MEMÓRIAS DO VENTURA ALCANÇAM 5.600.499 VISUALIZAÇÕES ÀS 8:43 HORAS DE 31 DE JANEIRO DE 2023. ESTAMOS A CAMINHO DOS SEIS MILHÕES DE LEITURAS. AGRADECEMOS A TODOS OS LEITORES QUE PRESTIGIAM O BLOG. NO DIA 10 DE FEVEREIRO DE 2024 CHEGAMOS A HISTÓRICA MARCA DE SEIS MILHÕES !!!! DIA 15 DE FEVEREIRO DE 2026, 7.000.001. NO DIA 27 DE OUTUBRO DE 2026, ATINGIMOS 9.600.747.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 13 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 13 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A 1 3 D E N O V E M B R O D E 2 011 – D O M I N G O. 74 anos, 10 meses e 17 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho de...
DOCUMENTO NUMERO 241/2011 - GRUPO GUARARAPES - AGORA É O FIM
AGORA É O FIM, MESMO. DOC. 241 – 2011
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
A Imprensa Brasileira sempre foi muito camarada com a tão chamada esquerda. Havia dentro desta "santa esquerda" aquela que procurava ser diferente das outras por se considerar mais pura.
Tudo que acontecia de ruim, no mundo, era produto da burguesia, do capitalismo e só ela – esquerda radical – seria capaz – de resolver os problemas do mundo. Esta linha, no Brasil, saiu do antigo PCB e fundou o PC do B. Era o sinal de que não aceitava a traição ao Stalin no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Stalin era um heroi e não um dos maiores criminosos que o mundo já teve. Só na pobre Ucrânia, ele matou 10 milhões de pessoas e na grande fome de 1929, na URSS, morreram 20 milhões para salvação da humanidade. Stalin apoiou Hitler, desde 1929, até a URSS ser invadida por ele.
Aqui no Brasil, o PC do B foi o incentivador da guerrilha do Araguaia. Queriam implantar uma ditadura marxista neste País e hoje, se dizem democratas. Lá em XAMBIOÁ, eles mataram e morreram. Quando matam é em nome do socialismo e quando morrem vão para o céu, pois sacrificaram a vida pela humanidade. Eles são especialistas em matar. Não falam no esquartejamento a facão do jovem JOÃO PEREIRA, de apenas 17 anos de idade, na frente da família. A barbaridade deste crime é sem precedente na história de nossas guerras. Falam, gritam de tortura praticada pelas Forças Legais e escondem a morte deste jovem que foi sendo cortado aos pedaços por ser suspeito de ajudar as Forças legais. O crime encontra-se descrito em documentos escritos por eles mesmos e apreendidos na luta.
Até aí muito bem. Vão dizer que era luta ideológica. Agora a coisa muda de figura. O BRASIL não podia imaginar O PC do B envolvido em roubo. O escândalo do Ministério dos Esportes, falso ou verdadeiro, bem mostra a que chegamos na administração pública, mas os atores acusados e acusadores são do próprio Partido. As tais ONGS, dos comunistas ligadas ao PC do B, são iguais ou piores do que as outras. Uma grande vergonha.
O GRUPO GUARARAPES lembra que tem afirmado sempre que o pior mal do Brasil é a mediocridade. Que cultura tem O PM para ser quase o dono do Ministério? Pessoa de confiança do governador de Brasília e agora desafeto do Ministro. Neste angu de caroço, sururu do Ministério do Esporte vem a justificativa que faltava: porque não se apurou nada na CPI das ONGS? O PC do B estava envolvido até o pescoço. O senador relator era do PC do B e tudo fez e conseguiu para nada ser apurado.
QUEM PAGA TUDO ISSO É O POVO. ELES VÃO DIZER QUE TUDO É CAUSA DA BURGUESIA E NÃO DELES. ELES FAZEM PORQUE OS OUTROS FIZERAM. VÃO COLOCAR CULPA NO CAPITALISMO.
ABAIXO A MEDIOCRIDADE E PRISÃO PARA OS LADRÕES.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58 93. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.798 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.372 Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
PENSAMENTO DE Adrian Rogers (1931)
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
DIA 27 DE NOVEMBRO É MAIS UM DIA DE DOR NA HISTÓRIA DO BRASIL. Vamos rezar pelos que foram assassinados na INTENTONA COMUNISTA.
IGREJA DA PRAINHA – SEMINÁRIO – ÀS 0900 DE 27 DE NOV. FORTALEZA CERARÁ
"Pode-se fazer uma enormidade de coisa: seqüestrar, dinamitar, abater os chefes de polícia (...) depois continuar expropriando armas e dinheiro"..."A revolução CUBA É A VANGUARDADA REVOLUÇÃO LATINO-AMERICANA, ESTA VANGUARDA DEVE SOBREVIVER"!.
CARLOS MARIGHELA
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
A Imprensa Brasileira sempre foi muito camarada com a tão chamada esquerda. Havia dentro desta "santa esquerda" aquela que procurava ser diferente das outras por se considerar mais pura.
Tudo que acontecia de ruim, no mundo, era produto da burguesia, do capitalismo e só ela – esquerda radical – seria capaz – de resolver os problemas do mundo. Esta linha, no Brasil, saiu do antigo PCB e fundou o PC do B. Era o sinal de que não aceitava a traição ao Stalin no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Stalin era um heroi e não um dos maiores criminosos que o mundo já teve. Só na pobre Ucrânia, ele matou 10 milhões de pessoas e na grande fome de 1929, na URSS, morreram 20 milhões para salvação da humanidade. Stalin apoiou Hitler, desde 1929, até a URSS ser invadida por ele.
Aqui no Brasil, o PC do B foi o incentivador da guerrilha do Araguaia. Queriam implantar uma ditadura marxista neste País e hoje, se dizem democratas. Lá em XAMBIOÁ, eles mataram e morreram. Quando matam é em nome do socialismo e quando morrem vão para o céu, pois sacrificaram a vida pela humanidade. Eles são especialistas em matar. Não falam no esquartejamento a facão do jovem JOÃO PEREIRA, de apenas 17 anos de idade, na frente da família. A barbaridade deste crime é sem precedente na história de nossas guerras. Falam, gritam de tortura praticada pelas Forças Legais e escondem a morte deste jovem que foi sendo cortado aos pedaços por ser suspeito de ajudar as Forças legais. O crime encontra-se descrito em documentos escritos por eles mesmos e apreendidos na luta.
Até aí muito bem. Vão dizer que era luta ideológica. Agora a coisa muda de figura. O BRASIL não podia imaginar O PC do B envolvido em roubo. O escândalo do Ministério dos Esportes, falso ou verdadeiro, bem mostra a que chegamos na administração pública, mas os atores acusados e acusadores são do próprio Partido. As tais ONGS, dos comunistas ligadas ao PC do B, são iguais ou piores do que as outras. Uma grande vergonha.
O GRUPO GUARARAPES lembra que tem afirmado sempre que o pior mal do Brasil é a mediocridade. Que cultura tem O PM para ser quase o dono do Ministério? Pessoa de confiança do governador de Brasília e agora desafeto do Ministro. Neste angu de caroço, sururu do Ministério do Esporte vem a justificativa que faltava: porque não se apurou nada na CPI das ONGS? O PC do B estava envolvido até o pescoço. O senador relator era do PC do B e tudo fez e conseguiu para nada ser apurado.
QUEM PAGA TUDO ISSO É O POVO. ELES VÃO DIZER QUE TUDO É CAUSA DA BURGUESIA E NÃO DELES. ELES FAZEM PORQUE OS OUTROS FIZERAM. VÃO COLOCAR CULPA NO CAPITALISMO.
ABAIXO A MEDIOCRIDADE E PRISÃO PARA OS LADRÕES.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58 93. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.798 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.372 Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
PENSAMENTO DE Adrian Rogers (1931)
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
DIA 27 DE NOVEMBRO É MAIS UM DIA DE DOR NA HISTÓRIA DO BRASIL. Vamos rezar pelos que foram assassinados na INTENTONA COMUNISTA.
IGREJA DA PRAINHA – SEMINÁRIO – ÀS 0900 DE 27 DE NOV. FORTALEZA CERARÁ
"Pode-se fazer uma enormidade de coisa: seqüestrar, dinamitar, abater os chefes de polícia (...) depois continuar expropriando armas e dinheiro"..."A revolução CUBA É A VANGUARDADA REVOLUÇÃO LATINO-AMERICANA, ESTA VANGUARDA DEVE SOBREVIVER"!.
CARLOS MARIGHELA
domingo, 13 de novembro de 2011
DESPEDIDA DO TENENTE-CORONEL PM TELHADA - REPORTAGEM DE O ESTADO DE SÃO PAULO DE 13 DE NOVEMBRO DE 2011
JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO, CADERNO CIDADES/METRÓPOLE, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2011, traz o PERFIL DE PAULO ADRIANO LOPES LUCINDA TELHADA. TENENTE-CORONEL da PM e Comandante da ROTA. Em 2,5 anos sob o comando de TELHADA, a ROTA apreendeu 4,6 toneladas de drogas, 580 veículos roubados e 869 armas. Até 31 de setembro, também prendeu 2.376 pessoas e matou 166 acusados de crimes. Um policial morreu e 9 ficaram feridos.
APOSENTADORIA APÓS 36 MORTES E 80 ELOGIOS. O mais polêmico oficial do batalhão de elite da PM vai para a reserva no dia 18
A reportagem é de MARCELO GODOY
Ele sabe que tem sangue nas mãos. “Mas não tenho o sangue de nenhum inocente.” A cada frase, o TENENTE-CORONEL PAULO ADRIANO LOPES TELHADA cria uma polêmica. Há muito tempo ele é assim. O riso fácil, o carisma com a tropa e a mesma forma de cumprimentar: “A paz de Deus, irmão”. O homem que tem 29 processos por homicídio – 36 mortes em ação – e 80 elogios em sua ficha se diz um soldado de Cristo.
Quando entrou para a polícia, em 1979, o jovem sabia que um dia poderia ser obrigado a usar sua arma. E matar. Procurou o ancião da Congregação Cristã do Brasil e contou sua preocupação. “A porta que Deus abre, ninguém fecha. E a porta que Ele fecha, ninguém abre.” Trinta e três anos depois, o irmão PAULO – como é conhecido na igreja onde toca clarinete nos cultos tem certeza de que a Palavra se concretizou.
TELHADA deixou a Academia do Barro Branco na turma de 1983. Em sua memória, há muitas datas. Ele chegou à ROTA em 23 de junho de 1986 depois que, em patrulhamento, sua equipe matou dois bandidos, prendeu outros dois e soltou 11 reféns na zona oeste de São Paulo. O batalhão tinha apenas três carros e convivia com uma falta crônica de oficiais – aqueles que tinham fama de matar bandido haviam sido transferidos durante o governo de FRANCO MONTORO (1983-198).
Bastou um dia para ele ir para a rua atrás de criminosos. Não demoraria para ficar conhecido. “Sou um para-raio. Tudo acontece comigo.” É o que parece. Sua memória ainda se lembra do dia 30 de setembro de 1988, seu primeiro tiroteio na ROTA. Um ladrão roubou um táxi. “Ele reagiu e morreu.”
As histórias de TELHADA são sempre assim. Por isso a Justiça decidiu arquivar 19 de seus casos e absolvê-lo nos demais. “Não mereço essa fama. Não sou pistoleiro.” Os casos se sucederam. Foram sete em 1989, cinco em 1990. A fama aumentou. Seu nome aparecia nos jornais, como em 17 de agosto de 1990, quando um bandido acertou o seu braço esquerdo na zona norte. Nos dois anos seguintes, mais nove mortes.
À medida que sua fama crescia, a PM ganhava um problema: o que fazer com TELHADA? Decidiram retirá-lo da ROTA. Era 10 de abril de 1992. “Fui transferido 28 vezes.” O oficial teve outras punições mais explicitas. Foi preso oito vezes por descumprir regulamento. “Não há policial de rua que nunca tenha sido preso.” E colecionou elogios, promoções e medalhas – é o único oficial vivo a ter a CRUZ DE MÉRITO PESSOAL DE OURO.
Ele já era capitão quando foi baleado pela segunda vez. O comandante da ROTA conta que tudo ocorreu embaixo do Viaduto POMPÉIA, na zona oeste, onde deu de cara com um ladrão. “Não atirei. Não sabia se era um bandido ou se era um mendigo.Segurei o cano de sua arma e ele o da minha. Rolamos no chão.” De repente, o disparo. “Acertou a minha mão. Ele se assustou e eu atirei quatro vezes.” O homem morreu. TELHADA quase perdeu o movimento da mão direita.
O tempo curou sua ferida antes da próxima data: 24 de janeiro de 1996, dia de uma experiência mística. TELHADA e o soldado GOMES estavam na Avenida DOUTOR ARNALDO, na zona oeste, quando o rádio da PM alertou sobre a fuga de quatro ladrões em um KADETT. “Subimos no canteiro central. Quando descemos, estávamos do lado deles.” Um dos bandidos desceu e atirou. “Eu pensei: “Ele não vai escapar.” TELHADA correu. “Eu olhava para o lado e via o GOMES.” O oficial acertou o ladrão e o levou para o Hospital das Clínicas.
“Quando cheguei, vi o GOMES baleado e perguntei: “Quando isso ocorreu se você estava ao meu lado o tempo todo?” E ele me respondeu: “Capitão, eu não dei um passo. Fui baleado quando saí do carro. Se o senhor me viu, não era eu. Era um anjo que estava do seu lado.” A Bíblia diz que o Senhor acampa seus anjos ao redor daquele que Ele ama. Naquele dia, um anjo do Senhor estava ao meu lado.”
A PM decidiu afastá-lo das ruas. Na época, era obrigatório o tratamento psicológico para quem se envolvia em tiroteios. Ouviu então de um coronel: “TELHADA, você é um homem perigoso. Onde você chega, a tropa fica ouriçada e começa a trabalhar.”Foram anos difíceis. Quase foi expulso da PM em 2004, acusado de fazer bico como segurança do apresentador GUGU LIBERATO. “Sempre fiz bico, mas não sou ladrão nem vagabundo.”
Era maio de 2009. Fazia 17 anos que o tenente-coronel, hoje com 50 anos, havia deixado a ROTA. Sua fama não impediu que ANTÔNIO FERREIRA PINTO, recém-empossado na Secretaria da Segurança Pública, fizesse sua mais arriscada aposta por TELHADA no comando da ROTA. “Você pode elevar ou acabar com nosso comando. Depende da sua atitude”, disse FERREIRA PINTO. Nesses dois anos e meio, a ROTA se transformou no principal instrumento de combate ao crime organizado no Estado. “Foi um grande acerto”, conclui o secretário.
Novas polêmicas surgiram, com as que cercam o atentado contra ele, em 2010 – bandidos dispararam 11 vezes e erraram – e as denúncias de abuso na morte de seis ladrões de caixa eletrônico, em agosto. Mas ele se diz em paz. “Não convivo com fantasmas. Quem gosta de matar tem de se tratar. Tive ótimos policiais que acabaram vendo fantasmas, acabaram na sarjeta, na bebida.”
TELHADA vive os últimos dias no quartel do qual vai se despedir por força de lei no dia 18 – vai ser a última data da sua carreira. Antes, recebeu o filho, o TENENTE PM RAFAEL TELHADA, de 25 anos, no batalhão – o jovem já esteve em dois tiroteios com morte. “Vou lançar um livro sobre a ROTA e, talvez, entrar para a política”, conta. E acrescenta: “Quem critica a polícia ou não a conhece ou tem medo de ser preso.” TELHADA sorri. Diz que vai sentir saudade. “Adoro isso aqui.”. (colaborou WILLIAM CARDOSO).
APOSENTADORIA APÓS 36 MORTES E 80 ELOGIOS. O mais polêmico oficial do batalhão de elite da PM vai para a reserva no dia 18
A reportagem é de MARCELO GODOY
Ele sabe que tem sangue nas mãos. “Mas não tenho o sangue de nenhum inocente.” A cada frase, o TENENTE-CORONEL PAULO ADRIANO LOPES TELHADA cria uma polêmica. Há muito tempo ele é assim. O riso fácil, o carisma com a tropa e a mesma forma de cumprimentar: “A paz de Deus, irmão”. O homem que tem 29 processos por homicídio – 36 mortes em ação – e 80 elogios em sua ficha se diz um soldado de Cristo.
Quando entrou para a polícia, em 1979, o jovem sabia que um dia poderia ser obrigado a usar sua arma. E matar. Procurou o ancião da Congregação Cristã do Brasil e contou sua preocupação. “A porta que Deus abre, ninguém fecha. E a porta que Ele fecha, ninguém abre.” Trinta e três anos depois, o irmão PAULO – como é conhecido na igreja onde toca clarinete nos cultos tem certeza de que a Palavra se concretizou.
TELHADA deixou a Academia do Barro Branco na turma de 1983. Em sua memória, há muitas datas. Ele chegou à ROTA em 23 de junho de 1986 depois que, em patrulhamento, sua equipe matou dois bandidos, prendeu outros dois e soltou 11 reféns na zona oeste de São Paulo. O batalhão tinha apenas três carros e convivia com uma falta crônica de oficiais – aqueles que tinham fama de matar bandido haviam sido transferidos durante o governo de FRANCO MONTORO (1983-198).
Bastou um dia para ele ir para a rua atrás de criminosos. Não demoraria para ficar conhecido. “Sou um para-raio. Tudo acontece comigo.” É o que parece. Sua memória ainda se lembra do dia 30 de setembro de 1988, seu primeiro tiroteio na ROTA. Um ladrão roubou um táxi. “Ele reagiu e morreu.”
As histórias de TELHADA são sempre assim. Por isso a Justiça decidiu arquivar 19 de seus casos e absolvê-lo nos demais. “Não mereço essa fama. Não sou pistoleiro.” Os casos se sucederam. Foram sete em 1989, cinco em 1990. A fama aumentou. Seu nome aparecia nos jornais, como em 17 de agosto de 1990, quando um bandido acertou o seu braço esquerdo na zona norte. Nos dois anos seguintes, mais nove mortes.
À medida que sua fama crescia, a PM ganhava um problema: o que fazer com TELHADA? Decidiram retirá-lo da ROTA. Era 10 de abril de 1992. “Fui transferido 28 vezes.” O oficial teve outras punições mais explicitas. Foi preso oito vezes por descumprir regulamento. “Não há policial de rua que nunca tenha sido preso.” E colecionou elogios, promoções e medalhas – é o único oficial vivo a ter a CRUZ DE MÉRITO PESSOAL DE OURO.
Ele já era capitão quando foi baleado pela segunda vez. O comandante da ROTA conta que tudo ocorreu embaixo do Viaduto POMPÉIA, na zona oeste, onde deu de cara com um ladrão. “Não atirei. Não sabia se era um bandido ou se era um mendigo.Segurei o cano de sua arma e ele o da minha. Rolamos no chão.” De repente, o disparo. “Acertou a minha mão. Ele se assustou e eu atirei quatro vezes.” O homem morreu. TELHADA quase perdeu o movimento da mão direita.
O tempo curou sua ferida antes da próxima data: 24 de janeiro de 1996, dia de uma experiência mística. TELHADA e o soldado GOMES estavam na Avenida DOUTOR ARNALDO, na zona oeste, quando o rádio da PM alertou sobre a fuga de quatro ladrões em um KADETT. “Subimos no canteiro central. Quando descemos, estávamos do lado deles.” Um dos bandidos desceu e atirou. “Eu pensei: “Ele não vai escapar.” TELHADA correu. “Eu olhava para o lado e via o GOMES.” O oficial acertou o ladrão e o levou para o Hospital das Clínicas.
“Quando cheguei, vi o GOMES baleado e perguntei: “Quando isso ocorreu se você estava ao meu lado o tempo todo?” E ele me respondeu: “Capitão, eu não dei um passo. Fui baleado quando saí do carro. Se o senhor me viu, não era eu. Era um anjo que estava do seu lado.” A Bíblia diz que o Senhor acampa seus anjos ao redor daquele que Ele ama. Naquele dia, um anjo do Senhor estava ao meu lado.”
A PM decidiu afastá-lo das ruas. Na época, era obrigatório o tratamento psicológico para quem se envolvia em tiroteios. Ouviu então de um coronel: “TELHADA, você é um homem perigoso. Onde você chega, a tropa fica ouriçada e começa a trabalhar.”Foram anos difíceis. Quase foi expulso da PM em 2004, acusado de fazer bico como segurança do apresentador GUGU LIBERATO. “Sempre fiz bico, mas não sou ladrão nem vagabundo.”
Era maio de 2009. Fazia 17 anos que o tenente-coronel, hoje com 50 anos, havia deixado a ROTA. Sua fama não impediu que ANTÔNIO FERREIRA PINTO, recém-empossado na Secretaria da Segurança Pública, fizesse sua mais arriscada aposta por TELHADA no comando da ROTA. “Você pode elevar ou acabar com nosso comando. Depende da sua atitude”, disse FERREIRA PINTO. Nesses dois anos e meio, a ROTA se transformou no principal instrumento de combate ao crime organizado no Estado. “Foi um grande acerto”, conclui o secretário.
Novas polêmicas surgiram, com as que cercam o atentado contra ele, em 2010 – bandidos dispararam 11 vezes e erraram – e as denúncias de abuso na morte de seis ladrões de caixa eletrônico, em agosto. Mas ele se diz em paz. “Não convivo com fantasmas. Quem gosta de matar tem de se tratar. Tive ótimos policiais que acabaram vendo fantasmas, acabaram na sarjeta, na bebida.”
TELHADA vive os últimos dias no quartel do qual vai se despedir por força de lei no dia 18 – vai ser a última data da sua carreira. Antes, recebeu o filho, o TENENTE PM RAFAEL TELHADA, de 25 anos, no batalhão – o jovem já esteve em dois tiroteios com morte. “Vou lançar um livro sobre a ROTA e, talvez, entrar para a política”, conta. E acrescenta: “Quem critica a polícia ou não a conhece ou tem medo de ser preso.” TELHADA sorri. Diz que vai sentir saudade. “Adoro isso aqui.”. (colaborou WILLIAM CARDOSO).
sábado, 12 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 12 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 12 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A D O Z E D E N O V E M B R O D E 2 011 – S Á B A D O. 74 anos, 10 meses e 16 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho...
DEPOIMENTO DA DOUTORA LIZIANE ANZANELO - ONCOLOGISTA DE BLUMENAU - SANTA CATARINA
Depoimento Dra. Liziane Anzanelo - Oncologista de Blumenau - SC
Meus amigos, como oncologista digo que ninguém está desejando mal ao Lula ou aos pacientes sofredores de câncer, mas sabemos que quando um governante passa na pele o que um paciente passa para ter o direito a um tratamento digno e justo, ou mesmo morre na fila esperando um medicamento, uma cirurgia ou simplesmente pela ineficiência do sistema, temos que nos revoltar!!!
Porque todos não tem o... direito de ter um diagnóstico no sábado e iniciar o tratamento na segunda, me digam um paciente que conseguiu essa presteza, ou que tratou linfoma com a droga de ponta que a Dilma usou, ou vai fazer infusão contínua com cateter e bomba de infusão de uso domiciliar???
Por que não nos exasperarmos por nem todos terem os mesmos direitos???
Somos diferentes porque não temos convênios, ou mesmo cargos importantes???
E a Constituição Federal não diz que temos todos os direitos e somos iguais???
Temos sim que aproveitar essa situação e mostrar que há diferenças nos tratamentos e lutar pelos direitos dos mais fracos. Não é justo que um paciente espere 30-40 dias para ter um diagnóstico patológico, ou aguarde na fila de cirurgias, simplesmente porque não há mais médicos se submetendo aos salários de fome que o SUS paga!
Pagar de 10 - 17 reais de honorários de quimioterapia por paciente/mês é simplesmente um achaque!
Pagar 1.200 reais por Mês para médicos da rede pública por 20 horas de trabalho, e fazê-los atender 18 pacientes ou mais em 04 horas é um abuso!
Eu quero sim que ele se cure e tenha um excelente tratamento, que com certeza já está tendo, mas e o paciente que atendi hoje que não teve a mesma sorte
e está morrendo no hospital com menos de 30 anos...
E as mulheres com câncer de mama que não conseguem usar o tratamento mais moderno?
E a fila da reconstrução mamária das mulheres mastectomizadas?
E as filas imensas da radioterapia, que só não são maiores pela abnegação de radioterapeutas que tratam os pacientes SUS em suas clínicas privadas,
muitas vezes arcando com os custos do tratamento para verem seus pacientes melhor atendidos?
Temos sim que falar, temos que mostrar à população que não é assim que ocorre no dia a dia de pacientes oncológicos, que ficam sentados dentro de ambulâncias o dia todo aguardando para voltarem para suas casas após terem feito seus tratamentos ou seus exames cedo pela manhã, aguardando aqueles que fazem exames e tratamentos á tarde.
Se vocês não sabem o câncer é uma doença que mais mata somente vindo atrás das doenças coronarianas.
Quase um problema de saúde pública!
E seus custos são altos sim, mas não justificam que para custeá-los temos que sacrificar pacientes que teriam chances reais de cura, que hoje mesmo a deonça se encontrando em estágios avançados chegam aos índices de 50 %.
Sinto muito se o Lula está passando por isso, mas com certeza não está lutando para ter seu medicamento e passando por um grave estresse para ver quando vai começar ou quando vão lhe chamar para iniciar seu tratamento!
Queria que todos os pacientes oncológicos tivessem o direito ao tratamento de ponta oferecido no Sírio ou no Einstein!!
Somente nós médicos sabemos o dilema ético ao dizer ao paciente que terá que fazer um tratamento, mas que talvez não tenha acesso no sistema, por exemplo a hormonioterapia extendida para câncer de mama após uso de Tamoxifeno, não é disponibilizada ao pacientes do SUS, porque não tem código para esse tratamento, haja visto que a tabela está desatualizada.
O SUS diz que paga tudo, as tabelas realmente não dizem qual tratamento o médico deve fazer, o médico pode prescreve o que quiser, entretanto,
o valor pago pelo código da doença é ínfimo e não cobre os novos tratamentos, quem paga a conta???
Os hospitais filantrópicos??? Os hospitais públicos já tão sucateados...
Ou deixamos assim, e não nos indignamos, afinal eu não tenho nada a ver com isso, na minha família ninguém tem câncer, e eu tenho convênio de saúde, para que vou me preocupar????
Quando a água bater naquele lugar, quero ver....Sorry pelo desabafo!
Mas é irritante escutar tanta coisa de quem não tem a mínima noção do que seja a saúde nesse país,
e isso que em Blumenau e no Sul, vivemos num paraíso, comparado com o resto do país!
Dra. Liziane Anzanelo
Oncologista - Blumenau - SC
Meus amigos, como oncologista digo que ninguém está desejando mal ao Lula ou aos pacientes sofredores de câncer, mas sabemos que quando um governante passa na pele o que um paciente passa para ter o direito a um tratamento digno e justo, ou mesmo morre na fila esperando um medicamento, uma cirurgia ou simplesmente pela ineficiência do sistema, temos que nos revoltar!!!
Porque todos não tem o... direito de ter um diagnóstico no sábado e iniciar o tratamento na segunda, me digam um paciente que conseguiu essa presteza, ou que tratou linfoma com a droga de ponta que a Dilma usou, ou vai fazer infusão contínua com cateter e bomba de infusão de uso domiciliar???
Por que não nos exasperarmos por nem todos terem os mesmos direitos???
Somos diferentes porque não temos convênios, ou mesmo cargos importantes???
E a Constituição Federal não diz que temos todos os direitos e somos iguais???
Temos sim que aproveitar essa situação e mostrar que há diferenças nos tratamentos e lutar pelos direitos dos mais fracos. Não é justo que um paciente espere 30-40 dias para ter um diagnóstico patológico, ou aguarde na fila de cirurgias, simplesmente porque não há mais médicos se submetendo aos salários de fome que o SUS paga!
Pagar de 10 - 17 reais de honorários de quimioterapia por paciente/mês é simplesmente um achaque!
Pagar 1.200 reais por Mês para médicos da rede pública por 20 horas de trabalho, e fazê-los atender 18 pacientes ou mais em 04 horas é um abuso!
Eu quero sim que ele se cure e tenha um excelente tratamento, que com certeza já está tendo, mas e o paciente que atendi hoje que não teve a mesma sorte
e está morrendo no hospital com menos de 30 anos...
E as mulheres com câncer de mama que não conseguem usar o tratamento mais moderno?
E a fila da reconstrução mamária das mulheres mastectomizadas?
E as filas imensas da radioterapia, que só não são maiores pela abnegação de radioterapeutas que tratam os pacientes SUS em suas clínicas privadas,
muitas vezes arcando com os custos do tratamento para verem seus pacientes melhor atendidos?
Temos sim que falar, temos que mostrar à população que não é assim que ocorre no dia a dia de pacientes oncológicos, que ficam sentados dentro de ambulâncias o dia todo aguardando para voltarem para suas casas após terem feito seus tratamentos ou seus exames cedo pela manhã, aguardando aqueles que fazem exames e tratamentos á tarde.
Se vocês não sabem o câncer é uma doença que mais mata somente vindo atrás das doenças coronarianas.
Quase um problema de saúde pública!
E seus custos são altos sim, mas não justificam que para custeá-los temos que sacrificar pacientes que teriam chances reais de cura, que hoje mesmo a deonça se encontrando em estágios avançados chegam aos índices de 50 %.
Sinto muito se o Lula está passando por isso, mas com certeza não está lutando para ter seu medicamento e passando por um grave estresse para ver quando vai começar ou quando vão lhe chamar para iniciar seu tratamento!
Queria que todos os pacientes oncológicos tivessem o direito ao tratamento de ponta oferecido no Sírio ou no Einstein!!
Somente nós médicos sabemos o dilema ético ao dizer ao paciente que terá que fazer um tratamento, mas que talvez não tenha acesso no sistema, por exemplo a hormonioterapia extendida para câncer de mama após uso de Tamoxifeno, não é disponibilizada ao pacientes do SUS, porque não tem código para esse tratamento, haja visto que a tabela está desatualizada.
O SUS diz que paga tudo, as tabelas realmente não dizem qual tratamento o médico deve fazer, o médico pode prescreve o que quiser, entretanto,
o valor pago pelo código da doença é ínfimo e não cobre os novos tratamentos, quem paga a conta???
Os hospitais filantrópicos??? Os hospitais públicos já tão sucateados...
Ou deixamos assim, e não nos indignamos, afinal eu não tenho nada a ver com isso, na minha família ninguém tem câncer, e eu tenho convênio de saúde, para que vou me preocupar????
Quando a água bater naquele lugar, quero ver....Sorry pelo desabafo!
Mas é irritante escutar tanta coisa de quem não tem a mínima noção do que seja a saúde nesse país,
e isso que em Blumenau e no Sul, vivemos num paraíso, comparado com o resto do país!
Dra. Liziane Anzanelo
Oncologista - Blumenau - SC
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 11 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 11 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A O N Z E D E N O V E M B R O D E 2011 - S E X T A - F E I R A. 74 anos, 10 meses e 15 dias. Início de minhas memórias – 9 de Julho...
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 10 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 10 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A D E Z D E N O V E M B R O D E 2011 - Q U I N T A- F E I R A. 74 anos, 10 meses e 14 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 ...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 9 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 9 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A N O V E D E N OV E M B R O D E 2 011 - QUARTA-FEIRA. 74 anos, 10 meses e 13 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho ...
terça-feira, 8 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 8 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 8 DE NOVEMBRO DE 2011: DIA OITO DE NOVEMBRO DE 2 011 - TERÇA-FEIRA. 74 anos, 10 meses e 12 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho de 1950. 23 ...
MEMÓRIAS DO VENTURA: 7 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 7 DE NOVEMBRO DE 2011: DIA S E T E DE N O V E M B R O DE 2 011 - SEGUNDA-FEIRA. 74 anos, 10 meses e 11 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho de...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
COMENTÁRIO 114 DE GÉLIO FREGAPANI: - GEOPOLITICA - A PRÓXIMA GUERRA - AMAZÔNIA E ONGS -
De: geliofregapani
Data: 7 de novembro de 2011 00:45
Assunto: comentário 114
Para:
Comentário nº. 114 - 06 de novembro de 2011
Assuntos: Geopolítica- A próxima guerra; Amazônia e ONGs.
Geopolítica - A próxima guerra
-Preparando o ataque ao Irã – O governo de Israel evidencia o desejo de atacar, antes que o Irã adquira capacidade nuclear, mas hesita em fazê-lo sem o aval dos EUA. Israel sabe que seu poderio nuclear, estimado em 200 bombas, teria condições de dissuadir a qualquer um, menos a um doido capaz de se explodir para causar algum dano. Ainda que Israel tenha razão, as consequencias podem ser maiores do que o previsto, pois o Irã não é um Iraque nem uma Líbia. A esperança de Israel seria de arrastar os EUA na guerra, e tem cacife suficiente para consegui-lo.
O desenvolvimento de capacidade nuclear do Irã seria uma ameaça para Israel para os Estados Unidos um transtorno, mas não uma ameaça vital. Certamente Barack Obama não gostaria de atacar o Irã antes das eleições de 2012, mas a aliança com Israel, a necessidade de petróleo, a evaporação da credibilidade do dólar, a deterioração das relações com a Turquia e com o Egito e a crise financeira causando distúrbios internos tipo “ocupemos a Wall Street”,são caminhos que por si só, podem precipitar outra campanha militar norte-americana no Oriente Médio. Tudo está confirmando a famosa conferência do gen. Wesley Clark em 2002, onde revelou planos estadunidenses para desestabilizar sete países do Oriente Médio, iniciando pelo Iraque e concluindo pelo Irã. Motivo: petróleo.
Certamente a Europa não vai se opor, pelo menos não depois de ter atacado a Líbia. A Grã-Bretanha se prepara para participar da ação militar, inclusive oferecendo suas bases militares no Oceano Índico. Já estuda as melhores posições para instalar seus submarinos e navios. A Rússia e a China mesmo que se oponham, não iriam a guerra por isto, já que também tem motivos para temer a ameaça islâmica
Informações da inteligência sobre o programa nuclear iraniano, nos moldes das usadas do ataque à Saddam são fracos demais para servir de pretexto, mas uma provocação, ou mesmo uma farsa tipo Torres Gêmeas pode antecipar os acontecimentos. Essa provocação, real ou forjada, talvez aconteça em Israel.
- Rumo provável das Operações – Uma guerra se sabe como inicia, mas não como termina. Podemos supor que devastadores bombardeios convencionais desmontem toda infra-estrutura iraniana, e contenham o Egito, a Turquia e ou a Síria se essas saírem dos protestos retóricos. Provavelmente as operações terrestres serão do tipo “commandos”, evitando a ocupação permanente do terreno, mas é algo que pode acontecer, pois lá estão as jazidas do ouro negro e os EUA ainda se acreditam bemvindos. Surpreendem-se porque o povo invadido lhes resiste, se eles só os estão bombardeando para protegê-lo dos tiranos A desproporção de forças e de tecnologia garante a vitória militar, mas não a ocupação tranquila.
- Consequencias – Em médio prazo os EUA e EU terão garantido o suprimento de petróleo e a segurança de Israel, mas a curto prazo cairá a produção de petróleo e o preço irá as alturas. A China aproveitará para se acertar com Taiwan, mas a grande beneficiária será a Rússia; neutra e com seu grande excedente de petróleo caríssimo. Talvez nós também, com o pré-sal, se pudermos manter a neutralidade. Quanto ao Império Americano, cremos que conseguirá interromper seu declínio, mas verá crescerem de importância a Rússia, a China, a Índia e mesmo o nosso Brasil.
Claro, isto tudo é só o resumo de um cenário. Pode acontecer outra coisa ou até não acontecer nada.
ONGs, Ministérios e o desenvolvimento da Amazônia
A ladroagem nas ONGs dos ministérios dos Esportes e do Turismo chamaram atenção do Pais, mas nem arranharam ainda as piores: as que recebem recursos do estrangeiro, para nos arrancarem um pedaço do território. As ligações dessas são com a Funai e com o Ibama, e sua atuação principal é evitar o desenvolvimento e consequente ocupação da Amazônia por nós.
A Amazônia jamais terá seu potencial de riquezas incorporado ao País, sem a infraestrutura imprescindível ao aproveitamento de suas vastas riquezas, principalmente em minérios, fauna e flora. Assim, as obras das hidrelétricas da usina de Belo Monte, em Altamira, no Pará, e de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, são indispensáveis a qualquer esforço desenvolvimentista. Essas obras, que promoverão migrações populacionais para o preenchimento de espaços vazios existentes desde o início dos trabalhos, tem sido sistematicamente obstadas por ação das ONGs.
Orientados por ONGs, líderes indígenas prepararam, quase sigilosamente, o I Encontro dos Povos Indígenas de Altamira, realizado em fevereiro de 1989. A Eletronorte compareceu desprevenida. Estava certa de que os convenceria a aceitarem as barragens no Xingu. Seriam das maiores e mais baratas hidrelétricas que se podiam pretender em qualquer parte do mundo. Saiu escorraçada. E os projetos, arquivados. Entretanto o País necessita dessa usina, capaz de fornecer ainda mais energia do que a nossa parte na de Itaipu. Isso foi um disparate que muito prejudicou o País.
Os estrangeiros se valeram das ONGs, e estas dos índios. Eles tocam no inconsciente coletivo, tanto o nacional quanto – e, sobretudo – o internacional. Suas utopias, fundadas numa sociedade distinta da nossa e associada a uma idéia de Rosseau se apresentam como se fossem mais puras do que a nossa sociedade corrompida, mas não é assim. O tema é mais complicado. Trata-se de disputa disfarçada por recursos naturais escassos.
Passados quase 30 anos, as cinco represas previstas para o Xingu foram reduzidas a uma só. Belo Monte, bem menor do que a usina original, de Kararaô e só agora, 10 anos depois da retomada do projeto, começou a montagem do acampamento para a execução das obras. Novamente os índios são os pretextos para evitar o desenvolvimento, mas felizmente se esboça uma reação. O licenciamento ambiental não poderá mais impor condicionantes à liberação de empreendimentos que não tenham relação direta com o impacto da obra. Serão beneficiadas com esse novo modelo de licenciamento, linhas de transmissão, rodovias, portos e do setor de petróleo e gás e obras de infraestrutura como Belo Monte, as quais até agora eram paralisadas desde por reclamações de índios distantes até para proteger uma perereca “em extinção” sempre sob o patrocínio das malditas ONGs estrangeiras.
Creio que podemos creditar a doma dos ecoxiitas à firmeza da Dilma. As pressões que está recebendo fariam ceder a alguém menos corajoso, como o Lula cedeu no caso da Raposa.
Não dá para acreditar
Em vez de treinamento de combate, uma turma de 200 soldados recebeu treinamento de guarda-parques na Reserva Biológica de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Os 200 soldados foram treinados pelo Serviço de Guarda-Parques e ajudarão a fiscalizar a unidade de conservação e a combater incêndios.
Que Deus guarde a todos nós
Gelio Fregapani
Data: 7 de novembro de 2011 00:45
Assunto: comentário 114
Para:
Comentário nº. 114 - 06 de novembro de 2011
Assuntos: Geopolítica- A próxima guerra; Amazônia e ONGs.
Geopolítica - A próxima guerra
-Preparando o ataque ao Irã – O governo de Israel evidencia o desejo de atacar, antes que o Irã adquira capacidade nuclear, mas hesita em fazê-lo sem o aval dos EUA. Israel sabe que seu poderio nuclear, estimado em 200 bombas, teria condições de dissuadir a qualquer um, menos a um doido capaz de se explodir para causar algum dano. Ainda que Israel tenha razão, as consequencias podem ser maiores do que o previsto, pois o Irã não é um Iraque nem uma Líbia. A esperança de Israel seria de arrastar os EUA na guerra, e tem cacife suficiente para consegui-lo.
O desenvolvimento de capacidade nuclear do Irã seria uma ameaça para Israel para os Estados Unidos um transtorno, mas não uma ameaça vital. Certamente Barack Obama não gostaria de atacar o Irã antes das eleições de 2012, mas a aliança com Israel, a necessidade de petróleo, a evaporação da credibilidade do dólar, a deterioração das relações com a Turquia e com o Egito e a crise financeira causando distúrbios internos tipo “ocupemos a Wall Street”,são caminhos que por si só, podem precipitar outra campanha militar norte-americana no Oriente Médio. Tudo está confirmando a famosa conferência do gen. Wesley Clark em 2002, onde revelou planos estadunidenses para desestabilizar sete países do Oriente Médio, iniciando pelo Iraque e concluindo pelo Irã. Motivo: petróleo.
Certamente a Europa não vai se opor, pelo menos não depois de ter atacado a Líbia. A Grã-Bretanha se prepara para participar da ação militar, inclusive oferecendo suas bases militares no Oceano Índico. Já estuda as melhores posições para instalar seus submarinos e navios. A Rússia e a China mesmo que se oponham, não iriam a guerra por isto, já que também tem motivos para temer a ameaça islâmica
Informações da inteligência sobre o programa nuclear iraniano, nos moldes das usadas do ataque à Saddam são fracos demais para servir de pretexto, mas uma provocação, ou mesmo uma farsa tipo Torres Gêmeas pode antecipar os acontecimentos. Essa provocação, real ou forjada, talvez aconteça em Israel.
- Rumo provável das Operações – Uma guerra se sabe como inicia, mas não como termina. Podemos supor que devastadores bombardeios convencionais desmontem toda infra-estrutura iraniana, e contenham o Egito, a Turquia e ou a Síria se essas saírem dos protestos retóricos. Provavelmente as operações terrestres serão do tipo “commandos”, evitando a ocupação permanente do terreno, mas é algo que pode acontecer, pois lá estão as jazidas do ouro negro e os EUA ainda se acreditam bemvindos. Surpreendem-se porque o povo invadido lhes resiste, se eles só os estão bombardeando para protegê-lo dos tiranos A desproporção de forças e de tecnologia garante a vitória militar, mas não a ocupação tranquila.
- Consequencias – Em médio prazo os EUA e EU terão garantido o suprimento de petróleo e a segurança de Israel, mas a curto prazo cairá a produção de petróleo e o preço irá as alturas. A China aproveitará para se acertar com Taiwan, mas a grande beneficiária será a Rússia; neutra e com seu grande excedente de petróleo caríssimo. Talvez nós também, com o pré-sal, se pudermos manter a neutralidade. Quanto ao Império Americano, cremos que conseguirá interromper seu declínio, mas verá crescerem de importância a Rússia, a China, a Índia e mesmo o nosso Brasil.
Claro, isto tudo é só o resumo de um cenário. Pode acontecer outra coisa ou até não acontecer nada.
ONGs, Ministérios e o desenvolvimento da Amazônia
A ladroagem nas ONGs dos ministérios dos Esportes e do Turismo chamaram atenção do Pais, mas nem arranharam ainda as piores: as que recebem recursos do estrangeiro, para nos arrancarem um pedaço do território. As ligações dessas são com a Funai e com o Ibama, e sua atuação principal é evitar o desenvolvimento e consequente ocupação da Amazônia por nós.
A Amazônia jamais terá seu potencial de riquezas incorporado ao País, sem a infraestrutura imprescindível ao aproveitamento de suas vastas riquezas, principalmente em minérios, fauna e flora. Assim, as obras das hidrelétricas da usina de Belo Monte, em Altamira, no Pará, e de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, são indispensáveis a qualquer esforço desenvolvimentista. Essas obras, que promoverão migrações populacionais para o preenchimento de espaços vazios existentes desde o início dos trabalhos, tem sido sistematicamente obstadas por ação das ONGs.
Orientados por ONGs, líderes indígenas prepararam, quase sigilosamente, o I Encontro dos Povos Indígenas de Altamira, realizado em fevereiro de 1989. A Eletronorte compareceu desprevenida. Estava certa de que os convenceria a aceitarem as barragens no Xingu. Seriam das maiores e mais baratas hidrelétricas que se podiam pretender em qualquer parte do mundo. Saiu escorraçada. E os projetos, arquivados. Entretanto o País necessita dessa usina, capaz de fornecer ainda mais energia do que a nossa parte na de Itaipu. Isso foi um disparate que muito prejudicou o País.
Os estrangeiros se valeram das ONGs, e estas dos índios. Eles tocam no inconsciente coletivo, tanto o nacional quanto – e, sobretudo – o internacional. Suas utopias, fundadas numa sociedade distinta da nossa e associada a uma idéia de Rosseau se apresentam como se fossem mais puras do que a nossa sociedade corrompida, mas não é assim. O tema é mais complicado. Trata-se de disputa disfarçada por recursos naturais escassos.
Passados quase 30 anos, as cinco represas previstas para o Xingu foram reduzidas a uma só. Belo Monte, bem menor do que a usina original, de Kararaô e só agora, 10 anos depois da retomada do projeto, começou a montagem do acampamento para a execução das obras. Novamente os índios são os pretextos para evitar o desenvolvimento, mas felizmente se esboça uma reação. O licenciamento ambiental não poderá mais impor condicionantes à liberação de empreendimentos que não tenham relação direta com o impacto da obra. Serão beneficiadas com esse novo modelo de licenciamento, linhas de transmissão, rodovias, portos e do setor de petróleo e gás e obras de infraestrutura como Belo Monte, as quais até agora eram paralisadas desde por reclamações de índios distantes até para proteger uma perereca “em extinção” sempre sob o patrocínio das malditas ONGs estrangeiras.
Creio que podemos creditar a doma dos ecoxiitas à firmeza da Dilma. As pressões que está recebendo fariam ceder a alguém menos corajoso, como o Lula cedeu no caso da Raposa.
Não dá para acreditar
Em vez de treinamento de combate, uma turma de 200 soldados recebeu treinamento de guarda-parques na Reserva Biológica de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Os 200 soldados foram treinados pelo Serviço de Guarda-Parques e ajudarão a fiscalizar a unidade de conservação e a combater incêndios.
Que Deus guarde a todos nós
Gelio Fregapani
domingo, 6 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 6 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 6 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A S E I S D E N O V E M B R O D E 2 011 - D O M I N G O. 74 anos, dez meses e 10 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de J...
INTENTONA COMUNISTA -- ARTIGO DO GENERAL-DE-BRIGADA PAULO CHAGAS
INTENTONA COMUNISTA DE 1935
Gen Bda R1 Paulo Chagas
Planejada, aprovada, apoiada e monitorada por Moscou, a insidiosa trama pretendia trazer para o Brasil o modelo de revolução idealizado pela Internacional Comunista para países considerados semi-coloniais, como ficou recentemente comprovado após a abertura dos arquivos da antiga União Soviética.
Desencadeada em Natal no dia 23 de novembro, deixou logo claro o aspecto pérfido de que se revestiam suas ações, causando imediato sentimento de repulsa na população, aversa ao comunismo.
A traição de falsos companheiros, suas revoltantes atrocidades e o assassínio frio e calculado de camaradas que até a véspera neles confiavam calaram fundo não só na alma militar, mas no coração de todo o povo brasileiro que de imediato repudiou e condenou o movimento.
Da mesma forma que combateram o tirânico totalitarismo de direita, representado pelo nazifascismo na 2a Guerra Mundial, os soldados brasileiros, por três vezes livraram a Pátria dos horrores da ditadura comunista.
Recordar a chamada "Intentona de 1935" tem por objetivo não deixar esquecer que todas as organizações ou movimentos radicais de extrema esquerda que atuaram no Brasil pretenderam, de uma forma ou de outra, implantar aqui regimes totalitários nos moldes da União Soviética, da China, da Albânia ou de Cuba, suas fontes de inspiração, tendo, na grande maioria, optado pela violência da guerra não declarada, não convencional, ilimitada e covarde para fazer valer seus argumentos e impor seus objetivos.
Os crimes nazistas, denunciados de forma veemente e consecutiva a sua descoberta, induziram ao repúdio definitivo às idéias e aos métodos empregados por Hitler e seus seguidores.
O mesmo não tem ocorrido com os crimes das ditaduras de esquerda, pois o patrulhamento ideológico tem se encarregado eficientemente de encobrí-los ou torná-los amenos para a opinião pública.
A história, infelizmente, tem sido contada de forma facciosa e distorcida, transformando heróis em bandidos e vice-versa. Aqueles que quiseram destruir a democracia aparecem como os merecedores de indenizações legítimas, enquanto que os que quiseram defendê-la são apresentados unicamente como cruéis protagonistas da repressão.
Os inconseqüentes idealistas do pensamento e da verdade únicos que conduziram boa parcela de uma geração a acreditar na utopia comunista, mesmo derrotados no campo da luta e das idéias, permanecem teimosamente, de forma hipócrita e sub-reptícia, a pregar a grande mentira que mascara seu passado.
Vale ressaltar que foram e continuarão a ser derrotados enquanto a democracia for anseio e patrimônio do povo desta terra.
É, portanto, oportuno e necessário reverenciar e homenagear os verdadeiros heróis da liberdade, os que deram ou arriscaram suas vidas, reagindo à traição de fanáticos a serviço do comunismo internacional.
Como membros de uma sociedade livre e soberana é nosso dever refletir sobre a verdade histórica e avaliar recentes vitórias construídas em nome da liberdade responsável de escolher o que nos convém. É tempo de ponderar sobre conquistas que temos obrigação de manter, consolidar e a aperfeiçoar sem permitir ou aceitar retrocessos em qualquer direção!
ESTAMOS REPASSANDO O ARTIGO GO GENERAL PAULO CHAGAS
27 DE NOVEMBRO É UM DIA TRISTE DE NOSSA HISTÓRIA. ESTAMOS AO LADO DOS HERÓIS!
27 DE NOVEMBRO É O SOL BRILHANTE DA LIBERDADE NO CÉU DO BRASIL!.
O GRUPO GUARARAPES CONTINUA FIRME NA LUTA PELA DEMOCRACIA. DEMOCRACIA SE FAZ LUTANDO PELA LIBERDADE E NÃO SE DEFENDENDO CRIMINOSOS, LADRÕES, ASSASSINOS, SEQÜESTRADORES, ASSALTANTES DE BANDOS, MENSALEIROS, ALOPRADOS ETC.
VAMOS A MISSA NA IGREJA DA PRAINHA, EM FORTALEZA.
DIA:27 DE NOVEMBRO 2011
HORA:0900
LOCAL: IGREJA DA PRAINHA – ANTIGO SEMINÁRIO
CIDADE: FORTALEZA
REPASSEM!
CONVIDE! LEVE UM AMIGO!
Gen Bda R1 Paulo Chagas
Planejada, aprovada, apoiada e monitorada por Moscou, a insidiosa trama pretendia trazer para o Brasil o modelo de revolução idealizado pela Internacional Comunista para países considerados semi-coloniais, como ficou recentemente comprovado após a abertura dos arquivos da antiga União Soviética.
Desencadeada em Natal no dia 23 de novembro, deixou logo claro o aspecto pérfido de que se revestiam suas ações, causando imediato sentimento de repulsa na população, aversa ao comunismo.
A traição de falsos companheiros, suas revoltantes atrocidades e o assassínio frio e calculado de camaradas que até a véspera neles confiavam calaram fundo não só na alma militar, mas no coração de todo o povo brasileiro que de imediato repudiou e condenou o movimento.
Da mesma forma que combateram o tirânico totalitarismo de direita, representado pelo nazifascismo na 2a Guerra Mundial, os soldados brasileiros, por três vezes livraram a Pátria dos horrores da ditadura comunista.
Recordar a chamada "Intentona de 1935" tem por objetivo não deixar esquecer que todas as organizações ou movimentos radicais de extrema esquerda que atuaram no Brasil pretenderam, de uma forma ou de outra, implantar aqui regimes totalitários nos moldes da União Soviética, da China, da Albânia ou de Cuba, suas fontes de inspiração, tendo, na grande maioria, optado pela violência da guerra não declarada, não convencional, ilimitada e covarde para fazer valer seus argumentos e impor seus objetivos.
Os crimes nazistas, denunciados de forma veemente e consecutiva a sua descoberta, induziram ao repúdio definitivo às idéias e aos métodos empregados por Hitler e seus seguidores.
O mesmo não tem ocorrido com os crimes das ditaduras de esquerda, pois o patrulhamento ideológico tem se encarregado eficientemente de encobrí-los ou torná-los amenos para a opinião pública.
A história, infelizmente, tem sido contada de forma facciosa e distorcida, transformando heróis em bandidos e vice-versa. Aqueles que quiseram destruir a democracia aparecem como os merecedores de indenizações legítimas, enquanto que os que quiseram defendê-la são apresentados unicamente como cruéis protagonistas da repressão.
Os inconseqüentes idealistas do pensamento e da verdade únicos que conduziram boa parcela de uma geração a acreditar na utopia comunista, mesmo derrotados no campo da luta e das idéias, permanecem teimosamente, de forma hipócrita e sub-reptícia, a pregar a grande mentira que mascara seu passado.
Vale ressaltar que foram e continuarão a ser derrotados enquanto a democracia for anseio e patrimônio do povo desta terra.
É, portanto, oportuno e necessário reverenciar e homenagear os verdadeiros heróis da liberdade, os que deram ou arriscaram suas vidas, reagindo à traição de fanáticos a serviço do comunismo internacional.
Como membros de uma sociedade livre e soberana é nosso dever refletir sobre a verdade histórica e avaliar recentes vitórias construídas em nome da liberdade responsável de escolher o que nos convém. É tempo de ponderar sobre conquistas que temos obrigação de manter, consolidar e a aperfeiçoar sem permitir ou aceitar retrocessos em qualquer direção!
ESTAMOS REPASSANDO O ARTIGO GO GENERAL PAULO CHAGAS
27 DE NOVEMBRO É UM DIA TRISTE DE NOSSA HISTÓRIA. ESTAMOS AO LADO DOS HERÓIS!
27 DE NOVEMBRO É O SOL BRILHANTE DA LIBERDADE NO CÉU DO BRASIL!.
O GRUPO GUARARAPES CONTINUA FIRME NA LUTA PELA DEMOCRACIA. DEMOCRACIA SE FAZ LUTANDO PELA LIBERDADE E NÃO SE DEFENDENDO CRIMINOSOS, LADRÕES, ASSASSINOS, SEQÜESTRADORES, ASSALTANTES DE BANDOS, MENSALEIROS, ALOPRADOS ETC.
VAMOS A MISSA NA IGREJA DA PRAINHA, EM FORTALEZA.
DIA:27 DE NOVEMBRO 2011
HORA:0900
LOCAL: IGREJA DA PRAINHA – ANTIGO SEMINÁRIO
CIDADE: FORTALEZA
REPASSEM!
CONVIDE! LEVE UM AMIGO!
MEMÓRIAS DO VENTURA: 5 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 5 DE NOVEMBRO DE 2011: DIA C I N C O DE N O V E M B R O DE 2 011 - S Á B A D O. 74 anos, 10 meses e 9 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho de ...
sábado, 5 de novembro de 2011
REPÚBLICA DESTROÇADA - GRUPO GUARARAPES - MARCO ANTÔNIO VILLA - O ESTADO DE SÃO PAULO
REPÚBLICA DESTROÇADA
GRUPO GUARARAPES
Marco Antonio Villa - O Estado de S.Paulo
Em 1899 um velho militante, desiludido com os rumos do regime, escreveu que a República não tinha sido proclamada naquele mesmo ano, mas somente anunciada. Dez anos depois continuava aguardando a materialização do seu sonho. Era um otimista. Mais de cem anos depois, o que temos é uma República em frangalhos, destroçada.
Constituições, códigos, leis, decretos, um emaranhado legal caótico. Mas nada consegue regular o bom funcionamento da democracia brasileira. Ética, moralidade, competência, eficiência, compromisso público simplesmente desapareceram. Temos um amontoado de políticos vorazes, saqueadores do erário. A impunidade acabou transformando alguns deles em referências morais, por mais estranho que pareça. Um conhecido político, símbolo da corrupção, do roubo de dinheiro público, do desvio de milhões e milhões de reais, chegou a comemorar recentemente, com muita pompa, o seu aniversário cercado pelas mais altas autoridades da República.
Vivemos uma época do vale-tudo. Desapareceram os homens públicos. Foram substituídos pelos políticos profissionais. Todos querem enriquecer a qualquer preço. E rapidamente. Não importam os meios. Garantidos pela impunidade, sabem que se forem apanhados têm sempre uma banca de advogados, regiamente pagos, para livrá-los de alguma condenação.
São anos marcados pela hipocrisia. Não há mais ideologia. Longe disso. A disputa política é pelo poder, que tudo pode e no qual nada é proibido. Pois os poderosos exercem o controle do Estado - controle no sentido mais amplo e autocrático possível. Feio não é violar a lei, mas perder uma eleição, estar distante do governo.
O Brasil de hoje é uma sociedade invertebrada. Amorfa, passiva, sem capacidade de reação, por mínima que seja. Não há mais distinção. O panorama político foi ficando cinzento, dificultando identificar as diferenças. Partidos, ações administrativas, programas partidários são meras fantasias, sem significados e facilmente substituíveis. O prazo de validade de uma aliança política, de um projeto de governo, é sempre muito curto. O aliado de hoje é facilmente transformado no adversário de amanhã, tudo porque o que os unia era meramente o espólio do poder.
Neste universo sombrio, somente os áulicos - e são tantos - é que podem estar satisfeitos. São os modernos bobos da corte. Devem sempre alegrar e divertir os poderosos, ser servis, educados e gentis. E não é de bom tom dizer que o rei está nu. Sobrevivem sempre elogiando e encontrando qualidades onde só há o vazio.
Mas a realidade acaba se impondo. Nenhum dos três Poderes consegue funcionar com um mínimo de eficiência. E republicanismo. Todos estão marcados pelo filhotismo, pela corrupção e incompetência. E nas três esferas: municipal, estadual e federal. O País conseguiu desmoralizar até novidades como as formas alternativas de trabalho social, as organizações não governamentais (ONGs). E mais: os Tribunais de Contas, que deveriam vigiar a aplicação do dinheiro público, são instrumentos de corrupção. E não faltam exemplos nos Estados, até mesmo nos mais importantes. A lista dos desmazelos é enorme e faltariam linhas e mais linhas para descrevê-los.
A política nacional tem a seriedade das chanchadas da Atlântida. Com a diferença de que ninguém tem o talento de um Oscarito ou de um Grande Otelo. Os nossos políticos, em sua maioria, são canastrões, representam mal, muito mal, o papel de estadistas. Seriam, no máximo, meros figurantes em Nem Sansão nem Dalila. Grande parte deles não tem ideias próprias. Porém se acham em alta conta.
Um deles anunciou, com muita antecedência, que faria um importante pronunciamento no Senado. Seria o seu primeiro discurso. Pelo apresentado, é bom que seja o último. Deu a entender que era uma espécie de Winston Churchill das montanhas. Não era, nunca foi. Estava mais para ator de comédia pastelão. Agora prometeu ficar em silêncio. Fez bem, é mais prudente. Como diziam os antigos, quem não tem nada a dizer deve ficar calado.
Resta rir. Quem acompanha pela televisão as sessões do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e as entrevistas dos membros do Poder Executivo sabe o que estou dizendo. O quadro é desolador. Alguns mal sabem falar. É difícil - muito difícil mesmo, sem exagero - entender do que estão tratando. Em certos momentos parecem fazer parte de alguma sociedade secreta, pois nós - pobres cidadãos - temos dificuldade de compreender algumas decisões. Mas não se esquecem do ritualismo. Se não há seriedade no trato dos assuntos públicos, eles tentam manter as aparências, mesmo que nada republicanas. O STF tem funcionários somente para colocar as capas nos ministros (são chamados de "capinhas") e outros para puxar a cadeira, nas sessões públicas, quando alguma excelência tem de se sentar para trabalhar.
Vivemos numa República bufa. A constatação não é feita com satisfação, muito pelo contrário. Basta ler o Estadão todo santo dia. As notícias são desesperadoras. A falta de compostura virou grife. Com o perdão da expressão, mas parece que quanto mais canalha, melhor. Os corruptos já não ficam envergonhados. Buscam até justificativa histórica para privilégios. O leitor deve se lembrar do símbolo maior da oligarquia nacional - e que exerce o domínio absoluto do seu Estado, uma verdadeira capitania familiar - proclamando aos quatro ventos seu "direito" de se deslocar em veículos aéreos mesmo em atividade privada.
Certa vez, Gregório de Matos Guerra iniciou um poema com o conhecido "Triste Bahia". Bem, como ninguém lê mais o Boca do Inferno, posso escrever (como se fosse meu): triste Brasil. Pouco depois, o grande poeta baiano continuou: "Pobre te vejo a ti". É a melhor síntese do nosso país.
O ESCRITOR MARCOS ANTÔNIO VILLAS DISSE TUDO QUE O GRUPO GUARARAPES GOSTARIA DE ESCREVER.
O DR, VILLAS É UM MESTRE. OBRIGADO PELAS VERDADES.
OBRIGADO.
GRUPO GUARARAPES
REPASSEM!
SOMOS UMA REPÚBLICA DE PALHAÇOS!
GRUPO GUARARAPES
Marco Antonio Villa - O Estado de S.Paulo
Em 1899 um velho militante, desiludido com os rumos do regime, escreveu que a República não tinha sido proclamada naquele mesmo ano, mas somente anunciada. Dez anos depois continuava aguardando a materialização do seu sonho. Era um otimista. Mais de cem anos depois, o que temos é uma República em frangalhos, destroçada.
Constituições, códigos, leis, decretos, um emaranhado legal caótico. Mas nada consegue regular o bom funcionamento da democracia brasileira. Ética, moralidade, competência, eficiência, compromisso público simplesmente desapareceram. Temos um amontoado de políticos vorazes, saqueadores do erário. A impunidade acabou transformando alguns deles em referências morais, por mais estranho que pareça. Um conhecido político, símbolo da corrupção, do roubo de dinheiro público, do desvio de milhões e milhões de reais, chegou a comemorar recentemente, com muita pompa, o seu aniversário cercado pelas mais altas autoridades da República.
Vivemos uma época do vale-tudo. Desapareceram os homens públicos. Foram substituídos pelos políticos profissionais. Todos querem enriquecer a qualquer preço. E rapidamente. Não importam os meios. Garantidos pela impunidade, sabem que se forem apanhados têm sempre uma banca de advogados, regiamente pagos, para livrá-los de alguma condenação.
São anos marcados pela hipocrisia. Não há mais ideologia. Longe disso. A disputa política é pelo poder, que tudo pode e no qual nada é proibido. Pois os poderosos exercem o controle do Estado - controle no sentido mais amplo e autocrático possível. Feio não é violar a lei, mas perder uma eleição, estar distante do governo.
O Brasil de hoje é uma sociedade invertebrada. Amorfa, passiva, sem capacidade de reação, por mínima que seja. Não há mais distinção. O panorama político foi ficando cinzento, dificultando identificar as diferenças. Partidos, ações administrativas, programas partidários são meras fantasias, sem significados e facilmente substituíveis. O prazo de validade de uma aliança política, de um projeto de governo, é sempre muito curto. O aliado de hoje é facilmente transformado no adversário de amanhã, tudo porque o que os unia era meramente o espólio do poder.
Neste universo sombrio, somente os áulicos - e são tantos - é que podem estar satisfeitos. São os modernos bobos da corte. Devem sempre alegrar e divertir os poderosos, ser servis, educados e gentis. E não é de bom tom dizer que o rei está nu. Sobrevivem sempre elogiando e encontrando qualidades onde só há o vazio.
Mas a realidade acaba se impondo. Nenhum dos três Poderes consegue funcionar com um mínimo de eficiência. E republicanismo. Todos estão marcados pelo filhotismo, pela corrupção e incompetência. E nas três esferas: municipal, estadual e federal. O País conseguiu desmoralizar até novidades como as formas alternativas de trabalho social, as organizações não governamentais (ONGs). E mais: os Tribunais de Contas, que deveriam vigiar a aplicação do dinheiro público, são instrumentos de corrupção. E não faltam exemplos nos Estados, até mesmo nos mais importantes. A lista dos desmazelos é enorme e faltariam linhas e mais linhas para descrevê-los.
A política nacional tem a seriedade das chanchadas da Atlântida. Com a diferença de que ninguém tem o talento de um Oscarito ou de um Grande Otelo. Os nossos políticos, em sua maioria, são canastrões, representam mal, muito mal, o papel de estadistas. Seriam, no máximo, meros figurantes em Nem Sansão nem Dalila. Grande parte deles não tem ideias próprias. Porém se acham em alta conta.
Um deles anunciou, com muita antecedência, que faria um importante pronunciamento no Senado. Seria o seu primeiro discurso. Pelo apresentado, é bom que seja o último. Deu a entender que era uma espécie de Winston Churchill das montanhas. Não era, nunca foi. Estava mais para ator de comédia pastelão. Agora prometeu ficar em silêncio. Fez bem, é mais prudente. Como diziam os antigos, quem não tem nada a dizer deve ficar calado.
Resta rir. Quem acompanha pela televisão as sessões do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e as entrevistas dos membros do Poder Executivo sabe o que estou dizendo. O quadro é desolador. Alguns mal sabem falar. É difícil - muito difícil mesmo, sem exagero - entender do que estão tratando. Em certos momentos parecem fazer parte de alguma sociedade secreta, pois nós - pobres cidadãos - temos dificuldade de compreender algumas decisões. Mas não se esquecem do ritualismo. Se não há seriedade no trato dos assuntos públicos, eles tentam manter as aparências, mesmo que nada republicanas. O STF tem funcionários somente para colocar as capas nos ministros (são chamados de "capinhas") e outros para puxar a cadeira, nas sessões públicas, quando alguma excelência tem de se sentar para trabalhar.
Vivemos numa República bufa. A constatação não é feita com satisfação, muito pelo contrário. Basta ler o Estadão todo santo dia. As notícias são desesperadoras. A falta de compostura virou grife. Com o perdão da expressão, mas parece que quanto mais canalha, melhor. Os corruptos já não ficam envergonhados. Buscam até justificativa histórica para privilégios. O leitor deve se lembrar do símbolo maior da oligarquia nacional - e que exerce o domínio absoluto do seu Estado, uma verdadeira capitania familiar - proclamando aos quatro ventos seu "direito" de se deslocar em veículos aéreos mesmo em atividade privada.
Certa vez, Gregório de Matos Guerra iniciou um poema com o conhecido "Triste Bahia". Bem, como ninguém lê mais o Boca do Inferno, posso escrever (como se fosse meu): triste Brasil. Pouco depois, o grande poeta baiano continuou: "Pobre te vejo a ti". É a melhor síntese do nosso país.
O ESCRITOR MARCOS ANTÔNIO VILLAS DISSE TUDO QUE O GRUPO GUARARAPES GOSTARIA DE ESCREVER.
O DR, VILLAS É UM MESTRE. OBRIGADO PELAS VERDADES.
OBRIGADO.
GRUPO GUARARAPES
REPASSEM!
SOMOS UMA REPÚBLICA DE PALHAÇOS!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 4 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 4 DE NOVEMBRO DE 2011: DIA Q U A T R O DE N O V E M B R O DE 2011 – SEXTA-FEIRA. 74 anos, 10 meses e 8 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho de...
MEMÓRIAS DO VENTURA: 3 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 3 DE NOVEMBRO DE 2011: DIA TRÊS DE NOVEMBRO DE 2 011 - Q U I N T A – F E I R A. 74 anos, 10 meses e 7 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho d...
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
JORNAL ELETRÔNICO "32 EM MOVIMENTO" - EDIÇÃO DE OUTUBRO - POR CAMILA, NOSSA DIRETORA DE COMUNICAÇAO SOCIAL e MARKUS RUNK, NOSSO DIRETOR DO CERIMONIAL - SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC - VALE A PENA CONFERIR
Estimados amigos e colaboradores,
Boa Noite!
Podemos dizer que Outubro foi um mês fantástico, com muitos eventos e surpresas agradáveis!
Fizemos história, conquistamos cada vez mais espaço, admiradores e parcerias!
O número de contribuições aumentou consideravelmente, e vamos distribuir para as próximas edições onde poderemos contar com matérias agradáveis e pertinentes, que façam o Jornal cada vez melhor!
Pedimos a compreensão pela demora de sair a edição, mas queremos proporcionar algo de qualidade para os leitores.
Adequamos a data também para que possamos cobrir os acontecimentos durante todo o mês.
Pedimos a gentileza aos colaboradores que enviem as matérias em documento do word ou pdf (sem proteção) e as imagens em alta resolução, para que possamos editar com mais agilidade, pois não publicamos algumas matérias já que tivemos problemas com alguns textos. Qualquer dúvida, contatar.
Esperamos que apreciem mais esta edição, que como sempre é feita com todo o carinho e a paixão entusiasta de 32!
A 10a Edição do 32 em Movimento já se encontra no site: www.sociedademmdc.com.br e segue anexo em pdf.
Muito obrigada a todos!
Boa leitura!
Beijos!
Camila Giudice e Markus Runk
Diretora de Comunicação Social e Diretor de Cerimonial
Sociedade Veteranos de 32 - MMDC
11 3105-8541
www.sociedademmdc.com.br
www.twitter.com/MMDC32
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 2 DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 2 DE NOVEMBRO DE 2011: D I A D O I S D E N O V E M B R O D E 2 011 - QUARTA-FEIRA. 74 anos, 10 meses e 6 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Julho...
BLOG DO RICARDO DELLA ROSA - TUDO POR SÃO PAULO - PUBLICA HOJE, DIA 2 DE NOVEMBRO DE 2011, UM TRABALHO EXPLENDOROSO SOBRE O CADETE RUYTEMBERG ROCHA. VALE A PENA CONFERIR
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O caso Ruytemberg Rocha
Aqui neste blog tratamos de personagens e objetos do passado, e estes assuntos antigos tem sempre uma aura de mistério ao seu redor. Quem não se interessa pelo sobrenatural? Confesso que o comentário do Sr. Jose Vacir Cogo sobre um pelotão fantasma vagando nas antigas trincheiras de Jacutinga, mencionado no post abaixo deste, me inspirou a montar esta postagem sobre o caso Ruytemberg Rocha - um combatente de 32 que não sabia que estava morto.
As informações abaixo foram extraídas da monografia do pesquisador Hernani Guimarães Andrade, publicada em 1971. Deixando qualquer tipo de julgamento de lado, trata-se de um caso verdadeiramente interessante.
No dia 6 de novembro de 1961, às 2Oh e 3Omin, na Rua Guararapes 779, no Alto da Lapa, cidade de São Paulo, efetuava-se costumeira sessão espírita. Achavam-se presentes as seguintes pessoas: Dr.Alfredo Castro, médico, em cuja casa se realizava a sessão; D.Maria Aidê Castro, esposa do Dr.A.Castro; Dr.Waltencir Linhares,médico; D.Yvette Schwindt Linhares, esposa do Dr.W. Linhares; Sr. Sérgio dos Santos Penna, assistente social; D.Marina Schwindt dos Santos Penna, esposa do Sr.Sérgio S.Penna; D. Anunciata Guaraldo, já falecida; Sr.Léo Weinstock, comerciante, esposo de D. Vitúlia (Túlia); D. Vitúlia Weinstock (Túlia), a "médium".
Iniciados os trabalhos da sessão, na forma típica dos grupos dessa natureza, e após alguns minutos de concentração, a médium, D. Túlia, começou a manifestar os sinais característicos de um transe. Logo a seguir, aparentemente inconsciente, passou a dar indícios de sofrimento, gemendo e soluçando. O dirigente dos trabalhos, Dr.Alfredo Castro, interrogou a médium, em transe, presumindo que uma outra "personalidade" se achasse ali presente utilizando a sensitiva como meio de comunicação com os assistentes da sessão. A referida personalidade informou então, o seguinte:
a) que se chamava RUYTEMBERG ROCHA;
b) que era aluno do 2o ano da Escola de Oficiais da Força Pública do Estado de São Paulo;
c) que fora incorporado ao "Batalhão Marcílio Franco”, em atividade na frente de Buri durante as operações militares da Revolução Constitucionalista;
d) que fora ferido por um estilhaço de granada, dizendo sentir muita dor na região supraclavicular esquerda (ou no peito, à esquerda), local este onde a "médium" em transe manteve a mão espalmada durante quase toda a sessão;
e) que fora trazido ao local da sessão pelo seu pai e por alguns amigos;
f)que nascera em São João da Bocaina, Estado de São Paulo, em 1908, (hoje denominado Bocaina, apenas);
g) que seu pai chamava-se OZÓRIO ROCHA;
h) que sua mãe chamava-se JULIETA SIMÕES, pronunciando seu apelido familiar (infelizmente,esquecido pelas testemunhas, algumas das quais sugerem seja "Lilita");
i) que tinha uma irmã, cujo nome declinou na ocasião, mas do qual as testemunhas não se recordam mais, por não o haverem anotado. Faz exceção D. Marina, que lembra ter sido OLINDA o nome dado por Ruytemberg Rocha.
"Chamo-me Ruytemberg Rocha, sou aluno do 2o ano da Escola de oficiais da Força Pública do Estado de São Paulo e incorporado como 2o Tenente ao Batalhão Marcílio Franco. Nasci em 1908, em São José da Bocaina; meu pai chama-se Osório Rocha e minha mãe Julieta Simões. Tenho uma irmã que se chama Olinda.
Estou aqui, trazido por meu pai e alguns amigos. Meu pai foi me buscar no campo de batalha onde fui atingido por estilhaço de granada. Sou combatente na frente de Buri.”
Houve uma pequena pausa e o dirigente da mesa lhe perguntou:
-“Quando meu amigo foi para o campo de batalha,seu pai era falecido?” -“Não!”, respondeu a entidade, muito surpresa. Começou, então, o trabalho natural de doutrinação e quando a entidade tomou conhecimento de sua situação espantou-se, pois até então não sabia que havia morrido, e perguntou: “Em que ano nós estamos?” -“Em 1961”, respondeu~lhe o dirigente da mesa. -“Já!!! Mas não é possível. Quase 30 anos!”
-“Então o que aconteceu comigo!?, exclama admirada a entidade.”E minha mãe, onde está? “E minha irmã? Tanto a queria!”
Depois de consolada e confortada pelo dirigente dos trabalhos, que esclareceu à entidade a sua condição como pertencente ao mundo dos espíritos, houve como que um alívio, uma calma, um bem estar próprio a quem procura e encontrou uma solução para seus problemas. Concordou com certa satisfação em se afastar em companhia de nossos amigos do espaço. Fizemos uma prece para encerrar os trabalhos dessa noite e o resto transcorreu normalmente.
A partir deste impressionante episódio, o autor da monografia relata a pesquisa realizada para atestar a veracidade dos fatos e se havia alguma possibilidade dos presentes naquela sessão espírita ter algum prévio conhecimento acerca da história de Ruytemberg Rocha. Lembrem-se que o ocorrido deu-se em 1961 e que na época a obtenção de informações sobre a Revolução Constitucionalista dava-se de maneira bem diferente, sem as facilidades do compartilhamento do conhecimento que hoje temos à nossa disposição. Abaixo trago alguns aspectos interessantes desta pesquisa. No parágrafo abaixo um dos participantes relata a primeira pesquisa sobre a veracidade das informações obtidas durante a sessão mediúnica.
No dia 11 de novembro de 1961, no primeiro sábado após a reunião, aproveitamos a manhã livre para irmos até o bairro da Cantareira, nesta capital, onde está localizada a Escola Preparatória de Oficiais da Força Pública, escola esta que dizia ter pertencido a entidade manifestante de nome Ruytemberg Rocha, como aluno oficial do 2o ano. Ali chegando, solicitamos a presença do oficial do dia, sem a ordem do qual não poderíamos iniciar a nossa visita, que era a de obter dados e informações sobre ex-alunos, combatentes de 1932, desse colégio militar, já falecidos. Responde-nos o oficial: -"isto para nós é fácil, pois se tratando de nossos heróis da revolução, temos tudo arquivado. Segundo diz, informações sobre quem?” Quando lhe falamos que desejávamos saber algo sobre o tenente Ruytemberg Rocha, ele abriu largo sorriso, e estendendo os braços disse: "Recentemente lhe prestamos uma homenagem, esta avenida principal de nossa escola tem seu nome: Tenente Ruytemberg Rocha, herói falecido em combate."
De posse da ficha tivemos o prazer deter um a um todos os dados pessoais do Tenente Ruytemberg Rocha. Todos confirmam as suas revelações. Tudo igual. Tudo certo. Nada falhara. Pedi ao Tenente Secretário, Sr.Mário de Jesus Cordeiro, uma cópia daquela ficha pessoal,o que imediatamente foi feito e assinado por ele.
O autor da monografia então relata a pesquisa acerca de publicações da época e quaisquer outras fontes que poderiam ter usadas pela "médium" para obter informações sobre o Cadete Ruytemberg:
No livro “Cruzes Paulistas”, editado pela "Campanha Pró-Monumento e Mausoléu do Soldado Paulista de 32", São Paulo, 1936, contem a maior soma de informações biográficas sobre Ruytemberg Rocha. À página 409 do referido livro, lê-se o seguinte: “RUYTEMBERG ROCHA (Força Publica) Alumno do Curso de Officiaes da Força Publica, partiu para o sector Sul, como Capitão, logo no começo da campanha. Em Bury, dia 26 de Julho, quando em combate, recebeu uma bala na cabeça, morrendo immediatamente. Foi sepultado no cemitério velho de Bury. Esse combate, um dos mais duros daquella frente, durara nada menos que dezessete horas.
Dados Biographicos - Nascera Ruytemberg em S.João da Bocaina a 19 de Janeiro de 1908, filho do Sr. Ozorio Rocha e de d. Julieta Simões Rocha. Era irmão de José Euriderval, Olinda, Ladidopeia e Servio. Era solteiro.(sic).”
Como pode ver-se, aquela página do referido livro contém grande parte das informações prestadas pela médium em transe. Todavia, falta o "apelido" da mãe. Além disso, a informação dada pela médium discrepa em algum pontos.
O Livro “Cruzes Paulistas” é um grosso volume, de 516 páginas, contendo 633 pequenas biografias de participantes ativos falecidos na Revolução de 1932. Foi editado, em 1936, com o objetivo de angariar fundos para a construção do "Monumento e Mausoléu ao Soldado Paulista de 32". Desta primeira e única edição foram feitos 100 (cem) exemplares em papel de linho, 500 (quinhentos) em papel "bouffon" e 2000 (dois mil) em papel acetinado; ao todo, 2600 (dois mil e seiscentos) exemplares. Nem todos foram vendidos, restando, ainda, muitos em estoque. O exemplar que adquirimos, em papel "bouffon", tem o número 154; data de compra: 13/08/1970.
Esse livro é pouco conhecido atualmente, bem como as outras obras congêneres lançadas naquela ocasião. A maior parte das consultas feitas sobre tal bibliografia foi conseguida nos arquivos da "Sociedade Veteranos de 1932 - M.M.D.C.", na Rua Anita Garibaldi n9 25, São Paulo, e na Biblioteca Municipal de São Paulo. Os livros sobre a Revolução de 1932, especialmente os editados à época, já não se encontram facilmente nas livrarias. O exemplar de Cruzes Paulistas foi por nós obtido na sede da "Sociedade Veteranos de 32 - M.M.D.C."
Depoimento do CEL Alfredo Guedes De Souza Figueira em 28 de agosto de 1970:
O Cel. Alfredo Guedes relatou-nos o seguinte: -Eram quatro os alunos da Escola de Oficiais da Força Pública que foram incorporados ao "Batalhão Marcílio Franco": Ruytemberg Rocha, Walter Greenen, Antônio Alembert e Alfredo Guedes de S. Figueira (o declarante). No Batalhão Marcílio Franco todos tinham, oficiosa mente, o posto de Capitão, embora não fosse este o posto real que possuíam na Força Pública. Achavam-se em pleno combate no cemitério da cidade de Buri, Estado de São Paulo. Na ocasião, como a munição estivesse escasseando, o então Cap. Alfredo Guedes dirigiu-se a Ruytemberg Rocha e propos-lhe que se fosse buscar mais munição. Ficou resolvido que o próprio Cap. Alfredo Guedes iria providenciar a munição, ficando Ruytemberg Rocha na trincheira, garantindo aquela posição com seus comandados. Ao regressar com o material, o Cap. Alfredo Guedes encontrou, no trajeto de volta, um caminhão que transportava para a retaguarda o cadáver de Ruytemberg Rocha, há pouco morto em a combate.
O Cap. Alfredo Guedes, subindo na carroceria do veículo, pode ver o corpo de Ruytemberg Rocha com ferimento ao nível do frontal (centro da testa). Na ocasião tirou-lhe o coldre a tira-colo, já sem o revólver, e guardou-o como lembrança do companheiro. Posteriormente, ofereceu-o ao Museu da Força Pública. O Cel. Alfredo Guedes afirmou que a “causa mortis” de Ruytemberg Rocha fora um tiro na cabeça. Inquirido sobre se conhecera ou tivera relações pessoais com as testemunhas do caso (sessão), afirmou jamais ter visto ou conhecido tais pessoas.
Pesquisa na Sociedade Veteranos de 32 M.M.D.C:
No dia 13 de agosto de 1970,fizemos nosso primeiro contato com o Cap. Francisco Molinari, presidente da "Sociedade Veteranos de 32 MMDC", na Rua Anita Garibaldi, 25 em São Paulo. Na mesma ocasião, ficamos conhecendo o Tenente Geraldo Norberto Freire, Diretor de Exumação e Transladações da mesma Sociedade.
Ambos esses oficiais mostraram vivo interesse pelo Caso de Ruytemberg Rocha e, gentilmente, proporcionaram-nos todas as facilidades para a pesquisa dos dados referentes à questão. Graças ao Cap. Francisco Molinari e ao Tenente G. N. Freire foi possível realizar parte do levantamento bibliográfico e obter orientação para a busca nos jornais, pois a Sociedade conta com excelente arquivo de recortes de notícias sobre a Revolução de 1932.
Inquiridos sobre a eventualidade de conhecerem as pessoas ligadas ao caso(sessão) Ruytemberg Rocha, e após verem as fotografias que lhes apresentamos, declararam que jamais viram nem ali estiveram quaisquer dos participantes da referida sessão. Afirmaram-nos, ainda, que ninguém, até então, houvera procurado os arquivos da Sociedade com o intuito de obter informes sobre Ruytemberg Rocha. Ambos ocupam os cargos há muitos anos e nunca ouviram, da parte dos funcionários da Sociedade, quaisquer alusões a uma pesquisa biográfica sobre Ruytemberg Rocha. Solicitamos informações sobre a exumação e transladação dos despojos de Ruytemberg Rocha para o Mausoléu do Soldado de 32, situado no Ibirapuera, São Paulo. O Tenente G. N. Freire exibiu-nos a documentação referente ao ato. A autorização para a transladação dos restos mortais de Ruytemberg foi firmada pela Sra. Ricardina C. Fonseca, Presidente da "Liga das Senhoras Católicas de São Paulo", aos 8 de junho de 1963. 0 ato da exumação ocorreu no dia 8 de julho de 1963, às 12 horas, no "Cemitério São Paulo", sob a responsabilidade do Sr. Jarbas Araújo, auxiliado pelo Sr. Paulo Affonso Aquillini. A cerimônia religiosa da encomendarão foi realizada pelo Capelão da FAB., Cônego Pedro Gomes. Tais cerimônias ocorreram, portanto, após a data da sessão em que se deu a aludida comunicação através de D. Túlia.
Na conclusão do seu trabalho o pesquisador sugere as seguintes questões:
a) Como e por quê a médium focalizou, em 1961, justamente Ruytemberg Rocha, falecido em 1932, bem como as fontes correlatas de informação a seu respeito?
b) Por quê a "causa mortis”, inclusive sua característica dramatização, não concorda com das fontes informativas, bem assim com o conhecimento daqueles que testemunharam a morte de Ruytemberg e que o viram com o ferimento a bala, ao nível do frontal ?
c) Como e por quê a médium registrou o apelido familiar da mãe de Ruytemberg (Julita), distinguindo-o do nome que geralmente figura no livro Cruzes Paulistas, nos registros da Academia Militar da Força Pública e no noticiário de "0 Estado de S.Paulo", de 10/7/937, pág. 12?
d) Como e por que a médium conseguiu informar o posto verdadeiro de Ruytemberg, quando ainda vivo, se a maioria das fontes informativas davam-no como Capitão?
e) Como pode a médium distinguir, entre todos os irmãos, o nome da irmã que era mais chegada a Ruytemberg, uma vez que OLINDA já era falecida em 1961, por ocasião da sessão? (No depoimento gravado do Sr. José Garcia S. Rocha, irmão de Ruytemberg, ele declarou que, realmente, OLINDA era a irmã mais ligada a Ruytemberg. Olinda faleceu dois anos após Ruytemberg, isto é, em 1934)
Ruytemberg só foi efetivamente promovido a Capitão muito tempo depois de sua morte. Ele era Aluno Oficial do 2o ano da Escola de Oficiais, quando se incorporou ao Batalhão Marcílio Franco. Logo, só poderia ter dado esta informação, a qual independe das cinco fontes dadas à publicidade, após sua morte. O livro “Cruzes Paulistas menciona "aluno do Curso de Oficiais da Força Pública", mas dá seu posto como sendo Capitão; não menciona o Batalhão Marcílio Franco.
Realmente, Ruytemberg foi morto por uma bala que o atingiu na fronte. Este é o fato. Qual teria sido a última sensação de Ruytemberg, devida ao impacto violento do projétil que lhe perfurou o crânio? Certamente, foi a de um estrondo, seguido de clarão, pois as concussões na cabeça produzem esse efeito. A bala, ao penetrar-lhe a caixa craniana, teria excitado o centro da sensibilidade correspondente à região onde sentiu a dor. Em frações de segundo, que lhe precederam a morte, Ruytemberg teria interpretado o fato como a explosão de uma granada, cujos estilhaços o teriam atingido na região correspondente à parte cerebral excitada. Esta seria, a nosso ver, a explicação para a discrepância assinalada.
É interessante ressaltar o fato de que o setor de Buri foi um dos mais castigados por bombardeios de canhão. Tal peculiaridade daquela frente de combate é particularmente conhecida dos ex-combatentes da Revolução Paulista de 1932. Desse modo, é natural que os soldados do "front" de Buri se mostrassem preocupados com os estilhaços de granada. Ao receber o impacto do projétil na testa, seria bem normal que Ruytemberg Rocha houvesse interpretado, segundos antes de morrer, como sendo um estampido de granada. Ao sentir a dor na região correspondente à zona cerebral excitada, teria concluído que fora atingido por um estilhaço de granada ao nível do peito.
O presente caso, embora comporte explicações ou normais ou baseadas na percepção extra-sensorial, apresenta evidências que sugerem a manifestação de um agente desencarnado, através de uma médium. As características da comunicação colocam-na na categoria do tipo "drop in", isto é, o comunicador é inteiramente desconhecido da médium e dos assistentes da sessão. O autor, sem querer desmerecer as outras interpretações, opta pela última, por lhe parecer mais adequada ao caso.
Os restos mortais do Cadete Ruytemberg Rocha encontram-se no Mausoléu do Ibirapuera.
CARO RICARDO DELLA ROSA - Meu preito de gratidão pelo seu magnífico trabalho a respeito do cadete RUYTEMBERG ROCHA. Na minha juventude, na cidade de POÁ, recebi de um velho cabo da Força Pública o manuscrito do "do in" citado em seu trabalho. Conheci o Sr. GARCIA SIMOES DA ROCHA e dona ISABEL, parentes de RUYTEMBERG e pais do CORONEL PM Méd JOBEL DE CAMARGO SIMÕES.
Já como aluno-oficial do antigo CFA (CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO) participei da vigília aos restos mortais do CADETE RUYTEMBERG ROCHA na Faculdade de Direito. Posteriormente, como CAPITÃO, em 1974, estive na solenidade de imposição de uma placa alusiva ao herói de 1932, patrono do CENTRO ACADÊMICO "XV DE DEZEMBRO" da ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DO BARRO BRANCO, placa esta que está imortalizada no MONUMENTO MAUSOLEU DO IBIRAPUERA.
Como secretário da SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC batalhei, durante anos, pela criação do NÚCLEO "CADETE RUYTEMBERG ROCHA", na APMBB, núcleo que se tornou realidade em 3 de abril de 2009.
Hoje, como Presidente da Sociedade, vejo esse magnífico trabalho do RICARDO DELLA ROSA e só tenho de agradecer pelo muito que tem feito em prol da nossa causa, ou seja, a divulgação do IDEAL DE DIREITO que foi a meta principal dos HERÓIS DE 32. MEUS PARABÉNS, RICARDO!!!!!
O caso Ruytemberg Rocha
Aqui neste blog tratamos de personagens e objetos do passado, e estes assuntos antigos tem sempre uma aura de mistério ao seu redor. Quem não se interessa pelo sobrenatural? Confesso que o comentário do Sr. Jose Vacir Cogo sobre um pelotão fantasma vagando nas antigas trincheiras de Jacutinga, mencionado no post abaixo deste, me inspirou a montar esta postagem sobre o caso Ruytemberg Rocha - um combatente de 32 que não sabia que estava morto.
As informações abaixo foram extraídas da monografia do pesquisador Hernani Guimarães Andrade, publicada em 1971. Deixando qualquer tipo de julgamento de lado, trata-se de um caso verdadeiramente interessante.
No dia 6 de novembro de 1961, às 2Oh e 3Omin, na Rua Guararapes 779, no Alto da Lapa, cidade de São Paulo, efetuava-se costumeira sessão espírita. Achavam-se presentes as seguintes pessoas: Dr.Alfredo Castro, médico, em cuja casa se realizava a sessão; D.Maria Aidê Castro, esposa do Dr.A.Castro; Dr.Waltencir Linhares,médico; D.Yvette Schwindt Linhares, esposa do Dr.W. Linhares; Sr. Sérgio dos Santos Penna, assistente social; D.Marina Schwindt dos Santos Penna, esposa do Sr.Sérgio S.Penna; D. Anunciata Guaraldo, já falecida; Sr.Léo Weinstock, comerciante, esposo de D. Vitúlia (Túlia); D. Vitúlia Weinstock (Túlia), a "médium".
Iniciados os trabalhos da sessão, na forma típica dos grupos dessa natureza, e após alguns minutos de concentração, a médium, D. Túlia, começou a manifestar os sinais característicos de um transe. Logo a seguir, aparentemente inconsciente, passou a dar indícios de sofrimento, gemendo e soluçando. O dirigente dos trabalhos, Dr.Alfredo Castro, interrogou a médium, em transe, presumindo que uma outra "personalidade" se achasse ali presente utilizando a sensitiva como meio de comunicação com os assistentes da sessão. A referida personalidade informou então, o seguinte:
a) que se chamava RUYTEMBERG ROCHA;
b) que era aluno do 2o ano da Escola de Oficiais da Força Pública do Estado de São Paulo;
c) que fora incorporado ao "Batalhão Marcílio Franco”, em atividade na frente de Buri durante as operações militares da Revolução Constitucionalista;
d) que fora ferido por um estilhaço de granada, dizendo sentir muita dor na região supraclavicular esquerda (ou no peito, à esquerda), local este onde a "médium" em transe manteve a mão espalmada durante quase toda a sessão;
e) que fora trazido ao local da sessão pelo seu pai e por alguns amigos;
f)que nascera em São João da Bocaina, Estado de São Paulo, em 1908, (hoje denominado Bocaina, apenas);
g) que seu pai chamava-se OZÓRIO ROCHA;
h) que sua mãe chamava-se JULIETA SIMÕES, pronunciando seu apelido familiar (infelizmente,esquecido pelas testemunhas, algumas das quais sugerem seja "Lilita");
i) que tinha uma irmã, cujo nome declinou na ocasião, mas do qual as testemunhas não se recordam mais, por não o haverem anotado. Faz exceção D. Marina, que lembra ter sido OLINDA o nome dado por Ruytemberg Rocha.
"Chamo-me Ruytemberg Rocha, sou aluno do 2o ano da Escola de oficiais da Força Pública do Estado de São Paulo e incorporado como 2o Tenente ao Batalhão Marcílio Franco. Nasci em 1908, em São José da Bocaina; meu pai chama-se Osório Rocha e minha mãe Julieta Simões. Tenho uma irmã que se chama Olinda.
Estou aqui, trazido por meu pai e alguns amigos. Meu pai foi me buscar no campo de batalha onde fui atingido por estilhaço de granada. Sou combatente na frente de Buri.”
Houve uma pequena pausa e o dirigente da mesa lhe perguntou:
-“Quando meu amigo foi para o campo de batalha,seu pai era falecido?” -“Não!”, respondeu a entidade, muito surpresa. Começou, então, o trabalho natural de doutrinação e quando a entidade tomou conhecimento de sua situação espantou-se, pois até então não sabia que havia morrido, e perguntou: “Em que ano nós estamos?” -“Em 1961”, respondeu~lhe o dirigente da mesa. -“Já!!! Mas não é possível. Quase 30 anos!”
-“Então o que aconteceu comigo!?, exclama admirada a entidade.”E minha mãe, onde está? “E minha irmã? Tanto a queria!”
Depois de consolada e confortada pelo dirigente dos trabalhos, que esclareceu à entidade a sua condição como pertencente ao mundo dos espíritos, houve como que um alívio, uma calma, um bem estar próprio a quem procura e encontrou uma solução para seus problemas. Concordou com certa satisfação em se afastar em companhia de nossos amigos do espaço. Fizemos uma prece para encerrar os trabalhos dessa noite e o resto transcorreu normalmente.
A partir deste impressionante episódio, o autor da monografia relata a pesquisa realizada para atestar a veracidade dos fatos e se havia alguma possibilidade dos presentes naquela sessão espírita ter algum prévio conhecimento acerca da história de Ruytemberg Rocha. Lembrem-se que o ocorrido deu-se em 1961 e que na época a obtenção de informações sobre a Revolução Constitucionalista dava-se de maneira bem diferente, sem as facilidades do compartilhamento do conhecimento que hoje temos à nossa disposição. Abaixo trago alguns aspectos interessantes desta pesquisa. No parágrafo abaixo um dos participantes relata a primeira pesquisa sobre a veracidade das informações obtidas durante a sessão mediúnica.
No dia 11 de novembro de 1961, no primeiro sábado após a reunião, aproveitamos a manhã livre para irmos até o bairro da Cantareira, nesta capital, onde está localizada a Escola Preparatória de Oficiais da Força Pública, escola esta que dizia ter pertencido a entidade manifestante de nome Ruytemberg Rocha, como aluno oficial do 2o ano. Ali chegando, solicitamos a presença do oficial do dia, sem a ordem do qual não poderíamos iniciar a nossa visita, que era a de obter dados e informações sobre ex-alunos, combatentes de 1932, desse colégio militar, já falecidos. Responde-nos o oficial: -"isto para nós é fácil, pois se tratando de nossos heróis da revolução, temos tudo arquivado. Segundo diz, informações sobre quem?” Quando lhe falamos que desejávamos saber algo sobre o tenente Ruytemberg Rocha, ele abriu largo sorriso, e estendendo os braços disse: "Recentemente lhe prestamos uma homenagem, esta avenida principal de nossa escola tem seu nome: Tenente Ruytemberg Rocha, herói falecido em combate."
De posse da ficha tivemos o prazer deter um a um todos os dados pessoais do Tenente Ruytemberg Rocha. Todos confirmam as suas revelações. Tudo igual. Tudo certo. Nada falhara. Pedi ao Tenente Secretário, Sr.Mário de Jesus Cordeiro, uma cópia daquela ficha pessoal,o que imediatamente foi feito e assinado por ele.
O autor da monografia então relata a pesquisa acerca de publicações da época e quaisquer outras fontes que poderiam ter usadas pela "médium" para obter informações sobre o Cadete Ruytemberg:
No livro “Cruzes Paulistas”, editado pela "Campanha Pró-Monumento e Mausoléu do Soldado Paulista de 32", São Paulo, 1936, contem a maior soma de informações biográficas sobre Ruytemberg Rocha. À página 409 do referido livro, lê-se o seguinte: “RUYTEMBERG ROCHA (Força Publica) Alumno do Curso de Officiaes da Força Publica, partiu para o sector Sul, como Capitão, logo no começo da campanha. Em Bury, dia 26 de Julho, quando em combate, recebeu uma bala na cabeça, morrendo immediatamente. Foi sepultado no cemitério velho de Bury. Esse combate, um dos mais duros daquella frente, durara nada menos que dezessete horas.
Dados Biographicos - Nascera Ruytemberg em S.João da Bocaina a 19 de Janeiro de 1908, filho do Sr. Ozorio Rocha e de d. Julieta Simões Rocha. Era irmão de José Euriderval, Olinda, Ladidopeia e Servio. Era solteiro.(sic).”
Como pode ver-se, aquela página do referido livro contém grande parte das informações prestadas pela médium em transe. Todavia, falta o "apelido" da mãe. Além disso, a informação dada pela médium discrepa em algum pontos.
O Livro “Cruzes Paulistas” é um grosso volume, de 516 páginas, contendo 633 pequenas biografias de participantes ativos falecidos na Revolução de 1932. Foi editado, em 1936, com o objetivo de angariar fundos para a construção do "Monumento e Mausoléu ao Soldado Paulista de 32". Desta primeira e única edição foram feitos 100 (cem) exemplares em papel de linho, 500 (quinhentos) em papel "bouffon" e 2000 (dois mil) em papel acetinado; ao todo, 2600 (dois mil e seiscentos) exemplares. Nem todos foram vendidos, restando, ainda, muitos em estoque. O exemplar que adquirimos, em papel "bouffon", tem o número 154; data de compra: 13/08/1970.
Esse livro é pouco conhecido atualmente, bem como as outras obras congêneres lançadas naquela ocasião. A maior parte das consultas feitas sobre tal bibliografia foi conseguida nos arquivos da "Sociedade Veteranos de 1932 - M.M.D.C.", na Rua Anita Garibaldi n9 25, São Paulo, e na Biblioteca Municipal de São Paulo. Os livros sobre a Revolução de 1932, especialmente os editados à época, já não se encontram facilmente nas livrarias. O exemplar de Cruzes Paulistas foi por nós obtido na sede da "Sociedade Veteranos de 32 - M.M.D.C."
Depoimento do CEL Alfredo Guedes De Souza Figueira em 28 de agosto de 1970:
O Cel. Alfredo Guedes relatou-nos o seguinte: -Eram quatro os alunos da Escola de Oficiais da Força Pública que foram incorporados ao "Batalhão Marcílio Franco": Ruytemberg Rocha, Walter Greenen, Antônio Alembert e Alfredo Guedes de S. Figueira (o declarante). No Batalhão Marcílio Franco todos tinham, oficiosa mente, o posto de Capitão, embora não fosse este o posto real que possuíam na Força Pública. Achavam-se em pleno combate no cemitério da cidade de Buri, Estado de São Paulo. Na ocasião, como a munição estivesse escasseando, o então Cap. Alfredo Guedes dirigiu-se a Ruytemberg Rocha e propos-lhe que se fosse buscar mais munição. Ficou resolvido que o próprio Cap. Alfredo Guedes iria providenciar a munição, ficando Ruytemberg Rocha na trincheira, garantindo aquela posição com seus comandados. Ao regressar com o material, o Cap. Alfredo Guedes encontrou, no trajeto de volta, um caminhão que transportava para a retaguarda o cadáver de Ruytemberg Rocha, há pouco morto em a combate.
O Cap. Alfredo Guedes, subindo na carroceria do veículo, pode ver o corpo de Ruytemberg Rocha com ferimento ao nível do frontal (centro da testa). Na ocasião tirou-lhe o coldre a tira-colo, já sem o revólver, e guardou-o como lembrança do companheiro. Posteriormente, ofereceu-o ao Museu da Força Pública. O Cel. Alfredo Guedes afirmou que a “causa mortis” de Ruytemberg Rocha fora um tiro na cabeça. Inquirido sobre se conhecera ou tivera relações pessoais com as testemunhas do caso (sessão), afirmou jamais ter visto ou conhecido tais pessoas.
Pesquisa na Sociedade Veteranos de 32 M.M.D.C:
No dia 13 de agosto de 1970,fizemos nosso primeiro contato com o Cap. Francisco Molinari, presidente da "Sociedade Veteranos de 32 MMDC", na Rua Anita Garibaldi, 25 em São Paulo. Na mesma ocasião, ficamos conhecendo o Tenente Geraldo Norberto Freire, Diretor de Exumação e Transladações da mesma Sociedade.
Ambos esses oficiais mostraram vivo interesse pelo Caso de Ruytemberg Rocha e, gentilmente, proporcionaram-nos todas as facilidades para a pesquisa dos dados referentes à questão. Graças ao Cap. Francisco Molinari e ao Tenente G. N. Freire foi possível realizar parte do levantamento bibliográfico e obter orientação para a busca nos jornais, pois a Sociedade conta com excelente arquivo de recortes de notícias sobre a Revolução de 1932.
Inquiridos sobre a eventualidade de conhecerem as pessoas ligadas ao caso(sessão) Ruytemberg Rocha, e após verem as fotografias que lhes apresentamos, declararam que jamais viram nem ali estiveram quaisquer dos participantes da referida sessão. Afirmaram-nos, ainda, que ninguém, até então, houvera procurado os arquivos da Sociedade com o intuito de obter informes sobre Ruytemberg Rocha. Ambos ocupam os cargos há muitos anos e nunca ouviram, da parte dos funcionários da Sociedade, quaisquer alusões a uma pesquisa biográfica sobre Ruytemberg Rocha. Solicitamos informações sobre a exumação e transladação dos despojos de Ruytemberg Rocha para o Mausoléu do Soldado de 32, situado no Ibirapuera, São Paulo. O Tenente G. N. Freire exibiu-nos a documentação referente ao ato. A autorização para a transladação dos restos mortais de Ruytemberg foi firmada pela Sra. Ricardina C. Fonseca, Presidente da "Liga das Senhoras Católicas de São Paulo", aos 8 de junho de 1963. 0 ato da exumação ocorreu no dia 8 de julho de 1963, às 12 horas, no "Cemitério São Paulo", sob a responsabilidade do Sr. Jarbas Araújo, auxiliado pelo Sr. Paulo Affonso Aquillini. A cerimônia religiosa da encomendarão foi realizada pelo Capelão da FAB., Cônego Pedro Gomes. Tais cerimônias ocorreram, portanto, após a data da sessão em que se deu a aludida comunicação através de D. Túlia.
Na conclusão do seu trabalho o pesquisador sugere as seguintes questões:
a) Como e por quê a médium focalizou, em 1961, justamente Ruytemberg Rocha, falecido em 1932, bem como as fontes correlatas de informação a seu respeito?
b) Por quê a "causa mortis”, inclusive sua característica dramatização, não concorda com das fontes informativas, bem assim com o conhecimento daqueles que testemunharam a morte de Ruytemberg e que o viram com o ferimento a bala, ao nível do frontal ?
c) Como e por quê a médium registrou o apelido familiar da mãe de Ruytemberg (Julita), distinguindo-o do nome que geralmente figura no livro Cruzes Paulistas, nos registros da Academia Militar da Força Pública e no noticiário de "0 Estado de S.Paulo", de 10/7/937, pág. 12?
d) Como e por que a médium conseguiu informar o posto verdadeiro de Ruytemberg, quando ainda vivo, se a maioria das fontes informativas davam-no como Capitão?
e) Como pode a médium distinguir, entre todos os irmãos, o nome da irmã que era mais chegada a Ruytemberg, uma vez que OLINDA já era falecida em 1961, por ocasião da sessão? (No depoimento gravado do Sr. José Garcia S. Rocha, irmão de Ruytemberg, ele declarou que, realmente, OLINDA era a irmã mais ligada a Ruytemberg. Olinda faleceu dois anos após Ruytemberg, isto é, em 1934)
Ruytemberg só foi efetivamente promovido a Capitão muito tempo depois de sua morte. Ele era Aluno Oficial do 2o ano da Escola de Oficiais, quando se incorporou ao Batalhão Marcílio Franco. Logo, só poderia ter dado esta informação, a qual independe das cinco fontes dadas à publicidade, após sua morte. O livro “Cruzes Paulistas menciona "aluno do Curso de Oficiais da Força Pública", mas dá seu posto como sendo Capitão; não menciona o Batalhão Marcílio Franco.
Realmente, Ruytemberg foi morto por uma bala que o atingiu na fronte. Este é o fato. Qual teria sido a última sensação de Ruytemberg, devida ao impacto violento do projétil que lhe perfurou o crânio? Certamente, foi a de um estrondo, seguido de clarão, pois as concussões na cabeça produzem esse efeito. A bala, ao penetrar-lhe a caixa craniana, teria excitado o centro da sensibilidade correspondente à região onde sentiu a dor. Em frações de segundo, que lhe precederam a morte, Ruytemberg teria interpretado o fato como a explosão de uma granada, cujos estilhaços o teriam atingido na região correspondente à parte cerebral excitada. Esta seria, a nosso ver, a explicação para a discrepância assinalada.
É interessante ressaltar o fato de que o setor de Buri foi um dos mais castigados por bombardeios de canhão. Tal peculiaridade daquela frente de combate é particularmente conhecida dos ex-combatentes da Revolução Paulista de 1932. Desse modo, é natural que os soldados do "front" de Buri se mostrassem preocupados com os estilhaços de granada. Ao receber o impacto do projétil na testa, seria bem normal que Ruytemberg Rocha houvesse interpretado, segundos antes de morrer, como sendo um estampido de granada. Ao sentir a dor na região correspondente à zona cerebral excitada, teria concluído que fora atingido por um estilhaço de granada ao nível do peito.
O presente caso, embora comporte explicações ou normais ou baseadas na percepção extra-sensorial, apresenta evidências que sugerem a manifestação de um agente desencarnado, através de uma médium. As características da comunicação colocam-na na categoria do tipo "drop in", isto é, o comunicador é inteiramente desconhecido da médium e dos assistentes da sessão. O autor, sem querer desmerecer as outras interpretações, opta pela última, por lhe parecer mais adequada ao caso.
Os restos mortais do Cadete Ruytemberg Rocha encontram-se no Mausoléu do Ibirapuera.
CARO RICARDO DELLA ROSA - Meu preito de gratidão pelo seu magnífico trabalho a respeito do cadete RUYTEMBERG ROCHA. Na minha juventude, na cidade de POÁ, recebi de um velho cabo da Força Pública o manuscrito do "do in" citado em seu trabalho. Conheci o Sr. GARCIA SIMOES DA ROCHA e dona ISABEL, parentes de RUYTEMBERG e pais do CORONEL PM Méd JOBEL DE CAMARGO SIMÕES.
Já como aluno-oficial do antigo CFA (CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO) participei da vigília aos restos mortais do CADETE RUYTEMBERG ROCHA na Faculdade de Direito. Posteriormente, como CAPITÃO, em 1974, estive na solenidade de imposição de uma placa alusiva ao herói de 1932, patrono do CENTRO ACADÊMICO "XV DE DEZEMBRO" da ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DO BARRO BRANCO, placa esta que está imortalizada no MONUMENTO MAUSOLEU DO IBIRAPUERA.
Como secretário da SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC batalhei, durante anos, pela criação do NÚCLEO "CADETE RUYTEMBERG ROCHA", na APMBB, núcleo que se tornou realidade em 3 de abril de 2009.
Hoje, como Presidente da Sociedade, vejo esse magnífico trabalho do RICARDO DELLA ROSA e só tenho de agradecer pelo muito que tem feito em prol da nossa causa, ou seja, a divulgação do IDEAL DE DIREITO que foi a meta principal dos HERÓIS DE 32. MEUS PARABÉNS, RICARDO!!!!!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A CORRUPÇAO NO BRASIL E O CONFORMISMO DAS VÍTIMAS - REPASSANDO ARTIGO DO VICE-ALMIRANTE SÉRGIO TASSO VÁSQUEZ DE AQUINO
REPASSANDO ARTIGO DO V. ALMIRANTE SÉRGIO.
LEIAM. MUITO BEM FEITO.
GRUPO GUARARAPES
A CORRUPÇÃO NO BRASIL E O CONFORMISMO DAS VÍTIMAS –
VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino
A corrupção no Brasil, a destruição conseqüente, a danação dos culpados e o conformismo das vitimas.
Rio de Janeiro 25 Out 2011
Notícias veiculadas pela imprensa, nos últimos dias, dão conta de que o dinheiro público desviado pela corrupção dos agentes governamentais, nos Três Poderes, nos três níveis administrativos e nas empresas públicas, e dos responsáveis pelas ONGs apadrinhadas pelos governos federal, estaduais e municipais, montou a 82 bilhões de reais, no último ano. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo-FIESP, o assalto aos cofres públicos atingiu 720 bilhões de reais nos dez anos recentes.
Em outra versão mais modesta, "O Globo", na primeira página da edição de domingo, 23 de outubro, citando dados da Advocacia Geral da União, afirma que, "de 2003 a 2010, pelo menos, 67,9 bilhões de reais foram desviados dos cofres públicos para o ralo da corrupção". De qualquer sorte, são números impressionantes, que atestam o desperdício gigantesco de recursos que poderiam ter sido empregados no aperfeiçoamento e no progresso nacionais, na melhoria real da qualidade de vida do nosso povo sofrido.
Quem mora no Brasil tem sentido na carne o crescimento exponencial da corrupção no panorama nacional, máxime nos órgãos do governo, a partir do início do consulado lulopetista, caracterizado pelo amplo, geral e irrestrito "aparelhamento" do Estado, com pessoas escolhidas apenas por critérios de alianças e acordos políticos, e totalmente despreparadas para os cargos e funções a que foram guindadas, inclusive nos aspectos morais, como triste e sobejamente demonstrado pelos fatos.
Desde o início de nossa existência como Nação, incluindo o período de formação, ainda nos tempos coloniais, convivemos com formas mais ou menos acentuadas de malversação dos recursos públicos e de desvios dos tributos arrancados da população para bolsos indignos e indevidos.
Os promotores e beneficiários da roubalheira, historicamente denunciada desde o Padre Antônio Vieira, visavam o enriquecimento pessoal, de parentes, amigos, agregados e compadres, exatamente da forma como ainda agem os caciques políticos de todos os partidos, já que nenhum destes se salva do oportunismo venal escancarado por suas ações correntes e de seus membros, com destaque, porém, para certas e conspícuas personalidades e lideranças atuais do PMDB, perfeitamente conhecidas e identificadas pela Nação, e que se julgam e são julgadas, por alegres aliados da situação e promotores do caos, como "pessoas não-comuns", acima, portanto, do bem e do mal. .
A ascensão do PT ao poder, que, na oposição se fazia passar como o poço da ética e da virtude, o grande censor, denunciador dos erros reais, virtuais e imaginários de tudo e de todos, revelou uma nova, mais cruel e mais generalizada forma de corrupção, de fundo ideológico, destinada a desmoralizar e destruir as estruturas "burguesas" da ordem estabelecida, para permitir e facilitar "a construção" do Estado marxista na nossa terra. Mas, como ninguém é de ferro e o apelo da pecúnia, a qualquer preço, é muito tentador para os espíritos menos bem formados, passaram a ser abundantes, sufocantes em números e nos valores subtraídos, os casos de enriquecimento ilícito de "companheiros" e aliados, sempre em prejuízo do erário e do Bem Comum ou através de associações espúrias, à base do tráfico de influência.
O resultado disso tudo são a educação, a saúde e o saneamento, a habitação e a alimentação populares, a segurança, a infra-estrutura de energia, transportes e comunicações, o desenvolvimento científico e tecnológico em frangalhos, conforme o cidadão comum verifica a cada passo, ao procurar os órgãos e serviços públicos que lhe deveriam estar disponíveis, em face dos altíssimos tributos cobrados pelo Estado. As sucessivas reportagens dos noticiários da televisão e dos jornais e periódicos exibem, diuturna e tristemente, a falência de tudo: escolas destruídas, pessoas morrendo à porta dos hospitais, que fazem dos corredores improvisadas e inadequadas enfermarias, estradas esburacadas e ceifadoras de vidas, insegurança generalizada no campo e nas cidades, não importa mais o seu tamanho, doença e miséria por toda a parte...
As fantasiosas e róseas versões governamentais, trombeteadas por caríssimas peças de propaganda, difundem suas mentiras, aquilo que convém aos "donos do poder", no afã de manter iludido o povo, para permitir-lhes o monopólio do poder político, "a qualquer custo e a qualquer preço", por muito tempo, por todo o tempo.
É preciso que todos percebam que a destruição da base física do nosso País, como salta aos olhos a cada passo nas cidades malcuidadas e nos campos empobrecidos e palcos de lutas pela terra, em todos os aspectos que dificultam crescentemente a vida dos cidadãos, como antes demonstrado, decorrem, em grande parte, do vírus mortal da corrupção que nos esmaga e sufoca. É essa maldita corrupção, em verdade, o maior tributo pago pelos brasileiros! Mais que isso, porém, está sendo destruída a base ética, moral da sociedade, pelo incentivo deliberado, e a aceitação popular decorrente, em função de diabólica manipulação midiática, de que o vício é virtude, o errado é certo, "subir na vida" em função de falcatruas uma meta a ser perseguida e um estilo desejável de existir! Assim, pessoas de baixo caráter tornam-se queridas, heróis nacionais!
Os responsáveis e beneficiários da tremenda corrupção reinante não se abalam, não têm remorsos, sensibilidade, vergonha pelo mal que fazem. Em verdade, agem como bandidos, ao embolsarem recursos e meios que não lhes pertencem, que deveriam ser orientados para o desenvolvimento, o progresso, o Bem Comum! São ladrões, por se apossarem do que é propriedade do povo brasileiro; são assassinos, porque mortes decorrem da falência dos serviços e sistemas que inviabilizam com seus roubos; são genocidas, porque multidões sucumbem em razão dos seus crimes e malfeitos, como, por exemplo, nas epidemias não-controladas ou ressurgentes, depois de anos de extinção, ou nas 100.000 pessoas que, a cada ano e segundo a imprensa, morrem de infecção hospitalar no Brasil, ou nos milhares de inocentes vitimados por acidentes de trânsito em ruas, estradas, avenidas impróprias para o uso seguro...
A justiça dos homens tem tardado e garantido a impunidade dos malfeitores cruéis. Não têm faltado vozes bem-situadas no espectro do poder, para justificá-los, dar-lhes tapinhas nas costas e razão, dizer que é isso mesmo, que sempre foi assim, "que é preciso ter casco durão e não se deixar abater com a enxurrada de acusações", não "largar o osso" mesmo que, e principalmente, se comprovadas! Aos "amigos do rei, tudo", ainda que completamente errados e promotores de danos e males irreparáveis!
Atenção, porém! "Ojo", como dizem os hispânicos, gestores desonestos dos tributos do povo: o Senhor Deus, que tudo sabe e tudo vê, conhece bem as trevas de vossas almas, a maldade, a injustiça e a crueldade que habitam em vossos corações e movem vossas pérfidas ações, e vos pedirá contas no último e definitivo Julgamento. "De que servem ao homem todas as riquezas do mundo, em troca da perdição da sua alma imortal'? O inferno, "onde há choro e ranger de dentes" e o eterno desespero, será o vosso destino certo, se não vos arrependerdes a tempo, mudardes de vida e procurardes redimir-vos dos crimes e maldades feitos contra as vítimas inocentes dos vossos atos, através do cumprimento honrado de vossas obrigações, da devolução da fortuna mal havida para o patrimônio comum dos brasileiros e da aceitação e do cumprimento das penas merecidas por vosso tortuoso proceder!
E que as vítimas de tantas maldades sejam capazes de vencerem o conformismo, a apatia em que estão mergulhadas, de levantarem-se contra os opressores, de sacudirem os grilhões da indigna sujeição, para jamais aplaudi-los ou elegê-los de novo!
(PENSE NO QUE VOCÊ VAI LER ABAIXO)
PUBLICADO NO JORNAL EL PAÍS (ESPANHA)
Que país é este que junta milhões numa marcha gay,
outros milhões numa marcha evangélica,
muitas centenas numa marcha a favor da maconha,
mas que não se mobiliza
contra a corrupção?"
(07/08/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)
COMO VOCÊ SE SENTE COMO BRASILEIRO! LUTE POR UM BRASIL SÉRIO!
LEIAM. MUITO BEM FEITO.
GRUPO GUARARAPES
A CORRUPÇÃO NO BRASIL E O CONFORMISMO DAS VÍTIMAS –
VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino
A corrupção no Brasil, a destruição conseqüente, a danação dos culpados e o conformismo das vitimas.
Rio de Janeiro 25 Out 2011
Notícias veiculadas pela imprensa, nos últimos dias, dão conta de que o dinheiro público desviado pela corrupção dos agentes governamentais, nos Três Poderes, nos três níveis administrativos e nas empresas públicas, e dos responsáveis pelas ONGs apadrinhadas pelos governos federal, estaduais e municipais, montou a 82 bilhões de reais, no último ano. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo-FIESP, o assalto aos cofres públicos atingiu 720 bilhões de reais nos dez anos recentes.
Em outra versão mais modesta, "O Globo", na primeira página da edição de domingo, 23 de outubro, citando dados da Advocacia Geral da União, afirma que, "de 2003 a 2010, pelo menos, 67,9 bilhões de reais foram desviados dos cofres públicos para o ralo da corrupção". De qualquer sorte, são números impressionantes, que atestam o desperdício gigantesco de recursos que poderiam ter sido empregados no aperfeiçoamento e no progresso nacionais, na melhoria real da qualidade de vida do nosso povo sofrido.
Quem mora no Brasil tem sentido na carne o crescimento exponencial da corrupção no panorama nacional, máxime nos órgãos do governo, a partir do início do consulado lulopetista, caracterizado pelo amplo, geral e irrestrito "aparelhamento" do Estado, com pessoas escolhidas apenas por critérios de alianças e acordos políticos, e totalmente despreparadas para os cargos e funções a que foram guindadas, inclusive nos aspectos morais, como triste e sobejamente demonstrado pelos fatos.
Desde o início de nossa existência como Nação, incluindo o período de formação, ainda nos tempos coloniais, convivemos com formas mais ou menos acentuadas de malversação dos recursos públicos e de desvios dos tributos arrancados da população para bolsos indignos e indevidos.
Os promotores e beneficiários da roubalheira, historicamente denunciada desde o Padre Antônio Vieira, visavam o enriquecimento pessoal, de parentes, amigos, agregados e compadres, exatamente da forma como ainda agem os caciques políticos de todos os partidos, já que nenhum destes se salva do oportunismo venal escancarado por suas ações correntes e de seus membros, com destaque, porém, para certas e conspícuas personalidades e lideranças atuais do PMDB, perfeitamente conhecidas e identificadas pela Nação, e que se julgam e são julgadas, por alegres aliados da situação e promotores do caos, como "pessoas não-comuns", acima, portanto, do bem e do mal. .
A ascensão do PT ao poder, que, na oposição se fazia passar como o poço da ética e da virtude, o grande censor, denunciador dos erros reais, virtuais e imaginários de tudo e de todos, revelou uma nova, mais cruel e mais generalizada forma de corrupção, de fundo ideológico, destinada a desmoralizar e destruir as estruturas "burguesas" da ordem estabelecida, para permitir e facilitar "a construção" do Estado marxista na nossa terra. Mas, como ninguém é de ferro e o apelo da pecúnia, a qualquer preço, é muito tentador para os espíritos menos bem formados, passaram a ser abundantes, sufocantes em números e nos valores subtraídos, os casos de enriquecimento ilícito de "companheiros" e aliados, sempre em prejuízo do erário e do Bem Comum ou através de associações espúrias, à base do tráfico de influência.
O resultado disso tudo são a educação, a saúde e o saneamento, a habitação e a alimentação populares, a segurança, a infra-estrutura de energia, transportes e comunicações, o desenvolvimento científico e tecnológico em frangalhos, conforme o cidadão comum verifica a cada passo, ao procurar os órgãos e serviços públicos que lhe deveriam estar disponíveis, em face dos altíssimos tributos cobrados pelo Estado. As sucessivas reportagens dos noticiários da televisão e dos jornais e periódicos exibem, diuturna e tristemente, a falência de tudo: escolas destruídas, pessoas morrendo à porta dos hospitais, que fazem dos corredores improvisadas e inadequadas enfermarias, estradas esburacadas e ceifadoras de vidas, insegurança generalizada no campo e nas cidades, não importa mais o seu tamanho, doença e miséria por toda a parte...
As fantasiosas e róseas versões governamentais, trombeteadas por caríssimas peças de propaganda, difundem suas mentiras, aquilo que convém aos "donos do poder", no afã de manter iludido o povo, para permitir-lhes o monopólio do poder político, "a qualquer custo e a qualquer preço", por muito tempo, por todo o tempo.
É preciso que todos percebam que a destruição da base física do nosso País, como salta aos olhos a cada passo nas cidades malcuidadas e nos campos empobrecidos e palcos de lutas pela terra, em todos os aspectos que dificultam crescentemente a vida dos cidadãos, como antes demonstrado, decorrem, em grande parte, do vírus mortal da corrupção que nos esmaga e sufoca. É essa maldita corrupção, em verdade, o maior tributo pago pelos brasileiros! Mais que isso, porém, está sendo destruída a base ética, moral da sociedade, pelo incentivo deliberado, e a aceitação popular decorrente, em função de diabólica manipulação midiática, de que o vício é virtude, o errado é certo, "subir na vida" em função de falcatruas uma meta a ser perseguida e um estilo desejável de existir! Assim, pessoas de baixo caráter tornam-se queridas, heróis nacionais!
Os responsáveis e beneficiários da tremenda corrupção reinante não se abalam, não têm remorsos, sensibilidade, vergonha pelo mal que fazem. Em verdade, agem como bandidos, ao embolsarem recursos e meios que não lhes pertencem, que deveriam ser orientados para o desenvolvimento, o progresso, o Bem Comum! São ladrões, por se apossarem do que é propriedade do povo brasileiro; são assassinos, porque mortes decorrem da falência dos serviços e sistemas que inviabilizam com seus roubos; são genocidas, porque multidões sucumbem em razão dos seus crimes e malfeitos, como, por exemplo, nas epidemias não-controladas ou ressurgentes, depois de anos de extinção, ou nas 100.000 pessoas que, a cada ano e segundo a imprensa, morrem de infecção hospitalar no Brasil, ou nos milhares de inocentes vitimados por acidentes de trânsito em ruas, estradas, avenidas impróprias para o uso seguro...
A justiça dos homens tem tardado e garantido a impunidade dos malfeitores cruéis. Não têm faltado vozes bem-situadas no espectro do poder, para justificá-los, dar-lhes tapinhas nas costas e razão, dizer que é isso mesmo, que sempre foi assim, "que é preciso ter casco durão e não se deixar abater com a enxurrada de acusações", não "largar o osso" mesmo que, e principalmente, se comprovadas! Aos "amigos do rei, tudo", ainda que completamente errados e promotores de danos e males irreparáveis!
Atenção, porém! "Ojo", como dizem os hispânicos, gestores desonestos dos tributos do povo: o Senhor Deus, que tudo sabe e tudo vê, conhece bem as trevas de vossas almas, a maldade, a injustiça e a crueldade que habitam em vossos corações e movem vossas pérfidas ações, e vos pedirá contas no último e definitivo Julgamento. "De que servem ao homem todas as riquezas do mundo, em troca da perdição da sua alma imortal'? O inferno, "onde há choro e ranger de dentes" e o eterno desespero, será o vosso destino certo, se não vos arrependerdes a tempo, mudardes de vida e procurardes redimir-vos dos crimes e maldades feitos contra as vítimas inocentes dos vossos atos, através do cumprimento honrado de vossas obrigações, da devolução da fortuna mal havida para o patrimônio comum dos brasileiros e da aceitação e do cumprimento das penas merecidas por vosso tortuoso proceder!
E que as vítimas de tantas maldades sejam capazes de vencerem o conformismo, a apatia em que estão mergulhadas, de levantarem-se contra os opressores, de sacudirem os grilhões da indigna sujeição, para jamais aplaudi-los ou elegê-los de novo!
(PENSE NO QUE VOCÊ VAI LER ABAIXO)
PUBLICADO NO JORNAL EL PAÍS (ESPANHA)
Que país é este que junta milhões numa marcha gay,
outros milhões numa marcha evangélica,
muitas centenas numa marcha a favor da maconha,
mas que não se mobiliza
contra a corrupção?"
(07/08/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)
COMO VOCÊ SE SENTE COMO BRASILEIRO! LUTE POR UM BRASIL SÉRIO!
MEMÓRIAS DO VENTURA: 1º DE NOVEMBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 1º DE NOVEMBRO DE 2011: DIA PRIMEIRO DE NOVEMBRO DE 2 011 - TERÇA-FEIRA. 74 anos, 10 meses e 5dias. Início de minhas memórias – 9 de julho de 1950. 23 anos e ...
domingo, 30 de outubro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 30 DE OUTUBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 30 DE OUTUBRO DE 2011: D I A T R I N T A DE O U T U B R O D E 2 011 – D O M I N G O. 74 anos, 10 meses e 3 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de Jul...
sábado, 29 de outubro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 29 DE OUTUBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 29 DE OUTUBRO DE 2011: DIA VINTE E NOVE D E OUTUBRO DE 2011 – S Á B A D O. 74 anos, 10 meses e 2 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho de 1950....
MEMÓRIAS DO VENTURA: 28 DE OUTUBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 28 DE OUTUBRO DE 2011: DIA VINTE E OITO DE OUTUBRO DE 2011 - S E X T A - F E I R A. 74 anos, 10 meses e 1 dia de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho ...
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 27 DE OUTUBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 27 DE OUTUBRO DE 2011: DIA VINTE E SETE DE OUTUBRO DE 2 011 - QUINTA-FEIRA. 74 anos e 10 meses de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho de 1950. 23...
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
POR QUEM OS SINOS DOBRAM? - FRANCES DE AZEVEDO
POR QUEM OS SINOS DOBRAM?!
Dobram pelos bravos combatentes de 32!
Dobram pelo povo paulista de 32!
Dobram pelos Estados que lutaram em 32!
Dobram pela luta contra a ditadura de 32!
Dobram pela luta democrática de 32!
Dobram pelas mulheres/enfermeiras de 32!
Dobram pelos Clubes: do Cachecol, das Formigas... de 32!
Dobram pelos fuzis sem munição de 32!
Dobram pelo frio de julho nas trincheiras de 32!
Dobram pelos que não voltaram em 32!
Dobram pelos que “Deixaram a folha dobrada”
e “Sentiram No Peito Heróica Pancada” de 32!
Dobram pelos que jazem no Mausoléu
do Soldado Constitucionalista de 32!
Dobram os sinos pelos heróis democráticos de 32!
Frances de Azevedo
MMDC
10/2011
POR QUEM OS SINOS DOBRAM?!
Dobram pelos bravos combatentes de 32!
Dobram pelo povo paulista de 32!
Dobram pelos Estados que lutaram em 32!
Dobram pela luta contra a ditadura de 32!
Dobram pela luta democrática de 32!
Dobram pelas mulheres/enfermeiras de 32!
Dobram pelos Clubes: do Cachecol, das Formigas... de 32!
Dobram pelos fuzis sem munição de 32!
Dobram pelo frio de julho nas trincheiras de 32!
Dobram pelos que não voltaram em 32!
Dobram pelos que “Deixaram a folha dobrada”
e “Sentiram No Peito Heróica Pancada” de 32!
Dobram pelos que jazem no Mausoléu
do Soldado Constitucionalista de 32!
Dobram os sinos pelos heróis democráticos de 32!
Frances de Azevedo
MMDC
10/2011
Dobram pelos bravos combatentes de 32!
Dobram pelo povo paulista de 32!
Dobram pelos Estados que lutaram em 32!
Dobram pela luta contra a ditadura de 32!
Dobram pela luta democrática de 32!
Dobram pelas mulheres/enfermeiras de 32!
Dobram pelos Clubes: do Cachecol, das Formigas... de 32!
Dobram pelos fuzis sem munição de 32!
Dobram pelo frio de julho nas trincheiras de 32!
Dobram pelos que não voltaram em 32!
Dobram pelos que “Deixaram a folha dobrada”
e “Sentiram No Peito Heróica Pancada” de 32!
Dobram pelos que jazem no Mausoléu
do Soldado Constitucionalista de 32!
Dobram os sinos pelos heróis democráticos de 32!
Frances de Azevedo
MMDC
10/2011
POR QUEM OS SINOS DOBRAM?!
Dobram pelos bravos combatentes de 32!
Dobram pelo povo paulista de 32!
Dobram pelos Estados que lutaram em 32!
Dobram pela luta contra a ditadura de 32!
Dobram pela luta democrática de 32!
Dobram pelas mulheres/enfermeiras de 32!
Dobram pelos Clubes: do Cachecol, das Formigas... de 32!
Dobram pelos fuzis sem munição de 32!
Dobram pelo frio de julho nas trincheiras de 32!
Dobram pelos que não voltaram em 32!
Dobram pelos que “Deixaram a folha dobrada”
e “Sentiram No Peito Heróica Pancada” de 32!
Dobram pelos que jazem no Mausoléu
do Soldado Constitucionalista de 32!
Dobram os sinos pelos heróis democráticos de 32!
Frances de Azevedo
MMDC
10/2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 26 DE OUTUBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 26 DE OUTUBRO DE 2011: DIA VINTE E SEIS DE OUTUBRO DE 2 011 - QUARTA-FEIRA. 74 anos, 9 meses e 29 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho de 1950...
terça-feira, 25 de outubro de 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 25 DEOUTUBRO DE 2011
MEMÓRIAS DO VENTURA: 25 DEOUTUBRO DE 2011: DIA VINTE E CINCO DE OUTUBRO DE 2011 - TERÇA-FEIRA. 74 anos, 9 meses e 28 dias de idade. Início de minhas memórias – 9 de julho de 1950....
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