senhor, amar, sorrir, sonhar, quando há tantos que choram, que se odeiam, que se revolvem em pesadelos, e que morrem antes de nascer...
E sobretudo, é maravilhoso, Senhor, ter tão pouco a pedir e tanto para agradecer...
                                         (Michel Quoist)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DIA DE AÇÃO DE GRAÇASDIA NACIONAL DE AÇÕES DE GRAÇAS (RESUMO HISTÓRICO) O costume do “Dia de Ação de Graças” vem dos Estados Unidos. Em 1620, saindo da Inglaterra, singra os mares o “Mayflower”, levando a bordo muitas famílias. São peregrinos puritanos que, fugindo da perseguição religiosa, vão buscar a terra da liberdade.Chegando ao continente americano, fundam treze colônias, semente e raiz dos Estados Unidos da América do Norte. O primeiro ano foi doloroso e difícil para aquelas famílias.O frio e as feras eram fatores adversos. Não desanimaram. Todos tinham fé em Deus e nas Suas promessas. Cortaram arvores, fizeram cabanas de madeira e semearam o solo confiantes. Os índios, conhecedores do lugar ensinaram a melhorar a produção. E Deus os abençoou. No outono de 1621 tiveram uma colheita tão abençoada quanto abundante. Emocionados e sinceramente agradecidos reuniram os melhores frutos e convidaram os índios para juntos celebrarem uma grande festa de louvor e gratidão a Deus. Nascia o “Thanksgiving Day”, celebrado até hoje nos Estados Unidos na quarta quinta-feira de novembro, data estabelecida pelo Presidente Franklin D.Roosevelt em 1939 e aprovada pelo Congresso em 1941. O embaixador brasileiro Joaquim Nabuco participando em Washington da celebração do Dia Nacional de Ação de Graças falou em tom profético: “Eu quisera que toda a humanidade se unisse num mesmo dia para um universal agradecimento a Deus”. Estas palavras moveram consciências no Brasil. No governo do Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Congresso Nacional aprovou a Lei 781 que consagrava a última quinta-feira do mês de novembro como o Dlia Nacional de Ação de Graças. Porem em 1966, o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco modificou aquela lei, estabelecendo a quarta quinta-feira do mês de novembro para a comemoração do Dia Nacional de Ação de Graças no Brasil, paraa coincidir com esta celebração em outros países. Em tudo e por tudo devemos dar graças a Deus !


DIA NACIONAL DE AÇÕES DE GRAÇAS (RESUMO HISTÓRICO)
O costume do “Dia de Ação de Graças” vem dos Estados Unidos. Em 1620, saindo da Inglaterra, singra os mares o “Mayflower”, levando a bordo muitas famílias. São peregrinos puritanos que, fugindo da perseguição religiosa, vão buscar a terra da liberdade.Chegando ao continente americano, fundam treze colônias, semente e raiz dos Estados Unidos da América do Norte.
O primeiro ano foi doloroso e difícil para aquelas famílias.O frio e as feras eram fatores adversos. Não desanimaram. Todos tinham fé em Deus e nas Suas promessas. Cortaram arvores, fizeram cabanas de madeira e semearam o solo confiantes. Os índios, conhecedores do lugar ensinaram a melhorar a produção. E Deus os abençoou. No outono de 1621 tiveram uma colheita tão abençoada quanto abundante. Emocionados e sinceramente agradecidos reuniram os melhores frutos e convidaram os índios para juntos celebrarem uma grande festa de louvor e gratidão a Deus. Nascia o “Thanksgiving Day”, celebrado até hoje nos Estados Unidos na quarta quinta-feira de novembro, data estabelecida pelo Presidente Franklin D.Roosevelt em 1939 e aprovada pelo Congresso em 1941.
O embaixador brasileiro Joaquim Nabuco participando em Washington da celebração do Dia Nacional de Ação de Graças falou em tom profético: “Eu quisera que toda a humanidade se unisse num mesmo dia para um universal agradecimento a Deus”. Estas palavras moveram consciências no Brasil. No governo do Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Congresso Nacional aprovou a Lei 781 que consagrava a última quinta-feira do mês de novembro como o Dlia Nacional de Ação de Graças.
Porem em 1966, o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco modificou aquela lei, estabelecendo a quarta quinta-feira do mês de novembro  para a comemoração do Dia Nacional de Ação de Graças no Brasil, paraa coincidir com esta celebração em outros países.
Em tudo e por tudo devemos dar graças a Deus !

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

19 DE NOVEMBRO DE 2010 DIA DA BANDEIRA

Brasília - 19 de Novembro - Mensagem do


Comandante do Exército alusiva ao Dia

da Bandeira

O dia de hoje é consagrado à Bandeira Nacional do Brasil. A

nossa bandeira, como a vemos, tremulando soberana como

símbolo maior da Pátria, foi adotada em 19 de novembro de

1889. Sua conformação, no entanto, começou muito antes.

O Império Português plantou a semente. Nas expedições

exploradoras, ela transpôs Tordesilhas, interiorizou o poder

lusitano, expandiu e deu contornos geográficos às terras

recém descobertas no Novo Mundo e, já em 1648, em

Guararapes, com a expulsão dos invasores estrangeiros,

germinava na aspiração de uma Pátria livre.

Afirmando-se, o auriverde pendão chegou ao Reino do Brasil

Portugal Algarves e, em 1822, com a Independência,

manteve as cores verde e amarela das nobres Casas

européias.

No Segundo Império, com o Duque de Caxias, consolidou o

Brasil como nação livre, íntegra, unida e pacificada. E

tremulou - sempre vitoriosa e respeitada – nas campanhas

da bacia do Prata.

Já árvore frondosa, com raízes fincadas no solo pátrio, a

partir de 1889, com a Proclamação da República, assumiu a

atual configuração: com o verde significando a riqueza das

matas, o otimismo e a esperança da nossa gente; o amarelo,

além da riqueza mineral, a luz que brilha em todos os

rincões e no íntimo de cada brasileiro; o branco da paz,

natural aspiração, percorrendo o azul da harmonia e da

concórdia no céu estrelado daquele 15 de novembro; e, por

fim, as estrelas, identificando cada Estado da nossa

República Federativa.

O Braço Forte manteve o sagrado pavilhão sempre vitorioso.

Com os Pracinhas da Força Expedicionária Brasileira foi, em

defesa da democracia, aos campos de batalha, na Segunda

Guerra Mundial. Hoje, ele é conduzido pela Mão Amiga

estendida aos irmãos necessitados, nas Missões de Paz.

Assim, nossa Bandeira chega altaneira à atualidade e

tremula nos quartéis, nas fábricas, nas escolas, nos

hospitais, nas distantes fronteiras, nas repartições públicas e

nas solenidades de grandes datas. É conduzida, imponente,

na fuselagem de nossas aeronaves, na popa das

embarcações e nos desfiles. Diante da Bandeira Nacional,

vibrante e emocionado, responsável e digno, o soldado

brasileiro pronuncia seu solene compromisso de amor à

Pátria.

Soldados do Exército Brasileiro! Esta é a nossa Bandeira, de

forma, cores e representações de amplo significado. Por

meio dela, “em momentos de festa ou de dor”,

http://www.exercito.gov.br/web/guest/o-exercito?p_p_id=56_INSTA...

1 de 2 18/11/2010 21:20

reverenciamos nossos heróis, crenças, tradições e valores.

Exaltamos a formação da nossa nacionalidade, conjugando

diferenças individuais e respeitando a rica e pródiga

natureza que Deus nos concedeu como berço. Ela simboliza

o sadio orgulho das conquistas passadas, aponta a direção

que devemos seguir e convoca todos os brasileiros a

marchar unidos, solidários e fraternos na construção da

Nação forte, soberana e democrática que nos cabe por

vocação, esforço e destino.

Soldados do Exército Brasileiro! Reverenciemos nossa

“sagrada Bandeira, pavilhão da justiça e do amor”, com a

mesma fé dos nossos antepassados! Há em curso uma

profunda transformação do Exército. Assim sendo,

inspirados na nossa Bandeira, arregacemos as mangas e

vamos ao trabalho!

General de Exército ENZO MARTINS PERI

Comandante do Exército

http://www.exercito.gov.br/web/guest/o-exercito?p_p_id=56_INSTA...

2

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

BANDEIRA BRASILEIRA - de REINALDO BRESSANI

BANDEIRA BRASILEIRA




REINALDO BRESSANI





O Brasil tem uma bandeira,

Que orgulha os filhos seus.

Sua presença é lembrança

Das glórias que o país viveu.



Tremulando majestosa,

Ressoando a liberdade,

Simboliza a nação ordeira,

E a nossa própria identidade.



É brilho forte que reluz,

Qual soberana afirmação.

Grandeza da pátria livre,

Que emociona o coração.



Exibe plêiade de estrelas,

Num círculo de intenso azul...

Representando cada Estado.

Todos eles. De norte a sul.



E, uma, no rodapé da esfera,

O Distrito Federal:

Centro político da Nação -

Brasília... A Capital.



Seu significado é forte.

Também fortes as suas cores.

Matizes da paz que nos orgulha –

Conceito de nossos valores.



Essa bandeira tremulante,

Que engalana esta nação,

Une em si os brasileiros,

Com orgulho e devoção.



Simboliza nossas esperanças,

E a paz desta terra fagueira.

Serena, sublima a pátria...

Salve! Bandeira brasileira.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

CORONEL PM ÁLVARO BATISTA CAMILO DEVE CONTINUAR NO COMANDO GERAL DA PMESP NO PRÓXIMO GOVERNO.

MEUS AMIGOS


Time que está ganhando não se mexe.

Talvez seja até irreverência de minha parte, mas proponho cerrarmos fileiras no sentido de que o CORONEL PM ÁLVARO BATISTA CAMILO continue como nosso Comandante Geral no próximo governo. Não sei como isso poderá ser feito, mas é algo que julgo necessário para o bem da nossa Corporação.

CORONEL PM MARIO FONSECA VENTURA

SECRETÁRIO DA SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC