quarta-feira, 25 de julho de 2018

FÁBULA REPAGINADA - A CIGARRA E A FORMIGA - MEUS CRÉDITOS AO ROBERTO DE ALMEIDA E DARIO GABAI.

d: FW: Fabula repaginada

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Roberto de Almeida

19:20 (Há 4 horas)
para GiselleMartatelfleschtelma-loboricardoallegroRicardoJoãoAndréRicardoRicardoRicardoricknnickelTâmaraJoséJoaquimjoaolemosbarbo.JoaquimJoseJosejoseJoséMariaJoséHelioDario
REPASSANDO  AOS  AMIGOS.   Fábula  interessante  para  os  que  não  estão interessados  apenas  na  vida  sexual  do Presidente  TRUMP.   Os  que  estiverem  poderão  continuar  a  ver/ouvir  a  GLOBO,  que  em  todas  as  suas edições ,  oferece  novos  detalhes  das  aventuras  do  "outsider"  com  a  "coelhinha"  da   PLAYBOY.    A   "mídia"  tem  razões  que  a  própria  razão  desconhece,  diria  Pascal.   Voltando  ao  nosso "Circo  de  Horrores",  continuam  a  ser  apresentados  ao "povo de-samba-no-pé"  os  candidatos  a  "Ungido",  que  será  o  "objeto  de  escolha"   em  Outubro.    Acredito  que  os  amigos  estejam  alerta  para  evitar  os  "enganos"  dos  últimos  30  anos,  que  nos  levaram  à  situação  atual.     Fábulas  são   excelentes  para  nos  fazer  pensar   sobre  a  realidade !    Aproveitem.      Boa  Noite.  Boa  Sorte.............ROBERTO                      





---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Dario Gabai <dariogabai1@gmail.com>
Data: 25 de julho de 2018 09:38
Assunto: FW: Fabula repaginada
Para: Dario Gabai <dariogabai1@gmail.com>


Por coincidência recebí há pouco esta página e resolví enviá-la pois é um retrato do que se passa no Brasil.
Subject: Fabula repaginada

A Cigarra e a Formiga”
(duas versões da mesma fábula ...)

* VERSÃO CLÁSSICA *

- Os braços das Formigas se multiplicam durante todo o verão sob um calor esmagador.
- Construção da sua casa e estocar alimentos para o inverno.
- A Cigarra acha que a Formiga é idiota e passa o verão rindo, dançando e brincando.
- Quando chega o inverno, a Formiga se  vai,
Ela se refugia em sua casinha onde tem tudo que precisa até a chegada da primavera.
- A Cigarra, tremendo de frio, sem comida e sem abrigo, morre de fome e frio.

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* NOVA VERSÃO *

Os braços da Formiga se multiplicam e ela trabalhava todo o verão sob um calor esmagador.

Construindo sua casa e estocando suprimentos para o inverno.

A Cigarra acha que a Formiga é estúpida e passa o verão rindo, dançando e brincando.

Quando o inverno chega, a Formiga se refugia em sua casinha, onde tem tudo o que precisa até a primavera.

A Cigarra, tremendo, sem comida e sem abrigo organiza uma conferência de imprensa na qual ele se pergunta por que a Formiga tem o direito à moradia e comida, enquanto existem outros, menos afortunados do que essa Formiga que teve sorte na vida, estão a beira da morte passando frio e fome??.

Organiza-se então um programa de TV ao vivo onde a Cigarra expõe o frio e calamidades porque passa, e com isso este mesmo programa de TV  transmite vídeo onde aparece a Formiga bem aquecida   em sua casa e a mesa cheia de alimentos para passar todo o inverno.

Todos estão surpresos que, em um país rico e próspero como o seu eles deixarem a pobre Cigarra sofrer enquanto há outros que vivem em abundância ..

Uma marcha em apoio à Cigarra é organizada através do Facebook, Whatsapp .

Associações contra pobreza, partidos de esquerda, sem-terra, os sem-teto, os sem Departamento e da Comissão de Direitos Humanos acampam na frente da casa da formiga, escracham, pintam e bordam contando com a passividade dos demais cidadãos do país.

Um programa é organizado e manipulado,  no qual se questiona como a Formiga foi enriquecendo as custas da Cigarra ... e pede ao público que dê sua opinião por telefone e on-line, através de uma pergunta complicada, onde eles têm que escolher se Eles são a favor da igualdade ou discriminação. (como a 'Formiga é egoísta e insensível').

Em resposta às pesquisas de opinião, o Governo prepara uma lei sobre paridade econômica e outra – com efeito retroativo desde o verão - contra a discriminação.

Os impostos sobre a Formiga são notoriamente altos e, se isso não bastasse, uma multa muito alta é atribuída porque ela não cuidou da Cigarra no inverno.

A casa da Formiga é apreendida pelo não pagamento de impostos elevados e multas ...

A Formiga, decepcionada, embala suas coisas e acaba partindo para outro país, onde seu esforço é reconhecido e ela pode aproveitar livremente dos frutos do seu trabalho ... onde ela não é julgada ou punida, quando obtiver prosperidade.

A antiga casa da Formiga se torna abrigo social de Cigarra, que  irresponsavelmente começam a se reproduzir, e à espera de alguém para chegar a "doar" os alimentos, coca-cola, cerveja e recursos para sobreviver a eles e seus descendentes.

A TV faz um programa especial sobre a Cigarra, agora muito gorda e brilhante ... o problema é que está prestes a terminar as últimas provisões da Formiga embora a primavera esteja longe chegar.

A antiga casa da Formiga, agora convertida em habitação social para Cigarras, deteriora-se devido à falta de cuidados desta.

O Governo é duramente criticado pela escassez de recursos alocados à Cigarra ... As partes propõem uma comissão de investigação multipartidária, que custará milhões de Reais.

Enquanto isso, a Cigarra morre de overdose ...

A mídia relata que é devido à falta de recursos do Governo ao lutar contra desigualdades sociais e injustiça econômica ....

A casa acaba sendo ocupada por um bando de Aranhas imigrantes ... O Governo se congratula pela diversidade multicultural do Estado Nacional, “somos um país para todos”.

As Aranhas organizam uma rede de tráfico de drogas e aterrorizam todo o estado ...

FIM ??? ...

Triste, mas é a nossa realidade ...

SE VOCÊ NÃO repassar esta mensagem, a reflexão sobre esta situação em nosso país não terá fim e mais formigas irão partir para outras terras, e no país crescerãoPRAGAS ....

TEMOS Cigarras.

MEDALHA DE MÉRITO CABO CARLOS ADALBERTO ILHA DE MACEDO "HERÓIS DA GUERRA DOS SEIS DIAS".


24 DE JULHO DE 2018    :       -      TERÇA-FEIRA                
Teremos, nesta data, dois eventos importantes, mas que irão acontecer no mesmo horário: no Obelisco, a entrega da Medalha de Mérito CABO CARLOS ADALBERTO ILHA DE MACEDO “HERÓIS DA GUERRA DOS SEIS DIAS” e no Núcleo MMDC-ALTO DO TIETÊ “VOLUNTÁRIO FERNANDO PINHEIRO FRANCO”, em MOGI DAS CRUZES.
Devo comparecer no evento da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz, mesmo porque irei ser condecorado. O Professor RODRIGO GUTENBERG, Presidente do Conselho Fiscal, deverá me representar em MOGI DAS CRUZES.  
ABFIP
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS FORÇAS INTERNACIONAIS DE PAZ
PRÊMIO NOBEL DA PAZ 1988 e 2001
Utilidade Pública Municipal Decreto 55.448/2014
São Paulo, 20 de Julho de 2018.
Ofício no ABFIP - 127/2018
Ao Ilmo. Sr. Cel. PM MÁRIO FONSECA VENTURA Presidente da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC
A Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz – ABFIP, tem a honra de comunicar-lhe que, por deliberação de sua Diretoria, outorgou-lhe a Medalha de Mérito CABO CARLOS ADALBERTO ILHA DE MACEDO-"HERÓIS DA GUERRA DOS SEIS DIAS”.
A escolha merecida decorre dos elevados méritos pessoais e da brilhante atuação desenvolvida por V.Sa. na defesa da Sociedade Paulista e na preservação da memória histórica da atuação dos Veteranos do Batalhão SUEZ.
Aproveitamos a oportunidade para cumprimentar Vossa Senhoria pela merecida distinção, informando que a solenidade de outorga se realizará no próximo dia 24 de julho de 2018, às 19:00 h., no Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932 (Obelisco do Ibirapuera), situado à Avenida Pedro Alvares Cabral, s/no - Ibirapuera - São Paulo/SP.
Atenciosamente.
Walter Mello de Vargas
Presidente
                                                
DIPLOMA
A Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz, por deliberação da Comissão da Outorga, instituída pela Resolução ABFIP – 001/18, confere a
MEDALHA DE MÉRITO CABO CARLOS ADALBERTO ILHA DE MACEDO “HERÓIS DA GUERRA DOS SEIS DIAS” ao
CORONEL PM MÁRIO FONSECA VENTURA
Por sua meritória atuação junto às Forças de Segurança, enaltecendo o nome do Brasil e pela sua dedicação à preservação da memória histórica da atuação dos Veteranos do Btl Suez.
“NÃO IMPORTA O MOTIVO DA GUERRA, A PAZ AINDA É MAIS IMPORTANTE”
SÃO PAULO, 24 DE JULHO DE 2018.
Assinam: WALTER MELLO DE VARGAS (PRESIDENTE) – ALFREDO DUARTE DOS SANTOS (DIRETOR DE MEDALHÍSTICA) e ISMAEL CRESPO (DIRETOR ADMINISTRATIVO).

HISTÓRICO:
A “MEDALHA DE MÉRITO CABO CARLOS ADALBERTO ILHA DE MACEDO – HERÓIS DA GUERRA DOS SEIS DIAS”, instituída pela Resolução Nº 01/2018 da ABFIP – Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz, tem o intuito de assinalar os 50 anos do conflito árabe-israelense ocorrido entre 05 e 10 de junho de 1967 e homenagear personificando no Herói tombado CABO CARLOS ADALBERTO ILHA DE MACEDO, os militares brasileiros do 20º Contg. Btl Suez (III/2ªRI) que compunham a tropa da UNEF em missão na Linha de Demarcação de Armistício e Garantia de Cessar Fogo entre EGITO e ISRAEL, e que ainda se encontravam em GAZA aguardando o repatriamento quando foram literalmente envolvidos no meio do fogo cruzado entre israelenses, egípcios e guerrilheiros palestinos. No dia 5 de junho de 1967, após intenso bombardeio de artilharia, a vanguarda mecanizada do Exército israelense, desconhecendo a permanência de tropas da ONU na área, adentrou metralhando o aquartelamento da tropa brasileira em RAFAH, na FAIXA DE GAZA, alvejando fatalmente o CABO ILHA do Exército Brasileiro e aprisionando o restante da tropa que foi inicialmente confundida com guerrilheiros palestinos. É importante destacar que nessa ocasião uma verdadeira tragédia foi evitada graças à firme atuação de alguns Oficiais Brasileiros que impediram a tropa, mesmo muito inferiorizados em efetivo e armamentos, de responder ao fogo da agressão a que se viam submetidos, pois mesmo naquela situação desesperadora os soldados ponderavam que, se tinham que morrer que ao menos fosse lutando. Seu corpo foi sepultado na antiga biblioteca do Batalhão brasileiro em RAFAH às 16 horas do dia 6 de junho após missa de corpo presente. Informados os soldados brasileiros que seriam evacuados, a tropa se recusou a partir sem o companheiro CABO ILHA. Graças às gestões do Capelão do Btl MONSENHOR PHEENEY, do MAJOR VIGNOLI e dos CAPITÃES PAULO IZAIAS e ÁVIL, foi o corpo do Herói tombado exumado às 17 horas do dia 10 de junho e preparado para acompanhar seus colegas do 20º Contingente no retorno à Pátria. No deslocamento da tropa de RAFAH até a cidade de GAZA o comboio do Batalhão deparou-se com estradas minadas e ataque perpetrado por franco atiradores palestinos. Em 13 de junho de 1967 no porto israelense de ASHDOD o 20º Contg e do Btl SUEZ embarca no NTrT – Navio Transporte de Tropas “SOARES DUTRA” da Marinha do Brasil, iniciando o retorno definitivo ao Brasil. Em 1º de agosto de 1967, conduzindo o esquife do companheiro tombado, desembarca a tropa brasileira em PORTO ALEGRE/RS, onde foram recebidos como Heróis num regresso de guerra. A Medalha destina-se a galardoar os Veteranos do Btl Suez, em especial os componentes do 20º Contg., assim como personalidades civis e militares, bem como Instituições Pública e Privadas que tenham prestado relevantes serviços às Forças de Paz, à ABFIP, às Forças de Segurança à Sociedade Brasileira, contribuindo desta forma para a preservação da memória histórica da atuação dos BOINAS AZUIS e a convivência pacífica entre os povos.
WÁLTER MELLO DE VARGAS (PRESIDENTE)
ALFREDO DUARTE DOS SANTOS (DIRETOR DE MEDALHÍSTICA)    

25 DE JULHO DE 1932 - O BOLETIM GERAL DA FORÇA PÚBLICA TRAZIA A EXCLUSÃO POR FALECIMENTO DO GENERAL COMANDANTE JÚLIO MARCONDES SALGADO E DO MAJOR JOSÉ MARCELINO DA FONSECA

Resultado de imagem para general júlio marcondes salgado  86 a. FORÇA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – QUARTEL GENERAL – 1ª SEÇÃO – São Paulo, 25 de julho de 1932 – 1ª Parte
Exclusão por falecimento
No Estado Maior da Força, do senhor General Comandante Julio Marcondes Salgado e no C/I/M, do senhor major José Marcelino da Fonseca, falecidos nesta Capital, no dia 23 do corrente, vítimas do desastre ocorrido na manhã daquele dia.
Traduzindo os sentimentos de pesar da Força Pública, o senhor capitão Heliodoro Tenório da Rocha Marques, proferiu ontem, por ocasião dos funerais, a seguinte oração:-
COMANDANTE SALGADO,
CAPITÃO MARCELINO,
São Paulo inteiro está de luto e a Força Pública de armas em funeral, pelos vossos trágicos desaparecimentos da vida terrena.
No meio das atribulações que nos cansam o físico e inquietam o espírito, eu não posso encontrar palavras que bem traduzam a comoção que nos vai n´alma pelas perdas irreparáveis que todos deploramos.
Falar de vós, comandante Salgado, é falar da intrepidez, da resistência moral, do grande espírito empreendedor e da vontade indomável de bandeirante que, em luta de vida e morte contra o homem e a natureza, não encontrou desfalecimentos na grande obra de demarcação e expansão geográfica da Pátria Brasileira.
Fostes um lutador incansável e um patriota cujo nome, passada esta primeira fase de incompreensão e exacerbação dos espíritos, há de ser glorificado não somente em São Paulo, onde já o é, mas no Brasil inteiro, como um dos maiores vultos da nacionalidade brasileira.
São Paulo inteiro já vos conhece de sobra, mas eu, falando em nome da Força Pública, como testemunha que fui da firmeza e elevação de idéias e de sentimentos com que vos conduzistes nos mais angustiosos momentos por que vem passando a nossa pátria de certo tempo a esta parte, julgo-me com o direito de dizer duas palavras sobre a vossa brilhante atuação em prol da causa da libertação de São Paulo e da redenção do Povo Brasileiro.
28 de abril de 1931 marca um gesto de exaltação cívica de nossas tropas e do povo paulista, no primeiro grito de alerta em prol da causa ora em marcha acelerada para a vitória;
23 de maio de 1932 marca o segundo passo à frente, no grande trabalho de mobilização das forças morais e materiais que se têm contraposto aos esforços que a ditadura ainda desenvolve, em desespero de causa e por instinto de conservação;
9 de Julho de 1932 marca o início da marcha invencível do Exército da Liberdade contra os defensores forçados da ditadura que nos infelicita e humilha perante os povos civilizados.   

(EXTRAÍDO DAS MEMÓRIAS DO CORONEL VENTURA)