quinta-feira, 24 de julho de 2014

SILVIO GRIMALDO DE CAMARGO DESNUDA O FORO DE SÃO PAULO

Repasso.
 


23 ANOS DEPOIS,
Vemos que tudo estava combinado.
SILVIO GRIMALDO DE CAMARGO
Em entrevista exibida pela Globo News em 2009, Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores, diagnosticava:“O que explica a confusão da América Latina é o Foro de São Paulo”. E ele tinha razão!
O Foro de São Paulo é uma organização que reúne de maneira promíscua partidos políticos legais, organizações terroristas e grupos narcotraficantes. Ele foi fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, que prometiam reconquistar na América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu. Seu objetivo era traçar estratégias comuns e lançar “novos esforços de intercâmbio e de unidade de ação como alicerces de uma América Latina livre, justa e soberana”. A unidade estratégica dessas organizações visava tomar o poder em todo o continente, criando uma frente de governos socialistas em oposição aos Estados Unidos. Hoje, duas décadas depois, o Foro de São Paulo governa 16 países, nos quais aplica a mesma agenda de aparelhamento do Estado, de limitação das liberdades civis, de relaxamento no combate ao narcotráfico, de perseguição à oposição e à imprensa livre.
O “Plan de Acción” aprovado e publicado nas atas do seu 19.º Encontro, ocorrido em São Paulo no começo deste mês, confirma e reforça o pacto estratégico e o compromisso solidário estabelecidos 23 anos atrás. Os efeitos práticos dessa solidariedade política ficam claros quando observamos a submissão do governo petista às diretrizes do Foro, em detrimento dos interesses nacionais, como ilustram alguns casos da nossa política recente.
Em 2005, o representante das Farc no Brasil, Olivério Medina, foi preso numa ação conjunta entre a Polícia Federal e a Interpol. Medina era procurado na Colômbia por diversos crimes – homicídio, sequestro e contrabando de armas – e o governo colombiano pediu sua extradição. O presidente Lula não apenas lhe negou o pedido como concedeu ao terrorista o status de refugiado político. Logo depois, a esposa de Medina, Angela Maria Slongo, foi ocupar um cargo de confiança no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.
Em maio de 2006, Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolívia, depois de ocupadas e tomadas pelo exército boliviano. O governo brasileiro respondeu com um afago e, dois anos depois, Lula anunciava um empréstimo de US$ 332 milhões a Morales, para a construção de uma rodovia.
Em 2011Dilma Rousseff anunciou mudanças no Tratado de Itaipu, atendendo a um pedido de Fernando Lugo, presidente do Paraguai e membro do Foro de São Paulo. A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, foi a relatora da matéria no Senado e defendeu a aprovação das alterações, que fizeram triplicar a taxa anual paga pelo Brasil ao Paraguai pela energia não usada da Usina de Itaipu, saltando de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões.
A decisão do governo federal de trazer médicos cubanos ao Brasil é apenas uma manobra do Foro de São Paulo para financiar a indústria de “missões humanitárias” de Havana. Segundo dados levantados pela jornalista Graça Salgueiro, mais de 20 países recebem serviços médicos de Cuba. Os países-clientes pagam pelo serviço ao governo cubano, que repassa apenas uma pequena parte do dinheiro aos médicos. Raúl Castro arrecada nada menos que US$ 6 bilhões anuais com o envio de médicos ao exterior. Calcula-se que o Brasil enviará centenas de milhões de dólares aos cofres cubanos com a importação dos médicos. O dinheiro que poderia ser investido no sistema público de saúde brasileiro vai financiar uma ditadura comunista.
Quando o filósofo Olavo de Carvalho começou a denunciar o Foro de São Paulo, políticos, empresários e jornalistas preferiram ignorá-lo, acreditando que o bicho era manso. Mas o bicho era bravo e agora cresceu formidavelmente; já não sabemos se ainda é possível derrotá-lo.
Publicado no jornal Gazeta do Povo.
Silvio Grimaldo de Camargo é sociólogo e editor.

MEUS PARABÉNS AO FERREIRA PINTO

CBBiano FERREIRA PINTO aniversariando...


TOGNETTI, Americo

Anexos
para CBB
             O CBBiano FERREIRA PINTO, ex Secretário da Segurança Pública e atual Candidato a Deputado Federal nº1567  está aniversáriando no dia 25 de julho.
             Ao companheiro, que tantos bom serviços já prestou a sociedade, desejo fé convicta  e forte saúde para enfrentar a árdua campanha que terá pela frente e, para felicidade da sociedade brasileira, que o destino e o voto de seus amigos e admiradores lhe conduzam ao Congresso Nacional.
             Um fraterno e solidario abraço. Tognetti
 
Foto

0 9 DE JULHO, DE GETÚLIO AO PT - FERNÃO LARA MESQUITA - O ESTADO DE SÃO PAULO - 23 DE JULHO - MEUS AGRADECIMENTOS AO ELANIR SANTOS.

Prezado Coronel Ventura,

                Boa tarde. Como vai?
                Segue abaixo um artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo de hoje, que faz uma analogia ao momento atual da política nacional e a Revolução Constitucionalista de 32.
                Não sei se já leu, mas achei interessante enviar.

Um abraço,
Elanir Santos

Opinião
O 9 de Julho, de Getúlio ao PT
FERNÃO LARA MESQUITA - O ESTADO DE S.PAULO
23 Julho 2014 | 02h 04

São Paulo comemorou este mês o 82.º aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932, que muito pouca gente, neste Estado e no resto do Brasil, sabe o que foi. É impróprio, aliás, usar verbos no passado para tratar deste assunto, pois a luta de 1932, que começara pelo menos 50 anos antes com o Movimento Abolicionista, que desaguou na República e se confunde com a história deste jornal, é exatamente a mesma de hoje.
Gira em torno da seguinte pergunta: onde se quer instalar a sociedade brasileira emancipada, no campo da civilização ou no da barbárie? No Estado de Direito, com a lei igual para todos, ou nas variações do caudilhismo populista, onde fala quem pode e obedece quem tem juízo?
Numa meritocracia, em que só a educação e a dedicação no trabalho legitimam a diferença, ou no sistema em que a cooptação e a cumplicidade com a corrupção são os únicos caminhos para o poder e para a afluência?
O Movimento Abolicionista é o primeiro na História do Brasil a surgir nas ruas, não nos palácios, e a tomar o País inteiro numa avassaladora mobilização cívica. Nasceu sob inspiração direta da Revolução Americana. Muitos de seus principais líderes brancos e negros frequentaram as mesmas "lojas maçônicas" lá, nos Estados Unidos, onde a elite do Iluminismo fugida do absolutismo monárquico europeu, regime sob o qual viviam o Brasil e o resto do mundo de então, iniciou o debate que resultaria no desenho das instituições da democracia moderna.
Tratava-se de uma humanidade escaldada por 2 mil anos dormindo sob o risco de sua majestade acordar de mau humor e mandar torturá-la até a morte sem ter de dar explicações a ninguém. Para garantir que nunca mais fosse assim aqueles conspiradores estabeleceram os princípios fundamentais da democracia que até hoje não se instalou por aqui: o império incontestável da lei, inclusive e principalmente sobre os governantes; a vontade popular,
democraticamente aferida, como única fonte de legitimação dessa lei, e o mérito no trabalho como única fonte de legitimação do poder econômico; a descentralização do poder para garantir a fiscalização mais direta possível dos representados sobre os representantes, concentrando nos municípios todas as decisões e os serviços públicos que pudessem ser prestados no âmbito deles; nos Estados, apenas as que se referissem aos assuntos que
envolvessem mais de um município; e na União, só as que não pudessem ser resolvidos por essas duas instâncias, mais as relações internacionais.
Para reduzir ainda mais o espaço para que as tentações do mando não produzissem os efeitos que sempre produzem no caráter dos homens, determinou-se que cada uma dessas instâncias de governo fosse dividida em três Poderes autônomos e independentes entre si, uns encarregados de fiscalizar os atos dos outros.
Não foi à toa, portanto, que os brasileiros oprimidos que testemunharam esse verdadeiro milagre se tivessem encantado a ponto de dedicar sua vida a fazê-lo acontecer também no Brasil.
Foi em nome desses princípios que nasceu a República. E foi para preservá-los que foram feitas a Revolução de 1930, a Revolução de 1932, a redemocratização de 1945, o contragolpe de 1964 e a redemocratização de 1985.
Getúlio traiu, como Lula, a bandeira da "ética na política", que levou os dois ao poder, em 1930 e em 2002. Getúlio, adiando a convocação de uma Constituinte e nomeando títeres como governadores dos Estados até que São Paulo se levantasse contra a sua ditadura não declarada, em 1932; Lula, aliando-se a todos os "carcomidos" da política, que se elegeu atacando, para se perenizar no poder.
Foram 87 dias de uma guerra desigual contra os Exércitos da União. São Paulo foi derrotado militarmente, mas teve uma vitória moral tão indiscutível que Getúlio, depois de devolver o governo do Estado a lideranças paulistas (na pessoa de Armando Salles de Oliveira), sentiu-se constrangido a convocar finalmente a Constituinte que deu ao Brasil, em 1934, a única Constituição verdadeiramente democrática que o País teve.
Tão democrática que o caudilho não conseguiu conviver com ela e "fechou" o País, em 1937, impondo a sua própria lei e reinstalando a ditadura. Um movimento semelhante ao que o PT repetiu agora com o Decreto 8.243, que segue vigendo, recorde-se, e determina que nossas leis passarão a ser feitas não mais exclusivamente por um Congresso legitimado pelo voto de todos os brasileiros, mas pelos "movimentos sociais" que o partido escolher.
Um dos primeiros atos da ditadura varguista foi queimar cerimonialmente as bandeiras dos Estados da Federação. O PT também trata de centralizar o poder, mas por meio de uma sucessão de medidas provisórias e outros expedientes sub-reptícios que, passo a passo, vão tirando atribuições e fontes de arrecadação dos Estados e municípios, de modo a deixá-los totalmente dependentes da União.
Getúlio fechou o Congresso; o PT subornou o Congresso. Getúlio instalou um Poder Judiciário teleguiado; o PT criou um Poder Judiciário colonizado. Getúlio instituiu o regime em que "para os amigos, (o Estado dava) tudo; para os inimigos, (o Estado aplicava) a lei"; o PT instituiu o sistema dos vazamentos seletivos para a imprensa dos "podres" de seus adversários políticos, verdadeiros ou falsos, de par com as suítes especiais nos presídios para os poucos "amigos" condenados antes da desmontagem do Poder Judiciário. Getúlio criou a indústria de base e a distribuiu entre os "amigos" que financiavam o regime; o PT reverteu a economia democratizada que recebeu na política dos "campeões nacionais" donos de monopólios
financiados com dinheiro público, hoje os maiores contribuintes de suas campanhas. Getúlio seduziu o povão com a outorga de direitos sem a contrapartida de deveres; o PT seduziu o povão com os salários sem a contrapartida do trabalho. Getúlio criou os sindicatos pelegos sustentados pelo Estado; Lula e o PT são o produto direto deles.
São Paulo resistiu sozinho a Getúlio; São Paulo vem resistindo quase sozinho ao PT. A luta de 1932, portanto, ainda não acabou. E em outubro próximo haverá mais uma batalha decisiva.



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124 anos do nascimento de GUILHERME DE ALMEIDA, o poeta da Revolução de 1932



124 a. nasce o poeta GUILHERME DE ALMEIDA, em CAMPINAS, no dia 24 de julho de 1890. Falece em 11 de julho de 1969. Como um dos alunos mais brilhantes do antigo Colégio SÃO LUIZ, de ITU, e da Faculdade do Largo São Francisco, começou a aparecer como colaborador de revistas e jornais diversos. Ocupando-se também de heráldica, venceu o concurso instituído para escolha do BRASÃO de SÃO PAULO. Em 1928, foi convidado a ocupar a cadeira de seu pai na Academia Paulista de Letras e, logo em seguida, 1929, se candidatou e ocupou a vaga deixada por AMADEU AMARAL na Academia Brasileira de Letras. Um dos cargos ao qual dedicou o melhor de sua inteligência foi o de Presidente da Comissão do IV CENTENÁRIO DE SÃO PAULO. Foi desse trabalho que teve a idéia de criar uma entidade de intercâmbio cultural, em 17 de novembro de 1956, a ALIANÇA CULTURAL BRASIL-JAPÃO. Em 1960, o presidente JUSCELINO KUBITSCHEK honrou-o com convite para ser Orador Oficial da inauguração de BRASÍLIA. A nova capital do País deve a GUILHERME DE ALMEIDA não só a Prece Natalícia, mas também o Brasão e a Bandeira. Quando morreu, a 11 de julho de 1969, com 79 anos, conservando até o fim uma jovialidade e vivacidade de espírito que fazia inveja a muito adolescente, ainda tinha diversos projetos em andamento. GUILHERME DE ALMEIDA foi, mais uma vez, distinguido pelo governo de vários países: PORTUGAL, três comendas; ROMÊNIA e FRANÇA, duas; SÍRIA, ITÁLIA e JAPÃO (Comenda do Tesouro Sagrado). Do BRASIL, GUILHERME DE ALMEIDA recebeu em 1959 um título mais valioso que qualquer reconhecimento oficial: o de PRÍNCIPE DOS POETAS BRASILEIROS, como sucessor de ALBERTO DE OLIVEIRA e OLAVO BILAC, resultado de uma eleição de âmbito nacional promovida pelo CORREIO DA MANHÃ, do RIO DE JANEIRO. Especial destaque deve ser dado a GUILHERME DE ALMEIDA pela sua participação na REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932, como se pode constatar pelo Decreto Nº 8.296, de 11 de julho de 1969:
PAULO SALIM MALUF, Prefeito do Município de SÃO PAULO, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei;
CONSIDERANDO a vida de GUILHERME DE ALMEIDA um exemplo que deve ser seguido e cultuado pelas gerações futuras;
CONSIDERANDO a grandeza heróica de sua vocação patriótica e o amor que devotou aos destinos de seu povo;
CONSIDERANDO a genialidade de sua poesia, a têmpera de seu caráter, o idealismo de seus gestos e a nobreza de seu coração;
CONSIDERANDO o significado deste reencontro do poeta com sua Causa, do homem com seus irmãos, da palavra iluminada com o Verbo que habita o Mausoléu dos Heróis de 32;
CONSIDERANDO que a história, a terra, a gente de PIRATININGA, na lembrança imorredoura do seu maior Poeta, exigem que GUILHERME DE ALMEIDA repouse no coração de sua “ÚLTIMA TRINCHEIRA”,
DECRETA:
Art 1 º - Fica permitida em caráter excepcional, a inumação dos restos mortais do Poeta GUILHERME DE ALMEIDA, na cripta do MAUSOLÉU DOS HERÓIS DE 1.932, no PARQUE IBIRAPUERA. 
Art 2 º - Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.        
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 11 de julho de 1969, 416 º da fundação de SÃO PAULO.
O PREFEITO PAULO SALIM MALUF.