segunda-feira, 1 de julho de 2019

102 ANOS DO NASCIMENTO DE MARIA AMÉLIA ARRUDA BOTELHO DE SOUZA ARANHA, EM 1º DE JULHO DE 1917

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102 a. nasce MARIA AMÉLIA ARRUDA BOTELHO DE SOUZA ARANHA, em SÃO PAULO, no dia 1º de julho de 1917. Os quatro filhos, onze netos e doze bisnetos de MARIA AMÉLIA já sabem: em 1º de julho de 2007, no seu aniversário de 90 anos, nada de presenteá-la com echarpes, lenços ou qualquer mimo comumente dado à avós. “Não gosto de nada com cara de velhinha”. Apesar de pouco conhecida do grande público, essa matriarca “pra frentex” é bastante respeitada pela turma das artes, que a conhece pelo apelido de MABSA, formado por suas iniciais. Completou meio século de carreira em 2006, quando inaugurou sua maior empreitada: um museu a céu aberto no requintado condomínio HELVETIA, em INDAIATUBA, fundado por seu marido e seus filhos. Com mais de 100 esculturas, chama-se Parque dos Bichos Fantásticos. Autora de seis livros pretende lançar mais um em 2007, sobre seus ancestrais do Nordeste do BRASIL. Durante a pesquisa, rodou 600 quilômetros de carro por ALAGOAS ao lado de uma neta. “Ela queria ir para a CHINA, mas os filhos acharam arriscado”, conta BERNARDINO TRANCHESI, seu cardiologista há dez anos. Muito religiosa, MABSA reza sempre que pode. Para agradecer quando tem a chance de saborear uma feijoada (que adora), para pedir coragem antes de ir ao dentista (que detesta) e para ter inspiração nas aulas de cerâmica (sim, ela ainda estuda). E também para que se realize seu maior sonho: “Não quero ser esquecida”. 




Maria Amelia (Mabsa) Botelho De Souza Aranha (nascida Arruda Botelho)
Nascimento:Dia Mês 1917 - Local
Morte:Dia Mês 2011 - Local
Pais:Nomes de ambos os pais

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129 ANOS DO NASCIMENTO DO GENERAL JÚLIO MARCONDES SALGADO, EM 1º DE JULHO DE 1890


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129 a. nasce o GENERAL JÚLIO MARCONDES SALGADO em 1º de julho de 1890. Falece em 23 de julho de 1932, num acidente com a explosão de uma bombarda. Era o COMANDANTE GERAL DA FORÇA PÚBLICA, na época em que se deu o MOVIMENTO CONSTITUCIONALISTA

Júlio Marcondes César Salgado (Pindamonhangaba,1 de julho de 1890  São Paulo, 23 de julho de 1932) foi um generale comandante da Força Pública do Estado de São Paulo, atual Polícia Militar do Estado de São Paulo, durante a Revolução Constitucionalista de 1932.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Júlio Marcondes César Salgado nasceu em 1º de Julho de 1890, na cidade de Pindamonhangaba, filho de Victoriano Clementino Salgado e de Anna Euphrosina Marcondes do Amaral Salgado, tendo os irmãos Sérgio, Luiz, Joaquim, Francisco, Euclydia ,Francisca Marcondes Salgado e Eneias Marcondes Salgado.[1][2][3]
A família Marcondes tinha tradição no serviço público e militar já naquela época, como o Coronel Marcondes de Oliveira Melo, 1º Barão de Pindamonhangaba, Comandante da Guarda de Honra do Príncipe Dom Pedro, por ocasião do Grito do Ipiranga. Outro exemplo foi o Conselheiro Barão Homem de Melo, que era Marcondes, figurava no 2º Império como Ministro, Presidente de várias províncias e grande historiador.[3]
A família Salgado também foi outra que figurou na monarquia e deu a São Paulo homens como Antonio Salgado da Silva (o Visconde de Palmeiras), Inácio Bicudo de Siqueira Salgado (o Barão de Itapeva) e Benedito Corrêa Salgado, companheiro do Barão de Pindamonhangaba na jornada épica, cheia de glórias, de 7 de Setembro.[3]
Na velha Jambeiro, de propriedade de seus pais, o então jovem Júlio viveu uma infância feliz. No “Castanho”, sua montada favorita, ia ele a Pindamonhangaba, ou corria as matas da fazenda, e nesse garoto vivo e inteligente, já se prenunciava o cavaleiro – Centauro, que iria brilhar em futuras competições hípicas.[3]
No Grupo Escolar de Pindamonhangaba, recebeu as primeiras letras, e já havia cursado o 2º ano, quando a adversidade bateu à sua porta: sua extremosa mãe falecera, perdendo assim os carinhos maternos.[3]

Carreira militar[editar | editar código-fonte]

A 26 de Junho de 1907, aos 16 anos, alistou-se o futuro General, como simples Soldado, no Corpo de Cavalaria. Cursou o Pelotão de Alunos Cabos, foi promovido a Anspessada a 1º de Agosto de 1908, obtendo, então, a primeira divisa, inicial de uma carreira que iria finalizar no Generalato.[1][4]
A 19 de Maio de 1911, foi promovido, por merecimento, a Segundo Sargento, contraindo nesse mesmo ano matrimônio com Ophélia Acritelli, descendente de tradicional família de Santa Branca.[2][4]
Júlio Marcondes Salgado dedicava-se de corpo e alma aos estudos. Mas em 4 de dezembro de 1913 via coroados seus esforços, com a inauguração da Escola de Oficiais e em fevereiro de 1915 diplomava-se Oficial. No mesmo ano já entrava definitivamente para o Oficialato da Força Pública, no posto de Alferes. No ano seguinte, assumiu de 2º Tenente Quartel-Mestre, onde revelou dedicação incomum ao trabalho e honestidade sem par, segundo seus colegas. Em 1918 era promovido a 1º Tenente por estudos e quatro anos depois foi agraciado com a “Cruz de Cavaleiro da Ordem de Leopoldo II” concedido por Sua Majestade o Rei Alberto da Bélgica, quando em visita a São Paulo. A honraria também foi atribuída naquela ocasião ao então capitão da cavalaria da Força Pública, Azarias Silva.[1][4][5]
Em 1924 foi promovido ao posto de Capitão por merecimento. Em 1924 é que demonstra de modo irretorquível seu valor militar na Guerra, como já o conservara na Paz. A 5 de Julho, deflagra nesta Capital um movimento revolucionário. As convicções profundamente legalistas desse grande Soldado, entretanto, não lhe permitem vacilar no que considerava o verdadeiro cumprimento do dever. Integra-se nas hostes fiéis ao Governo Legal, assumindo durante a peleja vários Comandos que o consagraram verdadeiro condutor de tropa, demonstrando em todos os instantes da luta incruenta, valor indômito e bravura desdobrada. Conquistava ele a 6 de Novembro, os galões de Major, pela brilhante atuação na Defesa do Poder Legal.[4]
Em 1925, toma parte no assalto à Estação do Norte e à Usina da Light da Rua Paula Souza, em poder dos insurretos. Em 1925, na perseguição à Coluna Miguel Costa, comandando uma Companhia do 3º B. I., vence o combate de Iacanga, capturando quase todos os inimigos. Naquele mesmo ano recebeu por esse feito a Medalha da Legalidade e a promoção, por merecimento e bravura, a major. Em 14 de Maio de 1927 a Medalha de Mérito Militar, em bronze e no mesmo ano foi promovido ao posto de Tenente Coronel, assumindo o Comando do Regimento de Cavalaria.[4]
Foi um grande esportista, tendo sido campeão Paulista de Polo e Esgrima, além de exímio cavaleiro. Conquista em 25 de Novembro de 1929, o 1º lugar no Campeonato Brasileiro – Prova Presidente da República – Washington Luiz Pereira de Souza, saltando com o cavalo Boemio, 1m e 85cm de altura. Em 19 de Janeiro de 1930, recebe a Medalha de Cultura Física. No ano seguinte, com a vitória da Revolução de 1930, os rebeldes assumem os postos de confiança do Governo Provisório, porém, continua assumir postos de confiança na instituição.[4]
Em 28 de abril de 1931, foi preso no então presídio político da Imigração, junto de cerca de 200 oficiais como José Teófilo RamosRomão Gomes e Reinaldo Saldanha da Gama, além de praças da corporação, sofrendo outras punições disciplinares por conta de sua participação no Movimento de 28 de abril daquele ano, em que uma significativa parcela de oficiais e praças da Força Publica paulistas se rebelaram contra o regime Vargas e as constantes ingerências políticas no estado, encabeçadas por João Alberto e Miguel Costa.[6]
Em 1931, comanda o 4º Batalhão de Caçadores da Capital, hoje em Baurú, e o 5º Batalhão de Caçadores, sediado na capital, hoje com sede em Taubaté, e que pelo Decreto nº 31.766, de 28 de Junho de 1990, denominou-se 5º Batalhão de Polícia Militar do Interior “General Júlio Marcondes Salgado”.[4]
Em 23 de Maio de 1932, Waldemar Ferreira, assumindo a Pasta da Justiça e da Segurança Pública, teve como seu primeiro ato a indicação ao Interventor Federal do Estado de São Paulo, o governador Pedro de Toledo, e do nome do Tenente Coronel Júlio Marcondes Salgado para o Comando Interino da Força Pública do Estado. Em 25 de Maio foi promovido a Coronel e efetivado para o mesmo cargo.[4][7]
Foi um dos líderes e articuladores da Revolução Constitucionalista de 1932.[1] Com a deflagração do movimento revolucionário no dia 9 de julho de 1932, o então Comandante da Força Pública de São Paulo, publicou a seguinte nota[8] a imprensa:
Contudo, na manhã do dia 23 de julho de 1932, o Cel. Júlio Marcondes Salgado veio a falecer após ser ferido mortalmente em um acidente com um protótipo de morteiro durante testes, na região de Santo Amaro. Em uma das demonstrações, a carga explosiva que deveria ser projetada ficou presa ao tubo de lançamento e, com a explosão, os estilhaços vieram a atingir o Cel. Salgado, seccionando-lhe a carótida. Também foi morto nesse acidente o major da Força Pública José Marcelino da Fonseca (um dos criadores do artefato) e ferindo sem gravidade o General Bertoldo Klinger, então Comandante Supremo do Exército Constitucionalista.[1][4][9][10][11]
Seus restos mortais se encontram no Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932.[1]

Homenagens[editar | editar código-fonte]

O Governador Constitucional do Estado de São PauloPedro de Toledo, prestou-lhe sua última homenagem, promovendo-o ao posto de General da Força Pública, pelo Decreto nº 5.602, de 23 de Julho de 1932, na mesma data de seu falecimento, classificando-o como lídimo paladino da Constitucionalização do País.[1][4][12]
O 5º Batalhão de Policia Militar do Interior do Estado de São Paulo passou a ser denominado por General Júlio Marcondes Salgado com o Decreto nº 31.766, de 28 julho de 1990, do Governador Orestes Quércia. É considerado “Unidade Mãe” das Organizações Policiais Militares sediadas no Vale do Paraíba.[2][13]
Em São Paulo, há a Escola Municipal Gen. Júlio Marcondes Salgado, no bairro Parque Edu Chaves, Zona Norte, e a rua Gen. Júlio Marcondes Salgado no bairro Barra Funda, denominados por lei em sua memória.[14][15] No Estado, há o município General Salgado nomeado em sua homenagem.[4]
Em Pindamonhangaba, a sua cidade natal, foi homenageado com a denominação de uma a rua que tem início na Praça Barão do Rio Branco (Largo São José) até o seu final, já no bairro de Sant’Ana.[4] Em Taubaté também é lembrado com uma praça denominada em sua homenagem.[16]
STA DE 1932.

161 ANOS DA APRESENTAÇÃO DA TEORIA DA EVOLUÇÃO - 1º DE JULHO DE 1858.

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161 a. da apresentação da teoria da evolução por seleção natural pela SOCIEDADE LINEANA DE LONDRES, na INGLATERRA. A descoberta era assinada por dois naturalistas britânicos. O primeiro era CHARLES DARWIN. O outro, freqüentemente esquecido, era um jovem biólogo autodidata, que chegara às mesmas conclusões pesquisando espécies do sudeste asiático, nas florestas do Arquipélago Malaio. Seu nome era ALFRED RUSSEL WALLACE.
Um século e meio depois, em 2008, a história selecionou DARWIN como ícone supremo do pensamento evolutivo, enquanto WALLACE foi reduzido ao status de espécie ameaçada, ofuscado pelo brilho daquele que foi seu ídolo científico.
WALLACE passou quatro anos na AMAZÔNIA, coletando plantas e animais às margens do Rio NEGRO e do médio AMAZONAS. Desembarcou no porto de BELÉM em 26 de maio de 1848, acompanhado de outro jovem naturalista britânico, o amigo HENRY BATES. Tinham apenas 25 e 23 anos.
A divulgação das teorias chamou a atenção dos especialistas logo de início. Mas a seleção natural só se tornou um fenômeno cultural e científico a partir da publicação de A ORIGEM DAS ESPÉCIES, em novembro de 1859, no qual DARWIN resumia em 500 páginas seus vinte anos de pesquisa.  WALLACE também foi reconhecido como grande cientista de sua época, mas caiu no esquecimento depois de sua morte em 1913.

606 ANOS DA CONDENAÇÃO DE PIERRE DES ESSARTS À MORTE, EM 1º DE JULHO DE 1413.

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606 a. da condenação de PIERRE DES ESSARTS à morte, preboste de PARIS, durante o reinado de CARLOS VI, em 1º de julho de 1413. O relato de sua execução foi registrado por um anônimo, conhecido como o “burguês de PARIS”: “Foi pego no interior do Palácio, arrastado até a rua, e em seguida sentado sobre uma prancha na carroça, levando à mão uma cruz de madeira, vestido com uma capa xadrez, forrada de pêlo de marta, de calções brancos e, nos pés, pantufas negras. Dali foi levado ao mercado de PARIS, onde lhe cortaram a cabeça, antes que fosse pendurado bem no alto, três pés acima dos outros. A verdade é que do momento em que foi colocado no cadafalso até sua morte ele não parou de rir, o que fazia com grande galhardia. A maioria das pessoas acreditava que estivesse totalmente louco, pois todos os que o viam choravam tão copiosamente que em momento algum se ouviu contar que outro homem tivesse sido tão pranteado; enquanto isso ele ria, acreditando que o povo impediria que fosse morto. No momento em que percebeu que era chegada a hora, ajoelhou-se diante do carrasco e beijou uma pequena imagem de prata que este tinha pendurada ao peito, perdoou-o docemente por sua morte e pediu aos senhores que seu delito não fosse apregoado antes de sua decapitação, o que lhe foi concedido”. O corpo de PIERRE DES ESSARTS foi em seguida pendurado. O contexto da guerra civil entre o condado de ARMAGNAC e o ducado de BORGONHA, ambos na FRANÇA, origem daquela decisão judicial, pouca relevância tem aqui. PIERRE DES ESSARTS, borgonhês, era então o alvo dos ALMAGNAC, que, após reconquistar o poder, vingaram-se das execuções capitais de que seus partidários tinham sido vítimas.  
484 a. pensador e chanceler inglês THOMAS MORUS (1478-1535) vai a julgamento por traição em 1º de julho de 1535. Ele havia sido preso no ano anterior por não aceitar o rei HENRIQUE VIII (1491-1547) como líder da igreja da INGLATERRA e por ser contra o rompimento com o VATICANO. Condenado, o autor de UTOPIA deveria ter sido esquartejado, mas o rei mudou a forma de execução e MORUS acabou decapitado cinco dias depois. Em 1935, ele seria canonizado pela Igreja Católica. Palavras ditas pelo filósofo para seu carrasco: “Extirpe teus espíritos, homem, e não tenhas medo de fazer teu ofício. Meu pescoço é bem pequeno. Tenha cuidado para não golpeares torto para salvar tua honestidade.”  

NEWSLETTER DIÁRIO DO COMÉRCIO - 1º DE JULHO DE 2019