segunda-feira, 2 de julho de 2018

FALECIMENTO DO CORONEL PM Ref ALUÍZIO SILVEIRA DE CARVALHO PEREIRA

FALECIMENTO - CEL. RES. ALUÍZIO SILVEIRA DE CARVALHO PEREIRA


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Carlos Fuga

1 de jul (19 horas atrás)

Outros destinatários: fugacar@uol.com.br

Comunicamos o falecimento ocorrido hoje, 01/07 de

CEL. RES. ALUÍZIO SILVEIRA DE CARVALHO PEREIRA

Seu corpo esta sendo velado na FUNERÁRIA S. BENEDITO em Taubaté  ( fone 12 – 3633 4881 )
Será removido amanhã, dia 02/07 às 10:00 h. para o crematório em S. José dos Campos
Era Aspirante da Turma de 1963 – Estava com 79 anos
Que sua alma descanse em

ALUÍZIO SILVEIRA DE CARVALHO PEREIRA NASCEU NO DIA 2 DE JULHO DE 1939
ENTROU PARA A FORÇA PÚBLICA EM 11 DE FEVEREIRO DE 1959
FOI DECLARADO ASPIRANTE A OFICIAL EM 7 DE SETEMBRO DE 1963
PROMOÇÕES:
2º TENENTE - 24 DE MAIO DE 1964
1º TENENTE - 15 DE DEZEMBRO DE 1966
CAPITÃO - 24 DE MAIO DE 1971
MAJOR - 25 DE AGOSTO DE 1979
TENENTE-CORONEL - 15 DE DEZEMBRO DE 1982.
(NÃO TENHO NO MOMENTO A DATA DE SUA PROMOÇÃO A CORONEL) 
O CORONEL PM ALUIZIO PERTENCIA À MINHA TURMA (NILSON GIRALDI, ANTONIO CARLOS MENDES, UBIRAJARA GUIMARÃES, ALBINO CARLOS PAZELLI, MARIO FAUSTO RODRIGUES PINHO, AMÉRICO VICTOR SALVATO, ELYSEU GUILHERME SALGADO ROCHA, DALMIRO GOMES, MARCOS REGIS RAGGHIANTI CORDEIRO, LUIZ ANTONIO DE ARAÚJO ROCHA, LUIZ ANTONIO HARDT, NINO ANTONIO MEDEIROS CALESTINI).

O EXÉRCITO NA BATALHA DO RIACHUELO - POR AGAMENON VLADIMIR SILVA CRÉDITOS AO CLÁUDIO LUIZ SENISE

Batalha do Riachuelo - Dr. Agamenon

Entrada
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Claudio Luiz Senise

1 de jul (Há 1 dia)
para Cco:mim

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Luiz Giorgis
Data: 12 de junho de 2018 14:55
Assunto: Batalha do Riachuelo - Dr. Agamenon
Para:


REPASSO INTERESSANTE TEXTO DO Dr. AGAMENON VLADIMIR SILVA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA INFANTARIA EMBARCADA DO EXÉRCITO NA NOSSA ESQUADRA NA BATALHA DO RIACHUELO.   ABRAÇOS A TODOS.  CAMINHA.

O  E X É R C I T O   N A   B A T A L H A  
D O   R I A C H U E L O

Cooperação da Marinha com o Exército E VICE-VERSA
                      

Comemora-se este ano o 153º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo, travada em 11 de junho de 1865, entre a Armada do Império Brasileiro e as forças da República do Paraguai. Trata-se de um fato que sempre deve ser considerado e cultuado, quando passa o dia comemorativo da sua ocorrência. O renhido encontro, onde com indômita bravura as armas do Brasil colheram os louros da vitória, quando a Nação tinha a perspectiva de uma guerra difícil e prolongada. Por incrível que pareça houve no tempo do Império quem se opusesse ao acréscimo nos quadros da tropa de primeira linha e que não se abalasse em declarar na Câmara dos Deputados, a 18 de março e a 8 de junho de 1864, conforme  cita o  Visconde de Ouro Preto, “que daria graças a Providência se visse arder o último navio da esquadra brasileira“!
Por não ter permitido a passagem das tropas paraguaias foi vítima destas a Confederação Argentina cujas forças, sob comando de Estigarribia, logo após invadiriam o Rio Grande do Sul. Como tinham sido preparadas as forças de Lopez para uma ofensiva rápida, logo dominaram a Província de Corrientes, enquanto os poucos navios brasileiros de Gomensoro, su-biam o rio Paraná para auxiliar a tropa argentina. Eram oito somente os navios brasileiros os quais, em Goia, foram pas-sados ao comando do almirante Manoel Barroso da Silva.
Foram inestimáveis os serviços prestados pela esquadra ao exército em operações sob o comando do general Paunero, já em fins de maio de 1865. Os navios brasileiros retiraram-se para o Rincão de Soto e seguiram para a desem-bocadura do Riachuelo e Corrientes, margem direita do rio Paraná, defronte à localidade denominada Coluna.
O recuo das forças aliadas levou o autocrata à concepção do ataque a Riachuelo, operação decisiva para a ofensiva dos Exércitos Paraguaios, mais numerosos e aparelhados, conhecedores do território. Ataque que colocava os aliados em situação difícil: 80 mil homens, 500 canhões e 23 vapores fluviais de Lopez contra 18.200 homens e 16 navios da Tríplice Aliança.
A 30 de abril parte de Buenos Aires a fragata Amazonas, com a insígnia do Chefe-de Divisão Francisco Manoel Barro-so. Acha-se a bordo o Cel Guilherme Bruce, comandante da Brigada do Exército, que seria distribuída pelos navios. Na or-ganização da 9ª Brigada, incorporado, estava o 9º Batalhão de Infantaria, que chegara antes de Pernambuco, e mais o Corpo Policial da Província do Rio de Janeiro. Esses foram os elementos que a constituíram, sob o comando do Tenente Coronel do 9º Batalhão José da Silva Guimarães.
Em 27 de abril  de 1865, a 9ª Brigada embarcou nos navios da esquadra, encontrando já embarcados, o 1º Batalhão de Infantaria vindo do Pará, sob o comando do Major  Francisco Maria dos Guimarães Peixoto, e também, o 1º Batalhão de Artilharia, totalizando os efetivos, reunidos aos da Brigada, 1.430 homens entre oficiais e praças.
Já havia partido de Buenos Aires a 5 de abril de 1865, a 3ª Divisão da Esquadra, com o fim de bloquear o rio Paraguai nas Três Bocas. Essa divisão era composta da corveta Jequetinhonha e das canhoneiras  Araguari, Ipiranga e Iguatemi, sob o co-mando do capitão de mar e guerra José Secundino de Gomensoro.
A organização definitiva da força naval, assim como a distribuição da tropa do exército pelos navios, somente se realizou quando houve a junção da divisão de Gomensoro com a de Barroso, em 2 de maio de 1865, em Bela Vista.
As ordens de Lopez à sua esquadra eram: surtir em cima dos brasileiros ao romper do dia, passar ao largo por eles e volver em seguida; cada vapor paraguaio devia colocar-se ao lado de um brasileiro, descarregando toda a bateria e também da chata do seu reboque, saltar para abordagem, e então, assenhorear-se dos navios!
Mas assim não aconteceu, porque um dos navios paraguaios, o Iberá, teve partido a sua hélice nas Três Bocas, o que atrasou e desconcertou toda operação, que foi realizada em dia claro, às oito horas da manhã.
            São por demais conhecidos os pormenores do combate, e a batalha somente findou à noite com a vitória das armas brasileiras; por toda a parte a luta foi sangrenta e os nossos marinheiros e soldados lutaram bravamente.
            O procedimento da brigada Bruce demonstrou integralmente a abnegação e o denodo dos nossos heroicos marujos. Quando da abordagem do Parnaíba, sob o comando do Cmt Capitão Tenente Aurélio Garcindo Fernandes de Sá, este disse, após, em sua parte,
“toda a guarnição defendeu a abordagem, inclusive a primeira e a sexta companhias do 9º Batalhão de Infantaria, destacadas a bordo desta corveta, sob as ordens do seu distinto comandante  Tenente Coronel José da Silva Guimarães.”
            Disse mais,
“nessa luta heroica, cada oficial, marinheiro e soldado cum-priu o seu dever como verdadeiro brasileiro, muitas vidas preciosas foram sacarificadas no altar da Pátria! “ 
            O Barão de Tefé em seu livro “Batalha Naval do Riachuelo”, assim se expressa: 
“Enfim, do contingente do exército, o que posso dizer, é que no meu navio só o uniforme  distinguia as corporações”.
            Irmanados com os marinheiros, com eles partilhando de todos os trabalhos e combates, lutando a ferro e fogo, de longe e de perto, com o inimigo audaz e valente, os elementos da heroica briga-da Bruce, que merecem bem a nossa grata e imperecível veneração.
            Nos navios da esquadra de Barroso, ali nas águas do rio Paraná, próximo ao Riachuelo, “só o uniforme distinguia as corporações” pois que todos, soldados e marinheiros, esforçada e denodadamente, lutaram com um único objetivo – a vitória das armas brasileiras.
            Já é tempo e oportuno que o Exército tenha em local próximo aos seus quarteis, um monumento onde se compareça, na data de aniversário de 11 de junho de 1865, para cuja glória ele tanto concorreu - trabalhando e pelejando e morrendo - a fim de reverenciar à Brigada Bruce, nos seus heróis distintos – Feliciano Maia e Pedro Afonso - aIi relembrar, na imorredoura memória dos seus feitos e no seu nobre exemplo, estímulos para continuar  e aprestar-se cada vez mais devotadamente para a defesa intemerata do Brasil.
            Porto Alegre, 1º de junho de 2018.

Compilação efetuada por Agamenon Vladimir Silva, Lanceiro Honorário do 3º RCG (Regimento Osorio) e Membro Efetivo da Aca-demia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB/RS) e do Instituto de História e Tradições do RGS. (IHTRGS). OAB/RS 5.124(51) 3233-6490 e (51) 99992-5500.

CONVITE - ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932

Convite - Aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932

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CPI-7 P5 cpi7p5@policiamilitar.sp.gov.br por  polmil.sp.gov.br 

17:03 (Há 33 minutos)
 para CPI-7
Nesta sexta, dia 06 de julho, às 09 horas, no pátio do CPI-7. Evento com a participação da Banda Marcial dos Fuzileiros Navais.
Sua presença é muito importante. Traga sua família.

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