segunda-feira, 11 de setembro de 2023

166 ANOS DO MASSACRE MÓRMOM, EM 11 DE SETEMBRO DE 1857

 


166 a. do MASSACRE MÓRMON. Em 11 de setembro de 1857, em um monte no sudoeste de UTAH, uma milícia da Igreja de JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS, ou MÓRMONS, atacou um comboio de famílias de ARKANSAS a caminho da CALIFÓRNIA. Após um cerco de cinco dias, a milícia convenceu as famílias a se entregarem sob a bandeira da trégua e a promessa de travessia segura. Então, na pior carnificina de pioneiros brancos contra outros pioneiros brancos de toda a história da colonização dos EUA, aproximadamente 140 homens, mulheres e crianças foram mortos. Só 17 crianças com menos de 8 anos – a idade da inocência pela crença mórmon – foram poupadas. Após a matança, a igreja primeiro alegou que os responsáveis tinham sido os índios PAIUTE, mas, à medida que surgiram provas do envolvimento dos mórmons, a igreja pôs toda a culpa em JOHN D. LEE, um membro da milícia e mórmon fanático que também era o filho adotado do profeta BRIGHAM YOUNG. Após quase duas décadas, como parte de um acordo para a transformação em Estado, LEE foi fuzilado em 1877. A igreja tem consistentemente negado a responsabilidade – rotulando LEE de renegado – mas muitos historiadores acreditam que os líderes mórmons, embora nunca tenham sido processados judicialmente, ordenaram o massacre.

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