terça-feira, 7 de janeiro de 2020

JORNAL DA CIDADE - 7 DE JANEIRO DE 2020, TERÇA-FEIRA - TERRORISMO ISLÂMICO: O PERIGO IMINENTE DO EXTREMISMO NÃO PODE MAIS SER COLOCADO DEBAIXO DO TAPETE PELA GRANDE MÍDIA.


Terrorismo islâmico: O perigo iminente do extremismo não pode mais ser colocado debaixo do tapete pela grande mídia

O mundo inteiro parece hoje acordar da anestesia criada nos últimos anos pela grande mídia e pelo mainstream a respeito da verdadeira ameaça que representa o terrorismo islâmico ao mundo ocidental.
O abalo criado pela decisão norte americana (por Trump) ao enfrentar cara a cara o terrorismo sem a cegueira provocada por essa anestesia acordou muita gente para a realidade: o extremismo islâmico, se não combatido, levará o mundo ao caos, a um conflito mundial, à destruição de outros povos e de suas próprias nações.
A permissividade, a cegueira e a calculada aceitação passiva das ações de extremistas, insufladas pelas ‘defesas dos direitos humanos’ dos comunistas, tem suas consequências evidentes e visíveis no mundo.


Casos como o de Paris e Londres, onde ocorreram dois ataques simultâneos em novembro de 2019, são cuidadosamente evitados e minimizados pela grande mídia.
Ao mesmo tempo mais um atentado, em Haia, na Holanda, outro atentado ocorria, com o mesmo ‘modus operandi’, os mesmos grupos étnicos religiosos envolvidos, a mesma covardia de sempre contra civis que nada tem a ver com os problemas do islã.
A mídia jamais estabeleceu a relação entre eles, como ataques sincronizados que foram.
O pior não são exatamente os ataques em si, já deploráveis.
O pior é a permissividade dos governos europeus, pois esses ataque eram previsíveis e certamente ocorreriam, como o da London Bridge.
O paquistanês Usman Khan, autor do atentado na ponte de Londres, por exemplo, já estava condenado por terrorismo, tráfico de drogas e outros crimes antes do ataque à faca.
Mas estava nas ruas, libertado recentemente com outra dezena de terroristas condenados.
Khan nunca trabalhou ou estudou, vivia de benefícios sociais e tráfico de drogas em pequena escala.
Khan é o estereótipo do terrorista em território europeu, e seus planos, descobertos após sua prisão, podem ser considerados comuns a todos os outros.
Esses planos incluíam ,por exemplo, explodir a Bolsa de Valores de Londres ou colocar bombas caseiras em banheiros de bares da região.
Ainda em 2019, em Paris, Michael Harpon, terrorista islâmico infiltrado na Prefeitura de Polícia por anos matou ao menos 5 pessoas e feriu mais 15 num atentado e ainda conseguiu roubar milhares de dados da Polícia Francesa que provavelmente repassou a outros grupos terroristas.
Ele e a esposa pertenciam a uma rede de terroristas ativos.
O homem, entretanto, trabalhava na Prefeitura, e a esposa num escritório governamental de -imaginem- concessão de documentos para estrangeiros.
Ambos deveriam supostamente permanecer sob vigilância.
Só na Grã Bretanha, oficiais de inteligência já identificaram 25 mil extremistas vivendo no país.
São potenciais atacantes terroristas.
Mas – pasmem - a Grã Bretanha mesmo assim perde para a França em quantidade de jihadistas identificados, em liberdade e recebendo benefícios sociais.
Da tragédia do Charlie Hebdo, onde os irmãos Said e Cherif Kouachi mataram 12 pessoas em 7 de janeiro de 2015 aos atentados no Bataclan em 13 de novembro do mesmo ano, onde nove jihadistas mataram 90 pessoas e feriram mais 350, em ação estendida por bares, restaurantes e ao lado do Estádio de França -apenas para citar alguns dos ataques que assolaram a França- fica claramente atestada a enorme falta de visão dos governos europeus em relação à real dimensão dessa ameaça.
Evidentemente, os atentados continuarão a acontecer, como acontecem.
Matarão inocentes, destruirão patrimônio, vão tentar instaurar o caos.
Querem, simplesmente, o fim da civilização ocidental.
Em outras palavras, o fim de valores ocidentais conservadores, como a família, a ordem social, o respeito às religiões e à propriedade...e consequentemente a valorização da cultura.
Se vocês notaram a enorme semelhança com a cartilha dos esquerdopatas, não é absolutamente mera coincidência.
Aos comunistas, interessa a implantação do caos social como forma de conseguir para si o poder.Imaginam eles ser útil à causa estabelecer essa ‘parceria’ com os raivosos extremistas islâmicos, não imaginando, cegos e irresponsáveis socialmente que são, como poderiam se livrar desses loucos depois.
A preocupação mínima para com o futuro,entretanto, nunca foi o forte de extremistas islâmicos nem o de comunistas radicais.
A eles, só importa mesmo explodir tudo, e depois ver como fica.
Aos radicais islâmicos, resta o consolo do tal paraíso com 70 virgens.
Aos comunistas, o paraíso devastado e miserável da Venezuela.
A ação de Trump , nestes dias, ao combater o terrorismo de frente, é mais do que necessária.
É um dever para com a civilização como a conhecemos.
*Fonte: DefesaNet
Uma consideração interessante e pertinente do editor do defesanet:
'Se a Europa tem a 'terrorismolatria', o Brasil tem a 'bandidolatria'.
O perigo é o mesmo.
Conheça o blog do autor: https://www.marcoangeli.com.br/

JORNAL DA CIDADE DE 7 DE JANEIRO DE 2020 TERÇA-FEIRA: O IRÃ DESAFIA OS ESTADOS UNIDOS.

O Irã desafia os Estados Unidos



Oficial da Secretaria de Defesa dos EUA, em conversa com o jornalista Jack Detsch, confirmou o ataque à base iraquiana Al Asad na noite desta terça (7).
A base foi atingida por seis mísseis e o ataque continua, com cerca de mais 30.
Em dezembro de 2018, Trump ordenou que as tropas americanas permanecessem na base, usada pelos EUA, para dar assistência ao povo iraniano no caso de uma eventual derrota das forças islâmicas.
Segundo algumas fontes, a Guarda Revolucionária do Irã assumiu a autoria do ataque, como retaliação ‘vingativa’ à ação norte-americana de dias atrás.
Há alguma espécie de sandice suicida nessa retaliação do Irã. Não existe no mundo quem acredite que o Irã (as forças extremistas) ousariam enfrentar os EUA numa guerra aberta e declarada.
Especialmente enfrentando um presidente como Donald Trump, que já declarou que não fará concessões ao terrorismo como seus antecessores.
Pelo contrário, tudo leva a crer que o Irã continuará a tocar a coisa como sabe - e são especialistas nisso - agindo covardemente em atos terroristas pelo mundo. Entretanto, o ataque de agora há pouco muda esse cenário e indica um enfrentamento demente e direto à maior potência militar do mundo.
As consequências, caso os ataques continuem, são imprevisíveis e causam apreensão em todo o mundo.
Tudo dependerá, nas próximas horas, da reação de Trump.
Mas, acima de tudo, dependerá de qual o limite da loucura dos extremistas iranianos.
Que poderá causar um conflito mundial de proporções imprevisíveis e desafiar toda a lógica e bom senso.

Lógica que, infelizmente, o terrorismo jamais teve.
Conheça o blog do autor: https://www.marcoangeli.com.br/


r7 - TRUMP VISITOU NO NATAL DE 2018 A BASE ATACADA POR MÍSSEIS PELO IRÃ EM 7 DE JANEIRO DE 2020, TERÇA-FEIRA


Trump visitou no Natal de 2018 base atacada por mísseis pelo Irã 

A base é considerada a maior das forças americanas no Iraque onde mais de 1.600 soldados ficam instalados

Trump visitou base atacada pelo Irã no Natal de 2018

Presidente americano visitou o local ao lado da primeira dama em 2018

Presidente americano visitou o local ao lado da primeira dama em 2018

Reprodução/Reuters Vídeo
A base americana de Ain Al-Assad, no Iraque, atacada por forças aliadas do Irã na noite desta terça-feira (7) em retaliação a morte do general Qasem Soleimani, recebeu uma visita surpresa de Trump no Natal de 2018.
Leia mais: Foguetes atingem bases aéreas dos EUA no Iraque
A base, que fica a cerca de 250 km de Bagdá, capital do Iraque, é considerada a maior das forças americanas no Iraque onde mais de 1.600 soldados ficam instalados. Até o momento não há informações sobre mortos ou feridos no ataque.
Ao lado da primeira dama Melania Trump, o presidente americano fez uma visita surpresa no Natal de 2018, onde participou de um jantar com os militares baseados nas instalações militares.
"Viemos para Al Asad para compartilhar nossa eterna gratidão por tudo que vocês fazem para manter a América segura, forte e livre", afirmou Donald Trump durante a visita em que fez questão de posar ao lado dos militares.

Reprodução/Reuters Vídeo
  • Vídeo mostra momento em que foguetes atingem base dos EUA

    Vídeo mostra a explosão de um dos foguetes iranianos contra base dos EUA
    Vídeo mostra a explosão de um dos foguetes iranianos contra base dos EUAReprodução via Twitter
    Um vídeo gravado por moradores mostra o momento em que diversos foguetes disparados pela Guarda Revolucionária do Irã atingem a base de Ain Al-Assad, no oeste do Iraque.
    O ataque, realizado na noite desta terça-feira (7), envolveu pelo menos 12 mísseis balísticos disparados desde o Irã.
    O vídeo pode ser visto abaixo:
    Além de Ain Al-Assad, outra base, na cidade de Erbil (capital da província do Curdistão, no norte do país), também foi atingida.
  • Foguetes atingem bases aéreas dos EUA no Iraque

    Imagem de satélite mostra a base de Ain Al-Assad, no Iraque
    Imagem de satélite mostra a base de Ain Al-Assad, no Iraque Reprodução Google Maps
    Duas bases aéreas dos EUA no Iraque foram atacada na noite desta terça-feira (7), madrugada de quarta no horário local) por foguetes, disparados pela Guarda Revolucionária do Irã em retaliação à morte do general Qassem Soleimani na semana passada.
    De acordo com relatos publicados nas redes sociais e a CNN, pelo menos 12 foguetes iranianos teriam sido usados no ataque contra a base de Ain Al-Assad, que fica a cerca de 200 km a oeste da capital do Iraque, Bagdá, e outra que fica em Erbil, capital da província do Curdistão, no norte do país.
    Não há relatos de danos ou feridos na base aérea até o momento.
    O vídeo abaixo, gravado por moradores próximos da base de Ain Al-Assad, mostra o impacto dos foguetes.
    Após o ataque, a Guarda Revolucionária publicou um comunicado alertando os EUA e seus aliados contra possíveis retaliações.
    "Alertamos todos os aliados dos americanos, que cederam suas bases às forças militares terroristas (dos EUA), que qualquer território que é o ponto de origem de atos agressivos contra o Irã serã atingidos", disse a nota transmitida pela agência de notícias estatal do Irã IRNA
  • Embaixadas dos EUA emitem alerta por conta de tensão com Irã

    Tensão crescente entre EUA e Irã: soldados embarcam para o Oriente Médio
    Tensão crescente entre EUA e Irã: soldados embarcam para o Oriente MédioHubert Delany / US Army via EFE-EPA - 4.1.2019
    Embaixadas dos Estados Unidos ao redor do mundo, incluindo a do Brasil, publicaram um alerta de segurança aos cidadãos norte-americanos por conta do aumento das tensões com o Irã, depois de um ataque dos EUA no Iraque que resultou na morte de um dos principais líderes militares iranianos.
    No texto curto publicado nesta terça-feira (7), os serviços consulares dos EUA afirmam que "há uma crescente tensão no Oriente Médio que pode resultar em riscos à segurança dos cidadãos dos EUA no exterior".
    Entre as recomendações, as embaixadas sugerem que os cidadãos norte-americanos "mantenham comportamento discreto" e mantenham-se atentos nas ruas, especialmente em locais com concentração de turistas.
    A nota não cita especificamente ataques terroristas, mas esta é uma possibilidade entre as várias consequências da ação deliberada dos Estados Unidos em território do Iraque que resultou na morte do general Qasam Soleimani, comandante das Forças Quds, as tropas de elite militar do Irã.
    Até o momento, o governo iraniano prometeu revidar a ação norte-americana e, inclusive, traçou 13 cenários possíveis de ação contra os EUA.
    Aviso especial para Israel
    A Embaixada dos EUA em Israel já havia divulgado um alerta de segurança ainda mais detalhado na segunda-feira (6).
    No texto, o serviço consular norte-americano chama a atenção para possíveis ataques com morteiros e informa sobre os procedimentos de segurança em caso de ataques aéreos.