sábado, 6 de julho de 2013

BRASIL ACIMA DE TUDO - WÁLTER MELLO DE VARGAS

Meus Amigos,
Bom Dia,
Tenho recebido muitos Emails tratando da situação que o nosso Brasil vem atravessando, com esses comunas querendo novamente tomar o Poder, o que eles vem tentando a tempo, basta, lembrarmos da Intentona Comunista, Coluna Prestes, Período Militar e outros, e Infelizmente nosso Povo não tem Cultura, tornando-se presa fácil, e de outro lado a ganância desenfreada dos Grandes Capitais, Precisamos nos Unir numa só Voz, e usarmos esta arma poderosa que é as redes sociais, sem radicalismos e sem propostas mirabolantes, mas com propostas Reais, atingindo os pontos fundamentais para as Mudanças, e  termos consciência do tamanho e da riqueza que tem nosso País, E DIZER A GENTE, ÉSTA TERRA É NOSSA... UM POVO SÓ É POBRE QUANDO NÃO TEM TERRA NEM CULTURA, Terra nós temos, falta-nos a Cultura, se tivéssemos Cultura não teríamos corrupção e Seríamos um Povo Forte. Consequentemente Um País Forte. No Momento atual precisamos nos Mobilizar para que estas manifestações não se percam no tempo, porque os maus Políticos  vão tentar ludibriar o Povo mais uma vez, outros vão, entre aspas, incorporar-se nas reivindicações Legítimas do Povo. NÃO CONCORDAMOS COM ATOS VIOLENTOS DE FORMA ALGUMA, Mas entendemos a dificil tarefa das Forças de Segurança para manter a Ordem neste momento, quando não temos uma Legislação apropriada para este combate, e o PIOR, OS NOSSOS LEGISLADORES NA SUA MAIORIA NÃO VÃO PARA O  LEGISLATIVO COM A VONTADE DE MUDAR, e quando isto acontece, o que nos resta fazer? cruzar os braços? Os Mais Ricos, Constroem Verdadeiras fortalezas em suas Residências e Empresas,se cercam de Seguranças, enfim se Protegem, SERÁ?,. E o Povo? que trabalha que usa o Transporte Coletivo? Que Levanta de Madrugada e sai para enfrentar mais um Dia, Quando falo neste Povo, estou falando, do Estudante, do Operário, do Militar, do Policial Civil, do Policial Militar, do Guarda Civil, Pois estes últimos no Conjunto formam o nosso Sistema de Segurança, o Militar é um Cidadão de Farda,tem Sentimentos, Emoções, Familias, eles tem os mesmos problemas cotidianos de todos nós, e a Missão de Guardar a ordem e a nossa Segurança. E o Trabalhador do Campo? como Vive?. Temos que entender as coisas que precisamos para viver em Paz e na Ordem, O Entendimento, o Respeito, entre as pessoas de diferentes Posições Econômicas, Sociais, De Pensamentos, Raças, Religiões, e Assim Construiremos Uma Pátria Justa de um Povo Feliz, com Progresso e Nunca esquecendo do nosso Comandante Supremo. nosso DEUS, Se Praticarmos um pouco dos ensinamentos que JESUS nos Deixou CONQUISTAREMOS A VERDADEIRA PAZ. E para finalizar Quero deixar Claro que REPUDIAMOS A VOLENCIA... CULTUAMOS A PAZ. 

             BRASIL ACIMA DE TUDO


O CENTENÁRIO DE UMA BESTA - ARTIGO ESCRITO PELO GENERAL VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA


O CENTENÁRIO DE UMA BESTA
Ao comemorar no dia 08 de julho com pompas e circunstâncias em Sessão Especial, o centenário do nascimento de Carlos Marighela, o Senado Federal nos desnuda abertamente o cenário caótico em que vivemos.
Provavelmente, busca agradar à cúpula do desgoverno.
Todos conhecem a tumultuada trilha de terror patrocinada e vivenciada pelo desumano terrorista e, conscientemente, todos abominam semelhante figura que viveu para banhar de sangue a nossa terra.
É incrível a desfaçatez destas autoridades parlamentares, que não se envergonham de prestar uma deferência ao abominável terrorista, que protagonizou e incentivou a luta entre irmãos.
O que pode esperar uma sociedade em que integrantes da mais Alta Corte Legislativa realizam atos para cultuar um terrorista? A figura é reconhecida pelo seu emprego das armas a qualquer custo para alcançar seus objetivos.
Certamente, o sentimento das pessoas que têm um mínimo de senso deve ser de horror.
Os parlamentares poderiam em “en petit comité” bebericar doses de uísque em seu louvor, tudo em segredo, tudo em surdina, mas qual, a desfaçatez é tamanha, que cuspindo na sociedade ordeira, determinam uma homenagem onde deveriam ser preservados os mais altos valores nacionais.
Sim, necessitamos de uma reforma política, ou melhor, de um mutirão de faxina, pois ao creditarmos o nosso destino político e o futuro da Nação a uma corja de abomináveis, capazes de entronizar um marginal como o Marighela, sem dúvida, merecemos afundar na lama da vergonha.
Marighela foi o ícone dos terroristas que proliferaram no País durante décadas, exatamente aqueles que assaltaram, sequestraram e aterrorizaram, e não serão investigados pela Comissão da Verdade.
Porém, para aqueles que se debruçaram sobre a vida do bandido, sabem que a sua conduta e egoísmo pessoal, por diversas vezes, felizmente, foi o causador de cisões nas hostes subversivas.
O seu “Minimanual do Guerrilheiro Urbano” que incentivava a realização de qualquer tipo de violência revolucionária foi transformado na bíblia dos terroristas. E nele afirmava que “o guerrilheiro tem de estar sempre consciente de que ele só pode viver se estiver desejoso de matar”.
Com o documento “Questões de Organização”, ele preconizou, entre outros, “os efeitos mais contundentes nas ações terroristas, para maior impacto emocional na população”, sem levar em conta o possível efeito negativo (?) de tais ações sobre a mentalidade da população brasileira.
Assim, vemos com estupor o Senado homenagear um homem que gostava de matar, e se comprazia em incentivar que jovens fizessem o mesmo, pois de comum acordo, Cuba e Marighela haviam chegado à conclusão de que o desencadeamento da luta só seria possível se o seu braço armado saísse do meio estudantil.
Eis o homem que a nossa mais Alta Corte Legislativa houve por bem, em ato público, demonstrar a sua admiração e o seu respeito.
 Uma inversão de Valores?  Um espanto? Uma tristeza? Uma vergonha?
Não sabemos, mas é simples assim, acredite se quiser.
Brasília, DF, 06 de julho de 2013.

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira


O GIGANTE FALA DORMINDO - GUILHERME FIÚZA

Guilherme Fiúza
O Brasil deu para dizer a si mesmo que mudou. Que nada mais será como antes das manifestações de rua, que agora vai. Que se os governantes e os políticos em geral não entenderem o recado das ruas, estão fritos. É um fanfarrão, esse Brasil.
Qual é mesmo o recado das ruas? Vamos falar a verdade: ninguém sabe. Nem as ruas sabem. Ou melhor: não há recado. O gigante continua adormecido em berço esplêndido — o que se ouviu foi um ronco barulhento, misturado com palavras desconexas. Esse gigante fala dormindo.
Há alguns anos, a imprensa vem contando aos gritos o que está acontecendo com o gigante, sem que ele mova um músculo. E o que está acontecendo é devastadoramente simples: em uma década, o ciclo virtuoso do país foi jogado fora pela indústria do populismo.
A crise das tarifas de ônibus (estopim dos revoltosos) é só uma unha do monstro: o descontrole inflacionário causado pelo derrame de dinheiro público. País rico é país com 40 ministérios.
A economia estabilizada nos anos 90, e a posterior enxurrada de capital para os países emergentes, deram ao Brasil sua grande chance. E ela foi queimada por um governo que investiu tudo numa máquina eleitoral sem precedentes.
Planejamento zero. Investimento quase zero. Infraestrutura abandonada em terra, mar e ar, com trem-bala, Belo Monte e outras assombrações bilionárias encobrindo a realidade: o PAC entregue à pirataria da Delta e quadrilheiros associados. A CPI do Cachoeira chegou a levantar esse véu, mas o gigante não acordou e a CPI foi assassinada (pelo PT e seus sócios).
Os governos Dilma e Lula bateram todos os recordes de arrecadação, com impostos escorchantes (entre os maiores do mundo) que empobrecem os brasileiros e enriquecem o império do oprimido. Nem um gemido das ruas sobre isso.
Dilma anuncia um “pacto” sem nada dentro, e ainda diz que para bancar o recheio do pastel de vento terá que aumentar impostos. É o escárnio. E não aparece nenhum Robespierre da Candelária para mandar a presidente engolir o seu deboche.
Enquanto isso, a maquiagem das contas públicas vai bem, obrigado — com mais um truque contábil no incesto entre o BNDES e o Tesouro, para forjar superávit e legalizar a gastança. É pedra na vidraça do contribuinte, que nada ouve e nada vê. Deve estar na passeata, exigindo cidadania.
Pensando bem, foi o governo popular quem melhor entendeu o recado das ruas: os cães ladram e a caravana passa. Ou talvez: os revoltados passam e a quadrilha ladra.
Para checar se o gigante estava dormindo mesmo, o estado-maior petista chamou um dos seus para ir até o ouvido dele e chamá-lo de otário, bem alto. Assim foi feito.
Como primeira reação oficial às passeatas, Dilma escalou Aloizio Mercadante para dizer ao povo que ele ia ganhar um plebiscito. E que com esse plebiscito, ele, o povo, ia fazer a “reforma política” (o Santo Graal dos demagogos). Claro que o governo sabia que isso era uma troça, uma piada estilo “Porta dos fundos”. Tanto que caprichou nos ingredientes.
Para começar, a escolha criteriosa do porta-voz. No governo da “presidenta”, cercada de ministras mulheres por todos os lados, a aparição do ministro da Educação — cuja pasta não tinha nada a ver com nada (nem reforma política, nem plebiscito, nem transportes, nem orçamento, nada) — já seria impactante.
E não era qualquer ministro. Era o famoso Mercadante, figura tostada em casos como o dossiê dos aloprados e a “renúncia irrevogável” da liderança do PT no Senado, quando o partido decidiu acobertar o tráfico de influência de Sarney (Mercadante revogou sua própria renúncia em menos de 24 horas).
E o porta-voz foi logo anunciando um “plebiscito popular”, só faltando dizer que era uma decisão de “governo governamental”. Enfim, um quadro de “Zorra total”.
Com toda essa trágica palhaçada gritada em seu ouvido, o gigante permaneceu estático. Sono profundo. Nem um “basta”, nem um “#vem pra rua”, nem um “que m... é essa”. Depois daquele incrível ensaio de Primavera Árabe (ou seria Inverno Tropical?), com milhões nas ruas em todo o território nacional, o Brasil revolucionário mordeu a isca como um peixinho de aquário. E está até agora discutindo, compenetradamente, o plebiscito popular e irrevogável do Mercadante. Contando, ninguém acredita.
O país se zangou, foi para as ruas, tuitou, gritou, quebrou e voltou para casa sem nem arranhar quem lhe faz mal. O projeto de privatização política do Estado, que corrói a sociedade e seu poder de compra, está incólume. A prova disso? A popularidade de Dilma caiu, mas quem surgiu nas pesquisas para 2014 vencendo a eleição no primeiro turno, e escolhido “o mais preparado para cuidar da economia nacional”? Ele mesmo: Luiz Inácio, a nova esperança brasileira.
Ora, senhor gigante: durma bem! Mas, por favor, ronque baixo. E pare de bloquear as ruas com seus espasmos inconscientes.

Guilherme Fiúza é escritor.