terça-feira, 3 de setembro de 2019

353 ANOS DO GRANDE INCÊNDIO DE LONDRES, EM 2 DE SETEMBRO DE 1666.

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EXTRAÍDO DE MEMÓRIAS DO VENTURA


353 a. do Grande Incêndio de LONDRES. Destruiu 13 mil casas e oito igrejas, inclusive a Catedral de SAINT PAUL, em 2 de setembro de 1666. Os dias estavam secos e quentes no final do verão londrino. Um vento, vindo do leste, soprava forte. Nas primeiras horas do domingo, 2 de setembro, próximo da Torre de Londres, um incêndio acidental começou na casa do padeiro real, THOMAS FARYNOR. O fogo prolongou-se por cinco dias. Ao seu término, 13.200 casas, 87 igrejas e 44 edifícios públicos haviam sido destruídos. Os registros da época computaram um total de 100 mil desabrigados e nove óbitos. Mas pesquisas atuais afirmam que milhares de pessoas podem ter morrido. O incêndio, o maior da história londrina, foi a segunda grande desgraça que se abateu sobre a capital inglesa em menos de dois anos. Em 1665, 70 mil pessoas morreram infectadas pela peste bubônica. Assim como a peste, a propagação das chamas foi favorecida pela estrutura medieval da cidade: ruas estreitas e casas de madeira muito próximas umas das outras. A reconstrução deu origem à área conhecida como CITY OF LONDON, hoje um distrito financeiro. As marcas do passado estão nas igrejas projetadas por sir CRISTOPHER WREN, o líder dos muitos arquitetos que participaram da reconstrução. Na época, o REI CARLOS II participou pessoalmente do combate às chamas e ordenou a reconstrução da cidade. O Prefeito sir THOMAS BLOODWORTH menosprezou o incêndio e depois entrou em pânico. O cronista SAMUEL PEPYS escreveu preciosos relatos acerca da catástrofe.