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Se o homem foi à Lua pela primeira vez em 1969, por que só agora estão retornando para lá? E mais: por que não pousaram na Lua desta vez, se já saberiam como fazê-lo? Por que tanto tempo de preparação? Os questionamentos envolvendo a Artemis II dão base a diversas postagens nas redes sociais que, diante da atual missão da Nasa, voltam a pôr dúvidas sobre a primeira viagem lunar, feita há pouco mais de cinco décadas.
O Estadão Verifica encontrou no X (antigo Twitter) postagens com mais de 3 milhões de visualizações que duvidam da capacidade tecnológica para viagens à Lua e para a transmissão ao vivo das primeiras missões.
Mas vejamos os fatos. Em busca deles, o Estadão Verifica entrevistou o engenheiro espacial Lucas Fonseca, o doutor em astrofísica e cosmologia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) Marcelo Lapola e o professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) Ramachrisna Teixeira.
O que é o projeto Apollo?
Os primeiros homens a pisar na Lua foram os astronautas norte-americanos Neil Armstrong e Buzz Aldrin a bordo da missão Apollo 11. A aterrisagem em solo lunar se deu em 20 de julho de 1969. A meta de realizar um pouso tripulado na Lua e retornar à Terra foi estabelecida pelo então presidente John F. Kennedy oito anos antes, em 25 de maio de 1961.
O contexto era o da disputa com a então União Soviética na corrida espacial, uma demonstração de poder e prestígio em tempos de Guerra Fria. Como mostra o site da Nasa, foram diversas tentativas mal sucedidas de ambos os lados ao longo da década de 1960, até os EUA conquistarem o feito na Apollo 11.
Depois disso, outros outros nove astronautas pisaram na Lua nas missões subsequentes: Apollo 12, 14, 15, 16 e 17. Esta última em 1972. Na Apollo 13, uma explosão a bordo forçou a aeronave a orbitar a Lua sem pousar.
Nesta terça-feira, 07, o deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para explicar o porquê de o PT ter pedido a sua prisão. Em um vídeo publicado em seu feed, ele detalhou o que acredita ser a motivação por trás da ofensiva:
“A parceria entre o Lula e o Alexandre de Moraes, entre o PT e a banda podre do STF, foi o que motivou a minha vinda aqui para os Estados Unidos. O pedido para confiscar o meu passaporte começou com o líder do PT na Câmara dos Deputados, o deputado Lindbergh Farias ou melhor, o ‘Lindinho’ da lista da Odebrecht”, explicou Eduardo.
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Ele complementou: “Agora eles repetem a dose e o Lindbergh apela, tentando pedir a minha prisão para o Alexandre de Moraes. Por qual motivo? Sabe-se lá o quê, né? Com certeza não é pelo mesmo motivo do Lulinha, esse sim que tá todo enrascado num desvio bilionário que meteu a mão no bolso dos velhinhos do INSS. Essa culpa, com certeza, eu não carrego. Mas isso daí demonstra como é que é importante, por exemplo, o relatório da semana passada da CCJ dos Estados Unidos, onde eles falam da minha participação aqui na sanção, nas sanções contra autoridades brasileiras e também na notória perseguição do Alexandre de Moraes, que inclusive é relator de processos contra mim, votou para receber meu processo por esse fajuto crime de coação, vamos combinar, sem pé nem cabeça”.
O policial finalizou deixando um alerta aos seguidores: “Então a gente tem que se manter antenado e também sempre um passo adiante. Eu sabia que esse momento chegaria e tô trabalhando aqui para me precaver e me proteger. Se você tá entrando nesse flanco de batalha, saiba que você pode ser amanhã a próxima vítima disso daí também”.
CONFIRA O VÍDEO:
247 - As negociações entre Estados Unidos e Irã ganharam um novo capítulo neste sábado (11), após uma fonte iraniana afirmar que Washington teria concordado em liberar bilhões de dólares em ativos congelados no exterior, em meio a tratativas realizadas em Islamabad. A informação, no entanto, foi rapidamente contestada por autoridades norte-americanas, que negaram a existência de qualquer acordo, informa a agência Reuters.
Uma fonte iraniana de alto escalão avaliou o suposto entendimento como um sinal de “seriedade” por parte dos Estados Unidos nas negociações em curso. De acordo com o relato, a liberação dos recursos fazia parte das exigências apresentadas por Teerã em mensagens enviadas a Washington...
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Nesta semana, houve uma escalada seguida por recuo no conflito entre Estados Unidos e Irã, colocando Donald Trump no centro das atenções mundiais. Entre ameaças de ataques e o anúncio de um cessar-fogo de última hora, o cenário internacional passou por dias de incerteza, com impactos diretos na economia, diplomacia e política interna de vários países.
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O ambiente foi marcado por declarações fortes e negociações tensas, enquanto líderes globais monitoravam de perto cada movimento das partes envolvidas. O conflito trouxe preocupação sobre possíveis desdobramentos em diferentes regiões do mundo.
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Segunda-feira (6/4)
A semana teve início sob clima de grande tensão internacional, com declarações firmes de Donald Trump em relação ao Irã. O presidente republicano voltou a ameaçar ações militares caso não houvesse avanços nas conversas diplomáticas, aumentando o alerta global e pressionando mercados, especialmente o de petróleo.
No Brasil, governo e mercado acompanharam de perto a crise internacional, principalmente devido ao possível impacto nos preços dos combustíveis e na economia. O barril de petróleo chegou a ultrapassar US$ 100 e registrou forte valorização nas últimas semanas, refletindo o risco de interrupção no fornecimento mundial. Esse movimento impacta o Brasil quase de imediato, já que parte dos combustíveis é importada e segue as cotações internacionais, o que elevou os preços da gasolina e do diesel.
Terça-feira (7/4)
O acontecimento mais importante da semana se deu na terça-feira (7/4), quando Trump anunciou um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, mediado por países como o Paquistão, após dias de tensão e ameaças militares. O acordo previa, entre outros pontos, a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo mundial, e a suspensão de ataques entre as nações.
Antes de aceitar a trégua, Trump chegou a ameaçar ataques devastadores contra o Irã caso o país não cedesse, o que provocou forte reação internacional e críticas dentro dos próprios Estados Unidos. Especialistas apontam que o presidente alternou entre discursos agressivos e decisões diplomáticas, gerando dúvidas sobre a consistência da política externa americana. Mesmo assim, Trump tratou o acordo como uma vitória e manteve o discurso de pressão sobre Teerã.
Quarta-feira (8/4)
Apesar do anúncio, a trégua já começou instável. Israel manteve bombardeios no Líbano, o Irã voltou a restringir o tráfego marítimo e surgiram acusações de violações logo nos primeiros dias. A União Europeia considerou o cessar-fogo um avanço, mas alertou que ainda está distante uma solução definitiva.
Quinta-feira (9/4)
O conflito também intensificou a polarização política nos Estados Unidos. Parlamentares democratas da Câmara dos Representantes tentaram limitar os poderes de guerra de Trump, mas a proposta foi barrada por republicanos no Congresso. Enquanto isso, aliados do presidente defenderam sua postura mais firme em relação ao Irã.
Além disso, no cenário nacional, a semana foi marcada por movimentações relacionadas ao calendário eleitoral de 2026 e articulações no Congresso. Um dos principais acontecimentos foi a saída da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, do governo para disputar uma vaga no Senado Federal. No Legislativo, deputados e senadores avançaram em votações importantes, como a aprovação de medidas sobre seguro-defeso e acesso a dados no setor de combustíveis; além de discussões sobre propostas estruturais, como o fim da escala de trabalho 6×1.
Sexta-feira (10/4)
A crise entre Estados Unidos e Irã seguiu com grande tensão no fim da semana, mesmo com o cessar-fogo ainda em vigor formalmente. Donald Trump voltou a adotar um tom rígido e fez novas advertências ao Irã, acusando o país de dificultar o tráfego de petróleo no Estreito de Ormuz e ameaçando consequências se a situação não for normalizada.
Aliados dos EUA também aumentaram a pressão para que o Irã não utilize o cessar-fogo para ganhar tempo nas negociações.
De acordo com o canal americano CBS, negociadores dos Estados Unidos e do Irã são esperados em Islamabad, capital do Paquistão, para negociações de paz decisivas neste sábado (11/4). Com o vice-presidente JD Vance a caminho da capital paquistanesa, Donald Trump afirmou ao New York Post na manhã da última sexta-feira (10/4) que navios de guerra americanos estão sendo reabastecidos com “a melhor munição” para seguir com ataques caso as negociações não avancem.
O cenário geopolítico, portanto, permanece incerto.

