quarta-feira, 2 de abril de 2014

A ESTUPIDEZ DA PROVOCAÇÃO - GERALDO ALMENDRA

Fwd: [tnuaman64] A ESTUPIDEZ DA PROVOCAÇÃO

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ALDO STRUFFALDI

08:16 (Há 14 horas)
para Cco:mim
Cheiro de fumaça..

---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 2 de abril de 2014 01:51



 
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O texto não é novo, mas este tem procedência confirmada..
Para reflexões e posicionamento.

sábado, 8 de março de 2014

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Geraldo Almendra

UM RECADO: “OS MILITARES DARÃO A PRÓPRIA VIDA PARA LIVRAR O BRASIL DO COMUNISMO". GENERAL DE EXÉRCITO PEDRO LUIS DE ARAÚJO BRAGA.
A quase impossibilidade de tirar o PT do poder seja por eleições livres, mas viciadas pela prática de estelionatos eleitorais e fraudes, seja por um golpe contra o país lançado pelas forças paramilitares a serviço de um projeto de poder comunista, o clima de uma guerra civil está cada vez mais se afirmando como única saída para livrar nosso país de ser transformado em uma Cuba Continental.

A qualquer momento os efeitos sobre a caserna da overdose da covardia, da cumplicidade e da omissão que domina o comportamento apátrida de uma minoria de comandantes, militares - lacaios dos comunistas - poderá acabar, pela reação coletiva dos contrários, provocando uma intervenção militar muito mais grave do que a ocorrida em 1964, e colocando todos os corruptos genocidas diante de um Tribunal de Guerra para responderem diante da sociedade por todos os milhões de cidadãos assassinados por desgovernos traidores do país e mentores da Fraude da Abertura Democrática.

Os desgovernos do PT demonstraram e continuam demonstrando, diariamente, sua incapacidade de ter a auto crítica necessária para perceber ou aceitar seus erros como indicativos da péssima administração pública que têm exercido durante os últimos 12 anos.

Com o assistencialismo comprador de votos, e com a corrupção e o suborno de milhares de canalhas esclarecidos, os donos do poder acham que tudo está dominado e que não têm mais que dar satisfações a ninguém quando são criticados por suas atitudes, a não ser as costumeiras e deslavadas mentiras, leviandades, falsidades e hipocrisias que não enganam a mais ninguém.

As ameaças e ações punitivas contra militares da ativa e da reserva que estão se posicionando contra a destruição das FFAA e contra a comunização do país e sua degeneração social e econômica pelo projeto de poder do PT, gestado nas reuniões do Foro de SP, estão perdendo o limite, no mínimo, do bom senso.

Depois de semear durante os três últimos anos um inaceitável conflito de classes sociais, o desgoverno Dilma procura, insistentemente, demonstrar que não tem mais nada a perder, quando continua perseguindo sistematicamente as FFAA em ações diretas contra os que se colocam como críticos dos atos de um desgoverno que está jogando o país na ladeira de se transformar em uma Cuba Continental.
Por outro lado a sociedade vem sendo tratada como idiota, imbecil e palhaça do Circo da Corrupção que se instaurou no país durante a Fraude da Abertura Democrática.

As posturas da presidenta e seus lacaios significam interpretar que a calmaria da covardia e da omissão de alguns comandantes pode ser o qualificativo de toda a caserna.

Até quando esses canalhas traidores do país acham que o genocídio de milhares de pessoas inocentes como resultado do bilionário roubo do dinheiro público, a transformação do poder público em um Covil de Bandidos e de porcos comunistas, e o país em um Paraíso de Patifes, continuarão sendo aceitas por uma caserna, por enquanto defensora da disciplina militar em relação aos atos de desgovernos que estão destruindo o país?

Uma minoria de comandantes militares, lacaios de levante comunista que está tomando conta do país, não será capaz de segurar uma revolta latente que já se instaurou nos ambientes dos quartéis, pois todos os militares e superiores imediatos estão sendo testemunhas do assassinato de milhares de civis todos os anos como consequência do roubo do dinheiro público. Todos esses também têm filhos e famílias que estão na fronteira de se tornarem lacaios de uma Cuba Continental.

A qualquer momento as parcelas das FFAA não subservientes a bandidos, as polícias civis e militares, e a Polícia Federal, assumirão a consciência de que estão sendo feitas cúmplices do assassinato de milhares de cidadãos todos os anos pela obediência a um sistema de governo absolutamente corrompido e criminoso em todas as suas instâncias.

O resultado será um conflito armado com as forças leais ao desgoverno petista e seus cúmplices que, ao contrário do que pensam, serão mortalmente derrotadas, pois as armas necessárias para combater os inimigos de nossa pátria aparecerão, e a revolta se fará presente em uma guerra civil de absoluta responsabilidade do PT, que plantou durante décadas as sementes de um conflito civil-militar armado no país.

Que o submundo do PT continue tentado destruir as FFAA e chamando os comandantes militares de comandantes de merda. O preço a pagar por tanto atrevimento comunista se aproxima de ser pago.

De qualquer forma, pela insistência de muitos, estamos ainda procurando acreditar que a traição militar ao país se situe apenas no círculo de comandantes militares omissos, covardes e cúmplices e não em um comportamento coletivo da caserna.

Geraldo Almendra é Economista.



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BANDIDAGEM À BRASILEIRA

A bandidagem é tamanha que faz os mortais perderem a noção...

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Tognetti, Americo

20:21 (Há 1 hora)
para CBB
 
            Quando surgiu a AIDS, em meio a o pânico da epidemia, ouvi alguem dizer que "a coisa tava tão feia que provocava saudades da blenorragia (gonorréia). É isso aí, a ladroagem está imensurável, inimaginável, incompreensível a porto de dar uma tremenda saudades do Adhemar de Barros, do Maluf, do Moises Lupion, dos anões do orçamento, do PC Farias... O que os comunas fizeram com o Brasil, está fora do cardápio de corrupção conhecido no planeta. E o povo de comportamento idiotesco, em letargia provocada pelo entorpecente gramscista, não percebe e , aínda, colabora dando aval (votando). Daí, nem o Chapolin Colorado poderá nos salvar com a sua marreta atômica...
 
 
----- Original Message -----
From: Gerson  
Sent: Wednesday, April 02, 2014 4:36 PM
Subject: Do JBF de hoje, 25-03-2014




DEU NO JORNAL
 - 25 março 2014
 
PREVENINDO ACIDENTE
A prisão do ex-diretor de Refino e Abastecimento de Petrobras, Paulo Roberto Costa, está provocando uma enxaqueca coletiva na Esplanada dos Ministérios.
Quando foi preso no Rio de Janeiro e estava sendo conduzido à sede na Superintendência da Polícia Federal, mandou um recado geral, para alegria dos investigadores:
“Caiu a república e a máscara de muita gente do governo Lula. Não sou José Dirceu. Falo tudo que sei”.
* * *
Que lindo! O passarinho tá doido pra abrir o bico.
Gostei muito foi da expressão contida neste notícia: “enxaqueca coletiva“. Anotei aqui no meu caderninho pra uso futuro. Certamente o redator usou um eufemismo, pra evitar “caganeira coletiva“, bem mais eficaz pra descrever o que estão sentindo os guabirus de rabo preso do gunverno petralha, roendo na Esplanada dos Ministérios e roendo também em cada palmo do território deztepaiz.
 
Vamos complementar este enredo contando uma novela em três capítulos.
Uma novela que foi revelada ontem pelo bem informado jornalista paulistano Giba Um.
Acompanhem com atenção:
 
1) Linha direta
Dilmistas de melhor memória estão comentando, em conversas mais reservadas que, em 2004, quando Paulo Roberto Costa virou diretor da Petrobras, a então ministra de Minas e Energia, Dilma Roussef, ainda era uma coadjuvante do governo, mesmo formando no primeiro escalão. Na época, nomeações para estatais eram decididas diretamente pelo Planalto, ou seja, pelo presidente Lula e seu ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. Naqueles tempos, Dirceu chegou a percorrer gabinetes levando pelas mãos Paulo Roberto Costa. No caso da refinaria de Pasadena, não teria sido diferente, embora Dilma estivesse no ministério e presidisse o Conselho da estatal. Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, despachava diretamente com Lula. Resumo da ópera: os dilmistas acham que ela apenas cumpriu ordens.
 
2) Duas vs. dois
Como ministra de Minas e Energia e depois, no comando da Casa Civil, Dilma Rousseff nunca gostou de Sérgio Gabrielli, que espalhava que era protegido por Lula – e muito próximo a José Dirceu. Mesmo presidente, demorou um ano para conseguir se livrar dele. Já Graça Foster, que conhece todos os subterrâneos da Petrobras, não suportava Paulo Roberto Costa por motivos semelhantes. Quando assumiu o lugar de Gabrielli, sua primeira providencia foi afastar Paulo Roberto e outros diretores, incluindo Renato Duque (Serviços).
 
3) Muita calma
O governador da Bahia, Jaques Wagner, que integrava o Conselho da Petrobras na época do episódio da refinaria de Pasadena, vai esperar investigações do Tribunal de Contas da União para decidir o futuro de Sérgio Gabrielli, secretário do Planejamento em sua administração. Wagner não é de demitir ninguém na base do sopetão. Agora, já mandou reforçar a vigilância na Secretaria do Planejamento baiano. Afinal, prevenir acidentes é dever de todos.
 
Atentem para a última frase: “Prevenir acidentes é dever de todos”.
 
Fiquei aqui matutando… A que danado de “acidente” está se referindo Giba? Que porra é que ele está insinuando com isto? Seria um acidente assim do tipo de “acidente” que sofreu Celso Daniel? Aquele tipo de “acidente” que os chefes mafiosos costumam mandar acontecer com quem quebra a Omertà, a Lei do Silêncio siciliana??!! Deixo a conclusão a critério dos bem informados leitores do JBF.
 
no planalto-Flagrante feito em 2006, no Palácio do Planalto; da esquerda pra direita: Paulo Roberto Costa, então diretor da Petrobras, Sérgio Gabrielli, então presidente da Petrobras, Dilma Roussef, então Ministra da Casa Civil, e Lula, então prisidente de Banânia e que, naquela época, ainda não se sabia que tinha o codinome de Barba; vejam como ele escuta com atenção e respeito o guabiru que hoje está atrás das grades.
 
A
Gabrielli, Graça Lindinha, Dilma Lindona e, atrás dela, o passarinho Paulo Roberto, que atualmente está ansioso pra abrir o bico
 
Enquanto o passarinho-guabiru do gênero petralha-canalha não abre o bico, vamos nos deliciar com os passarinhos do bem.  (https://www.youtube.com/watch?v=pyBjTiCQTyg)
 
Abram o bico e encham o mundo de beleza, meus queridos passarinhos, pra gente esquecer um pouco a quadrilha imunda, asquerosa, vil, traiçoeira, sem palavra e sem caráter que atualmente gunverna este país de quengas! (sem qualquer ofensa às putas, claro…)
 
 
 
 
 
 
Onde está o caso Lulla & Rose???

 

31 DE MARÇO - ALEXANDRE GARCIA

FW: O QUE FOI O 31 DE MARÇO DE 1964

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Nelson Nunes Fernandes

08:06 (Há 7 horas)

para
TEXTO DE ALEXANDRE GARCIA
Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964
e nos anos que se seguiram.

Porque concluo,
diante do que ouço de pessoas
 em quem confio intelectualmente,
que há algo muito errado
na forma como a história é contada.

Nada tão absurdo,
considerando as balelas que ouvimos sobre o "descobrimento" do Brasil ou
 a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica
 durante séculos.

Mas, ainda assim,
simplesmente não entendo
como é possível que esse assunto
seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e,
o que é pior, pelos que não viveram.

 Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve excessos por parte do Governo Militar.

 Nesta seara,
os fatos falam por si e
por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável.

Ocorre que é preciso
contextualizar as coisas.

Porque analisar fatos extirpados
do substrato histórico-cultural
em meio ao qual eles foram forjados
é um equívoco dialético
(para os ignorantes)
e uma desonestidade intelectual
(para os que conhecem
os ditames do raciocínio lógico).

E o que se faz com relação aos
Governos Militares do Brasil
é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atos conforme
o contexto que melhor serve
ao propósito de denegri-los.
Poucos lembram da Guerra Fria,
por exemplo.
De como o mundo era polarizado
e de quão real era a possibilidade
de uma investida comunista em território nacional.
Basta lembrar de Jango e Jânio;
da visita à China;
da condecoração de Guevara,
este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável
diante dos inimigos.

Nada contra o Comunismo,
diga-se de passagem, como filosofia.
Mas creio que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema.

Porque algumas pessoas
adoram Cuba,
idolatram Guevara
e celebram Chavez, até.

Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles;
esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão "justo e igualitário".
Tão belo e perfeito
que milhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.

A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira, talvez tenha livrado seus pais, avós,
 tios e até você mesmo
e sua família de viver essa realidade.
E digo talvez,
porque jamais saberemos se isso, de fato, iria acontecer.

Porém, na dúvida, respeito a todos os que não esperaram sentados para ver o Brasil virar uma Cuba.

Respeito, da mesma forma,
quem pegou em armas para lutar
contra o Governo Militar.
Tendo a ver nobreza nos que
renunciam ao conforto pessoal e
m nome de um ideal.

Respeito, honestamente.
Mas não respeito a forma como esses "guerreiros" tratam o conflito.

E respeito menos ainda
quem os trata como heróis
e os militares como vilões.

É uma simplificação
que as pessoas costumam fazer.

Fruto da forma dual como somos educados a raciocinar desde pequenos.

 Ainda assim, 
        equivocada e preconceituosa.
Numa guerra não há heróis.
Menos ainda quando ela é
travada entre irmãos.
E uma coisa que se aprende na caserna
 é respeitar o inimigo.
Respeitar o inimigo não é deixar,
por vezes, de puxar o gatilho.
Respeitar o inimigo 
é separar o guerreiro do homem.
É tratar com nobreza e fidalguia
os que tentam te matar,
tão logo a luta esteja acabada.
É saber que as ações tomadas
em um contexto de guerra
não obedecem à ética do dia-a-dia.
Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estado de necessidade,
da missão acima do indivíduo,
do evitar o mal maior.

Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira.
Mesmo os que se enfrentam em sangrentas batalhas.
E normalmente
se encontram após o conflito,
trocando suas espadas como sinal de respeito.

São vários os exemplos nesse sentido
 ao longo da história.
Aconteceu na Guerra de Secessão,
na Segunda Guerra Mundial,
no Vietnã,
para pegar exemplos mais conhecidos.
A verdade é que existe entre
os grandes Generais
uma relação de admiração.

A esquerda brasileira,
por outro lado, adora tratar os seus guerrilheiros como heróis.
Guerreiros que pegaram em armas
contra a opressão;
que sequestraram,
explodiram
e mataram em nome do seu ideal.

E aí eu pergunto:
os crimes deles são menos importantes que os praticados pelos militares?
O sangue dos soldados que tombaram
 é menos vermelho do que o dos guerrilheiros?

Ações equivocadas de um lado desnaturam o caráter nebuloso das ações praticadas pelo outro?
Penso que não.
E vou além.
A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi anteriormente.

Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai porque quer, definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e irrestrito a todos os que participaram da luta armada. De lado a lado.
Sem restrições.
Como deve ser entre cavalheiros.
E por pressão de Figueiredo,
ressalto, desde já.
Porque havia correntes pressionando
 por uma anistia mitigada.
Esse respeito, entretanto.
Só existiu de um lado.
Porque a esquerda, 
        amargurada pela derrota
e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez nos anos que se seguiram, do que pisar na memória
de suas Forças Armadas.
E assim seguem fazendo.
Jogando na lama a honra
dos que tombaram por este país
nos campos de batalha.
E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo as tolices ditas pelos nossos comunistas.
Comunistas que amam Cuba e Fidel,
mas que moram nas suas coberturas
e dirigem seus carrões.
Bem diferente dos nossos militares, 
        diga-se de passagem.
Graças a eles, nossa juventude
sente repulsa pela autoridade.
Acha bonito jogar pedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra um viés repressivo e anti libertário.
É uma total inversão de valores.
O que explica, de qualquer forma,
a maneira como tratamos
os professores e os idosos no Brasil.

Então, neste 31 de março,
celebrarei aqueles que se levantaram contra o mal iminente.
Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação.
Celebrarei os que honraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país cair nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no Poder. Bem feito.
Cada povo tem os políticos que merece. Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram, então, seja, pelo menos, coerente.
E passe a nutrir o mesmo dissabor pela corja que explodiu sequestrou e justiçou, do outro lado.
Mas tenha certeza que,
se um dia for necessário sacrificar a vida para defender nosso território
e nossas instituições,
você só verá um desses lados
ter honradez para faze-lo."