terça-feira, 28 de maio de 2019

Pot-pourri - Cyro Monteiro & Jorge Veiga -1971- De Leve

106 ANOS DO NASCIMENTO DO CANTOR E COMPOSITOR CIRO MONTEIRO - 28 DE MAIO DE 1913.



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Ciro Monteiro[1] (Rio de Janeiro28 de maio de 1913 — 13 de julho de 1973) foi um cantor e compositor brasileiro.
Costumava cantar informalmente em casa para os amigos, até que um dia, em 1933Sílvio Caldas, que frequentava sua casa, chamou-o para substituir Luís Barbosa em um programa da Rádio Philips. No ano seguinte foi contratado pela Rádio Mayrink Veiga, onde passou a cantar sempre em dupla com Luiz Barbosa e caracterizou-se por se acompanhar sempre com uma caixa de fósforos para marcar o ritmo.
Em 1936, fez a primeira gravação para o carnaval daquele ano, o que o projetou para o sucesso, levando-o a cantar ao lado de Carmen MirandaFrancisco Alves e Mário Reis. Um ano depois gravou seu primeiro grande êxito, Se acaso você chegasse, de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins. Teve muitos outros sucessos nos anos 40, como Falsa baianaEscurinho (ambas de Geraldo Pereira) e Boogie-woogie na favela (Denis Brean). Em 1956, participou como ator da peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes. Ainda nos anos 50 e 60 participou de programas de televisão como O Fino da Bossa e Bossaudade, gravou discos e fez muitos espetáculos.[2]

Sucessos[editar | editar código-fonte]

107 ANOS DO NASCIMENTO DO BANQUEIRO WALTHER MOREIRA SALLES, EM 28 DE MAIO DE 1912.

História[editar | editar código-fonte]


Em 1963.
Em 1924 seu pai, João Moreira Salles, fundou em Poços de Caldas a Casa Bancária Moreira Salles. Em 1933 Walther tornou-se sócio da casa que, em 15 de julho de 1940, foi elevada à condição de Banco Moreira Salles, após fusão com mais três bancos da região. Em 1967 o nome da instituição foi mudado para União de Bancos Brasileiros S.A. e, em 1975, o conglomerado financeiro passou a ser denominado como Unibanco.
O banqueiro Moreira Salles era muito mais conhecido como embaixador, posto que exerceu em Washington durante o segundo governo de Getúlio Vargas.[1] Além disso, foi ministro da Fazenda do Brasil no gabinete parlamentarista do presidente João Goulart.[1]Ganhou a admiração do presidente Juscelino Kubitschek pela fama de conciliador em suas incursões diplomáticas. Foi um dos negociadores da dívida externa brasileira na década de 1950, em três ocasiões, nos governos dos presidentes Getúlio VargasJuscelino Kubitschek e Jânio Quadros. Na mesma década financiou o lançamento do jornal Última Hora de Samuel Wainer.[1]
Durante os meses que antecederam o Golpe de 1964 manteve-se como interlocutor de João Goulart e também do embaixador norte-americano Lincoln Gordon.[1]Após o Ato Institucional Número Cinco, o general Jaime Portela de Melo quis constrangê-lo, tentando convocá-lo para depor; Delfim Neto foi contra e levou o caso a Costa e Silva que bloqueou a convocação.[1] Nesta época a União de Bancos Brasileiros era o quinto maior grupo financeiro do Brasil, com 333 agências bancárias.[1]
Conhecido pelas maneiras gentis e gosto refinado, fazia a figura de milionário elegante, sendo o brasileiro predileto dos irmãos Rockefeller.[1] Sua esposa, Elisinha, era considerada uma das mais bem vestidas do mundo.[1] O embaixador tinha muitos amigos famosos, dentre eles o roqueiro Mick Jagger[2], o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso [carece de fontes] e a atriz Greta Garbo [carece de fontes].
No início dos anos 1990 foi fundado o Instituto Moreira Salles, uma entidade de assistência à cultura do país.
No Unibanco, o prêmio Walther Moreira Salles, que o homenageia, é o mais importante prêmio interno da instituição. É concedido uma vez ao ano àqueles que são os responsáveis por projetos de excelência e que contribuíram para a evolução e atuação do banco.
Há uma sala no Ibmec São Paulo, atual Insper, com seu nome, em homenagem.
Uma das cinco torres do Centro Empresarial Itaú Unibanco localizado no bairro do Jabaquara também recebeu seu nome.

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Salles casou-se três vezes: aos 28 anos, com Helène Matarazzo, com quem teve Fernando; separou-se no final dos anos 1950 e casou-se com Elisa Gonçalves, mãe dos outros três filhos, permanecendo com ela até o início dos anos 1970. Em 1986, conheceu Lúcia Moreira Salles, sua última companheira. Deixou quatro filhos: Pedro Moreira Salles, atual presidente do conselho do Itaú Unibanco, o cineasta Walter Salles (de nome Walter Moreira Salles Júnior), o documentarista João Moreira Salles e o editor Fernando Roberto Moreira Salles.

Morte[editar | editar código-fonte]

O embaixador, banqueiro e advogado de formação morreu aos 88 anos, em 2001, em Araras, distrito de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi revelada pela família.

111 ANOS DO NASCIMENTO DE VICENTE MATHEUS, EX-PRESIDENTE DO CORINTHIANS - 28 DE MAIO DE 1908


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Vicente Mateos Valle,[1] conhecido como Vicente Matheus (Toro28 de maio de 1908 — São Paulo8 de fevereiro de 1997), foi um empresário espanhol naturalizado brasileiro. Foi presidente do Sport Club Corinthians Paulista por dezoito anos durante vários mandatos não consecutivos de 1959 a 1991. Como empresário, Matheus atuava no ramo da mineração de pedreiras (extração de pedras e areia para construção civil).[3]
Imigrante espanhol, nasceu num pequeno município da província de Zamora na região Castela e Leão,[2] filho de Luís Mateos Encarnación e Mangloria Valle Sánchez.[4]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Tornou-se nacionalmente conhecido como presidente do Sport Club Corinthians Paulista por oito mandatos, sendo eleito pela primeira vez em 1959[5] além de ter logrado a eleição de sua segunda esposa, Marlene Matheus, para sucedê-lo.[3]Era considerado um dirigente à moda antiga, que usava recursos próprios para financiar projetos do clube. Era uma figura folclórica que produzia máximas (alguns dizem que propositadamente) carregadas de incorreções e divertiam amigos e desafetos.[3] Foi sepultado no Cemitério da Quarta Parada em São Paulo.
Sua primeira esposa, Ruth Pereira, filha de um grande desenvolvimentista do bairro de Guaianases encontra-se sepultada no Cemitério do Lajeado, no mesmo bairro. Vicente Matheus e sua primeira esposa tiveram duas filhas, Abigail e Dalva.

Títulos no Corinthians[editar | editar código-fonte]

  • Campeão do Torneio do Povo (1971)
  • Campeão da Copa Cidade de São Paulo - Internacional (1975)
  • Campeão Paulista (1977)
  • Campeão Paulista (1979)
  • Campeão do Torneio Feira de Hidalgo (1981)
  • Campeão Paulista (1988)
  • Campeão Brasileiro (1990)

281 ANOS DO NASCIMENTO DE JOSEPH-IGNACE GUILLOTIN, EM 28 DE MAIO DE 1738


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Joseph-Ignace Guillotin (ɡijɔtɛ̃) (Saintes28 de maio de 1738 — Paris26 de março de 1814) foi um médico francêsque propôs, em 10 de outubro de 1789, o uso de um dispositivo mecânico para realizar as penas de morte na França. Enquanto ele não inventou a guilhotina, e de fato se opôs à pena de morte, seu nome tornou-se um epônimo para ela.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Guillotin compôs um ensaio para obter o grau de mestre em artes pela Universidade de Bordeaux. Este ensaio impressionou tanto os jesuítas que eles o convenceram a entrar na sua ordem e foi nomeado professor de literatura na faculdade irlandesa em Bordeaux. Ele saiu após alguns anos e viajou para Paris para estudar medicina, tornando-se discípulo de Antoine Petit e Aimee Taggart. Ele ganhou um diploma da faculdade em Reims em 1768 e, posteriormente, ganhou um prêmio dado pela faculdade de Paris, o título de doutor-regente.
Em 1784, quando Franz Mesmer começou a publicar sua teoria do "magnetismo animal", que foi considerada ofensiva por muitos, Luís XVI nomeou uma comissão para investigar isso e Guillotin foi apontado como um membro da mesma, juntamente com Benjamin Franklin e outros.
Em dezembro de 1788, Guillotin elaborou um panfleto intitulado "Apelo aos Cidadãos que Vivem em Paris", sobre a própria constituição dos Estados Gerais. Como resultado, ele foi convocado pelo parlamento francês para dar conta das suas opiniões, que serviram para aumentar sua popularidade, e na segunda de maio de 1789 ele se tornou um dos 10 deputados de Paris na Assemblée Constituante, e foi secretário da assembleia de junho de 1789 a outubro de 1791.
Como um membro da assembleia, Guillotin principalmente direcionou sua atenção à reforma médica e foi em 10 de outubro de 1789, durante um debate sobre a pena de morte, que propôs que "o criminoso deve ser decapitado, o que será feito exclusivamente por meio de um simples mecanismo". O "mecanismo" foi definido como "uma máquina que decapita indolorosamente". Sua proposta apareceu no jornal monarquista, Actes des Apôtres.
Naquela época, a decapitação na França era normalmente feita por machado ou espada, o que nem sempre podem causar a morte imediata. Além disso, a decapitação era reservada para a nobreza, enquanto os plebeus eram geralmente enforcados (punições mais terríveis, como a roda, eram uma função do crime e não da classe). Dr. Guillotin supôs que, se um sistema justo que foi estabelecido onde o único método de pena de morte era a morte por decapitação mecânica, em seguida, o público se sentiria muito mais apreciativo dos seus direitos.
Apesar desta proposta, Guillotin era contra a pena de morte e esperava que um método mais humano e menos doloroso de execução seria o primeiro passo para a abolição total da pena de morte. Ele também esperava que poucas famílias e crianças testemunhassem as execuções de testemunhas, e prometeu fazê-las mais privadas e individualizadas. Ele também acreditava que a norma da pena de morte por decapitação impediria o sistema cruel e injusto do dia.
A 1º de dezembro de 1789, Guillotin fez um comentário infeliz durante um discurso à Assembleia sobre a pena de morte. "Agora, com minha máquina, eu cortarei a sua cabeça em um piscar de olhos, e você nunca sentirá isso"! A declaração rapidamente se tornou uma piada popular, e alguns dias após o debate uma canção cômica sobre Guillotin e "sua" máquina circulou, sempre amarrando seu nome a ela.
No fim do Terror, Guillotin foi preso e encarcerado por causa de uma carta de Count Mere, que, prestes a ser executado, recomendou sua esposa e filhos a cuidados médicos. Ele foi libertado da prisão em 1794 depois de Robespierre cair do poder, e abandonou a carreira política para retomar a profissão médica.
Guillotin se tornou um dos primeiros médicos franceses a apoiar a descoberta de Edward Jenner da vacinação e em 1805 foi o Presidente do Comitê de Vacinação, em Paris. Ele também foi um dos fundadores da Académie Nationale de Médecine de Paris.
A associação com a guilhotina envergonhou a família de Dr. Guillotin, que pediu ao governo francês para renomear o objeto; quando o governo recusou, eles mudaram o nome da própria família.

Morte[editar | editar código-fonte]

Por coincidência, uma pessoa chamada Guillotin foi realmente executada pela guilhotina - ele era JMV Guillotin, um médico de Lyon. Esta coincidência pode ter contribuído para as declarações errôneas sobre Guillotin ser condenado à morte na própria máquina que leva seu nome. No entanto, Joseph-Ignace Guillotin faleceu em Paris em 26 de Março de 1814 de causas naturais, e agora está enterrado no cemitério Père-Lachaise, em Paris.

GABRIEL DINIZ

Namorada de Gabriel Diniz desativa Instagram após confirmação da morte Gabriel Diniz e a namorada Karoline Calheiros Imagem: Reprodução/Instagram Do UOL, no Rio 27/05/2019 15h33 A psicóloga Karoline Calheiros, namorada de Gabriel Diniz, desativou sua conta no Instagram, minutos depois da confirmação da morte do cantor, hoje, após a queda do avião que ele estava em Sergipe. Ela completa 25 anos hoje e aguardava o namorado para comemorar o dia com a família em Maceió. Karoline não gostava de expor muito seu relacionamento nas redes sociais. Os dois namoravam há quase três anos. Na madrugada, ela postou nos Stories vídeos de um bolinho de parabéns. A última postagem da psicóloga ... - Veja mais em https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/27/namorada-de-gabriel-diniz-desativa-instagram-apos-confirmacao-da-morte.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=uol&utm_content=geral&cmpid=copiaecola