segunda-feira, 12 de novembro de 2018

29 ANOS DA QUEDA DO MURO DE BERLIM - 9 DE NOVEMBRO DE 1989 - 9 DE NOVEMBRO DE 2018.

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EXTRAÍDO DAS MEMÓRIAS DO VENTURA.

29 a. da QUEDA DO MURO DE BERLIM, em 9 de novembro de 1989. Erguido em agosto de 1961, o MURO DE BERLIM, que dividia a cidade em duas, foi o maior símbolo da GUERRA FRIA, que separou o mundo em dois blocos: os aliados dos EUA e os sob influência da UNIÃO SOVIÉTICA. Com a decadência desta última, na década de 1980, o muro caiu. Era o fim da guerra fria. A ALEMANHA COMUNISTA amanheceu naquele 9 de novembro sob tensão, na expectativa do reflexo das demissões e da pressão da população. Cerca de 60 mil pessoas já haviam fugido para países do Ocidente, sobretudo para a ALEMANHA OCIDENTAL, pela HUNGRIA, desde a abertura das fronteiras do país vizinho, em setembro. Apesar da pressão da população e da imprensa internacional, o governo permanecia impassível e não havia sinais, naquele dia, de que algo iria acontecer. Não havia sequer um pronunciamento durante todo o dia, como se nada estivesse ocorrendo. Para os alemães, parecia que o dia iria terminar sem novidade. Às 19 horas, em uma entrevista coletiva, transmitida ao vivo pela emissora de TV alemã-oriental, o porta-voz do partido comunista, GUNTHER SCHABOWSKI, surpreende a todos e anuncia uma lei que permite aos cidadãos viajar para a ALEMANHA OCIDENTAL livremente. A lei começava a vigorar, segundo ele, imediatamente. A declaração de SCHABOWSKI coloca o governo num beco sem saída e antecipa os planos de abrir as fronteiras. Na verdade, SCHABOWSKI havia acabado de chegar de viagem e recebeu a missão de anunciar a lei poucos minutos antes da coletiva. Não estava seguro sobre os detalhes práticos e, pressionado, falou de improviso. A notícia da abertura da fronteira se espalha rapidamente e a cidade entra em euforia. Depois de 28 anos sem poder passar para o lado ocidental, as pessoas saem de suas casas para ver de perto a abertura dos portões. Cerca de um milhão de cidadãos se reúnem do lado oriental da fronteira. As ruas estão tomadas, sobretudo o centro de BERLIM, com 500 mil pessoas diante do muro. De todo lado chega mais gente, a pé ou a bordo dos TRABANTS e WATBURGS – carros de produção local, únicos que os alemães-orientais podiam adquirir – de BERLIM ou de outras cidades, como LEIPZIG. O governo ainda não sabe o que fazer. Diante da multidão querendo passar, os policiais abrem os portões. Além dos policiais, havia 20 fiscais em cada posto. O portão de BORNHOLMER STRASSE, no subúrbio, abre primeiro. Depois, o de BRANDEBURGO, no centro da cidade. Às 23 horas, o muro está tomado. Alemães-ocidentais e orientais festejam. As pessoas sobem e dançam em cima do muro. Começam a se formar filas de carros para atravessar a fronteira, que chegam a mais de 100 km. A passagem só é permitida na manhã do dia seguinte, quando mais de dois milhões de cidadãos do Oriente passam pela fronteira. Alemães tentam destruir o muro com picaretas e outras ferramentas. O gesto é apenas simbólico. Em 13 de junho de 1990, o governo manda 300 soldados que levam seis meses para derrubar o muro. Em 3 de outubro, o chanceler HELMUT KOHL decreta a reunificação da ALEMANHA. 

BOLSONARO


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